"Interrogado pelos fariseus sobre quando viria o reino de Deus, Jesus lhes respondeu: Não vem o reino de Deus com visível aparência. Nem dirão: Ei-lo aqui! Ou: Lá está! porque o reino de Deus está dentro em vós." (Lucas 17: 20-21).

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Escola Biblica Quadrangular - E.B.Q.




Ontem domingo dia 25/04/2010 o nosso estudo na escola bíblica foi sobre a epistola de Tiago na qual o professor desse dia foi o nosso obreiro Zé Carlos, o estudo foi sobre destinatários da epistola, data da epistola, estilo literário, e os quatros aspectos dominante.

1º Exortação pastoral
2º Desprendimento das estruturas.

E ai parou tudo não passamos daí, porque houve interrogações, exclamações muitas respostas na verdade foi muito interativo, quando fomos ver chegou o horário final, tínhamos que acabar a aula, eu já tinha uma mensagem para colocar em meu blog www.glademirstocco.blogspot.com e no site www.folhapimentense.com.br e esse estudo caiu como uma luva, por quê? Porque foi lido o capitulo 2:1a 13 do livro de Tiago, esse capitulo, ou melhor, o livro de Tiago fala muito sobre obras, ricos, pobres e das nossas acepções as pessoas. No nosso Brasil de meu Deus principalmente quem mora, morou ou tem parente e às vezes passeia nas grandes cidades conhece hospitais, onde milhares de pessoas sofrem. Entre elas há um enorme contingente que não recebe visitas ou acompanhamento das famílias. A solidão e o abandono fazem o sofrimento aumentar.

Nós que moramos em uma cidade pacata pequena aproximadamente 32.000 habitantes, a nossa Pimenta Bueno, já da para ver esses mesmo sofrimentos, também da para se ver muitos mendigos perambulando pela cidade, também presídios onde homens cumprem pena por crimes cometidos; Prisões para menores onde menores estão encarceradas; abrigos onde crianças abandonadas e até mesmo estão lá por maus tratos dos pais ou responsável; Casas de apoio no caso de Pimenta Bueno São Camilo onde pessoas de idade aguardam talvez a morte, pois essa é a única certeza que um dia vai buscá-las. Nosso hospital esta mais doente dos que lá chega mais esse é um caso político e agora não vou falar de política porque também não é a minha área.

Mas sobre esse tema, tenho algumas perguntas, a fazer para a Igreja do Senhor Jesus Cristo, da qual sou parte e por isso me sinto muito a vontade para me questionar.

Primeira: Para que serve todo o crescimento espiritual e esse “avivamento” que estamos vivendo se essas pessoas não forem alcançadas? Alguém pode afirmar: "Nós estamos orando por elas” (como o irmão Válber falou na escola bíblica). E é verdade. Estamos mesmo. Más quando oramos pedindo para Deus visitá-las e cuidar delas, não estaríamos devolvendo a Deus uma responsabilidade que Ele nos deu? Em caso de dúvida leia MT 25:31-46. Se for isso mesmo, então, nós é que precisaremos de orações. Ou o teor das nossas orações é que deve mudar.

Segunda: Para que serve todo o dinheiro que arrecadamos se ele não está sendo usado para socorrê-las? Não concordo quando dizem que o dinheiro que se dá na igreja é dinheiro do povo. Na verdade, esse dinheiro passa a ser de Deus, quando alguém o entrega para ele, ainda que a igreja o receba, ela funciona como um caixa. Porém a responsabilidade da igreja é maior do que a de um simples caixa, pois passa a ser gestora desses recursos e o dono do dinheiro já definiu, por princípios, como e onde deseja que sejam investidas (Dt 10:18, Is 1:16-17) Algumas denominações investem milhões em templos suntuosos, com pisos de mármore e vitrais maravilhosos, afirmando assim dar o melhor para Deus, más será que o melhor para Deus não seria que esse dinheiro fosse investido para tirar órfãos das ruas, por exemplo? É bem provável que obedecendo a Palavra, se não resolvêssemos esse problema no Brasil, o minimizaríamos.

