"Interrogado pelos fariseus sobre quando viria o reino de Deus, Jesus lhes respondeu: Não vem o reino de Deus com visível aparência. Nem dirão: Ei-lo aqui! Ou: Lá está! porque o reino de Deus está dentro em vós." (Lucas 17: 20-21).

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Limpeza na Chacara...


Bom Dia, meus amigos e irmãos neste domingo pela manhã faltamos a Escola Biblica
mais por um bom motivo, fizemos um "MUTIRÃO" e fomos limpar uma chacará na qual a nossa 2ª Igreja Quadrangular ganhou (Glória a Deus) pois é não vou citar nomes dos jovens porque foram muitos +ou- 20, claro o peso maximo foi dos jovens comandado pelo seu lider Pr. Idario, grande Geração Forte...Dos adultos posso citar:
Eu Glademir, Fernando, Carlinho, Oneidi, Adeltom,J onas, Cleiton, Dedé, João Carlos...Eu fui o que mais trabalhei(assei a carne)... Parabens moçada...
DEUS o abençoe hoje e sempre... Vejam algumas fotos

Veja o Preparo da Equipe...Os Que Não Sairam na Foto Estavam Trabalhando















Essa Equipe ta mais pra fazer lazer do que trabalhar rsrsrsrsrsrs

Cartas as Sete Igrejas da Ásia


Bom Dia, essa semana vamos fazer um estudo sobre:

Cartas as sete igreja da Ásia.

Hoje vamos falar do contexto desse estudo e durante 07 dias uma carta por dia
anisorenato.com.

As mensagens do Senhor Jesus às igrejas da Ásia encontram-se no Apocalipse e devem, portanto, ser consideradas a partir da essência e do propósito geral daquele livro. O apóstolo João o escreveu por volta do ano 95, quando os cristãos eram perseguidos pelo Império Romano. Era um tempo de tribulação e angústia, mas a palavra do Senhor foi enviada ao seu povo para consolar, exortar e edificar, mostrando aos filhos de Deus que o inimigo não prevaleceria, pois Cristo voltaria à terra para concluir o estabelecimento do seu reino.

As sete cartas têm estruturas semelhantes e alguns detalhes em comum, de modo que possamos ter uma visão geral das mesmas. Partindo de questões específicas das igrejas locais daquela época extraímos lições para a igreja universal em todos os tempos.

“Isto diz aquele que tem na sua mão direita as sete estrelas e anda no meio dos sete castiçais de ouro” (Ap.2.1)

As aflições daqueles dias podiam gerar muitos questionamentos na mente dos cristãos, principalmente dos mais fracos: será que o Senhor desamparou a sua igreja? Será que ele se esqueceu de nós ou não está vendo o nosso sofrimento? Contudo, o Senhor Jesus anda no meio dos sete castiçais de ouro, que são as sete igrejas, ou seja, ele não está ausente ou distante. Sua presença é uma realidade no meio do seu povo. As sete estrelas são os líderes das igrejas, que estão na mão direita de Cristo. Percebemos aí que eles gozam de toda a atenção e cuidado, além de estarem sob o controle e o senhorio do Mestre.

Os sete castiçais de ouro

O castiçal, símbolo da igreja, também chamado candelabro ou candeeiro, é um tipo de lamparina, com vários tubos cheios de azeite, em cujas extremidades ficam os pavios a serem acesos. A utilidade do castiçal é a iluminação. Assim acontece com a igreja. Ela não existe como enfeite, mas para ser luz do mundo. Entretanto, isto não acontecerá a não ser que ela esteja limpa e cheia do Espírito Santo. Só existe luz quando há fogo e sua presença indica que algo está sendo consumido, queimado. Podemos pressupor algum tipo de sofrimento, algum sacrifício nesse processo. O fato dos castiçais serem de ouro mostra o valor que as igrejas têm para o Senhor.

“Eu conheço as tuas obras, e o teu amor, e o teu serviço, e a tua fé e a tua paciência” (Ap.2.19).

