"Interrogado pelos fariseus sobre quando viria o reino de Deus, Jesus lhes respondeu: Não vem o reino de Deus com visível aparência. Nem dirão: Ei-lo aqui! Ou: Lá está! porque o reino de Deus está dentro em vós." (Lucas 17: 20-21).

domingo, 11 de julho de 2010

Desempregado, e agora?




Em algumas situações, quando alguém perde o emprego, abre-se um espaço muito grande na vida para a depressão, a amargura, a ira e a raiva, e esse alguém sempre fica procurando um culpado para justificar a situação em que vive. A partir do momento em que se abre brechas, ele começa a ser invadido por questionamentos, como: “Por que ele continuou empregado e eu não, se a minha contribuição para a empresa era tão boa quanto a dele?”

Vivemos um período em que as pessoas estão usando a expressão “o fantasma do desemprego”. Não precisamos temer o desemprego e muito menos o “fantasma”. A nossa confiança deve estar no Senhor. Muitos vivem com medo e ressentidos. Tais sentimentos se manifestam por meio da indignação contra o ex-chefe, um colega de trabalho, ou até mesmo o governo. Não quero listar as razões para o desemprego, mas apenas comentar o fato em si, e orientá-lo a lidar com o ressentimento advindo dele. Esse sentimento é altamente maléfico, pois nos corrói por dentro, provocando amarguras, procurando destruir nossa alegria e a nossa fé.

É maravilhoso percebermos que aquele que descansa no Senhor, que se alegra nele, a despeito de todas as situações adversas, consegue sorrir e encontra forças para se manter feliz. A fé cristã é alegre. Jesus era capaz de transmitir alegria a todos. Mas isto só era possível porque Ele andava e vivia na força de Deus. Por outro lado, é interessante notarmos que uma pessoa marcada pela amargura e pelo ressentimento contagia as que estão ao seu redor. Só há um modo de lidar com a amargura: arrepender-se e perdoar.

A nossa escolha deve ser a de perdoar. Jesus disse: “E, quando estiverdes orando, se tendes alguma coisa contra alguém, perdoai, para que vosso Pai celestial vos perdoe as vossas ofensas.” (Marcos 11.25). Todos temos pedidos e necessidades. Uma pessoa desempregada, muitas vezes, ora por uma nova oportunidade de emprego, e nem sempre a resposta chega de imediato. Esta “demora” pode gerar amargura. Por isso, a importância de ficarmos atentos.

Agora, pois, é hora de parar e refletir. Se você tem algo contra o patrão, o chefe, aquele colega que o enganou ou aquele que foi a causa da sua demissão, a Palavra nos ordena a perdoarmos. Perdão produz perdão. O perdão às ofensas dos outros nos possibilita o perdão de Deus às nossas próprias ofensas: “Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celeste vos perdoará; se, porém, não perdoardes aos homens [as suas ofensas], tampouco vosso Pai vos perdoará as vossas ofensas.” (Mt 6.14-15). A falta de perdão e o trato com a amargura são apenas uns dos fatores, uma parte do problema gerado pelo desemprego. Outras batalhas devem ser ganhas e a primeira é esta: não permitirmos que amargura nos domine.
Que o Pai vivifique essa palavra no coração de cada leitor e que cada um aprenda a ser próspero na terra da aflição!

Deus abençoe!

lagoinha.com

sábado, 10 de julho de 2010

2 OU 3, ONDE?


2 OU 3, ONDE?


"Jesus disse que onde 2 ou 3 estiverem reunidos em seu nome, ele lá estaria." Mt 18.20

Jesus seria a 4ª pessoa naquela reunião.

Jesus seria a visita especial.

Ali Ele segredaria o que não pode dizer pessoalmente. Paulo disse que só com os demais irmãos é possível conhecer o amor de Cristo, em toda a sua dimensão. Ef 3.18

Alguns têm entendido que essa reunião é o fim de toda a formalização, a comprovação de que nunca precisamos de formalização alguma.

Mas, o que é reunir em torno de Jesus?

