"Interrogado pelos fariseus sobre quando viria o reino de Deus, Jesus lhes respondeu: Não vem o reino de Deus com visível aparência. Nem dirão: Ei-lo aqui! Ou: Lá está! porque o reino de Deus está dentro em vós." (Lucas 17: 20-21).

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Teologia das Epístolas - Romanos



Em Cristo, a revelação divina teve seu apogeu. A partir da sua ascensão, iniciou-se o período da Igreja. Esse novo tempo desenrolar-se-ia com base nos ensinamentos de Cristo. Entretanto, nem tudo o que ele ensinou foi escrito e nem tudo o seria necessário foi ensinado porque as circunstâncias do momento não o exigiam. Nessa lacuna entra o ministério dos mestres do Novo Testamento, iluminados e inspirados pelo Espírito Santo. Assim surgiu a teologia das epístolas, que procuraremos, brevemente, expor. Serão abordados apenas alguns tópicos, entre os mais relevantes.

Cada dia da semana publicaremos uma epístola

ROMANOS

A justiça de Deus

A graça apresentada através de Cristo poderia ser interpretada por alguns como liberação geral em relação às exigências divinas. Entretanto, contra essa idéia estão as considerações paulinas acerca da justiça divina. O amor de Deus não invalida sua justiça nem a diminui.

É interessante a seguinte questão. Sendo Deus onipotente, porque ele não poderia salvar a humanidade sem que Cristo morresse ? Porque ele simplesmente não decretou o perdão dos pecadores pela autoridade da sua palavra ? A resposta a essa questão é a justiça de Deus. Segundo esse princípio, o pecado não pode ficar impune. Alguém teria que pagar a pena. Aí entrou a obra de Cristo na cruz.

O Pecado

O Velho testamento não entrou muito fundo na questão do pecado. Dentro daquele contexto, o pecado era a transgressão da lei. Em Romanos, porém, temos uma exposição profunda acerca do pecado. Paulo apresenta a origem do pecado em Adão. O pecado é apresentado como um princípio transgressor que rege as ações malignas do ser humano. Essas ações denominam-se pecados, que são manifestações daquele princípio.

A morte de Cristo

Paulo não só fala a respeito do pecado, como também mostra o antídoto. A morte de Cristo é apresentada como a solução divina para o problema do pecado humano. Tal solução é abordada até seu alcance mais profundo : "O pecado não terá domínio sobre vós." A morte de Cristo, segundo a epístola aos Romanos, não foi apenas um ato em nosso favor, mas um fato que nos envolve. Nós morremos juntamente com Cristo, fomos sepultados com ele e também ressuscitamos dentre os mortos. Tal participação na morte de Cristo nos leva a viver em novidade de vida, além de termos sido perdoados por Cristo.

A justificação pela fé

Como podemos nos ver participantes da morte de Cristo e de sua ressurreição ? Como podemos usufruir dos efeitos da cruz ? Através da fé. Em Romanos, Paulo exalta o significado da fé e a coloca como condição essencial para a salvação. As obras da lei são colocadas em segundo plano. Até a experiência de Abraão é evocada como exemplo de imputação de justiça por meio da fé e não das obras.

Essa Teologia das Epístolas esta publicada:
http://www.anisiorenato.com/teologia8.htm
Aluno : Anísio Renato de Andrade
Professor : Pr. Waltensir Leocádio da Silva
Período : Sexto - Curso : Bacharel em Teologia Ministerial
Data : 1 de novembro de 1996 - Local : Belo Horizonte - MG

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Reflexão Terça Feira


Quando fixei os seus limites e lhe coloquei portas e barreiras? Quando lhe disse: Até aqui você pode vir, além deste ponto não?”Promessas

Buscar crescer em estatura, em ensinamento, e durante o processo fazer a obra sem parar, pois Deus não tem fronteiras.

