"Interrogado pelos fariseus sobre quando viria o reino de Deus, Jesus lhes respondeu: Não vem o reino de Deus com visível aparência. Nem dirão: Ei-lo aqui! Ou: Lá está! porque o reino de Deus está dentro em vós." (Lucas 17: 20-21).

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

O Justo Juízo de Deus


O Justo Juízo de Deus (Romanos 2:1-16)

Lendo as fortes palavras do final do capítulo 1, alguns cristãos – especialmente judeus – poderiam ser tentados a concordar com Paulo e condenar “aqueles pecadores” que praticam e aprovam coisas dignas de morte. Esses religiosos facilmente lamentariam o estado depravado dos outros, sem perceber que estavam no mesmo lamaçal do pecado. Nos capítulos 2 e 3, Paulo afirma que o problema do pecado é universal, atingindo igualmente judeus e gentios.

O Perigo de Auto-Justiça

É muito fácil enxergar e condenar as falhas dos outros. O homem que confia na sua própria justiça não reconhece a sua própria necessidade da graça de Deus (1-4). Durante o seu ministério na terra, Jesus batalhava contra a arrogância e auto-justiça de seitas como os fariseus (veja Mateus 23:27-28). Paulo, um ex-fariseu, agora luta contra o mesmo orgulho religioso de seus compatriotas.

A auto-justiça traz conseqüências gravíssimas. Quando a pessoa recusa a ajuda oferecida por Deus, não há outro remédio. Vai caminhando para a morte, incapaz de se livrar dos laços da iniqüidade. Tal pessoa acha algum conforto em ver os pecados maiores dos outros, e não reconhece que o Deus justo rejeitará todos que praticam a injustiça (5-11).

A Justiça de Deus

Ao mesmo tempo que Paulo tira as desculpas das pessoas que se julgam boas, ele oferece esperança. Deus oferece a glória, honra, incorruptibilidade e paz (7,10). Mais adiante explicará melhor as condições para receber essas bênçãos (veja 3:24; 4:16; 5:2; 6:14; 11:6; etc.). Por enquanto, ele simplesmente se refere à bondade, à longanimidade e à tolerância de Deus para com os arrependidos (4). A esta altura, ele enfatiza a igualdade de judeus e gentios. Os pecadores de qualquer nação serão condenados, e os justos de qualquer povo serão glorificados. Deus julgará cada um conforme os seus atos (6), e não mostra acepção de pessoas (11).

A Igualdade de Judeus e Gentios

Os judeus confiaram na lei que Deus lhes deu por intermédio de Moisés. Por terem recebido essa revelação especial, acharam-se superiores aos gentios. Mas possuir a lei não salva. Ser ouvinte da lei não salva. Para serem justificados, teriam de obedecer à lei. Paulo ainda mostrará que nenhum judeu obedeceu a lei perfeitamente. Aqui ele ousa dizer que um gentio que respeite os princípios de justiça, mesmo não tendo a lei escrita, seria aceito por Deus. Tal afirmação seria, para muitos judeus, praticamente blasfêmia! Para apreciar a importância e a necessidade do evangelho, é preciso primeiro descartar falsas bases de confiança. O homem que confia em sua própria justiça não será salvo. A pessoa que se acha segura por fazer parte do povo “escolhido” sofrerá uma grande decepção. Cada um será julgado – não por ser judeu ou gentio – mas de acordo com seu procedimento. O julgamento será feito por um Deus onisciente, usando como base o mesmo evangelho pregado por Paulo (16; João 12:47-48).