Terceira: Para que serve a Palavra que recebemos se não os alcançarmos os perdidos com ela? São importante o culto, a liturgia, os louvores, a comunhão com os irmãos, a atuação nos ministérios. Más, nenhumas dessas coisas encontram fim em si mesmo. A Igreja só existe por causa do perdido. Se não houvesse mais ninguém para ser alcançada a nossa missão aqui já teria terminado e todas as agendas seriam canceladas (para desespero de muitos). Tudo que a Igreja é e faz deveria ser por causa do outro. Cada vez mais a igreja é ensimesmada, e só existe por causa das suas atividades e de suas agendas estão desarmonizadas com a vontade de Deus e fazem com que os crentes que nela congregam também estejam. (1Sm 15:22)

É como se estivéssemos atrás de um balcão, dizendo ao mundo: “Venham, nos estamos aqui e temos o que vocês precisam” e de vez em quando fazemos uma programação para “alcançar o perdido”. Isso não pode ser programação! É o motivo de nossa existência! (Mt 28:19-20) Tiremos o balcão e vamos ao mundo perdido, não por programação, más por compromisso diário.

Por fim, nos especializamos em falar para nós mesmos. Discursos de vitória, crescimento espiritual, atos proféticos e massagens de ego.
Também termos como unção, retété, cair no poder, aleluia e outros que às vezes até nós mesmos temos dificuldades de entender, nos distanciam deles.
Nós como Igreja poderia ajudar, e muito, as instituições a recuperar essas pessoas para a sociedade e para o Reino, más estes e outros sintomas revelam que cada vez menos a igreja existe por causa do outro.

È claro que tem igrejas que faz um pouco desse trabalho inclusive a nossa 2ª igreja do Evangelho Quadrangular, como visitar presídios, hospitais e abrigos, mais ainda fizemos pouco.

Você que está lendo, já imaginou todas as igrejas unidas (pelo menos em prol disso) quantos pessoas nos tiraríamos das ruas, quantas pessoas sairiam dos presídios restaurados, quantos menores cresceriam nos abrigos sabendo que JESUS É O CAMINHO A VERDADE E A VIDA, quantos enfermos nos hospitais saíram curados, quantos drogados seriam recuperados e suas famílias restauradas, é, Pimenta Bueno seria outra você não acha?

Portanto igrejas e eu também me coloco como igreja, vamos nos unir, vamos usar um pouco do dinheiro arrecadados nas igrejas e vamos investir nesse projeto, ficam aqui minhas palavras para que se levante um líder (eu estarei junto) de qualquer denominação para levar adiante e fazer um projeto para ajudar a salvar muitas vidas e colocar Pimenta Bueno como exemplo. Quem sabe mudaria Pimenta Bueno, mudaria Rondônia mudaríamos o Brasil, mudaríamos o MUNDO.

Deus o abençoe hoje e sempre...

Uma Porta Aberta



“Eu sou a porta; se alguém entrar por mim, será salvo" (João 10.9).

Turistas de várias partes do mundo, quando de visita a uma célebre cidade européia, dirigiram-se a um antigo castelo, muitíssimo famoso pelas obras e monumentos notáveis que reuniu e abrigou em seu interior.

Ao se aproximarem desse castelo, o guia turístico os anunciou junto ao administrador do mesmo. Este, atendendo-os com a máxima atenção, informaram-lhes que ele, pessoalmente, estava acompanhando naquele momento o trajeto de um outro grupo de turistas, mas, como já estava quase ultimando essa tarefa entregou ao guia uma enorme chave, dizendo:

- Queira, por favor abrir o portão principal que dá acesso às obras e monumentos, que em poucos instantes os alcançarei para, então, dar continuidade ao roteiro a ser observado.

Foram-se pois, guia e turistas, cheios de curiosidade. Ao depararem com o portão indicado pelo administrador, um a um tentou abrir, através da chave que lhes fora entregue, porém, ninguém realmente conseguiu abrir o portão. Finalmente, depois de alguns momentos de espera, chegou o administrador mostrando-se admirado por vê-los ali parados.

- Não conseguimos abrir o portão - queixou-se o guia desapontado.

- Oh, por favor, queiram me desculpar - falou o administrador. - O portão na realidade nem estava fechado à chave. Bastaria terem acionado para baixo esse puxador e a entrada estaria livre.

