"Interrogado pelos fariseus sobre quando viria o reino de Deus, Jesus lhes respondeu: Não vem o reino de Deus com visível aparência. Nem dirão: Ei-lo aqui! Ou: Lá está! porque o reino de Deus está dentro em vós." (Lucas 17: 20-21).

terça-feira, 11 de maio de 2010

Mulheres Que Fizeram a Diferença


Elas fizeram a diferença em seu tempo. Mesmo com todas as limitações que possuíam, conseguiram deixar seu registro no livro mais importante do mundo: a Bíblia.

Abigail – Uma das esposas de Davi, foi mulher de Nabal. Esse era duro e maligno em todo o seu trato. Precisando Davi e seus homens de alimento em uma certa ocasião, Nabal negou-se a ajudá-los mesmo tendo anteriormente usufruído de favores dos homens de Davi. Diante do desprezo de Nabal, Davi deu ordem a seus homens para que destruíssem tudo que pertencesse a Nabal até o amanhecer.
Abigail soube da atitude insensata e egoísta do marido, se antecipou apressadamente e separou duzentos pães, dois odres de vinho, cinco ovelhas preparadas, cinco medidas de trigo tostado, cem cachos de passas e duzentas pastas de figos, e os pôs sobre jumentos.

Quando Abigail se encontrou com Davi e intercedeu pela paz, este disse: “Bendito o Senhor, Deus de Israel, que, hoje, te enviou ao meu encontro. Bendita seja a tua prudência, e bendita sejas tu mesma, que hoje me tolheste de derramar sangue e de que por minha própria mão me vingasse.”


Bate-Seba – Era esposa de Urias, um guerreiro heteu a serviço do rei Davi. Passeando uma tarde pelo terraço do palácio, Davi ficou impressionado com a beleza de Bate-Seba, que estava se banhando em sua casa. Davi a seduziu e chegou ao cúmulo de expor seu marido Urias à morte em uma batalha, colocando-o a combater sozinho, mesmo sem chance de sobreviver (2 Sam.11). Bate-Seba engravidou de Davi, mas a criança morreu por juízo de Deus ( 2 Sam 12:15-18).
Bate-Seba tornou-se uma das esposas de Davi e teve mais quatro filhos, incluindo Salomão, que sucedeu a Davi no trono.(I Crô.3:5). Bate-Seba e o profeta Natã convenceram Davi a instalar Salomão como rei (I Reis 1:5-40). Ela é mencionada na genealogia de Jesus Cristo, em Mateus 1:6.


Jeoseba – Era filha do rei Jorão, tia de Joás, esposa do sacerdote Joiada, uma mulher que amava a Deus juntamente com seu esposo.
Ao saber que a rainha Atalia iria exterminar os possíveis herdeiros que ameaçassem o seu governo no trono, mostrou-se corajosa, escondendo o menino Joás da linhagem real. Jeoseba escondeu o pequeno Joás e a sua ama em um dos aposentos do templo para salvá-lo. Jeoseba manteve o menino em segurança por seis anos, até que fosse feito rei para reinar em Judá (2 Reis 11:1–3).


Rute – Rompeu com as tradições e costumes de seu povo, deixou para trás laços que havia aprendido desde a mais tenra infância e abandonou seus deuses para servir ao Deus Altíssimo, que sua sogra havia lhe apresentado. Rompeu completamente com o paganismo politeísta para ser monoteísta. Sua lealdade com a sogra Noemi foi extraordinária: “Porque aonde quer que tu fores, eu irei.”


Miriã – Foi quem pôs o bebé Moisés numa cesta revestida de betume e a colocou no Rio Nilo, ficando de perto vigiando o destino do seu irmão. Foi também adoradora com cantos e tamborins.


Débora – Era juíza e também profetisa do Senhor, mulher a quem Deus usara poderosamente. Louvada por sua coragem e sagacidade militar (Juízes 4).

Hulda – Mulher de Salum, o guarda-roupa, filho de Ticva, filho de Harás. Ela habitava a cidade baixa de Jerusalém e foi usada por Deus para falar ao povo de Israel (2 Reis 22).