Este é um ponto comum a todas as cartas. O Senhor afirma conhecer a vida da igreja (Ap.2.2, 9, 13, 19; 3.1, 8, 15). Nada escapa à percepção daquele cujos olhos são como chama de fogo (2.18). Ele contempla o exterior: obras, serviço, e também o interior: o amor, a fé e a paciência. Ele vê o que fazemos (obras), ouve o que falamos e sabe o que somos. Esses elementos estão em evidência nas cartas. O Senhor chama a atenção para a incoerência que muitas vezes existe entre os atos, as palavras e o ser. Observe o verbo "ser", nas formas "são" e "és" em: Ap.2.2,9; 3.9.

O fazer e o ser

As igrejas, em geral, faziam muitas obras, mas o amor e a fé nem sempre eram correspondentes. Encontramos as palavras “obra”, “serviço” e “trabalho” em Apocalipse 2.2, 3, 5, 6, 9, 13, 19, 22, 23, 26; 3.1, 2, 8, 15. Quase todos esses versículos se referem às boas obras, mas, em alguns casos, o Senhor está cobrando a essência, a motivação correta. Em Éfeso, por exemplo, o trabalho eram abundante, mas o primeiro amor tinha sido abandonado. Quando a obra está destituída da fé, as ações são regidas pela religiosidade, por mero costume ou obrigação.

O dizer e o ser

O texto toca algumas vezes na questão das palavras, principalmente naquilo que as pessoas diziam sobre si mesmas, quando, de fato, não eram. Era o caso daqueles que diziam ser apóstolos (2.2), dos que diziam ser judeus (2.9; 3.9), de Jezabel que se dizia profetiza (2.20) ou da igreja de Laodicéia que se dizia rica (3.17). O Senhor vem examinando, não a aparência ou as palavras, mas o interior, os rins e o coração (2.23). Com base nesse exame ele afirma que aquelas pessoas não eram aquilo que diziam.

Nomes e títulos

A palavra “nome” ocorre diversas vezes nas cartas: Ap.2.3, 13, 17; 3.1, 5, 8, 12. Percebemos que os títulos sempre foram muito valorizados, mesmo quando não correspondiam à verdade. Era o caso da igreja de Sardes que tinha nome de viva mas estava morta. O rótulo não correspondia ao conteúdo. Muitos queriam ser chamados de profetas (2.20) ou apóstolos (2.9) sem que o fossem. Alguns grupos também tinham seus nomes pomposos, como era o caso dos nicolaítas.

O Senhor vem mostrar a personalidade que se oculta atrás dos substantivos ou adjetivos, revelando que o mais importante é manter a fidelidade ao nome de Jesus e ter o próprio nome escrito no livro da vida, até que, na consumação dos séculos, cada servo de Deus receba um novo nome, e tenha sobre si escritos o nome de Deus, do Senhor Jesus e da nova Jerusalém.

Por ora, é importante observarmos se somos aquilo que o nosso título apresenta. As igrejas da atualidade têm sido muito criativas na definição de suas denominações. Resta saber se somos, de fato, tudo aquilo que nossa apresentação promete. O simples fato de nos chamarmos “cristãos” já é motivo suficiente para nos preocuparmos com o nosso modo de vida.

Infiltração na igreja

O Senhor denuncia a ação do inimigo dentro das igrejas através de pessoas com posição de liderança, simbolizadas por Balaão e Jezabel, e aparência religiosa, usando de profecias (2.20), doutrinas (2.14, 15) e sacrifícios (2.14,20) para enganar o povo. Por trás de propostas aparentemente positivas estão seus verdadeiros propósitos: a ganância financeira (Balaão - Jd.11), a idolatria e a corrupção sexual (Jezabel - Ap.2.20).

Erros e acertos

As cartas mostram um tipo de balanço da vida das igrejas. Depois de um exame profundo, o Senhor mostra o resultado de sua avaliação. Ele valoriza os acertos (2.2, 6, 9, 13, 19; 3.4, 8, 10) e repreende pelos erros (2.4, 14, 15, 20; 3.2, 15). Os acertos do passado são inutilizados pelos erros do presente (2.3-4). Entretanto, o Senhor declara seu amor pelas igrejas (3.19), em virtude do qual ainda está aberta a oportunidade para o arrependimento (2.5, 16, 21; 3.3, 19). Em Ap.3.9, Jesus diz à igreja de Filadélfia: “Eu te amo”. (Obs.: No Velho Testamento, Deus fez a mesma declaração à nação de Israel em Is.43.4).