O grupo não pôde esconder o seu grande desapontamento por não haver atinado com uma coisa simples e até óbvia, ainda mais que todos estavam ansiosos e tomados de curiosidade, no sentido de conhecer as maravilhas reunidas dentro daquele castelo.

Essa maneira de agir é semelhante ao procedimento de tantas pessoas que lutam, esforçam-se até à exaustão na tentativa de abrirem por si mesmas a porta de entrada para a salvação. Como partes dessa iniciativa pessoal, dão esmolas, praticam toda sorte de boas ações, freqüentam cerimoniais os mais variados.

Todo esse amontoado de coisas pode ser louvável e até necessário, do ponto de vista social e humano, todavia, em se tratando da salvação pessoal e eterna, é tempo perdido. Há dois mil anos, Deus, mediante seu Filho Jesus, abriu-nos a porta da graça para a nossa salvação. Portanto, tudo está providenciado. Cristo é a porta única e não há outra maneira pela qual possamos alcançar a vida eterna. Na cruz Ele consumou a grande obra da salvação, a fim de outorgá-la a cada um que nele crê.

Essa porta está totalmente aberta e não há por que hesitar. É importante entrar por ela agora, antes que se feche para sempre. Outras portas poderão ser apontadas, como tem acontecido, mas todas elas são falsas; são apenas aparentes. A alusão feita por Cristo não deixa dúvidas: "Eu sou a porta. Se alguém entrar por mim, salvar-se-á.”.

A Familia de Jesus



“Falando ele ainda à multidão, sua mãe e seus irmãos estavam do lado de fora, pretendendo falar-lhe. Disse-lhe alguém: ‘Tua mãe e teus irmãos estão lá fora e querem falar-te’. Porém ele respondeu ao que lhe dera o aviso. ‘Quem é minha mãe e quem são meus irmãos?’ E, estendendo a mão para os discípulos, disse: ‘Aqui estão minha mãe e meus irmãos. Pois todo aquele que fizer a vontade de meu Pai que está nos céus, esse é meu irmão, irmã e mãe’.” (Mt 12.46-50.)
Jesus estava em sua segunda viagem pela Galiléia, acompanhado de seus discípulos e algumas mulheres que o serviam com os seus bens. Ele curou um endemoninhado cego e mudo. Os fariseus não gostaram disto e o acusaram de estar sendo usado por Belzebu, o príncipe dos demônios. Jesus os repreende severamente. Eles rejeitam o seu ensino, mas pedem um sinal. Jesus não lhes dá nenhum sinal, antes, os repreende ainda mais severamente, desmascarando a sua incredulidade. Você já se perguntou por que todo incrédulo pede sinal?

Eles ficaram muito irados, e só não mataram a Jesus por temer a multidão que estava com Ele. Mas, começam a tramar contra a vida de Jesus. Seus familiares ficaram sabendo disto, e temendo o pior, foram decididos a tirá-lo de lá. Tentaram justificar aos seus algozes dizendo que Jesus estava fora de si (Mc 3.20-22). É neste clima tenso que há o desenrolar desta história.

Jesus estava numa casa e, como sempre, grande multidão o acompanhava, de sorte que não podia nem parar para comer com os discípulos. Após a discussão com os escribas e fariseus, o clima geral era de expectativa, mas ele ensinava tranqüilamente. Neste ínterim, chegam seus irmãos e sua mãe e mandam chamá-lo, pois não conseguiam entrar na casa que estava lotada. Alguém o interrompe e dá o recado. Jesus não pára de ensinar, somente ensina outra lição que não estava no script.

Aqui fica um princípio aos pregadores e mestres que devem, sem dúvida, se preparar, mas também devem estar atentos às ocasiões que se apresentam. Muitas vezes uma lição diferente daquela que foi planejada se fará necessário. Precisamos aproveitar bem as oportunidades que surgem para ensinar às pessoas sobre Deus.

O Mestre por excelência – Jesus – nunca desperdiçou uma oportunidade, por mais trivial que parecesse. Ele sempre aproveitou cada ocasião para ensinar preciosas lições espirituais aos que estavam junto dele. Qualquer jumentinho, barco, monte, casa, estrada, pedra, era o púlpito de Jesus. Sua vida ensinava tanto quanto as suas palavras. Observá-lo, já era um grande aprendizado. Que mestre, que pastor, que pregador! Ensina com a vida e com as palavras, a qualquer pessoa, em qualquer ocasião e lugar. Daí seu grande poder, influência e autoridade.