A rainha Ester – Livrou Israel da extinção tramada pelo perverso Hamã (Ester 4-8). Ela foi capaz de arriscar sua própria vida em prol de todo um povo. Enfrentou os inimigos de sua gente com bravura, sabedoria e inteligência.
Uma mulher cujo nome é desconhecido salvou as vidas dos espias que Davi mandou a Jerusalém (2 Samuel 17:17–21).
Outra mulher sábia, cujo nome não é mencionado, impediu que Joabe destruísse uma cidade, ao persuadir seus habitantes a cortar a cabeça de Seba, atirando-a para Joabe, do lado de fora dos muros da cidade (2 Samuel 20:16–22). Assim, ela ajudou a pôr fim a uma rebelião contra Davi.
Outra mulher alimentou o profeta Elias (1 Reis 17:9–15).
Um mulher eminente providenciou comida e um quarto para o profeta Eliseu (2 Reis 4:8–10).


Maria, mãe de Jesus, é exemplo de uma grande mulher. Ela se dispôs a dar de si mesma para servir humildemente a Deus. Quando o anjo anunciou que o corpo dela seria o instrumento pelo qual Cristo viria ao mundo, ela respondeu modestamente: “Aqui está a serva do Senhor; que se cumpra em mim conforme a tua palavra.” (Lucas 1:38)
Várias mulheres, utilizando recursos próprios, supriram as necessidades de Jesus e dos apóstolos (Lucas 8:1–3; Mateus 27:55; Marcos 15:41). Entre elas estavam Marta, irmã de Lázaro, e Maria (Lucas 10:38–42; João 12:2).


Uma samaritana, cujo nome não é mencionado, recebeu a grande lição sobre a verdadeira adoração no poço de Jacó, e levou uma cidade inteira a ouvir Jesus (João 4:21–42).


Maria, irmã de Lázaro, tomando uma libra de bálsamo de nardo puro, mui precioso, ungiu os pés de Jesus e os enxugou com os seus cabelos. E encheu-se toda a casa com o perfume do bálsamo. Foi o maior feito de adoração a Jesus.


Uma mulher, em Betânia, ungiu Jesus na casa de Simão. Ela aproximou-se do mestre trazendo um vaso de alabastro cheio de precioso bálsamo que derramou sobre a cabeça dele, estando ele à mesa. Jesus explicou que aquele gesto da mulher, de derramar o perfume sobre Seu corpo, ela havia feito já O preparando para o sepultamento (Mateus 26:7–13).

Após a morte de Jesus, muitas mulheres continuaram a pregar o seu Evangelho, direta ou indiretamente. Nos dias de hoje, um verdadeiro exército feminino trabalha para Deus. Seja dentro das igrejas, em missões, ou em centenas de outros ministérios espalhados por todo o mundo. Parabéns, mulheres agraciadas, por esse dia tão especial.

Acatais Com Apreço



Certa igreja estava precisando de um pastor. Os membros daquela igreja
exigiam que quem fosse o pastor tivesse “N” qualidades e não admitiam falhas.

Um dos presbíteros escreveu uma carta como se tivesse recebido de um candidato e a leu perante conselho da igreja:

"Senhores, sabendo que o púlpito de sua igreja está vago, gostaria de candidatar-me ao cargo de pastor. Tenho muitas qualificações que, penso, irão apreciar.

Tenho sido abençoado com o PODER na pregação e tenho tido bastante sucesso como
escritor. Alguns dizem que sou bom administrador; algumas pessoas, contudo, tem alguma coisa contra.

Tenho mais de 50 anos de idade. Nunca fiquei no mesmo lugar. Tive que deixar uma cidade, porque a obra causou tumulto e distúrbios. Tenho que admitir que estive na cadeia, 3 ou 4 vezes, mas não por más ações. Minha saúde não é muito boa,embora eu consiga trabalhar muito.

Tenho exercido minha “profissão” para pagar as despesas. As igrejas em que tenho pregado, são pequenas, embora localizadas em várias cidades grandes. Eu não tenho tido comunhão com os líderes religiosos das diversas cidades onde tenho pregado. Para falar a verdade, alguns deles me levaram às barras do tribunal e me atacaram física e violentamente.

