"Interrogado pelos fariseus sobre quando viria o reino de Deus, Jesus lhes respondeu: Não vem o reino de Deus com visível aparência. Nem dirão: Ei-lo aqui! Ou: Lá está! porque o reino de Deus está dentro em vós." (Lucas 17: 20-21).

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Reflexão de Quinta Feira


“Digo-lhes a verdade: Enquanto existirem céus e terra, de forma
alguma desaparecerá da Lei a menor letra ou o menor traço, até que
tudo se cumpra.” Mateus 5:18


É comum, especialmente na mídia popular, ouvir pessoas dizendo
que certas partes da Bíblia ou determinadas doutrinas não se
aplicam às pessoas hoje em dia. Para estas pessoas o Cristão de
hoje não precisa se preocupar em obedecer os mesmos ensinos que os
discípulos de Jesus. Mas, Jesus, mesmo sendo Filho de Deus, tinha
um profundo respeito e absoluta submissão à Palavra de Deus, e Ele
esperava o mesmo dos seus seguidores. Se a menor letra ou marca de
pontuação era para ser cumprida, então as doutrinas e práticas que
aquelas letras e palavras comunicam também são sagradas para nós.
Na palavra de Deus há coisas difíceis de entender (2 Pedro
3:16-18). Há outras coisas difíceis de aceitar (João 6:60). Mas, se
tivermos a mesma determinação de Jesus, de que seguiremos a Palavra
de Deus, por onde quer que nos leve, o fim das nossas vidas só
poderá ser um – a realização da vontade de Deus em nós e o
cumprimento das suas promessas para nós. Podemos ter esta atitude
porque confiamos no Autor das Escrituras e sabemos que o caminho
pelo qual Ele nos conduz é o caminho da vida. Há algo na Bíblia que
é difícil para você aceitar ou obedecer? Lembre-se de Jesus e quão
difícil foi para ele aceitar o caminho doloroso de Calvário. Graças
à Deus que nosso Senhor aceitou e se submeteu à vontade de Deus
para sua vida. Imagine o quanto Deus pode lhe abençoar se você
fizer o mesmo.
hermeneutica.com

O Valor da Biblia



Há muitos anos, existiu um homem muito rico que no dia do seu aniversário convocou a criadagem a sua sala para receberem presentes.

Colocou-os a sua frente na seguinte ordem: cocheiro, jardineiro, cozinheira, arrumadeira e o pequeno mensageiro.

Em seguida, dirigindo-se a eles, explicou o motivo de os haver chamado até ali e, por fim, fez-lhes uma pergunta, esperando de cada um a sua própria resposta. Essa foi a
pergunta feita:

- O que prefere você receber agora: esta Bíblia ou este valor em dinheiro?

- Eu gostaria de receber a Bíblia - Respondeu, pela ordem, o cocheiro - Mas, como não aprendi a ler, o dinheiro me será bastante mais útil!
Recebeu então a nota, de valor elevado na época, e agradeceu ao patrão. Esse pediu-lhe que permanecesse em seu lugar.

Era a vez do jardineiro fazer a sua escolha e, escolhendo bem as palavras, falou:
- Minha mulher está adoentada, e por esta razão tenho necessidade do dinheiro; em outra circunstância escolheria, sem dúvida, a Bíblia.
Como aconteceu com o primeiro, ele também permaneceu na sala após receber o valor das mãos do patrão.

Agora, pela ordem, falaria a cozinheira, que teve tempo de elaborar bem a sua resposta:
- Eu sei ler, porém, nunca encontro tempo para sequer folhear uma revista; portanto, aceito o dinheiro para comprar um vestido novo.

- Eu já possuo uma Bíblia e não preciso de outra; assim, prefiro o dinheiro. Informou a arrumadeira, em poucas palavras.

Finalmente, chegou a vez do menino de recados. Sabendo-o bastante necessitado, o patrão adiantou-se em dizer-lhe:

- Certamente você também irá preferir dinheiro, para comprar uma nova sandália, não é isso, meu rapaz?

- Muito obrigado pela sugestão. De fato estou precisando muito de um calçado novo, mas vou preferir a Bíblia. Minha mãe me ensinou que a Palavra de Deus é mais desejável do que o ouro.
Disse o pequeno mensageiro.

Ao receber o bonito volume, o menino feliz o abriu e nisso caiu aos seus pés uma moeda de ouro.
Virando outras paginas, foi deparando com outros valores em notas. Vendo isso, os outros criados perceberam o seu erro e envergonhados deixaram o recinto.