Conhecemos a Deus, mas `as vezes muitos argumentos nos impedem de ir adiante. O que nos falta para realizarmos a obra de Deus? Será que Deus nos impôs barreiras ou limites de conquistas, ou somos nós que nos bloqueamos e deixamos de avançar?
Deus quer abrir nossos olhos para fazermos Sua obra da melhor forma. É tempo de ganharmos as almas por onde andarmos, e fazermos discípulos, pois a Palavra de Deus não é apenas para algumas pessoas e outras não, mas sim para todos. A Palavra é quem toca os corações gerando transformação, modificando raízes e fazendo crescer os frutos.

Hoje é dia de refletirmos, porque `as vezes julgamos fazer muito para o Senhor, e será que realmente estamos dando para Ele o nosso melhor tempo e melhor dedicação?
Deus é um Deus de grandes coisas! Ele quer fazer nosso jardim crescer e prosperar gerando frutos doces, protegido por muros fortes. Deus quer alcançar muitas vidas que estão ao nosso redor, por isso precisamos estar atentos para sermos Seu instrumento levando a salvação para todos que nos cercam, para que estas pessoas também façam o mesmo por outras, e assim o Reino de Deus será estabelecido na Terra.

Não coloque limites a si mesmo. Creia que você pode ir além!

A Cidade



Quando Deus criou o primeiro casal, o colocou no paraíso (significa “jardim” na língua persa). A decisão catastrófica ocorreu quando eles cederam à tentação de comer da árvore do conhecimento do bem e do mal. Deus os expulsou do jardim e eles começaram sua busca pelo sentido da vida, levantando torres e construindo cidades. “Caim fundou uma cidade”, informa o texto bíblico.

Muitos anos depois, Deus convocou Abraão a deixar a cidade de Ur dos Caldeus, entre as mais modernas do mundo antigo. Peregrinou na terra prometida alojando-se numa tenda, mas esperava uma “cidade que tem alicerces cujo arquiteto e edificador é Deus” (Hb 11.10). Essa cidade deve ter sido a Nova Jerusalém.

H. Drummond nos surpreende, ao afirmar que o cristianismo é distinto de todas as outras religiões porque é a “religião de cidades... sua esfera é a rua, o mercado, a vida do empregado no mundo. De fato, o novo mundo do Apocalipse se apresenta para nós em forma de uma imensa cidade. A vida da cidade é intensa, real e comunitária” (The Greatest Thing in the World). Na cidade, quem desejar pode se isolar, ou ter muitos amigos.

O Espírito Santo desceu sobre os 120 discípulos na cidade. A primeira igreja foi plantada na cidade. Atos narra o sucesso do Evangelho correndo a largos passos pelas cidades de Jerusalém, Damasco, Antioquia, Tessalônica, Corinto, Éfeso e Roma.

Deus planejou enviar seus embaixadores às cidades de onde o conhecimento da verdade salvadora se espalharia pelas zonas rurais. A dinâmica da mensagem em Éfeso foi tal que, em apenas dois anos “todos os judeus e os gregos que viviam na província da Ásia ouviram a palavra do Senhor” (At 19.10).

Mas nem tudo é belo e atraente na cidade. Tem seu lado sombrio. Nela, proliferam a competição, a busca frenética do poder, do dinheiro, de ter em vez de ser. Na cidade, a prostituição, as drogas e a violência contaminam a atmosfera. Creio que muitos concordariam que é mil vezes mais fácil sentir a presença e ação de Deus no campo do que na confusão de prédios e ruas congestionadas. Não foi por meio de um arbusto em chamas que Deus se revelou a Moisés?

No congresso de evangelismo, Lausanne II, em Manila (1989), um palestrante, Os Guiness, citou Abraão Kuyper, primeiro ministro da Holanda, “Não há uma polegada sequer de qualquer esfera da vida sobre a qual Cristo não diz: “Meu”. É isto que torna a modernidade tão difícil”. Precisamente na cidade, a modernidade nos confronta com a força de um Tsunami. Mas sobre a cidade, Deus tem vontade de revelar seu poder transformador, dizendo: “Isto é meu!”.

Se o nosso destino final é de fato uma cidade, não seria de primordial importância aprendermos a viver de forma cristã na cidade? Não seria alvo digno do Senhor da igreja, nos esforçar na transformação da comunidade na qual ela se encontra, num reflexo do modelo da Nova Jerusalém?

