"Interrogado pelos fariseus sobre quando viria o reino de Deus, Jesus lhes respondeu: Não vem o reino de Deus com visível aparência. Nem dirão: Ei-lo aqui! Ou: Lá está! porque o reino de Deus está dentro em vós." (Lucas 17: 20-21).

quinta-feira, 4 de março de 2010

PARÁBOLAS DE JESUS


12 - Os Lavradores Maus - Mateus 21.33-46

Ouvi ainda outra parábola: Havia um homem, proprietário, que plantou uma vinha, cercou-a com uma sebe, cavou nela um lagar, e edificou uma torre; depois arrendou-a a uns lavradores e ausentou-se do país. E quando chegou o tempo dos frutos, enviou os seus servos aos lavradores, para receber os seus frutos. E os lavradores, apoderando-se dos servos, espancaram um, mataram outro, e a outro apedrejaram. Depois enviou ainda outros servos, em maior número do que os primeiros; e fizeram-lhes o mesmo. Por último enviou-lhes seu filho, dizendo: A meu filho terão respeito.

Mas os lavradores, vendo o filho, disseram entre si: Este é o herdeiro; vinde, matemo-lo, e apoderemo-nos da sua herança. E, agarrando-o, lançaram-no fora da vinha e o mataram.
Quando, pois, vier o senhor da vinha, que fará àqueles lavradores? Responderam-lhe eles: Fará perecer miseravelmente a esses maus, e arrendará a vinha a outros lavradores, que a seu tempo lhe entreguem os frutos. Disse-lhes Jesus: Nunca lestes nas Escrituras:
A pedra que os edificadores rejeitaram, essa foi posta como pedra angular; pelo Senhor foi feito isso, e é maravilhoso aos nossos olhos? Portanto eu vos digo que vos será tirado o reino de Deus, e será dado a um povo que dê os seus frutos. E quem cair sobre esta pedra será despedaçado; mas aquele sobre quem ela cair será reduzido a pó. Os principais sacerdotes e os fariseus, ouvindo essas parábolas, entenderam que era deles que Jesus falava. E procuravam prendê-lo, mas temeram o povo, porquanto este o tinha por profeta.


Nesta parábola, Jesus está mostrando o caráter dos líderes judeus, que tinham rejeitado os profetas de Deus e estavam se preparando para rejeitar e matar seu Filho amado.

Na aplicação da parábola, apesar da prepotência e violência nela contida, Deus pode ser entendido como o proprietário da vinha. A vinha, conforme a tradição profética é o povo amado por Deus. Os agricultores violentos são os chefes religiosos, que oprimem, exploram o povo e procuram eliminar quem busca libertação. Eles entenderam que Jesus falava deles. Irritam-se e procuram prendê-lo.

Jesus é o herdeiro de Deus e nós, “feitos filhos de Deus”, ganhamos o privilégio de também sermos herdeiros de Deus e co-herdeiros de Cristo Jesus. Que bênção, que privilégio Ele nos concede!

No texto de hoje, Jesus dá a conhecer a todos o que os religiosos do tempo tinham escondido nas entranhas do coração - tinham-se apoderado da vinha, consideravam-na sua e não administradores dela! Quantos de nós, hoje, temos “subidos acima da chinela” e nos temos por donos do que é de Deus, e não mais mordomos.

É preciso deixar o lugar que não nos pertence e retomarmos o lugar de servos e despenseiros de Deus, trabalhando de alma e coração. Como é que te consideras em relação às coisas de Deus? Dono, senhor ou despenseiro? Convém que sejamos bons despenseiros da graça de Deus.

Quantos conflitos evitaríamos na causa de Deus se, em vez de nos “armarmos” em donos da vinha de Deus, assumíssemos, com submissão e gratidão, o privilégio de mordomos fiéis do nosso Pai do Céu.

Reler Mt 21:44. O que podemos aprender com este versículo?

a) “Todo o que cair sobre esta pedra (que é Cristo) ficará em pedaços” => Melhor é cairmos sobre a pedra, pois isto significa que seremos quebrantados.
O orgulho é quebrado, a dura cerviz é retirada e nos dobraremos diante do Senhor, sendo obedientes à sua voz. É esta humilhação que leva a pessoa a crer e a receber a salvação para estar com Cristo em Seu reino.

b) “E aquele sobre quem ela cair ficará reduzido a pó” => Isto fala de julgamento e o resultado será desastroso, irremediável. Quem não crê em Jesus, conforme a Palavra de Deus, já está condenado (Jo 3:16-18).