A sós com o menino, disse-lhe comovido o patrão:“Que Deus o abençoe, meu filho, e também a sua mãe, que tão bem o ensinou a valorizar a Palavra de Deus.”

Pense agora:
O que pode ser mais valioso do que a palavra de Deus?”
Tudo aquilo que nós precisamos, Deus tem e deseja que tenhamos.
A nós, basta aceitar o que Ele nos oferece.

Estamos Sempre Atento?


"Agora, pois, filhos, ouvi-me, e estai atentos às palavras da minha boca" (Provérbios 7:24).

Um guarda-florestal do Parque nacional de Yellowstone conta a história de um antigo
guarda-florestal que levava um grupo de caminhantes para uma visita pelo local. O
guarda-florestal estava tão entretido em falar aos visitantes tudo sobre as flores e os animais que não percebeu as mensagens que apareciam em seu rádio de comunicação.

Estava tão distraído que acabou desligando-o. Quando passou perto de uma torre, foi alcançado por um vigia ofegante que lhe perguntou por que não atendia os chamados do seu rádio comunicador. Um urso cinzento havia sido visto espreitando o seu grupo e as mensagens tentavam adverti-lo do perigo. (Harold M. Wiest)

Temos estado sempre atentos àquilo que Deus nos fala? Temos nos preocupado em consultar ao Senhor a respeito do que fazemos e dos caminhos por onde andamos? Costumamos colocar no altar de Deus todos os nossos planos, decisões e futuros projetos? Temos concordado com a palavra do Senhor que nos diz:

"sem mim, nada podeis fazer?"

A todo momento o Senhor fala aos nossos corações. Não importa como a mensagem chega,
mas, percebemos claramente quando ela vem diretamente do Senhor. A nossa alma se enche de gozo, o nosso coração se regozija, uma grande paz inunda nosso interior. Ele fala -- sempre fala -- e precisamos estar alertas e com o rádio comunicador espiritual sempre ligado.

Todas as vezes que nos distraímos e não nos apercebemos das mensagens que Deus nos
manda, colocamos não apenas nós mesmos, como todos que estão ao nosso redor, em perigo.

É muito importante que jamais nos desliguemos das mensagens salvadoras do Senhor!

Você está sempre atento?

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Reflexão Quarta Feira


Antes, sede uns para com os outros benignos, compassivos,
perdoando-vos uns aos outros, como também Deus, em Cristo, vos
perdoou. Efésios 4:32



Seja bondoso e compassivo - duas qualidades que parecem estar em
falta. Talvez seja porque temos os heróis errados. Infelizmente,
estas duas qualidades muitas vezes são vistas como fraquezas, ao
invés de pontos fortes. Perdoar como Deus nos perdoou requer muita
coragem e força. Então, sejamos fortes!

Ele Vai Voltar



"Bem-aventurados os limpos de coração, porque eles verão a Deus" (Mateus 5:8).

Uma senhora estava saindo de casa para encontrar alguns amigos aos quais traria para
uma visita. Ela deixou seus filhos em casa com a instrução de que deveriam estar limpos quando ela regressasse. Disse ela às crianças ao sair:

"Aqui estão as suas roupas e o sabonete. Tomem banho direito e estejam bem arrumados quando eu voltar". O que ela fez foi providenciar tudo de que eles necessitariam para estar preparados quando ela retornasse mais tarde.

Assim acontece com o Senhor. As providências foram tomadas, a um custo terrível, para que os corações fossem limpos. Santidade! Deus exige isso. "Sede santos". E Ele
forneceu tudo o que o homem necessitava para cumprir tal exigência.

O Senhor prometeu que voltaria para nos buscar. Ele disse que deveríamos estar
preparados, pois, nos levaria para as mansões celestiais onde viveríamos para sempre
com Ele. Ele tomou todas as providências para que isso acontecesse. Deixou-nos um
manual de limpeza, orientações para que nossa vida se tornasse brilhante, e nos
estimulou para que não fôssemos para lugares onde poderíamos nos sujar novamente.

Todos os materiais de limpeza continuam à nossa disposição. O Seu sangue nos purifica de todo o pecado. O Seu amor nos mantêm limpos e arrumados. A Sua Palavra nos mostra o caminho certo a seguir para que não corramos o risco de cair em uma "vala de engano" que nos tiraria o brilho de Sua pureza.