O Justo Juiz

Com Deus, não há acepção de pessoas. Pedro entendeu esse fato quando pregou, pela primeira vez, aos gentios (Atos 10:34). Aqui, Paulo reafirmou a mesma verdade quando falou da necessidade universal do evangelho (11). Deus é um juiz justo. Cabe ao homem se conformar com a vontade do Senhor.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Reflexão Terça Feira


Então ele deixou a multidão e foi para casa. Seus discípulos
aproximaram-se dele e pediram: “Explica-nos a parábola do joio no
campo”. Ele respondeu: “Aquele que semeou a boa semente é o Filho
do homem. O campo é o mundo, e a boa semente são os filhos do
Reino. O joio são os filhos do Maligno, e o inimigo que o semeia é
o Diabo. A colheita é o fim desta era, e os encarregados da
colheita são anjos. Mateus 13:36-39


Jon Courson observou bem uma aplicação desta parábola à
história. Ele lembra que, enquanto era perseguida pelo império
Romano, a igreja cresceu de forma exponencial. Mas, quando o
Cristianismo foi adotado como religião oficial de Roma, a igreja
começou a sofrer um longo declínio. "O perigo não está na
perseguição. O verdadeiro perigo está na infiltração. Quando o
Cristianismo se tornou respeitável e fácil, o joio começou a brotar
em todo lugar." Se você está enfrentando oposição, ataques ou até
perseguição, você corre o risco de ceder à força do inimigo. Mas,
você pode reagir como os primeiros Cristãos, tomando a decisão de
seguir Jesus, seja qual for o custo. Tomara que esta seja a sua
decisão. Fique firme no Senhor, confie nEle, que haverá um dia um
julgamento. E siga em frente fazendo aquilo que ele lhe chamou aqui
para fazer. Sua parte não é a separação do joio do trigo - é a
plantação da semente que brotará numa safra de justiça e almas
salvas para a eternidade. Olhe para seu trabalho e não permita que
o inimigo lhe desvie da sua gloriosa missão!

Como dar um jeito em alguém que você não gosta


“… aquilo que o homem semear, isso também colherá…” (Gálatas 6:7).

“Há muito tempo, uma menina chamada Lili se casou e foi viver com o marido e a sogra. Depois de alguns dias, passou a não se entender com a sogra, pois as personalidades delas eram muito diferentes e Lili foi se irritando com seus hábitos e a sogra, por sua vez, freqüentemente a criticava. Meses se passaram e elas cada vez mais discutiam e brigavam.

De acordo com antiga tradição chinesa a nora tinha que se curvar à sogra e obedecê-la em tudo. Lili, já não suportando mais conviver com ela, decidiu tomar uma atitude e foi visitar um amigo de seu pai. Depois de ouvi-la, ele pegou um pacote de ervas lhe disse: – Vou lhe dar várias ervas que irão lentamente envenenando sua sogra.

Você não poderá usá-las de uma só vez para se libertar de sua sogra porque isso causaria suspeitas. A cada dois dias ponha um pouco destas ervas na comida dela.

Agora, para ter certeza de que ninguém suspeitará de você quando ela morrer, você deve ter muito cuidado e agir de forma muito amigável. Lili respondeu: – Sim, Sr. Huang, eu farei tudo o que o que o senhor me pedir.

Lili ficou muito contente, agradeceu e voltou apressada para casa para começar o projeto de assassinar a sua sogra. Semanas se passaram e a cada dois dias Lili servia a comida “especialmente tratada” à sua sogra. Ela sempre lembrava do que Sr.Huang tinha recomendado sobre evitar suspeitas e, assim, controlou o seu temperamento, obedeceu a sogra e a tratou como se fosse sua própria mãe. Depois de seis meses, a casa inteira estava com outro astral. Lili tinha controlado o seu temperamento e quase nunca se aborrecia. Nesses seis meses, não tinha tido nenhuma discussão com a sogra, que agora parecia mais amável e mais fácil de lidar.

As atitudes da sogra também mudaram e elas passaram a se tratar como mãe e filha.
Um dia, Lili foi novamente procurar o Sr. Huang para pedir-lhe ajuda e disse: –

Querido Sr. Huang, por favor, me ajude a evitar que o veneno mate minha sogra. Ela se transformou numa mulher agradável e eu a amo como se fosse minha mãe. Não quero que ela morra por causa do veneno que eu lhe dei. Sr. Huang sorriu e acenou com a cabeça. – Lili, não precisa se preocupar.

As ervas que eu dei eram vitaminas para melhorar a saúde dela. O veneno na verdade estava na sua mente e na sua atitude, mas foi jogado fora e substituído pelo amor que você passou a dar a ela”.

