"Interrogado pelos fariseus sobre quando viria o reino de Deus, Jesus lhes respondeu: Não vem o reino de Deus com visível aparência. Nem dirão: Ei-lo aqui! Ou: Lá está! porque o reino de Deus está dentro em vós." (Lucas 17: 20-21).

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Tem Profeta Na Terra


Ouvindo, porém, Eliseu, homem de Deus, que o rei de Israel rasgara as suas vestes, mandou dizer ao rei: Por que rasgaste as tuas vestes? Deixa-o vir a mim, e saberá que há profeta em Israel.” (2 Reis 5:8 ARA)

Nenhum de nós é profeta como Eliseu nem vive no Isreal da época, mas todos nós que conhecemos ao Deus Vivo e Eterno temos de ter esta postura. É o que hoje se chama de trazer a bola ao pé e assumir o jogo. Se o rei não confia no Senhor, eis aqui alguém que o faz. Rasgar as roupas era sinal de luto e humilhação.

Ao invés de ficarmos gastando energia defendendo pontos de vista, devemos gastar energia falando e mostrando que há Deus nesta terra. Só precisamos lembrar que a Bíblia em lugar nenhum nos incentiva a defender a Deus. Devemos defender nossa fé e aquilo que cremos, mas Deus não precisa de defesa. O que é preciso sim, a cada dia mais, é mostrar a este mundo, que jaz no maligno, que em Israel (igreja talvez?) há sim quem fale em nome do Senhor (profeta talvez?).

Se cada um de nós que tem o Espírito Santo é sacerdote real como 1 Pedro 2:9 nos ensina, façamos o que nos cabe e digamos para todos: deixe que os necessitados venham a mim para que saibam que há um Deus acima de nós e que nós somos Seus servos. Nem sempre acontecerá um milagre, nem sempre as pessoas serão curadas, nem sempre os ventos soprarão e o céu se abrirá. Mas vai acontecer. O mundo conhecerá e reconhecerá quem fala em Espírito e em Verdade.

Eliseu falou claramente “deixa-o vir a mim”. Esse é o centro da mensagem, isso é o que devemos fazer. Venham a mim desesperados, endividados, cansados, afadigados, enfermos, deprimidos, decepcionados – Há Deus na Terra. Isso faz parte de ser igreja, de ser servo do Altíssimo, de assumir seu papel na terra como membro do Reino Eterno. Não é preciso ser especial, unção especial, treinamento especial – só é preciso se posicionar, afinal nós não podemos e não fazemos nada, quem faz é Deus. Se cumprirmos nosso papel, Ele cumprirá o Dele. Jesus é nosso referencial e não o vi em momento algum refugando algum necessitado.

“Deus amado, eu quero cumprir meu papel como Teu filho neste mundo. Me ensina a cumprir cada um dos Teus propósitos de forma responsável.”

Mário Fernandez

www.hichtus.com.br

O que Jesus diria para o Google?


Vivemos em uma época que as pessoas têm uma enorme dificuldade de lidar com o tempo. Hoje, os serviços prestados que mais crescem são aqueles que atendem de imediato às necessidades das pessoas.

A sociedade se tornou imediatista, passa o tempo lutando contra o tempo, quer para ontem e consegue espera somente até hoje.

Essa cultura pós-moderna gerou pessoas que não querem ter que esperar, e, infelizmente, isso acontece também quando o assunto é conhecimento.

O Google oferece uma resposta rápida a todas as perguntas pesquisadas e isso não gera mais formadores de opinião, mas sim “transmissores de opinião”.

Perguntas como “Quem é Jesus de Nazaré?” já receberam aproximadamente 1.130.000 consultas no Google. Isso é preocupante, pois as informações do Google são de fontes diferentes, algumas boas, porém, outras ruins, capazes de produzir incredulidade. Para um site espírita, por exemplo, Jesus é um espírito evoluído; já para um site budista, Jesus é o Iluminado. São informações que contradizem a Palavra de Deus.

A melhor forma de buscar resposta para uma pergunta como essa é examinando as escrituras. Fora da Bíblia não existe resposta suficiente para responder quem é Jesus de Nazaré.

Assim como nós fazemos hoje tantas perguntas, jesus tmabém fazia.