Ele vai voltar, e como nós estamos agora? Continuamos limpos e arrumados? Estamos
tranquilos esperando o Seu regresso. Estamos preparados para recebê-lo com a alegria
dos que têm a certeza de que estão prontos? Estamos absolutamente certos de que
obedecemos às Suas instruções e que nos encontrará exatamente como pediu que
estivéssemos?

Você tem usado o material de limpeza do Senhor ou o tem deixado de lado?

AS EPISTOLAS




Vinte e um dos vinte e sete livros que formam o Novo Testamento pertencem ao gênero epistolar.
São cartas escritas com a finalidade de dirigir, aconselhar e instruir nos seus primeiros desenvolvimentos as igrejas recém-formadas ou para ajudar os responsáveis por pastoreá-las e administrá-las.

No livro de Atos dos Apóstolos, se relata como a fé cristã começou a propagar-se pela Palestina, Ásia Menor e diversos pontos da Grécia, nos anos que se seguiram à ascensão do Senhor. A rapidez dessa expansão veio, muito cedo, revelar que o trabalho missionário não se reduzia a promover pequenos grupos de crentes em diversos lugares, mas exigia, também, manter com as novas comunidades um relacionamento vital que contribuísse para edificá-las espiritualmente e para orientar a sua conduta de acordo com os preceitos da sua fé em Cristo. Como conseqüência de tal necessidade, o anúncio do evangelho, basicamente oral no princípio, teve de ser suplementado não muito tempo depois pela comunicação por carta. Isso tornou possível aos pregadores continuar o seu labor de extensão missionária sem por isso abandonar a atenção às igrejas já estabelecidas.

As epístolas, como os demais livros do Novo Testamento, estão escritas em grego, o que não significa que o estilo literário epistolar estivesse especialmente difundido no mundo grego da época. Mas era um estilo muito difundido entre os romanos, que fizeram uso normal do correio como instrumento idôneo para vincular a metrópole com as legações políticas e militares de serviços nas províncias do Império.

Quanto ao que se refere a Israel, o Antigo Testamento conservou o texto de algumas cartas importantes (cf. 2Sm 11.15 1Rs 21.9-10 Ed 4.11-16 4.17-22 5.6-17 Ne 2.7-9 6.6-7 Jr 29.1-29) e a referência a outras (Et 9.20,25,30 Is 39.1). O Novo Testamento, além das epístolas que compõem o cânon, inclui a cópia de outras duas nos livros de Atos (15.23-29 e 23.26-30), além das sete dirigidas às igrejas da Ásia Menor (Ap 2-3).

Classificação das epístolas

De acordo com certas características comuns, podemos agrupar as epístolas do Novo Testamento do seguinte modo:

1. Epístolas paulinas (13):
a) Primeiras epístolas: 1Tessalonicenses e 2Tessalonicenses (alguns a consideram posterior).
b) Grandes epístolas: Romanos, 1Coríntios, 2Coríntios e Gálatas.
c) Epístolas da prisão: Efésios, Filipenses, Colossenses e Filemom.
d) Epístolas pastorais: 1Timóteo, 2Timóteo e Tito.

2. Epístola aos Hebreus (1)

3. Epístolas universais (7):
Tiago, 1Pedro, 2Pedro, 1João, 2João, 3João e Judas.

O título que recebe cada grupo está inspirado no tema ou propósito geral das cartas que o integram ou nas circunstâncias que rodearam a sua redação. Alguns dos títulos se explicam por si mesmos e não precisam de maiores comentários porém, nos seguintes casos, convém fazer algum esclarecimento:

Primeiras epístolas: É uma epígrafe que faz referência à época em que foram compostas. Não somente se considera que são os escritos mais antigos do apóstolo Paulo, mas também de todo o Novo Testamento.
Grandes Epístolas: Entre elas está incluída a de Gálatas apesar da pequena extensão do texto. A razão está no seu estreito parentesco com Romanos, o que requer considerá-las juntamente.
Epístolas da prisão: Quando Paulo redigia estas cartas, se encontrava preso em algum lugar que não se conseguiu determinar. Muitos pensam que se tratava de Roma outros sugerem Éfeso entretanto, na realidade, nem sequer se pode afirmar com certeza que as quatro epístolas tenham sido escritas desde uma mesma prisão.
Epístolas pastorais: Correspondem a um tempo em que o Cristianismo, tendo já progredido na fixação da doutrina e na elaboração da estrutura eclesiástica, precisava ordenar administrativa e pastoralmente a sua vida e o seu trabalho. Epístolas universais (ou gerais): Começou a se aplicar este título no séc. II, quando ainda estava se formando o cânon dos livros do Novo Testamento. Significa que as sete cartas do grupo (exceto 2Jo e 3Jo, que foram incluídas aqui por seu parentesco com 1Jo) não são dirigidas a um destinatário determinado, mas aos crentes em geral.