Castigo e Galardão

O Senhor exorta cada igreja no sentido do arrependimento, da vigilância e da fidelidade. Tais cartas são avisos enfáticos, pois o juízo se aproxima. O verbo “vir” está em destaque, relacionado à segunda vinda de Cristo (2.5,16,25; 3.3,11). Sua vinda trará castigo (2.5,16,22,23; 3.3,16) e galardão. Ele vem buscar a sua igreja. Naquele dia, será feita a última avaliação dos que se dizem povo de Deus. Os falsos serão arrancados como o joio do meio do trigo. Os verdadeiros, os vencedores, receberão valiosas recompensas, conforme a promessa que encerra cada carta (2.7, 11, 17, 26; 3.5, 12, 21). O prêmio dos vencedores tem, quase sempre, uma ênfase espiritual, celestial e eterna. É a tônica do evangelho que, embora nos traga bênçãos terrenas, não está focalizado no imediatismo nem no materialismo.

Outro destaque fica por conta do verbo “ouvir” (2.7, 11, 17, 29; 3.3, 6, 13, 20, 22). Além de fazer, dizer e ser, precisamos ouvir a palavra do Senhor, pois ela indica o remédio para todos os males que afetam nossas vidas.

As cartas às sete igrejas da Ásia chegaram também a nós, não por acaso, mas pelo propósito eterno de Deus, o qual sabia que, em todos os tempos, ocorreriam heresias e pecados, mas haveria também um povo disposto a honrar o nome de Jesus.

“Quem tem ouvidos ouça o que o Espírito diz às igrejas”
anisorenato.com.

domingo, 18 de abril de 2010

REFLEXÃO DE DOMINGO



“...ensinando-os a obedecer a tudo o que eu lhes ordenei.”
-- Mateus 28:20a


Como discípulos, nossa missão é não só obedecer a Jesus, mas,
ensinar outros a obedecerem a ele também. O que ensinamos não são
conceitos teológicos abstratos ou discussões fundamentadas em
deduções e tradições. O que ensinamos são coisas que podem ser
praticadas e vividas. O Cristianismo é fundamentado no ensino de
Jesus e levado adiante quando aquele ensinamento é vivido. Há
momentos quando compreender questões doutrinárias complexas se
torna necessário. No entanto, quando discussões e debates sobre
palavras e interpretações começam a consumir nosso tempo, acabamos
esquecendo aquilo para o qual Jesus nos chamou - a obediência. Como
vai a sua? Certo autor disse que aquilo que mais o perturbava nas
Escrituras não eram as grandes doutrinas que ele não conseguia
compreender. Eram as coisas simples que ele compreendia muito bem,
mas, que ainda não conseguia obedecer. Como vai a sua obediência?
Tem algum pecado a se arrepender, algum perdão a conceder ou alguém
com quem você deveria estar falando de Jesus?
Hermenêutica.com

Caminhando No Escuro, Sem Necessidade


Caminhando No Escuro, Sem Necessidade

"Lâmpada para os meus pés é a tua palavra, e luz para o meu caminho" (Salmos 119:105).

Perguntaram a um conferencista incrédulo, certa vez, na Inglaterra: "Por que você não
deixa a Bíblia em paz, já que não acredita nela?" A resposta sincera foi dada
imediatamente: "Porque a Bíblia não me deixará em paz!" É a pura verdade. Ou em suas próprias páginas ou na vida de seus seguidores fiéis, a Palavra de Deus sempre estará viva e falando com autoridade a todos que estão ao redor. Ela atingirá profundamente às consciências, testemunhará contra o pecado, alertará sobre a condenação e o juízo.
O Espírito Santo sempre estará trabalhando através da palavra escrita. A Palavra de Deus jamais deixará o homem em paz até que abra o coração para o Senhor e O ame
verdadeiramente.

