"Interrogado pelos fariseus sobre quando viria o reino de Deus, Jesus lhes respondeu: Não vem o reino de Deus com visível aparência. Nem dirão: Ei-lo aqui! Ou: Lá está! porque o reino de Deus está dentro em vós." (Lucas 17: 20-21).

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Diga Não a Provocação



Ao sair do seu veículo, um sujeito bateu a porta na lataria do carro que estava estacionado ao lado, num pátio de um supermercado.

Foi apenas um risco sem maior importância, que facilmente desapareceria com um pouco de cera automotiva, mas o dono do outro carro, um sujeito fraquinho e raquítico, ficou muito nervoso e falou um monte de besteiras para ele, ofendendo-o profundamente na frente de várias pessoas e de seu filho, que estava com ele.

Não contente em xingá-lo , provocou-o à briga, mas o homem não cedeu às suas provocações.

Depois que ele foi embora, seu filho lhe disse:
- Puxa, pai, você "dá dois" dele... por quê o senhor não deu uns tapas no cara, pelo tanto que ele te ofendeu?

- Filho, se um desconhecido tenta de dar um pacote suspeito no meio da rua e você o recusa, a quem pertence o pacote? - perguntou-lhe o pai.

- A ele mesmo, é claro!

- Assim também são os insultos, meu filho, seu eu os recebo, são meus; se não os recebo, continuam pertencendo à pessoa que tentou dá-los para mim.


Vede que ninguém dê a outrem mal por mal, mas segui sempre o bem, uns para com os outros, e para com todos.
I Tessalonicenses 5.15

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Reflexão Terça Feira


Jesus lhes disse: “Certamente vocês beberão do meu cálice;
mas o assentar-se à minha direita ou à minha esquerda não cabe a
mim conceder. Esses lugares pertencem àqueles para quem foram
preparados por meu Pai”. Mateus 20:20-23


Tiago e João pediram para beber o cálice que mais adiante, no
Getsêmani, o próprio Jesus pediria ao Pai para não ter que beber
(26:39). Os filhos de Zebedeu queriam lugares de honra junto ao
Senhor. Jesus admitiu que eles teriam, mas não sabiam o quanto
estes lugares custariam. Entre os apóstolos, Tiago foi o primeiro
mártir (Atos 12:2) e João foi exilado (Apoc 1:9). É bom
pensarmos duas vezes antes de pedir algo a Jesus. Muitas vezes não
sabemos o que vem junto. Mas Jesus sabe. A autoridade de Jesus era
algo conferido por Deus Pai (11:27; 24:36; 28:18). Sendo Deus,
Jesus fazia parte da divindade. Sendo homem, ele fazia parte da
humanidade. Sendo Filho de Deus, ele é o perfeito intermediário
entre Deus e os homens, que sempre reconheceu e se submeteu ao
lugar que Deus lhe ordenou. Era melhor que nós reconhecêssemos o
nosso lugar também. Vamos seguir o exemplo de Jesus em amor e
submissão uns para com os outros. Seja qual for seu “lugar” na
igreja, faça como Jesus e deixe que sua grandeza seja conhecida
por meio de seu serviço e amor ao próximo. E se Deus lhe chamar a
alguma provação, lembre-se que Jesus já foi lá antes e lhe
espera no final. Que Deus possa lhe iluminar a cada dia do ano.

hermeneutica.com

O Pombo




Certa vez um pombo resolver se alimentar no lixo e, para sua tristeza, ao ciscar naquele lugar impróprio, uma fita de plástico enrolou-se em uma de suas pernas, e ele não conseguia mais alçar vôos normais.

Ficou isolado no alto de um sobrado, até que se enroscou numa antena de televisão, onde deve ter ficado um bom tempo dependurado, se batendo, sem que alguém pudesse socorrê-lo. Quando foi percebido pelos moradores, ele já estava morto.

É de maneira semelhante que o inimigo enlaça os nossos pés, se nos ver ciscando no lixo do pecado. Caímos em suas armadilhas, vindo até mesmo a perder a vida.


Livres do laço do passarinheiro.
Salmo 91.3

Valéria Belotti.

Renato Suhett, ex braço direito de Edir Macedo, abre o jogo sobre a Igreja Universal


Polêmico e famoso, Renato Suhett é uma figura que ficou conhecida por volta dos anos 90 entre as empresas ligadas ao Bispo Edir Macedo, afinal foi lá que se tornou famoso e lançou vários de seus cds. Bispo, Renato já entrou e saiu da Igreja Universal duas vezes, ambas por divergência com as idéias do líder da denominação.

