"Interrogado pelos fariseus sobre quando viria o reino de Deus, Jesus lhes respondeu: Não vem o reino de Deus com visível aparência. Nem dirão: Ei-lo aqui! Ou: Lá está! porque o reino de Deus está dentro em vós." (Lucas 17: 20-21).

segunda-feira, 29 de março de 2010

Ouvindo a Vóz de Deus




Você já teve alguma experiência de ouvir a voz de Deus? Como precisamos ouvir a voz de Deus, receber d'Ele uma orientação direta e clara para as nossas vidas! Precisamos ouvir a voz de Deus para nos dar força para vencer, para continuarmos lutando, para sermos consolados, etc. No desespero de ouvir a voz de Deus, muitos procuram horóscopos, adivinhos, cartomantes, necromantes, feiticeiros, tarô etc. Mas essas são vozes de engano e morte, são vozes do “ladrão e salteador”, daquele que não é o nosso pastor (Jo 10:1). Hoje você vai ouvir a voz de Deus para a sua vida, uma voz audível, mansa, suave e que traz direção, proteção e salvação!

I – A VOZ DE DEUS É AUDÍVEL – Jo 10:3,27- Todos podem ouvir a voz de Deus. Todas as ovelhas escutam e identificam a voz de Deus. As ovelhas de Jesus o seguem porque ouvem e conhecem a Sua voz (Jo 10:4). Na experiência do profeta Elias, quando fugia de Jezabel e se escondeu numa caverna, Deus falou com ele. E a voz de Deus foi audível, clara e nítida, mas também foi uma voz “mansa e delicada” (I Re 19:12). Deus tem falado ao homem desde a sua criação. Deus nos fala de um modo ou de outro, em sonhos, visões... (Jó 33:14-18), mas nós é que não temos parado para ouvir a Sua voz e obedecê-Lo. Abra o seu coração e o seu entendimento para poder ouvir e obedecer a voz de Deus!

II- A VOZ DE DEUS TRAZ DIREÇÃO – Jo 10:3-4 e 27- O pastor é aquele que dirige as suas ovelhas ao aprisco, às águas, ao alimento e a segurança. Aquele que é o pastor das ovelhas tem o interesse e o cuidado para, através da sua voz, oferecer direção segura para o seu rebanho. Se você tem ouvido alguma voz que tenta dirigir a sua vida para o mal, para a destruição, para o pecado, então essa voz não vem de Deus! As ovelhas de Jesus jamais ouvirão esse tipo de voz, pois elas sabem perfeitamente que não é a voz do seu bom pastor. Qual tem sido a voz que você tem dado ouvidos? Tem sido a voz que o conduz ao mal, ao pecado ou a voz que dirige a sua vida para o bem e para afastá-lo do pecado? Dize-me como vai a sua vida e eu direi que voz você tem escutado! Ouça a voz de Deus e mude a sua vida, tome uma nova direção!

III- A VOZ DE DEUS TRAZ SALVAÇÃO – Jo 10:28- Em nossos dias, muitas são as vozes que se levantam para anunciar caminhos de salvação! Vozes que afirmam existir salvação pela prática de boas obras, salvação por voltar a viver inúmeras vezes, salvação através dos ET´S, salvação pelas meditações, vozes que anunciam salvação até para quem já morreu, bastando apenas passar por um calorzinho e aí será salvo. Tem vozes que anunciam não existir salvação ou vida após a morte. Outras vozes anunciam que não precisamos nos preocupar com isso agora, que devemos deixar isso para depois. São todas vozes de engano e mentira! A voz do nosso bom pastor, Jesus, anuncia que a salvação está exclusivamente e unicamente em ouvi-Lo, obedecê-Lo e segui-Lo fielmente! Só Jesus é o único caminho para a salvação (João 14:6)!