Características do gênero epistolar

A estrutura literária das epístolas apostólicas não é uniforme. Inclusive algumas delas (Hebreus e Tiago) parecem mais sermões ou tratados doutrinais, aos que, por alguma razão pastoral, agregou-se algum aspecto de caráter epistolar (como o cap. 13 de Hebreus ou o começo de Tiago).

As cartas que, com maior propriedade podem assim chamar-se, respondem em termos globais ao modelo clássico romano, que consistia em:

a) uma saudação inicial, precedida da apresentação do autor e a indicação do destinatário
b) o texto ou o corpo da carta propriamente dito
c) a despedida, que incluía saudações de pessoas conhecidas do autor e do receptor e saudações para essas pessoas.

Os autores cristãos modificaram, em certas ocasiões, esse modelo de carta em alguns dos seus detalhes. Paulo, p. ex., no lugar da característica saudação inicial romana "Saúde", introduz no começo de quase todas as suas epístolas uma expressão mais complexa, que dá testemunho da sua fé:
"Graça a vós outros e paz da parte de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo" (cf., p. ex., Rm 1.7).
Essas palavras vão normalmente seguidas de uma ação de graça ou de uma oração em favor dos destinatários da carta. Do mesmo modo, a despedida não se limita ao simples e frio "Saúde", que lemos, p. ex., na carta do tribuno Cláudio Lísias ao governador Félix (At 23.30), mas freqüentemente inclui, junto às saudações pessoais, uma exortação, bênção ou doxologia, que é como uma afirmação final da sua fé, com a qual o autor encerra os seus escritos.

Redação das epístolas

Na época em que surgiram as epístolas neo-testamentárias era prática habitual que o autor ditasse o texto a um assistente ou amanuense. É muito provável que Romanos tenha sido ditada pelo apóstolo Paulo a um crente que se identifica a si mesmo como "Tércio, que escrevi esta epístola" (Rm 16.22).

Em certas ocasiões, o autor não se valia de um escrevente, mas de um autêntico secretário, que, uma vez informado dos assuntos a tratar, se encarregava de compor e redigir a carta do princípio ao fim. Em qualquer caso, também era comum que, ao término do escrito, o próprio autor acrescentasse, do próprio punho, o seu nome e umas poucas palavras de saudação (cf. 1Co 16.21 Gl 6.11 e, talvez, 1Pe 5.12).

Também freqüentemente sucedia que um livro, cujo autor queria oferecer o pensamento ou os ensinamentos de um personagem de reconhecido prestígio, era publicado com o nome desse último, sem se importar se ainda estava vivo ou já havia morrido. Em tais casos de nome ou título figurado, o autor, evidentemente, permanecia anônimo. Alguns estudiosos pensam que esse procedimento, admitido nos usos literários da antigüidade hebraica, grega e latina, possivelmente tenha sido introduzido em certas ocasiões no Novo Testamento. Entretanto, seja como fosse, a autoridade das Escrituras, suporte da fé cristã e norma da vida e da conduta do povo de Deus, em nada ficou por isso depreciada.


Fonte:
iLúmina - A Bíblia do século XXI

terça-feira, 11 de maio de 2010

Reflexão Terça Feira


Se teu irmão pecar contra ti, vai argüi-lo entre ti e ele só. Se
ele te ouvir, ganhaste a teu irmão. Mateus 18:15


Às vezes é muito difícil fazer o que é certo. Parece muito mais
fácil fofocar sobre alguém que tem nos decepcionado, ou
mencioná-los num grupo de oração (como alguém que precisa de
oração), ou deixar dicas sobre a pessoa quando estamos falando
sobre "cristãos fracos". Mas, somente uma coisa é a coisa certa
quando somos feridos pela ação de um outro irmão em Cristo! Vá até
a pessoa que te feriu, tente minimizar os danos e conter o problema
só entre vocês dois, e reconciliem-se um com outro. Este é o desejo
de Deus, e deve ser nosso alvo como filhos dEle.

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