A primeira pergunta feita por Jesus foi dirigida aos seus pais carnais, quando sua mãe lhe disse “Filho, por que você fez isto?”. Ele então, responde fazendo duas perguntas “Por que vocês estavam me procurando?” “Não sabiam que eu devia estar na casa de meu Pai?”.

Os evangelhos também registram a última pergunta feita por Jesus, a qual foi feita antes de sua morte. Essa foi dirigida ao seu Pai espiritual “ Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?”

Jesus foi referido por alguns comentaristas do Evangelho de Marcos, como “O grande interrogador”, aquele que faz perguntas.

A didática de Jesus em seus ensinamentos apresenta uma das ferramentas mais importante para o ensino, que é a arte de fazer perguntas.

Esse método também é conhecido como Socrático, uma prática muito famosa exercida pelo filósofo Sócrates, que consiste em parir idéias complexas a partir de perguntas simples, fazendo com que o ouvinte chegue por seu próprio raciocínio ao conhecimento ou a solução de sua dúvida.

Uma forma de explorar a mente humana é questionando-a. As perguntas confrontam o pré-conhecimento e ajuda as pessoas a chegarem as suas próprias conclusões, gerando assim mentes pensantes.

Jesus nos quatro evangelhos recebeu aproximadamente 183 consultas (perguntas), se todas essas perguntas fossem feita ao google todos eles teriam uma resposta rapida, porêm nenhum deles teriam respostas profundas. Das 183 perguntas feitas a Jesus, apenas 3 Ele respondeu diretamente (igual ao google). As demais, Ele respondeu com parábola, silêncio e muitas outras vezes com outra pergunta.

Jesus não queria dar respostas rapidas como o google, Jesus queria que a pessoa pensasse pelo menos no que esta perguntando,(o que não acontece no google), Jesus queria também que a pessoa se dedicasse e trabalhasse na construção de sua propria resposta.

Nós não devemos buscar apenas uma informação superficial, pois calam nossas dúvidas de forma muito rápida. Precisamos de formação. A informação (Google) nos satisfaz, mas a formação nos capacita.

Alan Corrêa,

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Reflexão de Quinta Feira


“Mas eis que a mão daquele que vai me trair está com a minha
sobre a mesa.” Lucas 22:21


A mão de Judas estava na mesa, tomando o pão, passando o
cálice, mas, o seu coração estava em outro lugar. É fácil
odiar Judas pela traição e desprezá-lo pela falsidade. Ele ficou
lá ouvindo as palavras de Jesus sobre serviço, atento ao ensino
do Mestre sobre unidade. E o tempo todo planejando traição. Mas,
quantas vezes, ao tomar a ceia, minha mente não estava em outro
lugar? Quantas vezes com o gosto do pão e o sabor do suco ainda na
minha boca, eu deixei meu coração enveredar por caminhos escuros?
E se aconteceu dois minutos, duas horas ou dois dias depois, qual a
diferença? Minha mão também esteve à mesa quando eu não era
digno. O que preciso lembrar é que, mesmo sabendo disso, Jesus
ainda passou o pão e o cálice para Judas. E cada vez que eu tomo
a ceia ele ainda passa para mim. “Grande” é uma palavra muito
pequena para descrever este amor. Mas, este é o amor de Jesus por
mim e por você.

Deputado gay Jean Wyllys ofende cristãos e declara guerra aos “inimigos”


O recém-eleito deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ), homossexual militante que conseguiu alguma notoriedade participando do programa Big Brother Brasil da Rede Globo, lançou, na semana passada, uma campanha de combate ao cristianismo.

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Em sua página do Twitter, Jean publicou várias mensagens dizendo que cristãos são doentes, homofóbicos, preconceituosos, violentos, ignorantes e fanáticos, e que ele se dedicará ainda mais a eliminar a influência do cristianismo na sociedade. O deputado enfatizou que seu mandato tem como foco a defesa dos interesses da militância gay e o combate a seus “inimigos”.

O deputado, que é membro da Frente Parlamentar LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros e travestis) no Congresso Nacional, aproveitou para convocar seus seguidores para se juntar a ele em sua guerra particular. Jean obteve respostas diversas: angariou o apoio previsível de seus seguidores militantes da causa gay, e provocou a reação de inúmeros outros usuários da rede social, indignados com as ofensas do parlamentar aos cristãos e com seus ataques à liberdade de expressão, religião e comunicação.