Conclusão: A Voz de Deus nos convida para receber gratuitamente a Salvação que só Jesus nos oferece (Jo 10:28 “eu lhes dou a vida eterna...”). Se você ainda não tomou a sua decisão ao lado de Jesus, então chegou a sua vez! A voz de Deus o convida, mansamente, para receber Jesus em seu coração como seu Senhor e Salvador. Diga sim para essa voz de Deus! E se você já é salvo, cuide em ouvir somente a voz de Deus, para não perder a salvação, pois o adversário das almas anda ao derredor procurando quem possa devorar - 1 Pe 5:8.

O Que Era Sinédrio


O Sinédrio

O sinédrio era o conselho de juízes - uma espécie de corte suprema - que operava em Israel por volta da época de Jesus. Durante o período em que o sinédrio existia, outras nações reinavam sobre Israel. Esse corpo de líderes consistia de 71 membros e fazia seus negócios em Jerusalém.
O
nome sinédrio vem das palavras grega sin (junto) e edrio (sentar). Esse termo é usado vinte e duas vezes no Novo Testamento.
No Novo Testamento, o sinédrio aparece de uma maneira negativa. O evangelho nos diz que foi esse o grupo que colocou Jesus em julgamento. No livro de Atos vemos o sinédrio investigando e perseguindo a crescente igreja cristã.

SUMO SACERDOTES
O Sinédrio era comandado por um presidente que era conhecido como "o sumo sacerdote". Normalmente os saduceus eram os sumo sacerdotes, que eram os homens mais poderosos do Sinédrio. Um sumo sacerdote era o capitão do templo e o outro supervisionava os procedimentos e comandava o guarda do templo (Atos 5:24-26). Os outros serviam de tesoureiros, controlando os salários dos sacerdotes e trabalhadores e monitorando a vasta quantia de dinheiro que vinha através do templo.

OS ANCIÃOS
A Segunda categoria principal dos membros do sinédrio eram os anciãos. Esses homens representavam a aristocracia sacerdotal e financeira na Judéia. Leigos distintos como com José Arimtéia (Marcos 15:43), dividiam a visão conservadora dos saduceus e davam a assembléia à diversidade de um parlamento moderno.

ESCRIBAS
Os membros mais recentes do sinédrio eram os escribas. A maioria deles eram fariseus. Eles eram advogados profissionais treinados em teologia, direito e filosofia. Eles eram organizados em grêmios e normalmente seguiam rabinos ou professores célebres. Gamaliel, um escriba famoso do sinédrio, que aparece no Novo Testamento (Atos 5:34), foi o erudito que instruiu o apóstolo Paulo (Atos 22:3).

NOS DIAS DE JESUS
Nós sabemos mais sobre alguns aspectos do Sinédrio nos dias de Jesus do que sabemos sobre ele antes ou depois. Uma coisa que sabemos é a extensão de sua influência.

Oficialmente, o Sinédrio tinha só tinha jurisdição na Judéia. Mas na prática ele tinha influência na província da Galiléia e até mesmo em Damasco (Atos 22:5). O trabalho do conselho era basicamente julgar assuntos da lei judaica quando surgiam discórdias. Em todos os casos, sua decisão era final. Eles julgavam acusações de blasfêmia como nos casos de Jesus (Mateus 26:65) e Estevão (Atos 6:12-14) e também participavam na justiça criminal. Ainda não sabemos se o sinédrio tinha o poder de punição capital.

O filósofo judeu Filo, indica que no período romano o sinédrio podia julgar violações ao templo. Isso explica as mortes de Estevão (Atos 7:58-60) e Thiago. Gentios que eram pegos ultrapassando o recinto do templo eram avisados sobre uma pena de morte automática.