Richard Baxter, dedicado pastor da igreja de Kidderminster, Inglaterra (séc. XVII), foi o instrumento da mudança na reputação da cidade. De pior, passou a ser considerada a mais santa do país. A contagiosa influência de um pastor santo como Baxter tem poder para mudar um bairro, uma cidade ou um país. Em vez de escândalos abalarem a igreja, roguemos a Deus por líderes que consigam implantar o modelo da Nova Jerusalém no meio dos homens engavetados na cidade poluída e escura, carecendo da luz de Deus.

De cima é fácil identificar uma cidade pela mancha de luz que passa por debaixo do avião. Milhares de luzes juntas dão a impressão de uma luz espalhada numa grande área da terra. Seria assim que a cidade corrompida pela pecado poderia ser modificada? Não espere pelos políticos, nem pela legislação, nem uma maior proliferação de policiais. A mudança da cidade ocorre pelas luzes que vidas santas produzem. Jesus declarou: “É impossível esconder uma cidade construída sobre um monte”. Mas uma cidade sem luzes se esconde, sim! Portanto, candeias colocadas em lugares apropriados iluminam a todos que estão na casa e transformam a cidade numa mancha de luz gigante.

Assim, não podemos imaginar a beleza da Cidade de Deus que os herdeiros da salvação ocuparão. Todos se amarão perfeitamente. O fruto do Espírito dominará todos os relacionamentos. No presente gozamos das primícias do Espírito para experimentar a sombra dessa realidade.

Fonte: www.revistaenfoque.com.br

A Morte de Esrevão


“...Senhor Jesus, recebe o meu espírito! ...Com estas palavras adormeceu”.
Atos dos Apóstolos 7:59-60


O pensamento de Saulo voltou-se para Estevão, que condenado à morte por supostas blasfêmias, e longe de se sentir injustiçado e recebendo sobre si pedras e mais pedras, ferido de morte, e quando parecia que ia definitivamente sucumbir, Estevão clama em altos brados: “Senhor, não lhes imputes o pecado que estes cometem matando-me”. E serenamente adormeceu.

Esta última atitude de Estevão foi como se um raio tivesse atingido Saulo. A comparação da morte de Estevão, que via diante de si, muito diferente das mortes dos seus mestres que Saulo testemunhara inúmeras vezes. A morte de Estevão fora de uma serenidade chocante, mesmo para um homem experiente e frio como Saulo, pois literalmente Estevão adormecera, e não há nada mais sereno e tranqüilo do que o adormecer.

Para fugir da realidade que agora se acercava dele, Saulo iniciou uma perseguição sem precedentes contra os crentes da Igreja em Jerusalém, dispersando-os todos, exceto os apóstolos.

Os dias passavam rápido para Saulo, que se ocupava em aterrorizar os crentes que ali restavam. Porém, as noites eram tenebrosas para Saulo. Ele fazia de tudo para não ter de ir para o repouso necessário, pois cada vez que sozinho no silêncio o seu pensamento não conseguia fugir de Estevão. Saulo estava em profundo conflito consigo mesmo.
Ele definitivamente teria de tomar uma decisão. A fé de Estevão demonstrada por ocasião da sua morte havia abalado o arrogante Saulo, algoz dos crentes em Cristo.

Recuar significava para Saulo, perder todos os privilégios e deferências, mas a atitude de Estevão...

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Reflexão de Segunda Feira


“O Reino dos céus é ainda como uma rede que é lançada ao mar e
apanha toda sorte de peixes. Quando está cheia, os pescadores a
puxam para a praia. Então se assentam e juntam os peixes bons em
cestos, mas jogam fora os ruins. Assim acontecerá no fim desta era.
Os anjos virão, separarão os perversos dos justos e lançarão
aqueles na fornalha ardente, onde haverá choro e ranger de dentes”.