Jean promove uma campanha de censura a usuários do Twitter que são contrários às idéias que ele defende, como o “casamento” homossexual, as cartilhas de suposto combate à “homofobia” do MEC (mais conhecidas como Kit Gay) e o PLC 122/2006 (lei da mordaça gay), projeto de lei que pretende transformar em crime qualquer crítica ou oposição ao comportamento homossexual ou às pretensões do lobby gay.

Uma das primeiras vítimas da campanha censória de combate ao cristianismo deflagrada por Jean Wyllys foi o usuário Carlos Vendramini.

Valendo-se do direito que qualquer cidadão possui em uma democracia, Vendramini fez, no Twitter, críticas ao Kit Gay, ao PLC 122/06 e a outros projetos dos militantes gays e aos parlamentares que os apóiam, como Jean Wyllis, Marta Suplicy e Cristovam Buarque, dentre outros. Incomodado com as críticas, o deputado disse, em seu blog, que estava acionando advogados da Frente LGBT para censurar o perfil de Vendramini, que Jean imagina ser “membro fundamentalista de uma parcela conservadora da direita católica em São Paulo” (sic) e estar praticando “perseguição” a ele.

Fonte: Jornal do Brasil

Confie 1º em Deus, Depois em Você



Nunca se justifique para ninguém. Porque a pessoa que gosta de você não precisa que você faça isso, e quem não gosta não acreditará.

Não deixe que alguém se torne uma prioridade em sua vida, quando você é somente uma possível opção na vida dessa pessoa. Relacionamentos funcionam melhor quando são equilibrados.

De manhã quando você acorda, você tem simplesmente duas opções: voltar a dormir e a sonhar ou levantar e correr atrás dos seus sonhos. A escolha é sua.

Nós fazemos chorar aqueles que cuidam de nós. Nós choramos por aqueles que nunca cuidam de nós. E nós cuidamos daqueles que nunca vão chorar por nós. Essa é a vida, é estranho mas é verdade. Uma vez que você entenda isso, nunca será tarde demais para mudar.

Não faça promessas quando você estiver alegre. Não responda quando você estiver triste. Não tome decisões quando você estiver zangado. Pense duas vezes....

O tempo é como um rio. Você nunca poderá tocar a mesma água duas vezes, porque a água que passou nunca passará novamente. Aproveite cada minuto da sua vida...

Se você continuar dizendo que está ocupado, então você nunca estará livre. Se você continuar dizendo que não tem tempo, então você nunca terá tempo. Se você continuar dizendo que fará isso amanhã, então o amanhã nunca chegará.


Viva feliz!

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Reflexão Quarta Feira


Da mesma forma, depois da ceia, tomou o cálice, dizendo:
“Este cálice é a nova aliança no meu sangue, derramado em
favor de vocês”. Lucas 22:20


Na velha aliança, Deus selou seu compromisso com seu povo com o
sangue de animais (Exô 24:8; Heb 9:18-22). No entanto, o sangue de
animais, embora derramado ano após ano, nunca podia remover
pecados, como lembra o autor da carta aos Hebreus (Heb 10:1-4).
Então, como podia ser? Como é que Deus poderia perdoar os pecados
meus e seus de uma vez por todas? Apenas um poderia se oferecer
para aquele sacrifício. Nas palavras que Jesus pronunciou sobre o
cálice ouvimos a sua escolha. Como Max Lucado bem nos lembra, “a
cruz não foi nenhum acidente”. Foi a escolha de Jesus, a
decisão dEle. Por quê? Porque Ele tanto nos amou. Quando Ele
disse “em favor de vocês”, seu nome estava incluído nas
últimas cinco letras daquela frase. Você ainda está livre para
resistir, negar, rejeitar. Muitos o fizeram, e Jesus garantiu a
liberdade de cada um para fazer exatamente esta escolha. Mas um dia
eles se arrependerão. E não será só por causa do sofrimento
eterno. Será mais ainda por causa do grande amor que
desperdiçaram. Quando você olhar para Jesus lembre-se do Seu
grande amor e que Ele um dia também lembrou de você.