Eu não sou bom para manter arquivos de registros. Muitos sabem que eu esqueci a quem batizei. Todavia se os senhores quiserem me aceitar, esforçar-me-ei ao máximo, mesmo que seja obrigado a trabalhar para custear o meu sustento."

Depois de ler esta carta diante do conselho, o presbítero perguntou aos
oficiais se estavam interessados neste candidato.

Eles ficaram indignados com tal petulância e replicaram que ele jamais serviria para aquela igreja. Eles não queriam um homem enfermo, contencioso, turbulento, um ex- presidiário “descabeçado”e ainda mais a apresentação deste candidato era até um ''insulto'' para a igreja.

Depois perguntaram ao irmão que trouxera a carta se ele sabia quem era o
candidato e ele respondeu que por eles serem muito exigentes, e se acharem tão bons
estavam cegos para tantos homens de Deus que havia disponíveis para servirem como pastor naquela igreja, por isso ele tinha feito o perfil do apostolo Paulo e enviado para a comissão avaliadora para mostrar que nem Deus era tão exigente como aqueles irmãos líderes da igreja.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Reflexão de Segunda Feira


"Ouve o conselho e recebe a instrução, para que sejas sábio nos teus dias por vir. Muitos propósitos há no coração do homem, mas o desígnio do SENHOR permanecerá." Provérbios 19:20-21

Fazemos nossos planos e projetos e logo queremos colocá-los em prática. Muitas vezes ignoramos os conselhos e as instruções que podem fazer toda a diferença. O homem sábio nos lembra que se ouvirmos os conselhos encontraremos a sabedoria. Portanto, é melhor deixar seus planos amadurecerem um pouco mais à luz do Senhor antes de lançá-los. Tiago, no Novo Testamento, nos lembra que Deus dá sabedoria se pedirmos sem duvidar. Então enquanto oramos por sabedoria, vamos orar também por paciência para ouvir a Voz do Senhor e para reconhecê-la no tempo certo!

www.devocionaldiario.com.br

Abraão e Paulo



As vidas de Abraão e Paulo têm muitas semelhanças, como dois homens de Deus que viveram por fé. A soberania de Deus permitiu que estes dois homens –e suas experiências de fé– tenham ficado registrados nas páginas das Escrituras, para exemplo, guia e consolo em nossas próprias experiências espirituais.

Em Romanos 4 nos explica amplamente a vida de fé de Abraão. O que em Gênesis é um registro histórico, em Romanos é uma explicação espiritual daquilo. Abraão foi justificado pela fé, por crer nas palavras de Deus referente a sua descendência.
Esta fé lhe foi dada no momento que ouviu a Deus, no meio de uma situação insustentável. Abraão ouviu essa palavra como é verdadeiramente a palavra de Deus. E essa palavra, ouvida assim, "opera em vós os crentes" (1ª Tes. 2:13). Como conseqüência, foi declarado justo.

No entanto, o caminho da fé não termina aí. Logo depois desse gozo inicial, houve momentos de desesperança na vida de Abraão. O relato bíblico é sucinto, mas podemos concluir que passaram anos antes que esse ato de fé tivesse os seus frutos.

Abraão creu que teria um filho de Sara, sua mulher, e que desse filho viria uma descendência inumerável como as estrelas do céu. Mas o filho chegou no tempo de Deus, quer dizer, não antes que Abraão experimentasse distintas formas de morte, tanto no físico como no psicológico. Seu corpo murchou, e com ele o seu orgulho viril.

Vários anos se passaram até que este processo de morte fosse concluído e abrisse passagem para a ressurreição.

Não tem ocorrido assim com você também, amado filho de Deus? Você tem sido levado até o extremo do desespero, mas de alguma maneira, sabe que Deus tem o controle de tudo. O processo de morte é muito longo, às vezes parece que já não há esperança.

Humanamente falando, você já deveria ter sucumbido. No entanto, a voz da fé continua acesa em seu coração, de modo que pode crer "em esperança contra a esperança", "diante de Deus, no qual creu, o qual dá vida aos mortos, e chama as coisas que não são como se já fossem" (Rom. 4:17).