Você tem frutificado para o Senhor? Saiba que nós somos os lavradores da vinha do Senhor e como tais devemos remeter os frutos ao Senhor; devemos produzir frutos para a vida

Sem Sinais




“E iam muitos ter com ele e diziam: Realmente, João não fez nenhum sinal, porém tudo quanto disse a respeito deste era verdade.” (João 10:41 ARA)

O ser humano me surpreende. Costumo dizer que quando morrer não terei visto de tudo ainda, porque é muita novidade. Que raio de sinal este povo poderia esperar que João Batista fizesse? Nem dava crédito direito ao que ele dizia, embora isso seja bem típico para os profetas de então. Ainda se a frase fosse ao contrário e enfatizasse a preparação do caminho do Messias, seria melhor.

Mas o ser humano é assim, precisa de algo para agradar seus olhos, sua mente, seu coração – sua alma. Mesmo tendo Deus dado todas as provas da autenticidade do ministério de João Batista, estava dito e escrito, mas não bastava.

Hoje muitos correm atrás de profetadas e milagreiros, pouco se importando se o que eles estão pregando é bíblico ou não. Outros tantos desistem porque tudo que queriam do Senhor era um favorzinho, fosse uma cura ou um reconciliação, por exemplo. E ainda uns há que viciaram no “fogo”. O que há de comum em todos eles é que se não conseguem ver alguma coisa espetacular, recuam ou desistem. Querem ver para crer, mas o evangelho é feito de crer para ver.

A Bíblia define fé como ver o invisível, portanto se sempre precisarmos de alguma coisa pra ver, a fé perde o sentido. Se não temos confiança na mão de Deus mesmo quando não podemos ver nada, estamos mal. Eu não sou contra os sinais do mover de Deus e inclusive tenho participado muito nisso. Me emociono ao ver gente sendo curada, sendo alcalçada pelo evangelho, entregando vida a Cristo, enfim, vários milagres. MAS, não posso depender disso para crer no Deus a quem eu pertenço porque Ele é soberano e se Ele quiser se manifestará no silêncio.

Minha bênção e meu agradecimento a todos os que silenciosamente tem anunciado a Jesus Cristo para este mundo perdido, ainda que como João Batista, sem sinais. Grande é seu galardão.

“Senhor, quero aprender de Ti como depositar a totalidade da minha fé em Ti, sem esperar por sinais, apenas me alegrando e sendo edificado quando eles vêm. Obrigado por ouvir minha oração e me fortalecer.”

Mário Fernandez

Como Era a Cidade de Jericó



Heb. Yerichô, “cidade do (deus) lua”, ou “lugar da fragrância”; Gr. Iericho.
Uma cidade importante no vale do Jordão, por vezes apelidada de “a cidade das palmeiras” (Dt 34:3; Jz 1:16; Jz 3:13; 2Cr 28:15). Localiza-se cerca de 8 km a oeste do rio, cerca de 13 km a norte do Mar Morto e 24 km a nordeste de Jerusalém em linha recta, na base das montanhas da Judeia, na zona mais alta do Vale do Jordão. Situa-se 250 metros abaixo do nível do mar mas a 140 metros acima do leito do rio. Possui um clima quase tropical. Por isso crescem ali palmeiras e actualmente também bananeiras.

Embora as escavações efectuadas mostrem que Jericó é uma das mais antigas cidades do mundo, não é mencionada em nenhum registo antigo, para além da Bíblia. Quando os israelitas invadiram Canaan, Jericó, que se situava na principal estrada que ligava o Este ao Oeste, foi o seu primeiro obstáculo na invasão da Palestina Ocidental.

Uma vez que foi a primeira cidade a ser conquistada na Terra Prometida, Josué declarou que os seus tesouros seriam dedicados a Deus como oferta (Js 6:17-19). A história da sua queda é bem conhecida. Foram enviados homens para espiar a terra.