Porém, o Novo Testamento e o Talmude discordam de Filo nesse ponto de vista. No julgamento de Jesus, as autoridades estavam convencidas em envolver o governador romano Pilatos, que por si só poderia mandar matar Jesus (João 18:31). De acordo com o Talmude, o sinédrio perdeu o privilegio de executar punição capital "quarenta anos antes da destruição do templo" ou por volta da época da morte de Jesus.
ilumina.com

Sementes Diferentes



"A união é o elo indispensável ao bom termo de qualquer empreitada que
se pretenda levar a efeito, entre dois ou mais elementos.
Um planejamento em conjunto, espírito de compreensão e colaboração mútua têm de ser uma constante. Nada se realiza quando as idéias se dividem, quando os interesses se desencontram, especialmente na vida em família.”

Em um lar vivia pai, mãe, e mais dois filhos adolescentes.

Apenas o pequeno pedaço de terreno em frente da casa se apresentava sem trato, oferecendo uma visão desagradável.

Na manhã de um dia feriado, o marido, sem ter com quem falar e se distrair, já que os filhos haviam saído com amigos e a esposa decidira passar o dia com a mãe, tomou uma decisão, ao olhar a frente da casa e reconhece-la bastante desleixada. Buscou a enxada, arrancou o mato, quebrou os torrões da terra dura e dividiu toda a área em quatro pequenos canteiros.

De cada lado preparou dois deles, deixando um corredor no centro. Ele pretendia maistarde calçar com pedras essa passagem, a fim de evitar que o mato voltasse a crescer ali,trouxe adubo animal e jogou nos canteiros.

Virou novamente a terra para misturá-la bem com o adubo, e molhou bastante. Com isso passou rapidamente as horas daquele dia.

Só tarde da noite retornaram esposa e filhos, que nada perceberam.
No dia seguinte, ele traria sementes de verdura quando voltasse do trabalho e semearia antes do jantar. Quando a esposa levantou-se e viu o terreno bem preparado, concebeu a seguinte idéia: aproveitaria os canteiros já prontos e
cultivaria nele as mais variadas flores. Pensou e fez...

O marido, trazendo as sementes de verduras, as semeou ali cuidadosamente,
sem tomar conhecimento dos planos um do outro, ficaram os dois esperando que as sementes germinassem. Certo dia, quando brotinhos de um verde pálido, quase branco começou a despontar sobre a terra macia e úmida-tratava-se das sementes das flores o marido constatou, desapontado, que não foi aquilo que ele semeou e por isso arrancou tudo.

Passados mais dois ou três dias, chegou à vez das verduras, que começaram a brotar com maior vigor, deixando-se mesclar pela grande variedade de tons verdes.

Agora, sim, o marido haveria de se sentir compensado, ante o esforço
despendido no preparo do chão.

Entretanto, com raciocínio semelhante, a esposa fez o mesmo: arrancou tudo
porque não era aquilo que havia semeado.

Continuaram os dois esperando... E nada mais germinou!
“No lar em que o casal não vive em função um do outro e ambos pelo bem-estar
dos filhos; onde não reina harmonia perfeita; onde não se trabalha em cooperação no cuidado e orientação dos filhos, o fenômeno é muito parecido. Apenas o prejuízo é maior porque, nesse caso, os canteiros são representados pelos filhos-vidas que precisam ser bem moldadas.”

Mateus 19:5-6 “Deus ordenou: Por isso deixará o homem pai e mãe, e unir-se-á a sua mulher; e serão os dois uma só carne? Assim já não são mais dois, mas um só carne. Portanto o que Deus ajuntou, não o separe o homem.”

domingo, 28 de março de 2010

REFLEXÃO DE DOMINGO


Lucas 11:1-13

Ouvi uma história de um garoto que durante os primeiros três anos de vida jamais falou . Seus pais tentavam de tudo para fazê-lo falar. Finalmente, um dia, à mesa de jantar, ele falou suas primeiras palavras: "Ervilhas frias!" Eles ficaram extasiados de alegria! "Por que você não disse nada até agora?" perguntaram. E ele respondeu: "até agora estava tudo ótimo". Deus espera que seus filhos falem alguma coisa.