Suhett fundou a Igreja do Senhor Jesus Cristo onde liderou e polemizou ao supostamente ter se ligado ao exoterismo e renegado tradições evangélicas como o batismo e a ceia. Como músico e compositor gospel vendeu milhões de álbuns na América do Sul.

Renato Suhett nasceu em Niterói em 19/01/61, filho de Irineu Lima e Genicy Suhett, casado com Diana Sousa Suhett. Formado em Literatura/Português, com mestrado e doutorado pela UERJ. Músico profissional, guitarrista, compositor, cantor, tendo gravado, até o momento, 12 discos em português e 6 em espanhol. Ingressou na vida cristã aos 20 anos, na Igreja de Nova Vida em Alcântara e Botafogo, ainda no tempo do Bispo Roberto MacLister. Depois conheceu a IURD, e seis anos depois, aos 26 anos, tornou-se no Bispo do Brasil. Estudou Teologia Livre na VINDE, com o Reverendo Caio Fábio. Formado em Teologia pela Faculdade da Assembléia de Deus em Mesquita (RJ). Pela IURD, desempenhou seu ministério em vários países, entre eles, Estados Unidos, Portugal, África do Sul, Argentina e México.

Confira abaixo a entrevista com o Bispo:

Tendo chegado ao posto de segundo homem mais forte da Igreja Universal, e Bispo responsável pelo Brasil, o que o motivou a deixá-la da primeira vez?

Foram muitos os motivos, porém, o principal foi quando, em reuniões de bispos e líderes, a igreja decidiu constituir um partido político e usá-lo como instrumento principal para galgar o poder. Eu sempre estava indo contra esse pensamento, pois todo cristão consciente sabe que o Reino de Deus é o nosso fator determinante de qualquer mudança e que n’Ele está todo o poder de que poderíamos necessitar, pois trata-se do poder do nosso Deus. Quando eu via a igreja buscando alcançar o poder por meios exclusivamente humanos, vi que já não havia lugar para mim aí. E foi isso mesmo que aconteceu… Eu fui “auto-exilado” para a Califórnia, estive em Los Angeles e em San Diego por três anos, e a IURD acabou caindo nessa rede que todos já sabem… tiraram pastores e bispos dos altares, jogaram-nos na “cova dos leões”… mas não havia Deus para livrá-los. E vieram as lamentáveis e vergonhas ligações de bispos e pastores com os escândalos políticos que já sabemos… “sanguessugas”, “ambulâncias”, “jogos”… no que até resultou em prisões de homens que no início da igreja até foram usados por Deus… uma lástima. Enfim, foi essa troca de valores que me fez deixar, com tristeza, a igreja que tanto amei… nessa primeira vez.

Depois de ser apontado pela revista Billboard (em sua edição internacional) como o maior nome da música cristã da América Latina, você pensou em algum momento dedicar-se exclusivamente à carreira musical?

Não, porque nunca dei valor ao cantor, ao compositor, ou ao guitarrista Renato Suhett, mais do que ao Bispo Renato Suhett… Deus me mostrou desde o começo que o músico é quem segue ao Bispo e não o contrário… Na verdade, o músico que sou é apenas um apêndice do bispo que Deus, pela Sua misericórida e graça me ungiu. Creio que aqui vale ressaltar o que o apóstolo Paulo escreveu em Romanos 11:27: “porque os dons e a vocação de Deus são irrevogáveis”.

Enquanto liderava a IURD no Brasil, teve esperança de que ela pudesse mudar, isto é, tornar-se numa igreja mais bíblica e doutrinariamentie sadia?

Sim. Aliás, essa era a minha meta: Colocá-la no que chamamos de “sã doutrina”. Não por mim, mas pela direção do Espírito Santo. Era até mesmo um voto que eu tinha com Deus. Mas como um dia o Bispo Macedo me disse, aos gritos: “Graças a Deus que não deixei você mais como bispo do Brasil… Você iria acabar com a minha igreja, com o que eu quero para a Universal.” Creio que não precisa dizer nada mais.

Por que sua ênfase passou a ser a graça depois de sua saída da IURD?