Muitos, hoje, precisam de um púlpito, de um auditório, de um estádio, de uma grande igreja e, principalmente, de multidões, para que possam ensinar e pregar. Mas para Jesus, cada pergunta, cada circunstância, cada acontecimento, por mais fortuito, não lhe passava despercebido, e se transformavam em grandes e poderosas lições.

Encontro entre família – há nesta história, um interessante encontro entre a família física e a família espiritual de Jesus. A física, dizendo a Jesus o que fazer, dando ordens, e fazendo por ele, como sendo senhores. A espiritual, ouvindo o que Jesus tem a dizer e obedecendo as suas ordens, pois, sendo ele Senhor, é quem faz e manda. A nossa relação com Cristo tem sido física ou espiritual?

Se perguntarmos: quem no texto é a família de Jesus? Certamente teremos duas respostas. A família física é os que estão do lado de fora chamando a Jesus; a família espiritual, o próprio Jesus responde apontando para os seus discípulos.

Pressionando Jesus – na sua imaginação, o que se passou na mente dos parentes de Jesus? Seus irmãos não acreditavam muito nele, não concordavam com Ele, e até o achavam meio maluco (segundo lemos em João 7.1-5), isto não quer dizer que queriam vê-lo ser linchado ou morto. Então, convenceram Maria, sua mãe, a irem chamá-lo e a levá-lo de volta para casa enquanto ainda havia tempo. Porém, na impossibilidade de entrar na casa para falar com ele, apelam para o trunfo que tinham, seu parentesco sangüíneo. Nós somos seus parentes, portanto, temos prioridade e autoridade sobre Ele. Ele tem que parar o que estiver fazendo para vir falar conosco.

Nós também, constantemente, apelamos para Jesus usando os nossos trunfos. Gostamos de apresentar argumentos para pressioná-lo a atender-nos mais depressa. Usamos argumentos para convencê-lo a fazer o que queremos. Sou dizimista, orei no monte, fiquei quarenta dias em jejum, sou regular na igreja, sou uma boa pessoa, também sou filho de Deus. Não faltam os mais ousados que determinam, exigem, ordenam. Tudo é como se estivéssemos dizendo: “Senhor, pare já o que estiver fazendo e venha me atender. Agora! Faça o que eu digo, seja feita a minha vontade!”

Precisamos urgentemente aprender que: Jesus não se impressiona com os nossos argumentos; ninguém tem maiores privilégios que outros diante dele e Ele não precisa que lhe digamos o que fazer. Ele sabe o que é prioridade. Ele sabe o que é mais importante. Suas prioridades são espirituais e não materiais. Ele não faz a nossa vontade, mas a vontade do Pai.

Boas intenções – vimos que a família terrena de Jesus vem em seu socorro para salvá-lo. É até hilário pensar no salvador precisando de salvação. Eles se esqueceram que é Ele quem salva, não se pode usurpar o seu papel. Eles precisavam crer que Ele não veio ao mundo para morrer num levante popular ou, numa tragédia, sem cumprir sua missão.

Não podemos negar que os seus parentes o amavam e estavam bem intencionados, mas, tornavam-se um grande empecilho para Jesus. A intenção era boa, mas no fundo, demonstrava incredulidade ou ingenuidade, por pensar que, talvez, ele não fosse capaz de realizar o que prometeu e precisava de uma forcinha. Revelaram uma tremenda falta de fé. Somos nós quem precisamos da sua ajuda e salvação. Somos nós quem precisamos que Ele venha em nosso socorro. Ele não precisa que o defendamos (como Pedro também tentou fazer e foi repreendido - Mateus 26:51-54).

A reação de Jesus – Jesus então aponta para os seus discípulos e declara: “Estes são a minha família, mas não somente estes, qualquer um pode ser a minha família, não há uns poucos privilegiados, todos podem tornar-se. Só há uma condição; que façam a vontade do meu Pai. Se assim fizer, este é minha família.”