Amados, em vez de envenenarmos cada vez mais as pessoas, deveríamos nos esforçar para amá-las… QUEM SABE ELAS NÃO MUDAM???

Mesmo sendo imperfeito, Deus conta contigo!




Queria analisar juntamente contigo, três passagens da vida do apóstolo Pedro que nos deixam muitos ensinamentos e que nos faz entender como que é o relacionamento de um Deus perfeito com homens imperfeitos.
1ª passagem – João 18. 10,11

Então Simão Pedro, que tinha espada, desembainhou-a, e feriu o servo do sumo sacerdote, cortando-lhe a orelha direita. E o nome do servo era Malco.
Mas Jesus disse a Pedro: Põe a tua espada na bainha; não beberei eu o cálice que o Pai me deu?

Este texto revela que naquele momento que vieram prender Jesus, a mensagem que ecoava na mente de Pedro é que ACABOU, pois a vida de Pedro após se tornar discípulo de Jesus tinha mudado circunstancialmente, pois era este um pescador humilde, naquele momento ele era discípulo de um dos homens mais populares em Israel. Jesus ser preso e posteriormente morto, significava para Pedro o fim de um sonho, ACABOU.

O término de um casamento, uma demissão, ter que parar a construção de sua casa… Estas situações geram um imenso sentimento de perda, devido a quebra de um processo de uma caminhada. Por este sentimento Pedro estava tomado.

Como é difícil lidar com esta situação do ACABOU, pois todo processo iniciado tem como objetivo chegar até o final, porém, no caso de Pedro e a prisão de Jesus, o processo estava correndo normalmente, mas Pedro de maneira afoita colocou os seus interesses pessoais acima dos interesses do reino. Toda vez que colocarmos os nossos interesses pessoais a frente dos interesses do reino, agiremos de forma afoita e seremos repreendidos pelo Mestre.

Quando Pedro corta a orelha do soldado, ele esta dizendo eu não quero que Você seja preso e posteriormente morra, pois eu voltarei a ser um pescador humilde que não tem muita importância. Hoje vemos acontecer isto em nossa sociedade onde pessoas se mostram cada vez mais egoístas e menos altruístas. Agindo desta maneira impedimos que a benção chegue a outras pessoas.

2ª passagem – João 18.27

E Pedro negou outra vez, e logo o galo cantou.

Pedro aqui nega Jesus três vezes, é interessante que o Mestre já tinha dito a ele que aquilo iria acontecer, o relato de Jesus que Pedro iria nega – lo foi fruto de um diálogo onde Pedro diz para o Mestre que o seguiria para onde Ele fosse, e Jesus lhe responde que ele o negaria três vezes antes que o galo cantasse. (João 13.35-38)

É interessante notar que a palavra seguir-me no grego é akoulotheo, que significa andar na mesma estrada, quando Jesus fala para Pedro que ele o negaria três vezes. Jesus queria que ele entendesse que ele não era tudo aquilo que ele pensava ser, ou seja, você não está na mesma estrada, pois Pedro fazia uma projeção muito maior daquilo que ele realmente era. Faltava a Pedro a compreensão que ele era um homem imperfeito sujeito a falhas, e que a qualquer momento poderia ser traído pelos sentimentos, indo contra os seus ideais. E é exatamente isto que acontece com ele, pois algum tempo depois, Pedro para preservar a sua integridade física vai contra o que tinha declarado como objetivo, isto é, seguir a Jesus a qualquer preço, em qualquer circunstância.

A atitude de Pedro ao negar Jesus três vezes descredenciou o seu discurso que o seguiria quer aonde ele fosse. Esta situação merece a nossa atenção hoje como igreja, precisamos ser altamente coerentes entre o nosso discurso e a nossa prática, pois o discurso só terá validade se for carimbado com a prática, ou como no caso de Pedro uma prática contrária irá gerar um descredenciamento do discurso.