Ora, eu queria “exorcizar” tudo aquilo que havia visto e aprendido na Universal e fui buscar nessa antítese, um extremo que muito me custou, pois aí, eu errei, exagerei, creio mesmo que perdi a visão de Deus, neste afã de estar contra tudo o que dizia respeito a Universal… Aí eu errei e feio… Peço perdão a Deus e a todos que foram, direta ou indiretamente, atingidos por este erro. Sinceramente, a salvação é mesmo pela graça, é claro, é bíblico, mas não precisava que eu exagerasse tanto. Tirei a Ceia, o Batismo, deixei de expulsar demônios, etc. Esquecendo-me que essas coisas não são sugestões de Deus, mas ordens daquele é que o nosso Senhor Jesus Cristo. Errei, vacilei… Que bom que a misericórdia de Deus me contemplou. Sou um sobrevivente por esta misericórdia divina, com certeza…

Em que momento você acha que seu ministério perdeu o ponto de equilíbrio em termos doutrinários?

No afã de desdizer exageradamente tudo que era da Igreja Universal, acabei me desviando das diretrizes básicas do Senhor Jesus. Aí está o ponto… e como não, do orgulho de achar, na queda, que eu poderia falar o que viesse na minha cabeça, e que estava sempre certo. Meu Deus… que vergonha… Creio que todo líder deveria ter como lição obrigatória um vídeo do meu primeiro líder, Bispo Roberto McAlister, que inclusive está disponível no Youtube e que se chama “Orgulho”. Neste vídeo, ele fala, pelo Espírito Santo, de tudo que devemos ponderar e refletir ao assumirmos essa função de liderar homens e mulheres na obra que é de Deus. Com isso, estou admitindo categoricamente que também pequei por orgulho.

Qual a razão de você haver mudado radicalmente sua mensagem, passando a divulgar o exoterismo?

Foi uma tentativa de trazer um grupo, que a meu ver, nenhum igreja ainda o havia alcançado para Cristo (Desculpem-me se estiver errado): Os chamados esotéricos, espiritualistas (que não são os espíritas, candomblecistas, ou macumbeiros). Achei que poderia ajudá-los a chegar ao evangelho de Cristo, como se diz: “ganhá-los para Jesus”. Mas já estava eu tão desacreditado pelos evangélicos, alienado, marginalizado, por meus ímpetos de orgulho, etc. E parece que a imitação foi tão “bem feita”, que acabaram disseminando no meio evangélico que eu, de fato, havia me tornado exotérico. Imagine você em que confusão fui me meter… Creio que seria o caso do roto falando do esfarrapado. Eu não tinha condições espirituais mínimas, naquele momento, de encarar uma empreitada dessas… hoje até me faz rir, mas foi muito triste. Uma grande confusão, total, desordenada e completa. E eu ali… feito um bobo, acho que nem sabia mais quem eu era, o que era, ou para que estava vivendo… além de perder a visão, creio que perdi a noção e a razão. E veja que até hoje tem gente que me olha meio de lado, talvez pensado: esse homem esteve em “sociedades secretas”, etc. Discretos ou indiscretamente… [risos] Desculpe, mas estou rindo de pensar a que ponto um homem chega de ridículo, quando perde a visão e a direção do Espírito Santo. “A minha alegria é o Senhor, que conheceu a minh’alma e não me rejeitou”… Só Deus mesmo para nos aturar… porque nem eu mesmo sabia mas quem era. Foi, simplesmente, horrível essa fase.

Por que decidiu retornar à IURD?

Aí vamos parar no outro extremo. Foi tanto exagero, exacerbações… que decidi voltar após ouvir um conselho de um amigo, homem de Deus (não sei se ele me autorizaria dizer seu nome, mas Gleiber de Andrade). Este homem me disse, estando eu no Rio de Janeiro: “Olha, Renato, o que você está fazendo com sua vida. Lembra de onde caís-te, arrependa- te e volta”. Considerei esta palavra, orei e o fiz literalmente: Voltei lá para catedral do Brás, achando que deveria ter caído, ou começado a cair por ali, quando ainda era o bispo do Brasil na IURD. Achando que a Universal havia mudado (que duendes e fadas existiam, bem como o Papai Noel…[risos]). Mas na situação que estava, acho que valeu a experiência, pois voltei a ter contato com “algo”, um mínimo residual do Evangelho pleno, creio eu.

Em algum momento sentiu que seu testemunho foi usado para estancar o êxodo de membros da IURD para outras igrejas como a Mundial?