Jesus instituiu como reunião em torno dele a reunião em torno da ceia do Senhor.

Jesus disse que toda a vez que comêssemos do pão e bebêssemos do vinho, o anunciaríamos, até que ele volte. 1 Co 11.26

É em torno da ceia do Senhor que nos reunimos em nome do Senhor.

Isso é formalização: tem hora, tem maneira e tem lugar. E é seríssima, pois Paulo disse que, dependendo da forma como participamos da ceia, podemos sofrer consequências, inclusive morrer mais cedo. Logo, também tem liturgia. 1 Co 11.27-30

Então, reunir-se em nome de Jesus é reunir-se em torno da ceia.

Lá anunciamos o perdão com o que somos perdoados e com que perdoamos.

Lá anunciamos a ressurreição, o poder pelo qual vivemos.

Lá o Senhor ordena a bênção e a vida para sempre.

Lá é a reunião da Igreja!

Todas as reuniões só serão da igreja se o forem em torno da mesa, mesmo que a mesa não seja arrumada para aquele dia.

A mesa da ceia é a mesa da comunhão. Lá nasceu a Igreja e lá ela é mantida

Esboços dos Livros da Biblia - 17


CARTA AOS HEBREUS

Os cristãos a quem este livro foi escrito eram de origem judaica, e é por isso que o livro é chamado de Carta aos Hebreus. Eles estavam sendo perseguidos e poderiam abandonar a fé cristã e voltar à religião dos seus antepassados.
O livro parece mais um discurso ou um sermão do que uma carta; o autor não diz quem é nem diz a quem está escrevendo. Só no fim do livro é que aparecem umas poucas referências a pessoas (13.22-24). Ninguém sabe com certeza quem escreveu este belo sermão.

O autor deste livro procura provar aos leitores que é por meio de Jesus que Deus envia a mensagem mais perfeita a respeito de si mesmo: Jesus é a revelação completa e eterna de Deus. Ele é o Filho de Deus, superior aos profetas do Antigo Testamento, aos anjos e a Moisés e Josué. Ele é o eterno Grande Sacerdote que se oferece a si mesmo como sacrifício perfeito a Deus a fim de tirar os pecados da humanidade. É por meio dele que Deus faz o novo e perfeito acordo com o seu povo. E é por meio de
Jesus Cristo que se consegue a salvação eterna.

No capítulo 11 o autor cita os nomes dos heróis da fé, as personagens do Antigo Testamento que continuaram firmes na sua fé em Deus mesmo tendo de enfrentar derrotas, perseguições e martírio. Recomenda, pois, que os leitores prestem atenção e não se desviem do caminho da fé, mas prossigam firmes até o fim.
Depois de vários conselhos, o autor termina com uma oração e saudações pessoais.

Esboço:

Introdução: Jesus Cristo, a mais perfeita revelação de Deus - 1.1-3
Cristo é superior aos anjos - 1.4-2.18
Cristo é superior a Moisés e Josué - 3.1-4.13
Cristo, o Grande Sacerdote eterno - 4.14-7.28
O acordo feito por meio de Cristo é superior - 8.1-9.22
O sacrifício de Cristo é superior - 9.23-10.39
Os heróis da fé - cap. 11
Conselhos - cap. 12
Como agradar a Deus - 13.1-19

CARTA DE TIAGO

A Carta de Tiago foi escrita a todos os cristãos do seu tempo e trata de assuntos práticos da vida cristã. O autor fala de pobreza e riqueza; tentação; preconceito; maneira de viver; o falar; o agir, o criticar; orgulho e humildade; paciência, oração e fé.

Ele põe acima de tudo a necessidade de não somente crer como também agir. Não adianta nada alguém dizer que tem fé se não provar por meio das suas ações que a sua fé é viva e verdadeira. "Porque, assim como o corpo sem o espírito está morto, assim também a fé sem ação está morta" (2.26). A verdadeira fé cristã se manifesta em ações cristãs.

O autor chama a si mesmo de "mestre" (3.1), e este livro tem belas para todos os seguidores de Cristo. Com clareza e vigor Tiago nos ensina como devemos agir e viver, se é que queremos ser cristãos.

