"Interrogado pelos fariseus sobre quando viria o reino de Deus, Jesus lhes respondeu: Não vem o reino de Deus com visível aparência. Nem dirão: Ei-lo aqui! Ou: Lá está! porque o reino de Deus está dentro em vós." (Lucas 17: 20-21).

quarta-feira, 24 de março de 2010

REFLEXÃO DE QUARTA-FEIRA


desejai ardentemente, como crianças recém-nascidas, o genuíno
leite espiritual, para que, por ele, vos seja dado crescimento para
salvação, se é que já tendes a experiência de que o Senhor é
bondoso. 1 Pedro 2:2-3


A salvação é uma coisa preciosa! Porém, sabemos que algo está
horrivelmente errado se uma criança estaciona no mesmo lugar no seu
cresscimento ou maturação. Desenvolvimento retardado numa criança
física é a causa de muita preocupação. Hebreus 6 nos lembra que o
mesmo é verdade na nossa vida espiritual. Deus não quer que
sejamos imaturos! Deus quer que continuemos a crescer. Nosso Pai
quer que anseiemos o que é bom e o que nos edifica. Então, o que
você vai fazer hoje para satisfazer seu apetite espiritual e
crescer no Senhor?

Parabens Meu Filho Lucas






Hoje você faz dez anos, tento a cada dia me aperfeiçoar mais nessa prazerosa tarefa.

Anos em que aprendi muito mais com você do que você comigo, pode ter certeza.

Filhão conte sempre comigo, sou e serei sempre seu amigo, parceiro, terei sempre os braços abertos pra te abraçar e uma palavra de incentivo pra te dar.

Parabéns meu filho, de todo meu coração. E que você seja muito feliz e continue sendo a nossa felicidade, e que DEUS possa te abençoar a cada dia, e nunca se esqueça JESUS é o caminho a verdade e a vida...

“Do seu papaizão que te ama, Glademir

PARÁBOLAS DE JESUS


29 - O Fariseu e o Publicano - Lucas 18.9-14

Propôs também esta parábola a uns que confiavam em si mesmos, crendo que eram justos, e desprezavam os outros: Dois homens subiram ao templo para orar; um fariseu, e o outro publicano. O fariseu, de pé, assim orava consigo mesmo: ó Deus, graças te dou que não sou como os demais homens, roubadores, injustos, adúlteros, nem ainda com este publicano.Jejuo duas vezes na semana, e dou o dízimo de tudo quanto ganho. Mas o publicano, estando em pé de longe, nem ainda queria levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: ó Deus, sê propício a mim, o pecador! Digo-vos que este desceu justificado para sua casa, e não aquele; porque todo o que a si mesmo se exaltar será humilhado; mas o que a si mesmo se humilhar será exaltado.


Cada um desses homens foi ao templo para orar. Mas a motivação deles era essencialmente diferente. Sua mentalidade era totalmente distinta em relação ao ato de orar.

Sobre o fariseu o Senhor Jesus pronunciou uma sentença clara: "Propôs também esta parábola a alguns que confiavam em si mesmos, por se considerarem justos, e desprezavam os outros." Com isso Jesus se referiu claramente ao fariseu, que pensava ser muito piedoso e por isso desprezava o publicano.

Se agora faço a pergunta: Ao lado de qual dos dois nos colocamos, do fariseu ou do publicano, com qual deles nos comparamos, com qual deles podemos nos identificar – o que responderemos?

Certamente a maioria de nós dirá sem refletir muito: ao publicano! Pois do publicano o Senhor disse: "Digo-vos que este desceu justificado para sua casa." Portanto, comparamo-nos ao publicano porque aos olhos de Deus ele é melhor do que o fariseu. Embora seja assim mesmo e, em nossa história, o fariseu é condenado por Jesus e o publicano está na condição de justificado.

Como nós nos apresentamos diante de Deus? Com que atitude oramos? Comparecemos diante de Deus com nossos pedidos como pessoas que sabem muito? Conhecemos muito da Bíblia, conhecemos a palavra profética e sabemos mais ou menos o que ainda está por acontecer.
Temos uma resposta pronta da Bíblia para qualquer questão que seja levantada.

Como os fariseus, muitos de nós têm a melhor confissão de fé que existe: "Creio na ressurreição dos mortos e na vida eterna". Mas temos também consciência sobre a nossa própria situação?