Em todo tempo… [risos] Depois, lá na frente, estando no México e quando me mandaram de volta ao Brasil e o Romualdo me recebeu, não com aquele carinho do tempo do testemunho, mas de outro modo, e dizendo que o Bispo Macedo tinha outro plano pra mim, que não deveria estar mais no altar e sim ser um tipo de diretor ou gerente de uma rádio em Volta Redonda… e esquecer o altar. Aí a ficha caiu. Fui simplesmente um objeto de uso, quanto do testemunho, para que outros não saíssem mais e sofressem como sofri… Entendi tudo e vi que estavam tentando enterrar o que Deus me deu, e em vida (enterrar-me vivo). Óbvio que pulei fora, pois não havia mais lugar ali para mim. Muito menos nos dias de hoje. Saí de lá para entrar de vez no Reino de Deus, agora sim… não por mão do Bispo Macedo, nem de ninguém, mas de Deus mesmo. Que bom!

Quanto tempo foi preciso para que retornasse ao púlpito?

Fiquei um ano na “geladeira” no Brasil e trabalhei como pastor por dois anos no México, onde tive o privilégio de conhecer uma gente maravilhosa e muito aberta ao Evangelho. Só lhes falta este Evangelho verdadeiro e pleno. É, de fato, um campo a ser desbravado. Foi uma boa experiência, pois por dois anos tive que trabalhar como pastor sem nenhum auxiliar, fazendo quatro reuniões diárias. Aprendi muita coisa lá. Valeu muito e não me queixo de nada, principalmente por aquele povo tão sincero de coração que são os mexicanos.

Por que resolveu deixar a IURD novamente?

Porque entendi que o “cantado e decantado perdão ao filho pródigo” não passava de uma grande panacéia pra “brasileiro ou si lá quem ver”. rs Ora, o Bispo me proibiu de pregar e queria que eu fosse um executivo… meio executivo de rádio…nem sei o que é isso. Meu objetivo é viver do e no altar do Senhor até o fim dos meus dias…

É verdade que foi recebido pela Mundial?

Não. Quando voltei estive com o apóstolo Valdemiro por uma vez e assisti a umas reuniões dele. Afinal, fui eu que, quando Bispo do Brasil, o consagrei a Bispo. Foi apenas um encontro de velhos amigos. Mas o ministério que Deus deu a ele é o dele, o meu tem outro perfil. E que Deus abençoe a ele muito, como também ao Bispo Macedo, e a todos da Universal, Mundial, Radial, Medial, Afinal, etc. e tal… [risos]

Quais são suas expectativas ministeriais?

Simplesmente e sinceramente ser um instrumento nas mãos de Deus para estabelecer as diretrizes do Seu Reino aqui, e “preparar o caminho para o Senhor”, tendo sempre em vista que “Ele cresça e eu diminua”. Na prática, evitar os erros do meu passado e aproveitar esta grande oportunidade que o Senhor está dando… Igreja de Jesus Cristo. Tudo muito simples, de acordo com o mandamento do Senhor Jesus: “Amar como Ele nos amou”, curar os enfermos, expulsar demônios, batizar em nome de Jesus, buscar o Espírito Santo, realizar a Ceia do Senhor, não em memória, mas como celebração de Jesus Cristo vivo em nós, Sua Igreja!

Pretende retomar sua carreira musical?

Ah, com certeza que o cantor, o músico e o compositor vão de mala pronta junto com o bispo, é certo… Agradeço muito a paciência de todos para comigo, que Deus os abençoe rica e abundantemente em Cristo Jesus!!!

Fonte: Genizah Virtual e Gospel+

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Reflexão Segunda-Feira


Enquanto estava subindo para Jerusalém, Jesus chamou em
particular os doze discípulos e lhes disse: “Estamos subindo
para Jerusalém, e o Filho do homem será entregue aos chefes dos
sacerdotes e aos mestres da lei. Eles o condenarão à morte e o
entregarão aos gentios para que zombem dele, o açoitem e o
crucifiquem. No terceiro dia ele ressuscitará!”Mateus 20:17-19


É a terceira vez que Jesus fala em sua morte e a primeira vez
em que ele descreve o modo – crucificação. Enquanto Jesus
descreve para os discípulos as bênçãos da vida no porvir, ele
tenta ajudá-los a ver que o caminho que os levará para lá é o
de serviço e abnegação. Antes que os discípulos possam subir ao
céu para receber suas recompensas, Jesus precisa subir para
Jerusalém para ser crucificado. Para que eles pudessem ser
libertados, Jesus tinha que ser condenado. Para que eles pudessem
viver, Jesus tinha que morrer. E o mesmo se aplica a nós. Como o
Senhor nos amou! Como ainda somos amados! Não há palavras nem
obras que possam expressar nossa gratidão o suficiente. Mas para
Jesus, uma vida vivida para ele serve muito bem. Que Deus lhe ajude
a mostrar a seu Senhor hoje o quanto você é grato por tudo que
Ele fez.