3ª passagem

E, depois de terem jantado, disse Jesus a Simão Pedro: Simão, filho de Jonas, amas-me mais do que estes? E ele respondeu: Sim, Senhor, tu sabes que te amo. Disse-lhe: Apascenta os meus cordeiros.
Tornou a dizer-lhe segunda vez: Simão, filho de Jonas, amas-me? Disse-lhe: Sim, Senhor, tu sabes que te amo. Disse-lhe: Apascenta as minhas ovelhas.
Disse-lhe terceira vez: Simão, filho de Jonas, amas-me? Simão entristeceu-se por lhe ter dito terceira vez: Amas-me? E disse-lhe: Senhor, tu sabes tudo; tu sabes que eu te amo. Jesus disse-lhe: Apascenta as minhas ovelhas.

Neste momento Jesus já havia sido crucificado e ressuscitado, porém os discípulos ainda tinham muitos questionamentos de como seria daquele momento para frente, e Pedro já tinha voltado a sua antiga rotina de pescador, esta atitude de Pedro revela-nos que o encontro com Jesus causa uma revolução na vida de um homem, mudando sua rotina, seu modo de agir, seu modo de pensar, porém também constata – se que a morte de Jesus faz com que haja um retorno a velha rotina, ou seja, a retomada dos velhos hábitos que tinham sido deixados.

Naquele momento o que também podia ter motivado Pedro a largar tudo e voltar a sua vida de pescador foi pensar: “eu não sou digno de servir a Deus, pois eu o neguei três vezes”. Diante desta situação Jesus vai ao encontro de Pedro e por três vezes pergunta a Pedro se este o amava, nas três vezes Pedro responde que sim, porém faz se necessário entender que o novo testamento fora escrito em grego, e os gregos tinham sete palavras para definir amor, e neste texto são empregadas duas palavras com tradução diferente, a primeira é “ágape” que significa um amor incondicional, e este amor que Jesus pergunta a Pedro por duas vezes, onde Pedro responde “fileo” que significa amor condicional. Por fim Jesus percebendo que Pedro ainda não tinha condições de retribuir e responder que o amava de forma incondicional, e até mesmo por constrangimento por tê – lo negado, sendo assim Jesus pergunta se Pedro o amava de forma condicional, que prontamente responde que sim.

Jesus concedeu uma segunda chance a Pedro e lhe confiou um ministério pastoral, isto porque viu Jesus em Pedro um coração quebrantado, que tinha entendido que era imperfeito e que necessitava entrar por uma estrada de total dependência e total aprendizado com o Mestre.

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segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Reflexão de Segunda Feira


‘Deixem que cresçam juntos até a colheita. Então direi aos
encarregados da colheita: Juntem primeiro o joio e amarrem-no em
feixes para ser queimado; depois juntem o trigo e guardem-no no meu
celeiro’. -- Mateus 13:30



Vivemos num mundo cheio de maldade e pessoas que servem ao
maligno. Deus não está alheio a esta realidade. Mas, ele usa as
autoridades para combater o inimigo e conter a maldade. Em relação
ao mundo, a missão do discípulo é fazer o que ele pode para semear
e edificar por meio do Evangelho. Ele pode atuar para proteger e
libertar pessoas, vítimas de injustiça. Mas, sua missão não é de
"fazer" justiça ou punir os culpados. Em relação à igreja, há
momentos que requerem que o Cristão ou a igreja ajam para chamar
pecadores ao arrependimento ou à disciplina. A parábola não está
nos livrando da responsabilidade de tratar de pecado dentro da
igreja. Entretanto, há situações em que só Deus pode agir. Vamos
aprender a diferença e confiar no Senhor que ele fará o que cabe a
ele quando e como for melhor. Um dos pontos desta parábola é sobre
a demora na vinda do Reino. Às vezes é preciso muita paciência para
esperar em Deus que um dia haverá um julgamento e um acerto. O que
esquecemos às vezes é que, se aquele julgamento tivesse sido
apressado mais um pouco, entre os julgados e condenados estaríamos
nós também. Será que a demora do Senhor em fazer justiça faz mais
sentido desta perspectiva?

O Purgatório Existe?




O purgatório, segundo a doutrina da Igreja Católica Romana, é o estado no qual os fiéis são purificados depois da morte, antes de entrar no céu. Desde que a nossa preocupação é com a doutrina bíblica, observamos que a palavra "purgatório" não se encontra nas Escrituras.