Muitas pessoas dizem que não crêem em Deus e que a Bíblia é um livro de historinhas e sem valor espiritual. Porém, estas mesmas pessoas estão sempre citando o nome de Deus e falando de Sua Palavra. Dizem que não acreditam, mas, Deus sempre é o tema central de suas conversas. Por que isso acontece? Por que não esquecem as Escrituras? Por que não se preocupam com outros assuntos e ignoram o que não tem valor para elas?

Na verdade, Deus e a Bíblia são "sua principal preocupação"! Rejeitam e, ao mesmo
tempo, temem. Querem se afastar, mas, não conseguem. E, por fim, quando percebem que a vida com Deus é a fonte da verdadeira alegria, o caminho para uma vida abundante e vitoriosa, reconhecem o erro e tornam-se, em regra geral, os mais fiéis e dedicados discípulos do Senhor.

Alguns resistem até o fim, porém, descobrem que desperdiçaram a existência, lutaram por uma causa inútil, chegaram ao final da linha sem conhecer a verdadeira
felicidade.

Caminharam no escuro, quando a luz do Senhor -- Sua Palavra -- estivera sempre a seu
alcance.

Nunca Duvide!




Certa noite eu estava fazendo de tudo para ajudar
uma mãe em trabalho de parto.
Apesar do esforço ela não resistiu e nos deixou
com um bebê prematuro e uma filha de dois anos em prantos.

Era muito complicado manter o bebê vivo sem uma incubadora
(não tínhamos eletricidade para ativar a incubadora).
Também não tínhamos recursos adequados de alimentação.

Mesmo morando na linha do equador, as noites eram,
não raro, frias com aragens traiçoeiras.

Uma das aprendizes de parteira foi buscar a caixa que
reservávamos a tais bebês e os panos de algodão para envolve-los.

Uma outra foi alimentar o fogo para aquecer uma chaleira
de água para a bolsa de água quente.

Sem demora retornou desconsolada pois a bolsa havia rompido.
Borracha estraga fácil em clima tropical.
"Era nossa última bolsa", disse-me.

Assim como no ocidente se diz que
"não adianta chorar sobre o leite derramado",
na África Central poderia ser que não adianta chorar
sobre bolsas estragadas.
Elas não crescem em árvores,
e não existem farmácias no meio das florestas...

"Muito bem", disse eu, coloque o bebê em segurança
tão próximo quanto possível do fogo e durmam entre
a porta e o bebê para protege-lo das lufadas de vento frio.
Mantenham o bebê aquecido.

Na tarde seguinte, fui orar com as órfãs que eventualmente
quisessem se reunir comigo.
Fiz uma série de sugestões que pudessem desperta-las a orar e,
também, contei-lhes sobre o bebê.

Expliquei nossa dificuldade em manter o bebê aquecido
em função da única bolsa de água que havia estourado.
E que o bebê poderia morrer de frio.

Mencionei à irmãzinha de 2 anos, que não parava de chorar,
a perda e ausência da mãe.

Durante as orações, uma das meninas de 10 anos,
uma de nossas crianças africanas, orou:

"Por favor, Deus, manda-nos uma bolsa de água quente.
Amanhã talvez já vai ser tarde, Deus, porque o bebê
pode não agüentar".
Por isso, manda a bolsa ainda hoje.

Enquanto eu ainda procurava recuperar o ar diante
de tamanha audácia, num corolário, acrescentou:

"E já que, Deus, estás cuidando disso, por favor,
manda junto uma boneca para a maninha dela,
para que saibas que também a amas de verdade.

Como acontece muito com crianças, me colocaram em apuros.
Poderia eu, honestamente, dizer Amém?
Eu simplesmente não podia acreditar que Deus poderia faze-lo.
A bíblia diz isso. Não há limites. Ou não?

O único jeito de Deus atender tal pedido seria por
encomenda à minha terra natal, via correio.
Eu estava então na África, por quatro anos e jamais
havia recebido uma encomenda postal de casa.
De qualquer forma, se alguém mandasse algo,
poria nela uma bolsa de água quente?
Eu morava na linha do Equador.

À meia tarde, durante uma aula da escola de enfermagem,
veio um recado dizendo que um carro estacionara
no portão de minha casa.
Ao chegar em casa, o carro havia partido,
mas deixara um pacote de 11 kg na varanda.