Esboço:
Introdução - 1.1
Fé e sabedoria - 1.2-8
Pobreza e riqueza - 1.9-11
Provas e tentações - 1.12-18
Ouvir e fazer - 1.19-27
Tratamento igual para todos - 2.1-13
Fé e ação - 2.14-26
Dominar a língua - 3.1-12
A verdadeira sabedoria - 3.13-18
O cristão e o mundo - 4.1-5.6

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Viver no Mundo


“Não peço que os tires do mundo, e sim que os guardes do mal.” (João 17:15 ARA)

Eu percebo que muitas pessoas tem a impressão errada de Deus, em vários sentidos e aspectos. Especialmente quando se trata de pedir as coisas a Ele, assunto que tenho estudado bastante ultimamente, parece que a distorção é ainda maior.

Deus é soberano e age como quiser, quando quiser e da forma que quiser, sem precisar prestar contas a ninguém – e de fato raramente o faz. Ainda assim, quando o faz, é por que quis e não por que precisava.

Os desafios virão, as tentações virão, os problemas virão. É inerente ao mundo em que vivemos. Nem Jesus pediu que seus mais próximos fossem tirados disso, apenas poupados da ação do mal. Note bem: da ação do mal, nem da exposição a ele. O mal virá, mas a oração de Jesus é para que os seus sejam guardados (poupados) de serem atingidos por ele.

Tenho visto muitos orando para Deus conceder paciência, mas não aceitam desaforo e não se deixam aperfeiçoar. Pedem santidade mas não fogem da tentação. Pedem para prosperar mas não querem estudar ou trabalhar mais. Oram para que Deus lhes dê saúde mas se alimentam mal e não se exercitam. Pedem que Deus ouça suas orações mas apenas pedem e nunca adoram e agradecem. Cantam “eu te amo Jesus” com seus lábios mas não dizem “eu te amo Jesus” com sua obediência.

Infelizmente isso é receita de fracasso, pois Deus nunca prometeu que as coisas seriam dadas num passe de mágica. Para ter caráter é preciso ser forjado. Para ser homem é preciso ter sido menino. Não temos promessa de ser tirados deste mundo ou isentado de experimentar o mal. A promessa, ou a oração de Jesus neste texto específico, é de que seríamos guardados da ação do mal. Não ser atingido é diferente de não ser exposto.

Se você quer ser abençoado, cuidado com o que pede para Deus. Às vezes a gente pede uma colheita e Deus no dá um campo e um saco de semente.


Mário Fernandez

Esboços dos Livros da Biblia - 16


PRIMEIRA CARTA DE PAULO A TIMÓTEO

Timóteo era o colega e auxiliar mais querido do apóstolo Paulo. A mãe dele era uma judia que tinha aceitado a fé cristã, e o pai era grego (Atos 16.1-3). As duas cartas a Timóteo e a carta a Tito são chamadas de "Cartas Pastorais" por tratarem dos deveres dos "pastores" do povo de Deus, isto é, os dirigentes da Igreja.

A Primeira Carta a Timóteo previne o jovem pastor (4.12) contra as doutrinas falsas que estavam sendo espalhadas entre os cristãos. Diziam os falsos mestres (1.3) que era proibido comer certos alimentos e que casar era errado (4.3-5). Essas proibições se baseavam na idéia de que o mundo material é mau e que a salvação se alcança por meio de certas verdades que só alguns poucos privilegiados podem aprender.
Esta carta também ensina aos dirigentes da Igreja a maneira de fazerem o trabalho. E ao próprio Timóteo o apóstolo dá um conselho que serve para todos os seguidores de Jesus Cristo: "Viva uma vida de honestidade, de dedicação a Deus, de fé, de amor, de perseverança e de humildade. Combata o bom combate da fé e ganhe a vida eterna" (6.11-12).