Raabe mostrou-se hospitaleira para com eles, protegendo-os e ajudando-os a escapar quando foram perseguidos pelos habitantes de Jericó. Como recompensa por tê-los ajudado e também pela sua fé no Deus dos israelitas, os espiões prometeram salvar-lhe a vida e os bens, uma promessa que foi fielmente cumprida (Js 2:1-22, Js 6:22, 23, 25). Depois que os israelitas atravessaram o Jordão, acamparam em Gilgal, perto de Jericó (Js 5:10) e marcharam à volta da cidade uma vez por dia durante seis dias.

No sétimo dia marcharam à volta da cidade sete vezes e depois, ao sinal das trombetas, gritaram. Nesse momento, os muros da fronteira ruíram (Js 6:8-21). Os israelitas entraram na cidade, destruíram os seus habitantes, com excepção de Raabe e da sua família e queimaram tudo, excepto determinados objectos que seriam usados no santuário (Js 6:1-21, 24). Josué, então, pronunciou uma maldição sobre todo aquele que tentasse reconstruir Jericó no futuro (Js 6:26).

Embora a cidade, como tal, não fosse reconstruída até aos dias de Acabe, houve quem morasse nas suas proximidades, pois o nome continuou a ser usado (ver 2Sm 10:5). Na divisão do país, Jericó encontrava-se na fronteira entre Efraim e Benjamim, tendo sido atribuída a Benjamim (Js 16:1, 7; Js 18:12, 21). Eglom, o rei de Moabe, oprimiu os israelitas no início do período dos juizes e tomou Jericó para si (Jz 3:13).

Os mensageiros de David, ao voltarem do encontro com o rei amonita, que os insultou, rapando-lhes metade das suas barbas, permaneceram em Jericó até estas voltarem a crescer (2Sm 10:5; 1Cr 19:5). No tempo de Elias, Hiel reconstruiu a cidade e, de acordo com a maldição pronunciada por Josué, perdeu dois dos seus filhos (1Rs 16:34).

Ainda no tempo do profeta Elias, viveu em Jericó uma comunidade de profetas (2Rs 2:4, 5, 15, 18) e mais tarde, Eliseu sarou a fonte das águas ali existente (2Rs 2:19-22). Um século mais tarde, Jericó foi o cenário da libertação de cativos de Judá, capturados pelo exército do rei Peca, de Israel (2Cr 28:15). Nos últimos dias do reino de Judá, o exército babilónico capturou Zedequias nas proximidades de Jericó (2Rs 25:5; Jr 39:5; Jr 52:8).

A população de Judá deve também ter sido levada cativa porque 345 descendentes dos seus antigos habitantes voltaram do exílio babilónico com Zorobabel (Ed 2:34; Ne 7:36). Algumas pessoas de Jericó ajudaram Neemias a reconstruir o muro de Jerusalém (Ne 3:2).

Jericó volta a ser mencionada no período dos macabeus, quando Baquides, o general sírio, recuperou as suas fortificações (I Mac 9:49, 50). António deu a cidade a Cleópatra como estância de Verão. Quando Herodes, o Grande, mais tarde a recebeu
como presente de Augusto, embelezou-a, construiu lá um palácio e erigiu uma fortaleza por trás da cidade chamada Cypros.
Herodes, o Grande, morreu em Jericó.

Jesus passou pela Jericó do NT (Lc 19:1), que se situava a Sul e a Este da cidade do VT, à entrada do Wâdi Qelt, pelo qual passava a estrada que se dirigia a Jerusalém. Jericó era a cidade natal de Zaqueu, de cuja hospitalidade Jesus gozou e cuja conversa se encontra registada nos vers. 1-10. Foi perto da Jericó do NT que Jesus curou o cego Bartimeu e o seu companheiro (Mt 20:29-34; Mc 10:46-52; Lc 18:35-43).

A actual cidade de Jericó, chamada Erîkha, foi fundada no tempo das cruzadas e situa-se a este da Jericó do NT e a sudeste da Jericó do VT.

Por causa da sua grande importância bíblica e histórica, Jericó tem recebido a atenção de várias expedições arqueológicas. A cidade do VT tem sido identificada com Tell es-Sultân, na extremidade norte da actual Jericó. Em 1868, Charles Warren realizou algumas explorações preliminares que não aumentaram materialmente o nosso conhecimento sobre a história antiga da cidade. Entre 1907 e 1909, Ernest Sellin e Carl Watzinger escavaram partes do monte mas viram as suas ruínas confundidas e perturbadas por construções posteriores e pela erosão.