Meus olhos lacrimejaram.
Não consegui abrir o pacote sozinha,
e solicitei que algumas crianças do orfanato me ajudassem.
Tudo foi feito com muito cuidado para que nada fosse danificado.
Os corações batiam forte.

Trinta a quarenta olhos acompanhavam arregaladamente cada ação.
A camada de cima era composta de roupas coloridas e cintilantes.
Os olhinhos das crianças brilhavam a medida que as distribuía.
Depois viram as ataduras para os leprosos,
caixinhas de passas de uva e farinha,
que dariam gostosos bolos para o fim de semana.

Quando pus as mãos de novo na caixa, pasmem...
Uma bolsa de água quente, novinha em folha, eu gritei!
Eu não havia feito nenhuma encomenda neste sentido.
Rute, que estava no banco da frente, saltou e começou a gritar:

"Se Deus mandou a bolsa, ele também mandou a boneca".

Enfiando as mãos na caixa, se pôs à procura da boneca.
E lá estava ela, maravilhosamente vestida. Rute nunca duvidara.
Olhando para mim, perguntou:

Posso ir junto levar a boneca para aquela menina,
para que ela saiba que Jesus também a ama muito?

Este pacote estivera a caminho por 5 meses.
Foi uma iniciativa da minha ex professora de escola bíblica,
cuja líder atendeu a voz do Senhor de
enviar uma bolsa de água quente.
E uma das meninas da turma decidiu mandar junto
uma boneca cinco meses antes,
em resposta a uma oração de outra menina de 10 anos
que acreditou fielmente que Deus atenderia a sua oração,
ainda naquela tarde.

"E será que, antes que clamem, eu responderei... (Is 65.24)


(O texto acima é uma tradução feita pelo Rev. Oscar Lehenbauer)

Jesus Cristo: Lunático, Mentiroso ou Senhor?



Jesus Cristo: Lunático, Mentiroso ou Senhor?

Enquanto Jesus caminhava pela face da terra há aproximadamente dois milênios, a humanidade se dividia em três grupos com diferentes visões sobre ele. Alguns estavam convencidos de que Jesus era o Filho de Deus e então dirigiam-se a ele como "meu Senhor e meu Deus" (João 20:28). Outros consideravam as afirmações e ações de Jesus como atos de blasfêmia e ". . . procuravam matá-lo porque . . . dizia que Deus era seu próprio Pai, fazendo-se igual a Deus" (João 5:18).

Porém um terceiro grupo pensava que Jesus era insano e deveria ser ignorado (João 10:20).

Muitos chamados "Cristãos" da atualidade tentam adotar uma posição de compromisso e alegam que Jesus foi um homem bom – que foi até um homem perfeíto – porém não era Deus. Considerações cuidadosas das afirmações e ações de Jesus, entretanto, excluem esta conclusão. As únicas possíveis explicações sobre Jesus são as três que foram propostas no primeiro século.

As Possibilidades:
1. Jesus é quem alegou ser, o Filho de Deus, ou
2. Ele era louco e erroneamente se julgava Divino, ou
3. Ele foi o maior mentiroso que já existiu.

Consideremos as possibilidades na luz das ações e afirmações de Jesus.

As Afirmações de Jesus

Jesus não fez nenhuma tentativa de esconder suas afirmações de Divindade. Ele repetidamente afirmou que era o Filho de Deus (João 9:35-38; Mateus 16:16-20; etc). Os judeus da época de Jesus estavam certos de que esta era uma afirmação de igualdade a Deus (João 5:18), que Jesus julgava-se ser Deus. A própria linguagem de Jesus não deixou dúvidas, conforme ele aplicou a descrição "Eu Sou" para si próprio (João 8:24-58; veja Êxodo 3:13-14). Jesus claramente afirmou ser Deus!

O que faremos com as afirmações de Jesus? Se elas sáo verdadeiras, então Jesus é Divino. Se elas são falsas, então Jesus intencionalmente mentiu e foi assim um terrível farsante, ou ele era louco e foi iludido por si próprio a acreditar e antecipar o mito de sua própria Divindade.