Deus tinha falado a Abraão, e isso era suficiente para ele. Por isso "se fortaleceu na fé ... plenamente convencido que (Deus) era também poderoso para fazer tudo o que tinha prometido" (Rom. 4:20-21). A promessa de Deus sustentou a Abraão no meio do "vale de sombra e de morte".

Não é possível experimentar a ressurreição sem a manifestação prévia da morte. O grão de trigo tem que cair na terra, e morrer, antes que surja um formoso feixe de grãos novos. E se morrer um só grão, são muitos os que surgem em ressurreição. A ressurreição sobrepuja à morte.

Umas poucas lágrimas no vale de sombras, diante de Deus, são a sala de espera de um gozo incontido. "Então nossa boca se encherá de riso, e nossa língua de louvor" (Salmo 126:2). Quem pode apagar o gozo que o Senhor acende no coração do crente? Foi assim com Sara, por isso ela disse quando nasceu Isaque: "Deus me tem feito rir, e qualquer que o ouvir, rirá comigo" (Gén. 21:6).

E quanto a Paulo?

Na vida de Paulo encontramos fatos muito similares aos que ocorreram a Abraão. Há uma frase de Paulo que poderia aplicar-se perfeitamente a Abraão, ou a qualquer dos crentes que tem vivido experiências que chegam ao limite: "Porquanto já em nós mesmos tínhamos a sentença de morte, para que não confiássemos em nós mesmos, mas sim em Deus que ressuscita os mortos" (2ª Cor. 1:9).

A morte é necessária para poder conhecer a Deus que ressuscita os mortos. Além disso, sem essa "sentença de morte", como perderemos a confiança em nós mesmos? Deus quer nos levar gradualmente de uma confiança em nós a uma confiança nele.

Transportar-nos de nós para Deus mesmo, pois em nós há impotência, escassez e esterilidade; por outro lado, em Deus há todo poder, generosidade e abundância.

Mais adiante na mesma epístola, Paulo dá um detalhe das experiências de morte que vivia permanentemente: "Em muita paciência, em tribulações, em necessidades, em angústias; em açoites, em prisões, em tumultos, em trabalhos, em vigílias, em jejuns ... por desonra, por má fama ...; como enganadores ... como desconhecidos ... como moribundos ... como castigados ... como entristecidos ... como pobres ... como não tendo nada. Mas alternadas com elas vão as experiências de ressurreição, de vida e de bênção, de modo que não podemos mencionar a morte, sem mencionar a vida de ressurreição que vem detrás: "Por honra ... por boa fama ... verdadeiros ... bem conhecidos ... eis que vivemos ... não mortos ... sempre contentes ... enriquecendo a muitos ... possuindo tudo" (2ª Cor. 6:4-10).

Em outro lugar diz assim: "Mas temos este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus, e não de nós, em tudo somos atribulados, mas não angustiados; em apuros, mas não desesperados; perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos; levando no corpo sempre e por toda parte a morte de Jesus, para que também a vida de Jesus se manifeste em nossos corpos ... De maneira que a morte opera em nós, e em vós a vida" (2ª Cor. 4:7-12).

Segundo a sabedoria de Deus, alguns (poucos) têm que experimentar a morte para que outros (os demais) experimentem a vida. Isto foi assim primeiramente com o Senhor, o qual morreu na cruz para que "por sua obediência, muitos sejam constituídos justos" (Rom. 5:19). Sua morte nos trouxe salvação, e as suas feridas nos deram a vida, o justo pelos injustos para nos levar a Deus.

Estas experiências de Abraão e Paulo permitiram que eles alcançassem maturidade espiritual. A fé inicial nos introduz na carreira, mas são as tribulações as que nos fazem crescer e amadurecer. Paulo diz: "Por Cristo temos entrada pela fé a esta graça nas qual estamos firmes, e nos gloriamos na esperança da glória de Deus. E não só isto, mas também nos gloriamos nas tribulações, sabendo que a tribulação produz a paciência, e a paciência, a experiência (leia-se, "caráter provado"); e a experiência, a esperança" (5:2-4).

A fé é a porta de entrada, mas mais adiante estão a tribulação e a paciência para a formação do caráter de Cristo. E isto é maturidade.

Verdades da Vida



"Deus não escolhe pessoas capacitadas, Ele capacita os escolhidos."