Uma vez que a arqueologia palestiniana ainda se encontrava no seu início, as conclusões destes eruditos foram insatisfatórias e mais tarde tiveram que ser revistas, quando algumas explorações levadas a cabo noutros locais mostraram que as suas interpretações de determinadas provas não poderiam ser mantidas.

John Garstang que realizou algumas escavações em Jericó durante seis épocas, entre 1930 e 1936, descobriu um cemitério do final da Idade do Bronze, o local onde eram sepultados os habitantes de Jericó até 1350 AC, tal como indicam as inscrições de determinados selos egípcios. O que restou das fortificações da cidade era tão confuso, que algumas muralhas foram mal identificadas, tal como mostram escavações posteriores.

A interpretação que Garstang faz da história arqueológica da cidade está agora desactualizada e não necessita de ser repetida aqui. Entre 1952 e 1957, Kathleen M. Kenyon realizou escavações em Jericó, usando os últimos métodos científicos.

Descobriu outro cemitério, túmulos de meados da Idade do Bronze, incluindo equipamento funerário, tais como mesas de madeira, bancos e pratos, víveres em vasilhas, roupas, cestos, etc., tudo espantosamente preservado, devido à infiltração de gases letais que mataram os germes, evitando, assim, a desintegração daquele material antigo que, de outro modo, nunca se preservaria na Palestina.

As escavações realizadas no próprio local puseram a descoberto níveis de ocupação de tempos primordiais. Mostraram que Jericó já era uma cidade muito antes de existir qualquer tipo de cerâmica. Na realidade, parece que as muralhas da cidade e as suas torres são as mais antigas alguma vez descobertas no Próximo Oriente.

A cidade foi destruída várias vezes, tendo sido posto a descoberto o que restou de sete muralhas sucessivas do início da Idade do Bronze (3º milénio AC). A última destas muralhas foi destruída por um tremor de terra. Nessa altura, a “cidade” tinha cerca de 230 metros de extensão e não mais de 76 metros de largura.

Em meados da Idade do Bronze, o período Hiksos, foi alargada para uma extensão de cerca de 260 metros e uma largura de cerca de 130 metros, sendo rodeada por uma grande muralha de pedra com uma ribanceira levemente escarpada. Esta cidade foi destruída por um dos reis egípcios da 18ª dinastia no século XV AC.

Nada foi encontrado das muralhas do final da Idade do Bronze. Estas muralhas terão sido as que foram destruídas no tempo de Josué. Infelizmente, as forças do homem e da natureza parecem ter desnudado os níveis superiores do monte numa tal extensão, que praticamente nada restou deles. As escavações de Kenyon puseram a descoberto somente uma pequena parte da cidade, uma porção superficial que datava da Jericó de Josué. No sopé da encosta, algumas das últimas estruturas construídas em Jericó (na Idade do Ferro, por volta de 1200 AC) foram postas a descoberto.

Embora os resultados das escavações tenham tido bastante interesse para os arqueólogos e tenham lançado alguma luz sobre a história e sobre os primórdios desta importante cidade, pouco contribuíram com algo de interessante para o estudante da Bíblia.

Contudo, os cemitérios de Jericó mostraram que, como locais de sepultamento, deixaram de ser usados no século XIV, o que poderá ser considerado como prova de que a cidade não poderia ter sido destruída muito depois desse período.

Uma porção da Jericó do NT, nomeadamente Tulûl Abu el-‘Alâyiq, foi escavada entre 1951 e 1952 pela Escola Americana de Investigação Oriental de Jerusalém, sob a direcção de J. L. Kelso e J. B. Pritchard e novamente por E. Netzer da Universidade Hebraica de Jerusalém, entre 1972 e 1974. As escavações puseram a descoberto partes do magnífico palácio de inverno de Herodes, que tinha uma fachada de 100 metros de extensão e uma piscina, provavelmente a mesma em que Herodes mandou que afogassem o seu cunhado Aristóbulo III, o sumo sacerdote.
jesusvoltara.com.br

quarta-feira, 3 de março de 2010

PARÁBOLAS DE JESUS


11 - Os Dois Filhos - Mateus 21.28-32

“as que vos parece? Um homem tinha dois filhos, e, chegando-se ao primeiro, disse: Filho, vai trabalhar hoje na vinha. Ele respondeu: Sim, senhor; mas não foi. Chegando-se, então, ao segundo, falou-lhe de igual modo; respondeu-lhe este: Não quero; mas depois, arrependendo-se, foi.