Não podemos considerar suas afirmações e menosprezá-lo como meramente um homem bom ou perfeito. Ou ele é um lúnatico, ou um mentiroso, ou o Senhor de todos!
As Ações de Jesus

As ações de Jesus na terra foram inteiramente consistentes em relação às suas afirmações de Divindade. Ele atuou, sem se justificar, como Deus encarnado! Ele proclamou a habilidade de perdoar os pecados (Mateus 9:2-6). Os judeus sabiam que qualquer mero homem que fizesse tal afirmação era um blasfemador. Jesus também aceitou adoração dos humanos, depois de dizer sem dúvida que adoração pertence somente a Deus (Mateus 4:10; 8:2; 9:18; João 9:38).

Nas ações de Jesus ele afirmava ser Deus. Quando a meros homens ou anjos foram oferecidos tal adoração, eles apressavam-se à proibi-la (Atos 10:25-26; Apocalipse 22:8-9).

O que faremos com as ações de Jesus? Se ele foi um mero homem, certamente os judeus estavam certos em acusá-lo de blasfemar, por ter se apresentado como Deus. Não podemos atribuir suas ações a um simples homem e considerá-lo bom e perfeito. Jesus foi o Senhor, que afirmou ser, ou ele foi um mentiroso, ou um lunático.

Os Sinais de Jesus

Agora vamos para um verdadeiro teste das afirmações da Divindade de Jesus. Se ele realmente é Deus, criador e sustentador do universo, então sería razoável esperar que suas palavras fossem confirmadas com inegáveis demonstrações de poderes sobrenaturais. Os sinais, ou milagres, de Jesus preenchem um importante papel neste sentido. Os relatos do evangelho são cheios de detalhes de vários milagres os quais Jesus realizou. Estes milagres são claras e inegáveis demonstrações de poder. Jesus curou pessoas de evidentes enfermidades, ressuscitou os mortos, acalmou os mares, etc.

Até seus adversários não negaram a veracidade de seus milagres. Eles contestavam a fonte de seu poder (Mateus 12:22-28) e as autoritárias afirmações de que se podia perdoar pecados (Mateus 9:1-8). Eles criticaram porque Jesus curou nos sábados (João 9:13-16). Mas, não negavam a autenticidade de seus milagres! Jesus não é lunático, nem mentiroso e sim o que ele mesmo afirmava ser, Deus.

A Ressurreição de Jesus

O túmulo de Jesus foi encontrado vazio três dias após sua morte. Desde a época da morte de Jesus, existem duas explicações do sepulcro vazio. Uma é a explicação bíblica sobre qual a fé dos cristãos está baseada em que Jesus ressuscitou dos mortos (1 Coríntios 15:3-4,14). A outra é aquela que foi tramada pelos mesmos homems que organizaram desonestamente a traição, julgamento e crucificação de Jesus. Os líderes religiosos subornaram os soldados para que disseram que o corpo de Jesus tinha sido roubado (Mateus 28:11-15). Note três falhas fatais desta explicação:

1. Foi comprovado que os sacerdotes mentiram.
2. O corpo nunca foi encontrado.
3. Os "ladrões de covas" (apostolos) citados sofreram e morreram porque disseram que Jesus realmente ressuscitou. Homens morrem pelo que acreditam. É um absurdo afimar que uma dúzia de homens estariam querendo morrer por uma mentira tão conhecida! A ressurreição apresenta-se como a máxima evidência da Divindade de Jesus.

Qual é a importância Disto?

Esses pequenos exemplos acima (as afirmações, as ações, os sinais, e a ressurreição de Jesus) servem meramente para apresentar a abundante evidência da Divindade de Jesus Cristo. Numa época em que a dúvida e a descrença estão em alta, toda pessoa que deseja seguir Jesus precisa cuidadosamente considerar o caso para com a Divindade de Cristo.

Jesus mesmo declarou o significado deste tema quando ele disse: "Se não crerdes que Eu Sou, morrereis nos vossos pecados" (João 8:24). Você pode dizer, como o "duvidoso" Tomé disse, que Jesus Cristo é "meu Senhor e meu Deus" (João 20:28-31)? Sua resposta para esta questão é de eterno significado. Considere isto cuidadosamente.

- por Dennis Allan

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