"Um com Deus é maioria."

"Devemos orar sempre, não até Deus nos ouvir, mas até que possamos ouvir a
Deus."

"Nada está fora do alcance da oração, exceto o que está fora da vontade de
Deus."

"Não temas a pressão, lembre-se que é ela que transforma o carvão em
diamante."

"Perdoar é a melhor maneira de vingar-se."

"O mais importante não é encontrar a pessoa certa, e sim ser a pessoa certa”

"Moisés gastou: 40 anos pensando que era alguém; 40 anos aprendendo que
não era ninguém e 40 anos descobrindo o que Deus pode fazer com um NINGUÉM."

"A fé ri das impossibilidades."

"Não confunda a vontade de DEUS, com a permissão de DEUS. Nem tudo o que
acontece é de Sua vontade, mas nada acontece sem Sua permissão."

"Não diga a DEUS que você tem um grande problema. Mas diga ao problema que
você tem um grande DEUS."

“Quanda a Igreja Trabalha a igreja trabalha, quando a igreja Ora Deus trabalha

A Lição


Éramos a única família no restaurante com uma criança.
Eu coloquei Daniel numa cadeira para crianças e
notei que todos estavam
tranqüilos, comendo e conversando.

De repente, Daniel gritou animado, dizendo: "Olá,
amigo!", batendo na mesa com suas mãozinhas gordas.
Seus olhos estavam bem abertos pela admiração e
sua boca mostrava a falta de dentes.
Com muita satisfação, ele ria, se retorcendo.

Eu olhei em volta e vi a razão de seu contentamento.
Era um homem andrajoso, com um casaco jogado nos
ombros, sujo, engordurado e rasgado.

Suas calças eram trapos com as costuras abertas
até a metade, e seus dedos
apareciam através do que foram, um dia, os sapatos.

Sua camisa estava suja e seu cabelo não havia sido penteado por muito tempo.
Seu nariz tinha tantas veias que parecia um mapa.

Estávamos um pouco longe dele para sentir seu
cheiro, mas asseguro que cheirava mal.

Suas mãos começaram a se mexer para saudar.
"Olá, neném. Como está você?", disse o homem a Daniel.

Minha esposa e eu nos olhamos:

"Que faremos?".

Daniel continuou rindo e respondeu, "Olá, olá,amigo".
Todos no restaurante nos olharam e logo se viraram para o mendigo.
O velho sujo estava incomodando nosso lindo filho.

Trouxeram a comida e o homem começou a falar com o
nosso filho como um bebê.

Ninguém acreditava que o que o homem estava
fazendo era simpático.Obviamente, ele estava bêbado.

Minha esposa e eu estávamos envergonhados.
Comemos em silêncio; menos Daniel que estava superinquieto e mostrando todo o seu repertório ao desconhecido, a quem conquistava com suas criancices.

Finalmente, terminamos de comer e nos dirigimos à porta.
Minha esposa foi pagar a conta e eu lhe disse que nos
encontraríamos no estacionamento.

O velho se encontrava muito perto da porta de saída.
"Deus meu, ajuda-me a sair daqui antes que este louco fale com
Daniel", disse orando, enquanto caminhava perto do homem.

Estufei um pouco o peito, tratando de sair sem respirar nem um
pouco do ar que ele pudesse estar exalando.

Enquanto eu fazia isto, Daniel se voltou rapidamente na direção
onde estava o velho e estendeu seus braços na posição de "carrega-me".

Antes que eu pudesse impedir, Daniel se jogou dos meus braços
para os braços do homem.

Rapidamente, o velho fedorento e o
menino consumaram sua relação de amor.

Daniel, num ato de total confiança, amor e submissão, recostou
sua cabeça no ombro do desconhecido.

O homem fechou os olhos e pude ver
lágrimas correndo por sua face.

Suas velhas e maltratadas mãos, cheias de cicatrizes, dor e
trabalho duro,suave, muito suavemente, acariciavam as costas de Daniel.

Nunca dois seres haviam se amado tão profundamente em tão pouco tempo.

Eu me detive, aterrado. O velho homem, com Daniel em seus
braços, por um momento abriu seus olhos e olhando
diretamente nos meus, me disse com voz forte e segura:

"Cuide deste menino".