Dias, meses e anos se passam, e nós não abrimos nossas bocas. Apenas quando temos uma reclamação a ser feita é que finalmente nos sentimos motivados a fazer da oração uma prioridade. Apenas quando as ervilhas da vida estão frias é que pensamos em falar com nosso Pai Celestial.Mas a oração não é uma sessão de lavar roupa suja com Deus. Pelo contrário, é uma oportunidade de nos tornarmos íntimos de Deus, que nos sustenta, através dos tempos tranqüilos e difíceis.

Orar apenas quando estamos em dificuldade é como conversar com o cônjuge apenas quando estamos diante de um conflito extremo. Essa não é a melhor hora de construir pontes de comunicação. É preciso comunicar-se sempre. Hoje é tempo de orar. Hoje é tempo de falar com Deus.

Aprendrndo Com As Surpresas



“Olho nenhum viu, ouvido nenhum ouviu, mente nenhuma imaginou o que Deus preparou para aqueles que o amam.”

“Penso que os sofrimentos do tempo presente não têm proporção com a alegria que será revelada em nós.” (Rm 8.18, BP.) ”


Por mais que organizemos a vida, por mais que consideremos todas as possibilidades, por mais cuidada e minuciosa que seja a nossa agenda, sempre há surpresas pela frente. Algumas aparecem logo, outras demoram anos a fio. Há surpresas agradáveis e surpresas terríveis. A expressão “ser apanhado de surpresa” refere-se mais à surpresa negativa do que à positiva. Não há nada pior do que ser apanhado de surpresa pela morte de um ente querido, como aconteceu por ocasião da queda do Boeing da Air France em meados de 2009. Não há nada melhor do que ser apanhado de surpresa pela notícia de que meu filho querido, que estava no banheiro no momento do terremoto que assolou o Haiti no início de janeiro, não morreu debaixo dos escombros, mesmo tendo ficado lá por quase duas semanas.

Se houve um homem que nadou a vida inteira no mar das surpresas, o nome desse filho de Deus é Jacó. Foi uma surpresa enorme sonhar com aquela escada que ia da terra ao céu e pela qual os anjos de Deus subiam e desciam, exatamente quando ele estava confuso, tenso e sozinho, saindo de casa pela primeira vez, rumo a um país desconhecido, depois de haver enganado o pai e o irmão. Ao acordar, Jacó exclamou: “De fato, o senhor Deus está neste lugar e eu não sabia disso.” (Gn 28.16.)

Que surpresa agradável foi o encontro “acidental” de Jacó com Raquel junto ao poço de onde ela e outros pastores de ovelhas davam de beber aos seus animais. Além de ser “bonita de rosto e de corpo” (Gn 29.17, NTLH), ela era uma das moças indicadas pela mãe para se casar com ele (Gn 28.2). Que surpresa desagradável foi quando Jacó, aproveitando-se dos primeiros raios de sol que iluminavam o quarto nupcial, levantou o lençol de linho para ver o rosto da amada, com quem havia tido sua primeira experiência sexual, e descobriu que ela não era Raquel, mas Lia! (Gn 29.25). A última grande surpresa de Jacó – a maior de todas? – aconteceu quando ele abraçou e beijou os netos nascidos no Egito e disse a José: “Eu pensei que nunca mais ia ver você, e agora Deus me deixou ver até os seus filhos!” (Gn 48.11.) A pretensão de Jacó durante mais de vinte anos era abraçar o filho desaparecido e dado como morto, não aqui, mas no “mundo dos mortos” (Gn 37.35).

As surpresas não acontecem apenas nesse curto período de vida compreendido entre a concepção e a morte. Certamente, as maiores surpresas são posteriores à quebra da “corrente de prata”, quando o corpo volta ao pó da terra e o espírito torna a Deus (Ec 12.6-7). Os crentes devem conhecer de cor a passagem das Escrituras que Paulo cita na Epístola aos Coríntios (1Co 2.9):

O mesmo Paulo reforça a teologia da surpresa quando explica: “Penso que os sofrimentos do tempo presente não têm proporção com a alegria que será revelada em nós.” (Rm 8.18, BP.)