E você, também faz parte da família de Jesus? Quem faz parte desta família são os que fazem a vontade de Deus. Você faz a vontade de Deus? Se a sua resposta for sim, você faz parte da família de Jesus; se não, você pode se tornar parte da família espiritual de Jesus fazendo a vontade de Deus.

No texto paralelo a este que lemos (escrito em Lucas 8.21), há uma explicação mais clara do que Jesus quis dizer com fazer a vontade de Deus. Nele, Jesus diz: “Minha mãe e meus irmãos são aqueles que ouvem a Palavra de Deus e a executam”.

Você tem ouvido a Palavra De Deus? Tem a colocado em prática? Esta é a condição para tornar-se parte da família espiritual de Jesus. É isto o que significa fazer a vontade de Deus.

Poucos tiveram o privilégio de fazer parte da família terrena de Jesus, quando ele desceu do céu e se fez carne, habitando entre nós. Mas, muitos podem ter o grande privilégio de fazer parte da família espiritual de Jesus, fazendo a vontade de Deus, noutras palavras, ouvindo a Palavra de Deus e a colocando em prática. Este segundo privilégio, além de ser eterno, é bem maior que o primeiro. Experimente!

Jair Souza Leal
Bacharel em Teologia e estudante de Direito.

domingo, 25 de abril de 2010

REFLEXÃO DE DOMINGO


"Não te apresses em deixar a presença dele." (Eclesiastes 8.3)

Estou convencido de que a agitação em que vivem os filhos de Deus os deixa cegos para a importância da hora atual na história da salvação. Satanás não quer que tenhamos tempo, mas sim que sempre estejamos ocupados com uma atividade ou outra. Isaías chama o mal pelo nome, quando diz: "Na tua longa viagem te cansas."

O apóstolo Paulo agia com cautela. Com grande autoridade, ele diz: "Pois não lhe ignoramos os desígnios (de Satanás)."
Ter tempo não significa ganhar tempo a fim de se agitar ainda mais, mas sim separar tempo para orar! Pessoas que oram são pessoas que fazem milagres. Posso ter lido milhares de vezes as palavras de Jesus em Mateus 7.7, mas toda vez elas me tocam profundamente:

"Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e achareis; batei, e abrir-se-vos-á." É tão simples, mas também tão sublime! Como poderia ser rica, poderosa e abençoada sua vida se você fosse uma pessoa que ora! Quem tem tempo para o Senhor encontra coisas ilimitadas, coisas que permanecem eternamente, motivo pelo qual também digo a você com seriedade: "Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios, e, sim, como sábios, remindo o tempo, porque os dias são maus", e "Porque ainda dentro de pouco tempo aquele que vem virá, e não tardará."

Onde Estava Deus?



Isto chega ao coração !!!

Salete pulou da cadeira quando viu o cirurgião chegar."

-Como está meu filho? Ele vai ficar bem?"

O cirurgião disse:

"-Sinto muito,fizemos tudo o que estava ao nosso alcance.
Salete disse:

"- Por que as crianças tem câncer?

Será que Deus não se preocupa com elas?

" Deus, onde estava quando meu filho precisou?

O cirurgião disse:

"-Uma das enfermeiras sairá para te deixar uns minutos com o corpo de seu filho antes que levem para a Universidade.

Salete pediu à enfermeira que a acompanhasse enquanto se despedia de seu filho.
Passou a mão no seu cabelo, a enfermeira perguntou se ela queria guardar alguns fios de seu cabelo.

Salete aceitou, a enfermeira cortou uma mecha e colocou
em uma bolsinha de plástico e deu a Salete.

Salete disse:

"-Foi idéia de Jim doar seu corpo à Universidade para ser estudado.

Disse que poderia ser útil a alguém.

Era o que ele desejava.

Eu a princípio me neguei, mas ele me disse:

"Mamãe, eu não o usarei depois que morrer, e talvez ajude uma criança a desfrutar de um dia mais ao lado de sua mãe.

Meu Jim tinha um coração de ouro,sempre pensava nos outros e desejava ajudá-los
como pudesse.

Salete saiu do Hospital Infantil pela última vez, depois de ter permanecido por lá nos últimos seis meses.
Colocou a bolsa com os pertences de Jim no acento
do carro, junto a ela.