-- Mateus 13:47-50


Jesus comeu e conviveu com publicanos e pecadores. Alguns se
converteram e outros não. Ele comeu e conviveu com fariseus, muitos
dos quais em seus corações o odiaram. Alguns se converteram e
outros não. Até entre os apóstolos, pelo menos um parecia um
verdadeiro discípulo, mas não se converteu. No mundo e na igreja
veremos coisas chocantes. Alguns que pensávamos serem Cristãos
maduros farão coisas terríveis. No início da igreja, havia quem
parecia grande servo do Senhor, mas, deixava Satanás tomar conta do
seu coração, como Ananias e Safira. Nada disso é surpresa para
Deus, nem significa que sua Igreja é falsa ou falha. O Senhor lança
uma grande rede ao mar da vida. Dentro dela cairão muitos. Mas, nem
todos são realmente bons. Só no fim da vida é que veremos a
separação definitiva. E certamente haverão muitas surpresas.
Naquele dia veremos quem estava na rede, mas com seu coração ainda
no mundo. Para quem realmente entende a parábola, fica uma pergunta
no ar - que tipo de peixe sou eu? Isso nada tem a ver com
ministérios ou títulos, com obras ou dons. É a maior pergunta para
o maior de todos os dias. Se houver dúvidas em seu coração, fale
com Jesus. Peça ajuda a ele para alcançar o arrependimento ou
concluir as mudanças que precisam acontecer dentro de você. Aquele
dia está chegando e Deus lhe deu plena liberdade de escolher para
onde você seguirá daquele momento em diante. Aproveite. Você ainda
pode decidir se estará dentro ou fora para sempre.

As Armas da Nossa Guerra



E um crente anda armado? Segundo a Bíblia, sim. Mas, antes que alguém saia correndo para comprar uma pistola automática, quero esclarecer esse negócio. Não estamos falando de arma de fogo.

Há um tipo de arma indispensável na vida do seguidor de Cristo. Antes de falar dela, quero falar de um certo ambiente onde é muito necessária. Imagine-se acordando um dia e achando sua casa bem no meio de um bombardeio. Granadas explodindo ao seu redor, metralhadoras vomitando projéteis para todas as direções e gente alvejada gritando em desespero mortal... qual seria sua reação? Levantaria tranqüilo, tomaria um demorado banho, depois um gostoso café e sairia direto para o serviço ou para a escola? Certamente sua primeira reação seria a proteção e a preservação de sua família.

Agora pense no texto de Efésios 6.11-18. Você não vê, mas essa guerra está acontecendo ao seu redor, todos os dias. Você não vê, mas isso não quer dizer que ela não exista. Numa linguagem espiritual o apóstolo Paulo escreve que o mundo é um campo de batalha (6:12). Você já atentou para esse fato, essa realidade?

Essa batalha não é física, ela é espiritual. Negar essa realidade bíblica não altera o fato de que vivemos cercados por forças espirituais todos os dias, o tempo todo. Essa é a razão porque Paulo diz que precisamos ser \"fortalecidos NO SENHOR e na força do seu poder\" (6:10) e devemos nos proteger com \"TODA a armadura de Deus\" (6:11,13). Cada parte dessa armadura tem seu valor, sua importância, no campo espiritual.

O cinto (6:14). Essa peça firma a armadura ao corpo do soldado. Isso fala do apego e forte envolvimento com a Palavra de Deus. Ela é poderosa para anular os enganos do inimigo, nos envolvendo e firmando em Deus.

A couraça (6:14). Essa parte da armadura protege o peito, o coração. Aqui o coração é protegido pela justiça de Deus contra todo o mal.

Os calçados (6:15). Isso fala de andar no evangelho, de testemunhar da verdade transformadora. À medida que anda, o soldado de Cristo avança conquistando parentes, amigos e conhecidos enredados pelo engano do inimigo, diminuindo e enfraquecendo suas fileiras.

O escudo (6:16). A fé é o escudo do cristão contra \"todos os dardos inflamados do maligno\". A fé anula e desfaz os intentos de medo, dúvida, desespero, desânimo que o inimigo espiritual lança contra nós diariamente.

O capacete (6.17). Parte que protege a cabeça. Isso fala de guardar a mente, os pensamentos, em Cristo Jesus nosso salvador.