Qual dos dois fez a vontade do pai? Disseram eles: O segundo. Disse-lhes Jesus: Em verdade vos digo que os publicanos e as meretrizes entram adiante de vós no reino de Deus Pois João veio a vós no caminho da justiça, e não lhe deste crédito, mas os publicanos e as meretrizes lho deram; vós, porém, vendo isto, nem depois vos arrependestes para crerdes nele.”


Segundo a parábola de Jesus, existem dois tipos de filhos. Aquele que quer fazer a vontade do Pai, mas acaba não cumprindo. E aquele que, apesar de dizer não, é transformado para fazer. Que tipo de filhos somos? Pela graça divina somos o segundo filho.

Como esta transformação está sendo vivida em nossos corações, vida diária, educação de filhos, relacionamento marido e esposa, patrão e empregados, membro e igreja? Estamos incluídos naquela turma que tinha má fama. Ou isto nos incomoda? Ou preferimos ensaiar uma vida aparentemente religiosa, mas sem fé e arrependimento verdadeiros?

Deus nos fala aos corações. Fala através desta pregação e pregador. “Falo com vocês como se fossem meus filhos - diz o apóstolo Paulo aos membros da cidade de Corinto. Não fechem seus corações a Deus e a pregação... Mostrem os mesmos sentimentos que temos para com vocês e abram seus corações” (2Co 6.13).

Com o coração aberto e transformado pela palavra de Deus, ajudemos o primeiro filho da parábola. Ele pode estar em nossa casa, trabalho, escola, parentes... ou pode ser hoje a nossa situação pessoal! “Nos céus há júbilo por um pecador que se arrepende”.

Ajude ao seu irmão na fé. Ele pede: “Ajude-me”. Ajude-o a trilhar o caminho da justiça e do reino de Deus. Incentive-o a crer na misericórdia de Deus que produz arrependimento para a vida. Hoje pode ser ele; amanhã, você! E quando Cristo vier no Juízo, que ele nos encontre todos fiéis.

Para nossa surpresa, Ele dirá: “Tive fome, sede; era estrangeiro; estava sem roupa, doente, preso...e vocês me deram de comer, beber, me receberam, me vestiram, me visitaram e cuidaram...” “como e quando fizemos isto ao Senhor?”. “A fé e o arrependimento que lhes dei, são obra minha.

Suas obras foram purificadas no meu sangue redentor. Elas foram realizadas espontaneamente, sem nenhuma necessidade de contagem ou registro.

Passagem da juventude dos índios Cherokees



O pai leva o filho para a floresta durante o final da tarde, venda-lhe os olhos e deixa-o sozinho.

O filho se senta sozinho no topo de uma montanha toda a noite e não pode remover a venda até os raios do sol brilharem no dia seguinte.

Ele não pode gritar por socorro para ninguém.
Se ele passar a noite toda lá, será considerado um homem.

Ele não pode contar a experiência aos outros meninos porque cada um deve tornar-se homem do seu próprio modo, enfrentando o medo do desconhecido.

O menino está naturalmente amedrontado.
Ele pode ouvir toda espécie de barulho.

Os animais selvagens podem, naturalmente, estar ao redor dele.
Talvez alguns humanos possam feri-lo.
Os insetos e cobras podem vir picá-lo.
Ele pode estar com frio, fome e sede.

O vento sopra a grama e a terra sacode os tocos, mas ele se senta estoicamente, nunca removendo a venda.

Segundo os Cherokees, este é o único modo dele se tornar um homem.
Finalmente... Após a noite horrível, o sol aparece e a venda é removida.

Ele então descobre seu pai sentado na montanha perto dele.
Ele estava a noite inteira protegendo seu filho do perigo.

Nós também nunca estamos sozinhos!
Mesmo quando não percebemos Deus está olhando para nós, “sentado ao nosso lado”.