Foi difícil dirigir de volta para casa, e mais difícil ainda,
entrar na casa vazia.
Levou a bolsa ao quarto de Jim e colocou os carrinhos de miniatura e todas suas demais coisas como ele gostava.

Sentou na cama de Jim e chorou até dormir, abraçando o pequeno travesseiro dele.

Acordou cerca de meia-noite, junto a ela,havia uma folha de papel dobrada.

Abriu a carta que dizia:

" Querida mamãe, sei que você deve sentir minha falta mas não pense que eu te esqueci ou que deixei de te amar só porque não estou aí para dizer TE AMO.

Pensarei em você cada dia mamãe e cada dia te amarei ainda mais.
Algum dia voltaremos a nos ver.

Se você quiser adotar um menino para que não fiques tão sozinha, ele poderá ficar no meu quarto e brincar com todas as minhas coisas.

Se quiser uma menina, provavelmente ela não gostará das mesmas coisas que os meninos e terá que comprar bonecas e coisas de meninas.

Não fique triste quando pensar em mim,estou num lugar grandioso.

Deus me disse para responder o que você perguntou:

"Onde estava ele quando eu precisei?"

Deus disse:

"No mesmo lugar de quando Jesus estava na cruz.
Estava justo aí,como Deus sempre está com todos os seus filhos."

Não sinto mais nenhuma dor, o câncer foi embora.

Com amor, Deus, Jesus e eu.

Pais e Filhos Um Alerta



Nessa oportunidade, pais, quero lhes dizer algo. Se vocês já abriram a boca para dizerem que seu filho é burro, preguiçoso, desobediente e tantas outras coisas ruins, mas que em nada edificam, ao contrário, apenas amaldiçoam, se arrependam, peçam perdão ao Senhor e ao seu filho e passem a ministrar a bênção sobre a vida dele. Mesmo que esteja numa fase complicada, saiba que o seu filho é herança do Senhor. Abra a boca e diga que ele é precioso, que será um grande homem ou uma grande mulher segundo o coração do Senhor. Que ele é inteligente, trabalhador, honesto, enfim, profetize o melhor de Deus nesta Terra para a vida de seu filho.

Em Provérbios, capítulo 10, versículo 6, está escrito: “Sobre a cabeça do justo há bênçãos, mas na boca dos perversos mora a violência.” Na sua cabeça há bênçãos. Então diga ao o seu filho que ele é justo, pois ele é a justiça de Deus. Justiça é a habilidade de estar diante do Pai, sem culpa, sem condenação e nenhum sentimento de inferioridade. Sobre a sua cabeça há bênçãos. Ele não é um “João ninguém”, um qualquer, mas um filho do Soberano Deus. Pais, entendam que quando abrimos a boca e proferimos algo de ruim, damos legalidade ao diabo para ele agir em nossa vida, na vida da nossa família. Saiba que você tem a graça de poder abençoar. Comece a abençoar a sua família, o seu casamento, a sua vida, o seu trabalho, o seu patrão. Abençoe o seu dia.

Eu me lembro que a minha mãe recebia certa quantia de pensão do INSS, o valor era pouco. Mas o interessante era que sempre que qualquer filho precisasse, ela sempre tinha um valor para ceder. O mais interessante ainda era que os filhos ganhavam muito mais do que ela. O muito sem a bênção do Senhor se torna nada. Minha mãe sempre tinha porque aquele pouco estava sob a bênção do Eterno, e por isso rendia, se multiplicava, valia muito mais. Minha mãezinha abençoava aquele dinheiro; ela sabia da importância de abençoar tudo o que se tem. Ela cria no milagre. Por isso, amado leitor, não pense que a bênção é algo sem importância. Ela é tudo. A bênção é que vai fazer a diferença. “A morte e a vida estão no poder da língua.” Guarde esta verdade no seu coração e comece a abençoar.