Esboço:
Introdução - 1.1-2
Instruções sobre a Igreja e os seus dirigentes - 1.3-3.16

SEGUNDA CARTA DE PAULO A TIMÓTEO

A Segunda Carta de Paulo a Timóteo trata principalmente das responsabilidades e dos deveres de Timóteo. O apóstolo sente que a sua vida está chegando ao fim; por isso, com carinho e dedicação, ele dá conselhos ao seu colega e amigo Timóteo para que seja forte na fé e continue sendo um fiel soldado de Jesus Cristo. Ainda mais: que seja zeloso no cumprimento dos seus deveres de dirigente da Igreja "e cumpra completamente o seu dever como servo de Deus" (4.5).

O apóstolo fala da sua própria maneira de viver, da sua fé, do seu amor e da sua perseverança, que devem ser imitados pelo seu jovem colega (3.10-11). Cheio de coragem e confiança, o apóstolo resume assim a sua vida e a sua esperança de servo de Deus: "Combati o bom combate, completei a carreira, guardei a fé. E agora está me esperando o prêmio da vitória, que é dado a quem vive uma vida correta, o prêmio que o Senhor, o justo Juiz , me dará naquele Dia" (4.7-8).

Esboço:
Introdução - 1.1-2
Conselhos e elogios - 1.3-2.13
Deveres de Timóteo como dirigente da Igreja - 2.14-4.5
A situação do apóstolo - 4.6-18

CARTA DE PAULO A TITO

Tito, um não-judeu que havia se tornado cristão, foi um dos colegas e do apóstolo Paulo no seu trabalho missionário (Gálatas 2.1-3; 2 Coríntios 7.6-16).
Paulo o havia deixado na ilha de Creta a fim de que ele organizasse e dirigisse o trabalho das igrejas dali (Tito 1.5). Na Carta a Tito o apóstolo trata dos deveres e da maneira de agir dos dirigentes das igrejas; fala também das responsabilidades do próprio Tito nas suas relações com os vários grupos de pessoas das igrejas.

O apóstolo recomenda que Tito use a sua autoridade para o bem dos membros das igrejas e que a sua maneira de agir sirva de exemplo para todos (2.7). Diz que a vida cristã se torna possível por causa da bondade e do amor de Deus, que nos salvou "não porque fizemos alguma coisa boa, mas por causa da sua própria misericórdia" (3.5).

Esboço:
Introdução - 1.1-4
Responsabilidades dos dirigentes da Igreja - 1.5-16
Deveres dos vários grupos nas igrejas - cap. 2
Maneira de agir dos cristãos - 3.1-11

CARTA DE PAULO A FILEMOM

Filemom era um cristão importante, provavelmente membro da igreja de Onésimo, que era escravo de Filemom, tinha fugido do seu dono. Não se sabe como ele chegou a conhecer o apóstolo Paulo, mas o certo é que se converteu ouvindo a mensagem do evangelho anunciada pelo apóstolo, que estava na prisão.

Paulo decidiu que Onésimo deveria voltar para o seu dono e por isso escreve a Carta a Filemom a fim de lhe fazer um apelo para que receba Onésimo de volta, não somente como escravo, mas também como um querido irmão em Cristo.
Parece que a Carta aos Colossenses e a Carta a Filemom foram escritas na mesma época e que as duas foram entregues pelo próprio Onésimo.
Esta pequenina carta é um belo exemplo de cortesia e carinho. Paulo não os direitos que as leis daquele tempo davam ao dono de um escravo. Para resolver esta questão de um escravo fugido, Paulo aplica a mais alta lei que existe, a lei do amor cristão.

Esboço:
Introdução - vs. 1-3
Elogios para Filemom - vs. 4-7

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Chuva Temporã e Serôdia



Alegrai-vos, pois, filhos de Sião, e regozijai-vos no Senhor vosso Deus; porque ele vos dá em justa medida a chuva temporã, e faz descer abundante chuva, a temporã e a serôdia, como dantes. JOEL 2:23
Significados:

Temporã: Precoce, antes do tempo.
Serôdia: Que vem tarde, tardiamente.