A morte de Herodes Agripa I


A morte de Herodes Agripa I

No capítulo 12 do livro de Atos nos é dito que um certo Herodes – que é conhecido dos historiadores seculares como Herodes Agripa I – mandou matar o apóstolo Tiago, e quis fazer o mesmo com Pedro, mas um anjo apareceu e libertou Pedro da prisão. Então, próximo do fim do capítulo, Lucas nos dá este relato:

“Herodes, tendo-o procurado e não o achando, submetendo as sentinelas a inquérito, ordenou que fossem justiçadas. E, descendo da Judéia para Cesaréia, Herodes passou ali algum tempo. Ora, havia séria divergência entre Herodes e os habitantes de Tiro e de Sidom; porém estes, de comum acordo, se apresentaram a ele e, depois de alcançar o favor de Blasto, camarista do rei, pediram reconciliação, porque a sua terra se abastecia do país do rei. Em dia designado, Herodes, vestido de trajo real, assentado no trono, dirigiu-lhes a palavra; e o povo clamava: É voz de um deus e não de homem! No mesmo instante, um anjo do Senhor o feriu, por ele não haver dado glória a Deus; e, comido de vermes, expirou” (Atos 12:19-23).

Naturalmente, esta é o próprio tipo de história que os céticos dizem que prova que a Bíblia não é historicamente acurada. É muito forçada, eles dizem, para ser verdade.

Acontece, contudo, que a morte de Herodes Agripa é contada também pelo historiador judeu do primeiro século, Josefo. Sua narrativa diz:

“Então, quando Agripa tinha reinado durante três anos sobre toda a Judéia, ele veio à cidade de Cesaréia, que antes era chamada Torre de Strato, e ali ele apresentou espetáculos em honra a César, ao ser informado que ali havia um festival celebrado para se fazerem votos pela sua segurança. Em cujo festival uma grande multidão de pessoas principais se tinha reunido, as quais eram de dignidade através de sua província. No segundo dia dos quais espetáculos ele vestiu um traje feito totalmente de prata, e de uma contextura verdadeiramente maravilhosa, e veio para o teatro de manhã cedo; ao tempo em que a prata de seu traje sendo iluminada pelo fresco reflexo dos raios do sol sobre ela, brilhou de uma maneira surpreendente, e ficou tão resplendente que espalhou horror entre aqueles que olhavam firmemente para ele; e no momento seus bajuladores gritaram, um de um lugar, outro de outro lugar, (ainda que não para o bem dele) que ele era um deus; e acrescentavam: ‘Sê misericordioso conosco, pois ainda que até agora te tenhamos reverenciado somente como um homem, contudo doravante te teremos como superior à natureza mortal’. Quanto a isto o rei não os repreendeu, nem rejeitou sua ímpia bajulação. Mas, estando ele presente, e depois olhou para cima, viu uma coruja pousada numa corda sobre sua cabeça, e imediatamente entendeu que este pássaro era o mensageiro de más notícias, como tinha sido antes mensageiro de boas notícias; e caiu na mais profunda tristeza. Uma dor severa também apareceu no seu abdome e começou de maneira muito violenta. Ele portanto olhou para seus amigos e disse: ‘Eu, a quem chamais deus, estou presentemente chamado a partir desta vida; enquanto a Providência assim reprova as palavras mentirosas que vós agora mesmo me disseram; e eu, que por vós fui chamado imortal, tenho que ser imediatamente afastado depressa para a morte...’ Quando ele acabou de dizer isto, sua dor se tornou violenta. Desse modo, ele foi carregado para dentro do palácio; e o rumor espalhou-se por toda parte, que ele certamente morreria dentro de pouco tempo... E quando ele tinha se esgotado muito pela dor no seu abdome durante cinco dias, ele partiu desta vida” (Antiguidades, XIX, 7.2).