A espada (6:17). A única arma ofensiva que o cristão precisa utilizar é a palavra de Deus. Foi essa espada que Jesus brandiu no deserto contra o diabo, depois de passar 40 dias em jejum e oração. Ele não usou nada além da palavra: “... está escrito, satanás...” (Mt 4.1-10). O diabo teme a Palavra de Deus na boca do crente.
Você já percebeu que todas as partes dessa armadura falam de Cristo? Ele é a verdade, a justiça, a fé, a paz. Cheios dele, revestidos de Deus. Ele é nossa armadura. Todos os dias devemos nos revestir de Cristo, conscientemente, intencionalmente.

Você não pode lutar sozinho contra as forças espirituais. É necessário usar a armadura que Deus oferece, e reconhecer que está num campo de batalha espiritual, pondo em prática uma vigilância constante. Em seu livro “Cartas de um diabo a seu aprendiz” C.S. Lewis nos conta que o diabo chefe ensinou ao diabo aprendiz que uma das armas mais eficazes contra os crentes é a distração. De fato, a distração tem deixado os crentes expostos no campo de batalha. O que mais tem distraído você na luta espiritual? Creio que uma das maiores distrações que o inimigo tem conseguido nos impor é nos levar a ficar ocupados com nossos programas, mas não termos tempo para a leitura e meditação da Bíblica acompanhada de oração (Ef 6.18).

Armados e Vigilantes




Estamos numa guerra espiritual que não se restringe aos momentos de oração, mas é ininterrupta, encerrando-se apenas no dia em que Jesus voltar. O Diabo tem uma série de estratégias. Corremos o risco de identificar algumas e cair nas outras. O fato é que ele não desiste. Nossa vitória de hoje não eliminará o ataque de amanhã. Pelo contrário, ele poderá ser mais sofisticado. Portanto, não podemos relaxar.

Se você não cair numa cilada, ele tentará outra.

Se você não cair na rua, ele colocará tropeços dentro de casa ou dentro da igreja.

Se você não é atingido pelos inimigos, ele tentará usar seus amigos.

Se você não se deixa levar pela prostituta, ele enviará a mulher adúltera.

Se você estiver acima dos erros por ignorância, ele usará a sabedoria humana (lógica e filosofia).

Se você reconhece logo a mentira, ele usará a própria verdade (distorção da bíblia e acusação).

Se você não se torna mundano, ele vai empurrá-lo para uma religiosidade vazia.

Se você resiste à prática da maldade, ele tentará levá-lo às práticas bondosas: caridade sem Cristo (João.12.5).

Pensando em todas estas armadilhas, pode parecer que não exista possibilidade de escape para o cristão, mas não é assim. Cristo venceu Satanás em todos os níveis (Mt.4.1-11) e nós também venceremos, se conhecermos e utilizarmos as armas que o Senhor colocou à nossa disposição (Ef.6.10-18).

O fundamento da nossa resistência é:

- Fé em Deus; compromisso com ele (salvação); conhecimento e prática da sua Palavra.

A bíblia traz ao nosso conhecimento as realidades espirituais conquistadas por Cristo para nós, isto é, nossa posição espiritual. Sabendo isto, nossa fé será uma arma de defesa eficiente contra vários ataques do maligno.

O conhecimento da palavra, juntamente com a fé e o compromisso, produzirão diversas virtudes espirituais em nós. Podemos resumi-las em duas palavras: justiça e verdade.

Um cristão cheio de fé, cheio da palavra, justo e verdadeiro, torna-se um guerreiro eficaz contra o Diabo. Deve, porém, ser vigilante, pois, se “dormir”, suas armas serão inúteis (Mt.13.25; ITss.5.6).

O Senhor nos manda vigiar e orar. A oração busca a proteção divina. A vigilância trata da parte humana no combate.

Nosso inimigo é persistente e astuto, mas o Senhor nos capacita para sermos mais do que vencedores.

“Ouvi uma grande voz no céu, que dizia: Agora é chegada a salvação, e o poder, e o reino do nosso Deus, e a autoridade do seu Cristo; porque já foi lançado fora o acusador de nossos irmãos, o qual diante do nosso Deus os acusava dia e noite. E eles o venceram pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do seu testemunho; e não amaram as suas vidas até a morte” Ap.12.10-11.

Prof. Anísio Renato de Andrade

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