Quando o profeta Joel escreveu sobre a chuva temporã e serôdia, Judá, vivia uma época de grande devastação. Uma enorme praga de locustas havia aniquilado toda vegetação. Pastagens, tanto de ovelhas como de gado, morreram. Safras perdidas, fome e seca por toda parte. Deus, através do profeta, convoca o povo ao arrependimento. O mal, sobre Judá, teria vindo por causa do pecado: "Congregai o povo, santificai a congregação, chorem os sacerdotes, ministros do Senhor" (Joel 2:15,16). E em meio ao choro, pranto e arrependimento, Deus, envia promessa de abundância. Colheita a tempo e fora de tempo. É no meio do choro e pranto que Deus envia dois tipos de chuvas: Temporã e Serôdia.

Campos devastados em nossas vidas: Às vezes, estamos assim, vivendo a devastação. Como se uma praga de locustas devorasse nossos sonhos de paz e prosperidade. De repente, sem piedade. Tirando-nos da " do conforto" Tudo que nossos olhos conseguem alcançar é destruição, tristeza. O que fazer?

Deus, através do profeta, orienta a busca pela restituição. Só o Senhor, pode restaurar os campos. Ele não convoca o povo a prantear pelo que se foi, mas pelo que haveria de vir. A busca, a total entrega a Deus, transformaria os campos: "Vos envio trigo, o mosto, e o azeite, e dele sereis fartos" Joel 2:19.

Ao cair a chuva temporã e serôdia, tudo seria restituído, em "justa medida". Assim é conosco. A chuva poderá tardar ou vir precocemente, ela, inicia um novo tempo.
A chuva serôdia veio a Jacó: Jacó: Trabalhou 20 anos para Labão. Este mudou seu salário dez vezes. Jacó sofreu humilhação, fome, frio, foi roubado e trapaceado. Mas, quando Deus enviou a chuva serôdia (Tardia) sobre ele, Jacó, partiu em direção as promessas. A serôdia superabundou. Os campos outrora áridos se tornaram férteis. Na descendência de Jacó, ha restituição, aleluia!! Um novo tempo. Jacó se chamaria Israel, descendência do Senhor. Gn 29, 30,31.

Maria recebeu a temporã: Maria: Noiva de José, ainda virgem, acolheu em seu ventre, O Salvador Jesus. Imagino o escândalo que o fato teria causado: "Aquela Maria, parece santa, mas, nem casou e já está grávida". Os olhares, as repreensões os murmurinhos. "a praga de locustas" se apresenta nos relacionamentos de Maria. Entre sua vizinhança, seus familiares, amigos. Como explicar? Como se apresentar a sociedade? Quem acreditaria nessa história de "gerado através do Espírito Santo"? A locusta devorava em meio a chuva temporã. Maria, a mais agraciada, de todas as mulheres, grávida, antes do tempo: Do casamento, da primeira cópula. Os frutos dessa chuva abundaram para a vida eterna. Jesus, marcaria a humanidade para todo o sempre, passando até a dividir a história em a.c e d.c. Um novo tempo.

Quando Deus envia a temporã e a serôdia, Ele capacita para a colheita. Aleluia!! Ele sustentou Jacó, Maria,e sustentará a mim e a você. Estudar sobre essa passagem do livro de Joel fortaleceu minha fé. Me fez olhar para algumas "áreas devastadas", com certeza de vasta colheita, no tempo determinado por Ele. Que assim seja para vós, filhos de Sião.

Esboços dos Livros da Biblia - 15


CARTA DE PAULO AOS COLOSSENSES

A cidade de Colossos ficava na província romana da Ásia, região que hoje parte da Turquia. A igreja dali não tinha sido fundada por Paulo, e, pelo que parece, ele ainda não havia estado lá quando escreveu a Carta aos Colossenses. É provável que Epafras, companheiro de Paulo, tenha sido o primeiro a anunciar a Boa-Notícia do Evangelho em Colossos (1.7; 4.12).