De onde vem, então, essa doutrina? Segundo o Catecismo Católico de John A. Hardon, S.J., a declaração formal da doutrina de purgatório foi feita em 1274, mais de 12 séculos depois da morte de Jesus! Uma vez que a doutrina se tornou oficial, foi necessário procurar algum apoio teológico. Hardon cita três trechos bíblicos para defender a idéia de purgatório. Vamos examinar cada citação:

Œ 2 Macabeus 12:41-45. Esse trecho descreve os atos de Judas Macabeus depois de uma batalha contra Górgias. Judas e seus homens oraram pelo pecado dos mortos e mandaram que fosse oferecido um sacrifício por eles em Jerusalém. Há dois problemas com o uso desse trecho: (a) 2 Macabeus é um dos livros contidos na Bíblia Católica mas rejeitados na maioria de outras bíblias. (b) O pecado citado no trecho (veja 2 Macabeus 12:40) foi idolatria, considerado o motivo da morte deles. Para usar este trecho para apoiar a doutrina de purgatório seria necessário afirmar que esses homens que alegamente morreram por causa da idolatria não morreram na prática de pecado mortal, pois a Igreja Católica ensina que tais pessoas não teriam acesso ao purgatório.

 Mateus 12:32 diz que a blasfêmia contra o Espírito Santo não será perdoada, nem neste mundo, nem no mundo que há de vir. Hardon conclui, sem prova nenhuma, que esse versículo sugere que outros pecados serão perdoados após a morte.

Ž 1 Coríntios 3:13,15 fala de julgamento através de fogo. O fogo serve para provar o valor das obras de cada um. O trecho nada diz sobre um lugar de purificação após a morte.

A Bíblia claramente afirma que o julgamento vem depois da morte (Hebreus 9:27), no qual seremos julgados pelos atos feitos por meio do corpo (2 Coríntios 5:10). Jesus ensinou que é impossível ao ímpio escapar dos tormentos para entrar no conforto dos fiéis (Lucas 16:25-26).

Devemos nos preparar para o julgamento agora, pois a Bíblia não fala de segundas chances após a morte.

- por Dennis Allan

Amor de Mãe


“Acaso, pode uma mulher esquecer-se do filho que ainda mama, de sorte que não se compadeça do filho do seu ventre? Mas ainda que esta viesse a se esquecer dele, eu, todavia, não me esquecerei de ti.” (Isaías 49:15 ARA)

Não consigo imaginar o que seja uma mãe desprezar um filho que amamenta, mas mesmo que tal repúdio seja real, Deus não se esqueceria de mim. Nada do que eu faça pode mudar isso, Ele me ama e veio ao meu encontro quando eu estava perdido por aí sem saber nem como nem por que voltar para casa. Ele me amou e continua me amando. Nada do que eu pense ou faça poderá abalar este amor que Ele tem por mim, ainda que algumas de minhas atitudes imponham separação entre nós afetando nosso relacionamento – mas nunca nada abala o amor Dele por mim. Nada.

Talvez por não compreender esta realidade com a profundidade adequada, muitos cristãos não têm evangelizado. Talvez por não ter noção disso muitos membros de igrejas têm se comportado como querem e não como Deus gostaria que se comportassem. Para alguns talvez ser amado não signifique muito, mas para mim é simplesmente tudo. Penso até que alguns acham que este amor invalida ou neutraliza a justiça. Mas me permita uma advertência bíblica: Deus é justiça também. Até porque, como Ele me ama muitíssimo, se Ele quiser ser justo comigo terá de me tratar e abençoar melhor do que os que Ele também ama, mas se comportam mal diante Dele. Não é assim que fazemos com nossos filhos? Não recompensamos o bom comportamento e punimos o mau, sem deixar de amar a ambos?

Ficar afastado de Deus é muito ruim, estar privado de Sua atenção para mim é o caos. Mas mesmo num vale deserto, árido, abandonado por tudo e por todos, humilhado, machucado e muito ferido: Deus não é todo mundo, Ele ainda me ama e não me quer ali. Me estende a mão e me tira dali.

Pense nisso.

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