Quando os problemas vêm, tudo que temos a fazer é confiar que ELE está nos protegendo.

“E Eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos”. Mateus 28:20.

Cristo mostrou que estaria conosco mesmo nas situações mais difíceis e tenebrosas, quando o amor parece acabar e a vida estar por um fio, Cristo nos diz: Eis que estou convosco, não temas que Eu sou contigo, Eu te seguro pela tua mão.

Creia hoje na promessa de cristo, deixando de lado o antigo EU, trazendo uma nova perspectiva para a sua vida. Deixe Jesus tomar conta de seu ser, e maravilhosas mudanças ocorrerão.

Como era a Cidade de Corinto?




A Cidade de Corinto, situava-se numa estreita faixa de terra entre o golfo de Corinto e o Golfo Sarônico, essa localização lhe trazia grande prosperidade comercial, pois os comerciantes e navegantes preferiam enviar suas mercadorias por essa região por ser menos perigoso. A cidade era habitada por pessoas de várias raças, havendo ali uma comunidade judia numerosa. Estima-se que nos dias de Paulo, Corinto teria uma população de cerca de 250 mil cidadãos livres e não mais de uns 400 mil escravos. Sob vários aspectos, era a cidade principal da Grécia.

Seus habitantes interessavam-se pela filosofia grega e tinham a sabedoria na mais alta estima.
Corinto possuía pelo menos 12 templos. Um dos mais infames era dedicado a Afrodite, a deusa do amor, cujos adoradores praticavam a prostituição religiosa. Havia o templo de Asclépio, o deus cura, e no meio da cidade estava localizado o templo de Apolo (o deus grego da beleza, da juventude e da luz).

Contudo, o aspecto mais marcante daquela cidade era a imoralidade e licenciosidade que campeavam naquela cidade, de tal maneira que usava o verbo corintianizar para falar da prática de atos imorais. Na cidade de Corinto numa colina chamada Acrópoles, havia o templo de Afrodite, de onde mil sacerdotisas, ao cair da tarde, desciam para se prostituir na cidade de Corinto. Além disso, a influência da cultura grega fez daquela cidade, uma cidade cultural. Em resumo, Corinto, era uma cidade como São Paulo, com pessoas de várias nações, intelectualmente rica, próspera, mas extremamente imoral.

Como foi a fundação da Igreja de Corinto? Em Atos capítulo 18, nós encontramos a fundação da Igreja de Corinto. Paulo havia chegado a Corinto, após a sua passagem em Atenas, que de certa forma lhe trouxe certa frustração, pelo pouco sucesso que tivera na pregação do Evangelho. Ao chegar a Corinto, ele se hospeda com o casal Priscila e Áquila, como ele, fabricantes de tendas. Como sempre fazia Paulo procura uma Sinagoga para pregar, contudo, a não aceitação dos judeus o levou a pregar na casa de Justo que ficava ao lado da Sinagoga, na qual ele desenvolveu uma base para pregação do Evangelho. Ali, ele ficou por um período de dezoito meses, onde houve muitas conversões, sendo a maioria de origem pagã, muitos deles trazendo para a igreja muitas de suas práticas.

Como era a igreja de Corinto? Quais os seus problemas? Após a saída de Paulo, Apolo deu continuidade ao trabalho de Paulo, porém, Paulo precisa escrever àquela igreja para tratar de uma série de problemas naquela igreja tais como, divisões, relaxamento moral, provavelmente um caso de incesto, conflitos doutrinários, desordens no culto público, principalmente no que diz respeito à Ceia, onde o individualismo, glutonaria e até mesmo embriaguez, aconteciam, sem falar no problema do conflito com relação aos dons espirituais, em que a manifestação dos dons era motivo de contendas e de orgulho espiritual e não de bênçãos. De sorte, que a Igreja de Corinto, foi aquela que requereu de Paulo, mais atenção e exortações.

Vimos acima, que a Igreja de Corinto era uma Igreja extremamente problemática, porém, o que nos chama a atenção é que ao escrever à Igreja de Corinto, Paulo diz algumas coisas a respeito daquela igreja dignas de destaque, pois apesar daqueles problemas:

Em atos 18,9, em uma visão, Deus dissera a Paulo: Não temas, eu tenho muitas pessoas nesta cidade Certamente, embora muito triste com tantas coisas acontecendo naquela igreja, talvez fosse o caso do apóstolo Paulo se esquecer dela por considerar que a mesma não merecesse ser chamada por esse nome, mas, lembrando-se da visão que tivera ele entende que apesar de tudo ali havia uma Igreja de Deus.