Finalizando, faço mais uma vez a pergunta decisiva: Como comparecemos diante de Deus? Com que mentalidade oramos? Como quem já sabe tudo e por isso só ora por obrigação – ou como alguém que está convicto de sua própria fraqueza e por isso busca o Senhor com ardente desejo interior? Em um dos Salmos encontramos a oração: "Como suspira a corça pelas correntes das águas, assim, por ti, ó Deus, suspira a minha alma.

A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo" (Sl 42.1-2). Somos pessoas que de fato têm sede e fome por um encontro com o Senhor – ou estamos contentes quando terminamos o nosso tempo diário de oração? Cada um de nós deve dar uma resposta sincera a esta pergunta.

Uma coisa é certa: A presunção, o fato de se considerar melhor que os outros, porque se sabe quão maus eles são, faz parte do jeito dos fariseus. Em nossa parábola, o fariseu conhecia muito bem a maldade das outras pessoas, especialmente deste publicano.

Mas se estivermos conscientes da nossa imperfeição no momento em que orarmos a Deus, então, como Jesus disse, voltaremos "justificados" para nossa casa. "Quem a si mesmo se exaltar será humilhado; e quem a si mesmo se humilhar será exaltado"(Mt 23.12).

O Prego



Temos que arrancar o prego do diabo!

Você conhece a história do prego do diabo? A história conta que um homem estava disposto a fazer qualquer coisa a fim de ser milionário; então o diabo mostrou-lhe uma mansão maravilhosa e disse que a daria, com uma condição:

"Está vendo aquele prego na parede? É meu, sempre será meu, você aceita?"
E o homem aceitou.

Anos depois, o homem ofereceu um banquete em sua mansão.

Foram convidados os homens mais importantes da cidade. A festa era um luxo e tudo estava superando as expectativas, quando alguém entrou e colocou um pedaço de carniça fedorenta no prego da parede.

O dono da mansão mandou chamar os seguranças e expulsou aquele intruso, mas então o diabo apareceu e disse:

"Um momento, o prego é meu e eu tenho direito de usá-lo como eu quiser."

Se Vocês Tivessem Vindo Antes



Um casal de missionário recém chegado para trabalhar na Índia estava à beira do rio Ganges - rio que corta quase todo país indiano.

O casal orava e observava atentamente as pessoas que ali faziam suas preces, que se banhavam nas águas sujas do rio, depositavam os cadáveres de seus entes queridos seguindo as leis do Hinduísmo e a multidão de turistas que ali estava para fotografar e receber uma bênção especial do rio mais sagrado, misterioso e adorado da Ásia.

De repente, uma cena estranha e bizarra lhes roubou a atenção. Uma mulher que descia em direção ao rio, com passos firmes e rápidos, segurava em seus braços uma criança imóvel e indefesa. Aquela mulher ao aproximar-se da margem do rio, desenrolou a criança que estava se mexendo lentamente e a lançou com toda força nas correntezas do Ganges. Tudo foi muito rápido, estranho e inesperado.

As águas barrentas do rio engoliram ferozmente a pobre criança indefesa, que não teve nem tempo de dar o último suspiro. Como será a reação de alguém que está se afogando em águas fundas e escuras de um rio? E como se sente uma criança de colo que se afoga sem ter o direito de chorar?

Após essa ação trágica e triste, a jovem mulher prostrou-se diante das águas e começou a fazer alguns rituais e súplicas. Coisas estranhas aos olhos de um cristão, que não está acostumado a ver tais práticas.

O casal de missionários, perplexo, resolveu se aproximar da jovem mulher para abordá-la, fazer-lhe algumas perguntas e, quem sabe, ajudá-la a mudar de vida:
- Quem era aquela criança? - Perguntou o casal.
- Era meu filho - Respondeu firmemente a jovem mulher.
- Você o amava?
- Claro que sim, eu o amava muito. Era meu único filho.
- Então, por que você o jogou no rio para que ele morresse?
- Porque o deus que eu sirvo me pediu como sacrifício vivo. Apenas o obedeci!

Naquele instante, diante de tal resposta, o casal movido de muita compaixão e amor por aquela mulher que estava cega pela religião hindu, começaram a falar-lhe sobre o amor de Deus por nós e o sacrifício que já foi feito por Jesus na cruz, para que não precisássemos mais fazer esse tipo oferenda viva.

Eles gastaram algumas horas conversando e orando por aquela jovem senhora. Ela entendeu o plano de salvação e com o coração quebrantado e arrependido, entregou a sua vida para Jesus. Decidiu abandonar aquela religião maldita.

Depois que entendeu o erro que havia cometido ao lançar o único filho ao rio, a mulher com os olhos cheios de lágrimas e soluços, fitou o casal de missionários e exclamou em alta voz: •.