Josefo é muito mais prolixo do que Lucas, mas a concordância entre as duas histórias é tocante. Os relatos são bastante diferentes, para que nenhum pudesse sido copiado do outro. E são bastante semelhantes para atestar um ao outro a autenticidade, ainda que Josefo pareça acrescentar alguns promenores até fantasiosos.

Este é um exemplo de como as fontes antigas, não cristãs, dão testemunho da exatidão histórica da Bíblia. E é uma de muitas. Naturalmente, isto coloca os incrédulos numa posição bem desconfortável. Se a Bíblia é consistentemente acurada em retratar tais eventos como a morte de Herodes, então não temos razão sólida para duvidar dos seus registros de milagres. Não há razão sólida para duvidar da ressurreição de Jesus. Não há evidência sólida de que estas coisas não aconteceram. Mas na Bíblia temos testemunhas oculares de escritores que, ponto por ponto, têm provado a si mesmos como confiáveis. Mais ainda, por meio de outros estudos vemos que é completamente razoável concluir que Deus existe, meramente pelo exame do funcionamento do universo físico. E certamente o Deus que criou o universo é capaz de executar os milagres descritos nas Escrituras. Portanto, vemos novamente que a evidência é toda a favor de aceitar a Bíblia no que ele declara ser – a palavra de Deus.

por Jim Robson

No Interior de Goias




Foi em Goiás, numa cidade do interior, próximo a Ceres. Um fazendeiro que não gostava de crente e que nunca permitira que ninguém lhe falasse de Jesus, sem saber, contratou os serviços de um evangélico, que antes de se converter a Cristo era ladrão.

No entanto, num episódio de fraqueza, o ex-ladrão voltou às escondidas à fazenda e roubou uma porca do fazendeiro, mas, não conseguiu dormir aquela noite, pois, o Espírito Santo inquietou sua consciência e, logo de manhã, ele foi se aconselhar com seu pastor, que exigiu, como prova de sua sinceridade, que ele voltasse à fazenda, confessasse seu delito e reparasse o dano, pagando o fazendeiro com dinheiro ou serviço.

Apesar de querer muito reparar aquela situação, o rapaz tinha medo da reação do fazendeiro, pois ele era arrogante, estúpido e violento. Demorou quase uma semana, mas, finalmente, no domingo seguinte, ele criou coragem e voltou à fazenda.
- O que o traz aqui assim tão cedo, meu amigo?
- Vim lhe confessar um crime.
- Que crime rapaz?
- Depois que o senhor me pagou aquele último serviço, eu voltei aqui na fazenda e roubei uma porca. O senhor não sabe, mas, desde bem cedo na vida fui um ladrão, mas, agora sou crente e não posso mais fazer isso. Não tenho dinheiro para lhe pagar, mas posso pagá-lo com serviço, e garanto-lhe não vou nunca mais mexer nas suas coisas ou de qualquer outra pessoa.

O fazendeiro demorou alguns segundos para entender o que o rapaz havia acabado de lhe falar, mas, logo depois gritou:
- Mulher, chame nossos filhos e venham aqui, todos vocês.

O rapaz achou que iria levar a maior surra de sua vida, pois os filhos do fazendeiro eram uns rapazes muito fortes e, como o pai, também violentos.

Quando eles chegaram, o fazendeiro ordenou:
- Moço, eu devo admitir que você tem coragem. Faça o favor, repita para meus filhos e para minha mulher tudo o que você acabou de me falar.

E o rapaz repetiu. Se tremeu na primeira vez, agora, então, nem se fala. Sua voz mal saía da garganta.
- É isso que é ser crente, moço?

- Rss...

Mas, para sua surpresa, o fazendeiro falou:
- Ser crente é ter coragem de confessar o próprio erro e se propor a reparar o prejuízo? Se é isso que é ser crente, eu, minha esposa e meus filhos também queremos ser crentes. Como é que a gente faz pra ser crente?

Todos eles se converteram e o temido fazendeiro tornou-se um dos mais influentes pregadores do evangelho daquele rincão.

Quanto à porca? Bem, o fazendeiro ficou tão feliz com Jesus que disse para o rapaz:
- Quanto à porca, fica de presente, irmão!


Aquele que furtava, não furte mais.Efésios 4.28

Pr João Ferreira da Costa.

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