Este texto nos revela algumas lições importantes: em primeiro lugar, o grande amor de Deus por sua Igreja, pois apesar de todos os seus erros ao longo de sua existência, ela permaneceu sempre amparada nesse imenso e maravilhoso amor. Além disso, não devemos esquecer que Cristo permanece no meio de sua Igreja, como nos relata a visão de João no livro de Apocalipse (1.12,13 e 20), pois Ele mesmo disse: Eis que estou com vocês todos os dias... Finalmente, este texto uma igreja que triunfa através do seu Senhor, pois as portas do inferno não prevalecerão contra ela.

terça-feira, 2 de março de 2010

Escola Biblica Quadrangular - E.B.Q.



Compram-se remédios nas farmácias; carnes nos açougues; pão nas padarias, e jóias nas relojoarias (que pode ser na Topázio). Cada coisa tem o seu ponto de origem, e a Palavra de Deus não é diferente.

Nós tomamos posse dos mandamentos e ensinos de Deus na Bíblia Sagrada, nos cultos, nas reuniões de células e especialmente nós aprendemos na Escola Bíblica...

É nestas ocasiões que Deus nos revela sua vontade através de seus pastores e lideres. E se nós desprezarmos estas oportunidades ou até mesmos renegá-las, a um plano inferior em nosso sistema de valores, não teremos conhecimento das preferências de Jesus para que nós possamos amá-lo.

Sete razões para participar de uma Escola Bíblica

1 - POR AMARMOS A JESUS. Jesus disse: "Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, este é o que me ama." (Jo 14.21).

2 - PARA NÃO ERRARMOS. Jesus disse: "Errais não conhecendo as Escrituras nem o poder de Deus." (Mt 22.29).

3 - PARA SERMOS LIMPOS. Jesus disse: "Vós já estais limpos pela palavra que vos tenho falado." (Jo 15.3).

4 - PARA APRENDERMOS. Jesus disse: "Aprendei de mim." (Mt 11.29).

5 - PARA SERMOS SANTOS. Jesus orou: "Santifica-os na verdade. A tua palavra é a verdade." (Jo 17.17).

6 - PARA SERMOS AMIGOS DE JESUS. Jesus disse: "Vós sereis meus amigos se fizerdes o que eu vos mando." (Jo 15.14).

7 - PARA SERMOS BEM AVENTURADOS. Jesus garantiu: "Bem aventurados os que lêem, ouvem e guardam a sua palavra." (Ap 1.3).

Se depois destas sete razões apresentadas, ainda assim nós permanecermos insensíveis ao chamado de Jesus para o aprendizado, nós estaremos diante de sete conclusões sérias e preocupantes:

1 - Nós não teremos os mandamentos de Jesus e não poderemos guardá-los porque não os teremos buscado, e conseqüentemente não poderemos saber como amar a Jesus.

2 - Continuaremos errando como os Saduceus não conhecendo as Escrituras nem o poder de Deus.

3 - Continuaremos sujos porque não estaremos nos deixando limpar pelo poder alvejante da palavra de Deus.

4 - Estaremos buscando várias formas de conhecimentos mas estaremos desprezando a verdadeira fonte de conhecimento, que é Jesus.

5 - Poderemos estar incorrendo no erro de buscarmos meios errados de santificação, desconhecendo que somos santificados pela palavra de Deus.

6 - Não poderemos dizer que somos amigos de Jesus porque não estaremos buscando saber o que Jesus quer que nós façamos, e assim não poderemos fazer o que Ele manda. Quem não faz o que Jesus manda não pode ser amigo de Jesus.

7 - Nós não seremos bem aventurados porque não buscamos ouvir, nem ler, nem guardar a palavra de Deus. E também não poderemos esconder a palavra de Deus em nosso coração (Sl 119.11), porque ninguém pode guardar ou conservar em si mesmo aquilo que não possui.

Participe da Escola Biblica Quadrangular - E.B.Q.
Todos os domingos 8:30 hs da manhã na Escola Lairce santiago

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