- Se vocês tivessem vindo há algumas horas antes, para me falar sobre Jesus e o amor de Deus, o meu filho não estaria morto. Eu ainda o teria comigo em meus braços!

O que você faria se fosse um dos missionários que presenciou aquela cena inusitada? Qual seria a sua resposta a aquela jovem e triste mãe?

De quem é a culpa, quando tanta gente morre sem conhecer a Cristo?
Que possamos refletir, será que ontem, hoje não tem alguém perdendo suas vidas e a salvação?

Não tem ninguém para falar do amor de Cristo.
E nós onde estamos?
Pense Nisso!

terça-feira, 23 de março de 2010

REFLEXÃO DE TERÇA-FEIRA


Indo um pouco mais adiante, prostrou-se com o rosto em terra e
orou: “Meu Pai, se for possível, afasta de mim este cálice…”
-- Mateus 26:39a



Jesus disse “Meu Pai, se é possível, passa de mim este cálice”.
Para Deus, tudo é possível. Mas, nem sempre tudo que é possível é
dentro da vontade de Deus. A vontade de Deus nem sempre leva à
prosperidade, sucesso ou saúde aqui na terra. Jesus sabia disso e
fez uma oração consistente com esta realidade. Será que temos
chegado à maturidade espiritual que nos permita reconhecer e viver
em paz com esta verdade?
hermeneutica.com

Pára-Quedas


Certa vez, pai e filho foram voar de avião, era um avião pequeno e muito antigo, que um amigo os havia emprestado.

O filho tinha muito medo de andar de avião, e foi muito difícil convencê-lo a voar, mais depois de muita insistência, o pai o convenceu, e lá estavam.

O pai era piloto experiente, e sabia exatamente o que estava fazendo, ao contrário do filho que era medroso, e apavorava-se com qualquer coisa.

Tudo parecia tranqüilo, quando de repente veio um forte vento, e o aviãozinho começou a trepidar, o filho apavorado olhou para o pai, e ouviu como resposta: "Confie em mim".

O vento passou e inesperadamente veio uma grande chuva, e a visibilidade naquele avião era praticamente nenhuma, outra vez o filho atônito olhou para seu pai, e ouviu como resposta: “Confie em mim”.

A chuva passou, e quando tudo parecia calmo, uma fumaça negra começou a sair do motor do avião, dessa vez o filho ficou desesperado, e olhando para seu pai ouviu como resposta: “Confie em mim”.

O pai estagnou o avião, saiu da cabine do piloto e pra surpresa do filho só havia um pára-quedas.

Gaguejando o filho perguntou ao pai: “O que... que no... nós va... vamos fa... fa... fazer”!

Serenamente o pai pegou o pára-quedas, o colocou em suas costas, e ordenou que seu filho pulasse do avião sem pára-quedas. Não havia explicação para aquela atitude, o filho não podia entender aquilo, e mais uma vez olhou para o pai e ouviu como resposta: “Confie em mim”.

Vendo que não havia mais tempo, o filho resolveu depositar a sua confiança em seu pai, e pulou do avião. Enquanto caía viu seu Pai também pular do avião, e com muita habilidade seu pai o seguia no ar como se fosse um pássaro, indo a direção ao seu filho, foi chegando perto até que finalmente o alcançou, o segurou bem firme, e abrindo o único pára-quedas, salvou a vida de seu filho, que permaneceu agarrado ao seu pai.

Às vezes somos como esse filho, apavorados, medrosos, e por muitas vezes não entendemos a vontade de nosso Pai Celestial, mas em meio a todas as adversidades, nós olhamos para o Pai e ele nos diz: "Confie em mim".

Deus é assim, ele sempre sabe aquilo que precisamos, ele sempre sabe o que é bom para nós, ainda que não tenhamos a compreensão de seus desígnios, pois eles são inefáveis, mas mesmo assim se confiarmos nele, se acreditarmos que ele cuida de nós mesmo nas dificuldades, então terá a postura que Deus quer que tenhamos: A postura de aceitar, antes de entender.

Está sem pára-quedas?
Agarre-se ao Pai!
Ainda que seja difícil, confie.
Ainda que seja impossível, confie.
Ainda que você não entenda, confie.

Ainda que você não encontre explicações, tão somente confie, pois que confia no Senhor Jesus, ainda que passem por ventos, tempestades ou qualquer dificuldade, não serão abalados porque a sua confiança está naquele que sempre sabe o que faz!

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