Paulo, na prisão (4.3,10,18), tinha recebido notícias das falsas doutrinas estavam sendo ensinadas aos cristãos de Colossos (2.8,16-23) e por isso escreve esta carta para combater esses falsos ensinamentos e trazer os colossenses de volta à verdadeira fé que Epafras havia anunciado.

Somente Jesus Cristo pode salvar, somente por meio dele é que os pecados são perdoados. Portanto, que os colossenses continuem fiéis, tendo a sua fé construída sobre um alicerce firme e seguro, e que não sigam atrás de ensinamentos inventados por qualquer um. Paulo fala da nova vida que os seguidores de Cristo têm por estarem unidos com ele e como essa vida se manifesta especialmente no amor de uns para com os outros (3.12-14).

Nas saudações finais (4.7-17) Paulo pede que esta carta seja enviada à de Laodicéia, uma cidade vizinha, e que os cristãos de Laodicéia enviem aos colossenses a carta que Paulo tinha escrito ou pretendia escrever a eles. A carta aos colossenses foi levada a eles por Tíquico, e com ele foi Onésimo (4.7-9), em favor de quem Paulo escreveu a Carta a Filemom.

Esboço:
Introdução - 1.1-8
A pessoa e a missão de Cristo - 1.9-2.19
A nova vida em união com Cristo - 2.20-4.6

PRIMEIRA CARTA DE PAULO AOS TESSALONICENSES

Tessalônica era a capital da província romana da Macedônia, região que faz parte da Grécia. A igreja de Tessalônica tinha sido fundada pelo apóstolo Paulo durante a sua segunda viagem missionária (Atos 17.1-10).Os judeus daquela cidade se colocaram fortemente contra os cristãos, de modo que Paulo e Silas foram forçados a fugir para a cidade de Beréia. Mais tarde, na cidade de Corinto, Paulo recebeu de Timóteo, seu colega de trabalho, notícias a respeito da situação dos cristãos em Tessalônica (1 Tessalonicenses 3.6).

Paulo então escreve a Primeira Carta aos Tessalonicenses para lhes dizer como está contente com o progresso espiritual deles e para animá-los a continuarem firmes na fé em Cristo, a viverem de maneira a agradar a Deus. Ele recomenda que não se preocupem com questões sobre quando os mortos iriam ressuscitar e quando Jesus Cristo iria voltar. Paulo pede que confiem no amor de Deus, o qual "não nos escolheu para nos castigar, mas para nos dar a salvação por meio do nosso Senhor Jesus Cristo" (5.9). Com carinho e amor Paulo termina a carta com saudações para os seus queridos irmãos e irmãs de Tessalônica.

Esboço:

Introdução - 1.1
Palavras de alegria e louvor - 1.2-3.13
Conselhos sobre a vida cristã - 4.1-12
A vinda do Senhor Jesus Cristo - 4.13-5.11

SEGUNDA CARTA DE PAULO AOS TESSALONICENSES

Mesmo depois de terem recebido a primeira carta de Paulo, os cristãos de Tessalônica continuaram discutindo sobre a vinda do Senhor Jesus Cristo. Alguns até diziam que o Dia do Senhor já havia chegado, enquanto outros estavam tão certos de que Jesus voltaria logo, que estavam largando os seus empregos e vivendo às custas dos outros.

Então Paulo escreve a Segunda Carta aos Tessalonicenses a fim de corrigir esses falsos ensinamentos e atitudes. Ele diz que antes da vinda de Cristo haverá um tempo de maldade e de pecado. Paulo fala também de um poder misterioso, a quem ele chama de "o Perverso", que chefiará uma revolta mundial contra Deus. Mas Deus vencerá, e os que são escolhidos por ele para a salvação ficarão sempre seguros. Paulo pede que os leitores continuem firmes na fé e não andem atrás de ensinamentos falsos. É nesta carta que se encontra o famoso ditado: "Quem não quer trabalhar não coma" (3.10).

Esboço:

Introdução - 1.1-2
Palavras de louvor e conselhos - 1.3-12
A vinda do Senhor Jesus Cristo - 2.1-12
Conselhos sobre a vida cristã - 2.13-3.15

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