Ninguém tem capacidade de listar as surpresas agora não reveladas para o mundo e o tempo do post mortem. Ao mesmo tempo, ninguém deve se equivocar achando e pregando que as surpresas de então serão exclusivamente surpresas agradáveis. As mais desconcertantes surpresas ainda não aconteceram, pois estão reservadas para a eternidade. Uma delas é lembrada por Jesus no Sermão do Monte: “Nem todo aquele que me diz: Senhor, Senhor, entrará no reino dos céus [...]” (Mt 7.21.)

:: Revista Ultimato
Fonte: Jornal Atos Hoje

Renovação



A águia é a ave que possui a maior longevidade da espécie.
Chegam a viver 70 anos.

Mas para chegar a essa idade,
aos 40 anos ela tem que tomar uma séria e difícil decisão.

Aos 40 anos ela está com:

As unhas compridas e flexíveis,
não conseguindo mais agarrar as suas presas das quais se alimenta.

O bico alongado e pontiagudo se curva.

Apontando contra o peito estão as asas,
envelhecidas e pesadas em função da grossura das penas,
e voar já é tão difícil!

Então, a águia só tem duas alternativas:

Morrer ou enfrentar um dolorido processo de renovação
que irá durar 150 dias.

Esse processo consiste em voar para o alto de uma montanha
e se recolher em um ninho próximo a um paredão
onde ela não necessite voar.

Então, após encontrar esse lugar, a águia começa a bater
com o bico em uma parede até conseguir arrancá-lo.

Após arrancá-lo, espera nascer um novo bico,
com o qual vai depois arrancar suas unhas.

Quando as novas unhas começam a nascer,
ela passa a arrancar as velhas penas.

E só após cinco meses sai para o famoso
vôo de renovação e para viver então mais 30 anos.

Em nossas vidas, muitas vezes, temos de nos resguardar
por algum tempo e começar um processo de renovação.

Para que continuemos a executando um vôo de vitória,
devemos nos desprender de lembranças,
costumes e outras tradições que nos causaram dor.

Somente livres do peso do passado,
poderemos aproveitar o resultado valioso
que uma renovação sempre traz.

Ninguem Está Sozinho


Após um naufrágio, o único sobrevivente agradeceu
a Deus por estar vivo e ter conseguido se agarrar a
parte dos destroços para poder ficar boiando.

Este único sobrevivente foi parar em uma pequena ilha
desabitada e fora de qualquer rota de navegação,
e ele agradeceu novamente.

Com muita dificuldade e restos dos destroços,
ele conseguiu montar um pequeno abrigo para que
pudesse se proteger do sol, da chuva, de animais
e para guardar seus poucos pertences,
e como sempre agradeceu.

Nos dias seguintes a cada alimento que conseguia
caçar ou colher, ele agradecia.

No entanto um dia quando voltava da busca por
alimentos, ele encontrou o seu abrigo em chamas,
envolto em altas nuvens de fumaça.
Terrivelmente desesperado ele se revoltou,

gritava chorando:
"O pior aconteceu! Perdi tudo!
Deus, por que fizeste isso comigo?"

Chorou tanto, que adormeceu, profundamente cansado.
No dia seguinte bem cedo, foi despertado pelo
som de um navio que se aproximava.

- "Viemos resgatá-lo", disseram.

- "Como souberam que eu estava aqui?",
perguntou ele.

- "Nós vimos o seu sinal de fumaça"!

É comum sentirmo-nos desencorajados e até
desesperados quando as coisas vão mal.

Mas Deus age em nosso benefício, mesmo
nos momentos de dor e sofrimento.

Lembre-se: se algum dia o seu único abrigo
estiver em chamas, esse pode ser o sinal de
fumaça que fará chegar até você a Graça Divina.

Para cada pensamento negativo nosso,
Deus tem uma resposta positiva.

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