Nessa oportunidade, quero falar também para os filhos. Há anos, os filhos não dormiam sem pedir a bênção aos pais. Quando dormiam ou acordavam, a primeira coisa que faziam era pedir a bênção ao pai e a mãe. Acontece que nos tempos atuais, este hábito foi deixado de lado. Mas saibam que não se trata de apenas um hábito ou costume. É a oportunidade de abençoar e de ser abençoado. Hoje alguns filhos passam pelos pais e dizem: “E aí velho”. Ou melhor: “E aí véi?” Se o momento for de pedir a bênção filho, abra a boca e diga: “A bênção papai! A bênção mamãe!” Quando o momento for de brincadeiras e descontração, aí sim, você pode brincar com os seus pais (sem desrespeitá-los, claro). Filho, permita ser abençoado pelos seus pais e você será mais feliz.

A bênção é assim, mútua, algo que recebemos e transmitimos.
Deus abençoe!

Queda de Satanás



Neste ponto, encontramo-nos diante de um dos mais profundos mistérios do universo moral, conforme revelado nas Escrituras: “Como é que o pecado entrou no universo?”

Está claro que a entrada do pecado tem conexão com a rebelião de Satanás. Mas, como foi que o impulso perverso surgiu no coração de alguém criado por um Deus perfeitamente santo? Diante de tal enigma, temos de reconhecer que as coisas encobertas de fato pertencem a Deus; as reveladas, no entanto, pertencem a nós (Dt 29.29).

E três dessas realidades claramente reveladas merecem ser enfatizadas:
Primeiro: a queda de Lúcifer foi resultado de sua insondável e pervertida determinação de usurpar a glória que pertence unicamente a Deus.

Esse fato é explicitado em uma série de cinco afirmações que empregam verbos na primeira pessoa do singular, conforme registradas em Isaías 14.13-14. Nisto consiste a essência do pecado: o desejo e a determinação de viver como se a criatura fosse mais importante que o Criador.


Segundo: Satanás é inteira e exclusivamente responsável por sua escolha perversa. Nisso existe uma dimensão inescrutável. Alguns têm argumentado que Deus deve ter Sua parcela de responsabilidade por este (e todo outro) crime, porque, caso fosse de Seu desejo, poderia ter criado um mundo em que tal rebelião fosse impossível.

Outros dizem que, se Deus tivesse criado um mundo em que apenas se pudesse fazer o que o seu Criador quisesse, nele não poderiam ser incluídos agentes morais feitos à imagem de Deus, dotados da capacidade de tomar decisões reais – e, conseqüentemente, de escolher adorar e amar a Deus. Há verdade nessa observação, mas também há mistério.

O relato deixa claro que o orgulho fez com que Lúcifer caísse numa terrível armadilha (Is 14.13-14; Ez 28.17; cf. 1 Tm 3.6), mas nada explica como tal orgulho de perdição pode surgir no coração de uma criatura de Deus não caída e perfeita.
No entanto, não há mistério quanto ao fato de que Satanás é, totalmente e com justiça, responsável pelo seu crime.

Ezequiel 28.15 afirma explicitamente que Lúcifer era perfeito desde o dia em que foi criado, “até que se achou iniqüidade em ti”. A culpabilidade moral é dele, e apenas dele. Na verdade, em toda sua extensão, a Bíblia afirma que Deus governa soberanamente o universo moral e controla todas as coisas – inclusive a maldade de homens e anjos – para que correspondam aos seus perfeitos propósitos. Mas ela também ensina que Deus não deve e não será responsabilizado por essa maldade, em qualquer sentido.

Finalmente, por causa de sua rebelião, Satanás tornou-se o arquiinimigo de Deus e de tudo o que é divino. Sua queda – bem como a dos espíritos que se uniram a ele – é irreversível; não há esperança de redenção. Satanás foi privado da comunhão com o Deus santo de forma final e irrecuperável.

Para ser exato, Satanás ainda tem acesso à sala judicial do trono do Universo por causa de seu papel de acusador dos irmãos, papel este que lhe foi designado divinamente (Jó 1 e 2; Zc 3; Lc 22.31; Ap 12.10). Tal acesso, no entanto, é destituído da comunhão com Deus ou da Sua aceitação. Devido à sua traição, que foi a mais terrível na história do cosmo, Satanás e seus anjos somente podem esperar a condenação e a punição eternas (Mt 25.41). (Douglas Bookman - Israel My Glory - http://www.chamada.com.br)

LinkWithin

Related Posts with Thumbnails