De alguma maneira, com um imenso nó na
garganta, eu respondi:
"Assim o farei".

Ele afastou Daniel de seu peito,
lentamente, como se sentisse uma dor.

Peguei meu filho e o velho homem me
disse:
"Deus o abençoe, senhor. Você me deu um
presente maravilhoso".

Não pude dizer mais que um entrecortado
"obrigado".

Com Daniel nos meus braços, caminhei
rapidamente até o carro.

Minha esposa perguntava por que eu
estava chorando e segurando
Daniel tão fortemente, e por que estava dizendo:
"Deus meu, Deus meu, me perdoe".

Eu acabava de presenciar o amor de
Cristo através da inocência
de um pequeno menino que não viu pecado, que não fez
nenhum juízo; um menino
que viu uma alma e uns adultos que viram um montão de roupa suja.

Eu fui um cristão cego carregando um
menino que não o era.

Eu senti que Deus estava me perguntando:

“Você está disposto a dividir seu filho por
um momento?"

Quando Ele compartilhou o seu Filho Jesus Cristo por toda a eternidade.

O velho andrajoso, inconscientemente, me recordou:
Eu asseguro que aquele que não aceite o
reino de Deus como um
menino, não entrará nele." (Lucas 18:17).

domingo, 9 de maio de 2010

Parabens Mães


Nos tempos do Antigo Testamento, a dignidade da mulher dependia dos filhos que gerava, especialmente dos filhos homens e da quantidade de filhos.

Ser mãe era o que tornaria a mulher um ser humano reconhecido. Esse contexto nós podemos conferir na história de Ana. Ana era estéril e, por isso, seu marido Elcana tinha o direito de se casar com outra mulher. Só muito tarde Ana gerou filhos - um primogênito, homem, chamado Samuel. Mas Penina, a outra esposa de Elcana, gerou 10 filhos.

Ela tinha muito orgulho da sua maternidade (1 Sm 1-2). Também Sara, casada com Abraão, era estéril. Então, juntos decidiram que teriam uma criança através de sua escrava egípcia Hagar. Assim nasceu Ismael. Mais tarde também Sara teve uma criança, um primogênito, filho homem, chamado Isaque (Gênesis 16 e 21). Outra mulher que enfrentou uma dura luta para se tornar reconhecida foi Tamar - "tataravó" de Jesus (Mateus 1).

Ficou viúva duas vezes e sem filhos. Sofreu injustiça por parte de seu sogro que a fez voltar para a casa de sua mãe. Mas encontrou uma saída: vestiu-se como prostituta e ficou na beira da estrada numa ocasião em que seu sogro Judá foi à cidade. Então ela teve gêmeos de Judá (Gênesis 38). Há também as irmãs Lia e Raquel, ambas casadas com o primo Jacó. Lia foi abençoada com seis filhos e uma filha.

E Raquel, depois de sofrer amargamente com a esterilidade, gerou José e Benjamim. Jacó teve mais quatro filhos com as servas das esposas, Bila e Zilpa (Gênesis 29-30). Depois, temos uma grande mãe no Novo testamento: Maria. Maria é a mãe que sintetiza muito bem um novo tipo de maternidade. Ela é uma jovem mulher que concebe uma criança em condições de mistério, que não tem reconhecimento da sociedade. Fica sozinha.

Prestes a perder seu noivo. Depois, dá à luz em condições precárias. Revela-se profetiza e corajosa. É uma mulher inteligente e presente na vida de Jesus e educa seu filho com desapego, preocupação e liberdade. Uma mãe desesperada é a mãe cananéia que busca cura para a sua filha, implorando a Jesus que olhe por ela. Teve tremenda coragem, pois debateu com Jesus e fez com que Jesus mudasse de idéia (Mt 15.21).

É assim: a mãe que tem uma filha doente move montanhas e conceitos! Em outras ocasiões também Deus se revela como uma mãe (veja: Is 42.14; 49.15; 66.13). E, além de todas estas mães, não nos esqueçamos do quarto mandamento que pede que toda a mãe seja respeitada e honrada.

Parabéns a todas as mães de Pimenta Bueno,Rondônia,Brasil,Mundo!

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