As Cidades


Quando Deus criou o primeiro casal, o colocou no paraíso (significa “jardim” na língua persa). A decisão catastrófica ocorreu quando eles cederam à tentação de comer da árvore do conhecimento do bem e do mal. Deus os expulsou do jardim e eles começaram sua busca pelo sentido da vida, levantando torres e construindo cidades. “Caim fundou uma cidade”, informa o texto bíblico.

Muitos anos depois, Deus convocou Abraão a deixar a cidade de Ur dos Caldeus, entre as mais modernas do mundo antigo. Peregrinou na terra prometida alojando-se numa tenda, mas esperava uma “cidade que tem alicerces cujo arquiteto e edificador é Deus” (Hb 11.10). Essa cidade deve ter sido a Nova Jerusalém.

H. Drummond nos surpreende, ao afirmar que o cristianismo é distinto de todas as outras religiões porque é a “religião de cidades... sua esfera é a rua, o mercado, a vida do empregado no mundo. De fato, o novo mundo do Apocalipse se apresenta para nós em forma de uma imensa cidade. A vida da cidade é intensa, real e comunitária” (The Greatest Thing in the World). Na cidade, quem desejar pode se isolar, ou ter muitos amigos.

O Espírito Santo desceu sobre os 120 discípulos na cidade. A primeira igreja foi plantada na cidade. Atos narra o sucesso do Evangelho correndo a largos passos pelas cidades de Jerusalém, Damasco, Antioquia, Tessalônica, Corinto, Éfeso e Roma.

Deus planejou enviar seus embaixadores às cidades de onde o conhecimento da verdade salvadora se espalharia pelas zonas rurais. A dinâmica da mensagem em Éfeso foi tal que, em apenas dois anos “todos os judeus e os gregos que viviam na província da Ásia ouviram a palavra do Senhor” (At 19.10).

Mas nem tudo é belo e atraente na cidade. Tem seu lado sombrio. Nela, proliferam a competição, a busca frenética do poder, do dinheiro, de ter em vez de ser. Na cidade, a prostituição, as drogas e a violência contaminam a atmosfera. Creio que muitos concordariam que é mil vezes mais fácil sentir a presença e ação de Deus no campo do que na confusão de prédios e ruas congestionadas. Não foi por meio de um arbusto em chamas que Deus se revelou a Moisés?

No congresso de evangelismo, Lausanne II, em Manila (1989), um palestrante, Os Guiness, citou Abraão Kuyper, primeiro ministro da Holanda, “Não há uma polegada sequer de qualquer esfera da vida sobre a qual Cristo não diz: “Meu”. É isto que torna a modernidade tão difícil”. Precisamente na cidade, a modernidade nos confronta com a força de um Tsunami. Mas sobre a cidade, Deus tem vontade de revelar seu poder transformador, dizendo: “Isto é meu!”.

Se o nosso destino final é de fato uma cidade, não seria de primordial importância aprendermos a viver de forma cristã na cidade? Não seria alvo digno do Senhor da igreja, nos esforçar na transformação da comunidade na qual ela se encontra, num reflexo do modelo da Nova Jerusalém?

Richard Baxter, dedicado pastor da igreja de Kidderminster, Inglaterra (séc. XVII), foi o instrumento da mudança na reputação da cidade. De pior, passou a ser considerada a mais santa do país. A contagiosa influência de um pastor santo como Baxter tem poder para mudar um bairro, uma cidade ou um país. Em vez de escândalos abalarem a igreja, roguemos a Deus por líderes que consigam implantar o modelo da Nova Jerusalém no meio dos homens engavetados na cidade poluída e escura, carecendo da luz de Deus.

De cima é fácil identificar uma cidade pela mancha de luz que passa por debaixo do avião. Milhares de luzes juntas dão a impressão de uma luz espalhada numa grande área da terra. Seria assim que a cidade corrompida pela pecado poderia ser modificada? Não espere pelos políticos, nem pela legislação, nem uma maior proliferação de policiais. A mudança da cidade ocorre pelas luzes que vidas santas produzem. Jesus declarou: “É impossível esconder uma cidade construída sobre um monte”. Mas uma cidade sem luzes se esconde, sim! Portanto, candeias colocadas em lugares apropriados iluminam a todos que estão na casa e transformam a cidade numa mancha de luz gigante.

Assim, não podemos imaginar a beleza da Cidade de Deus que os herdeiros da salvação ocuparão. Todos se amarão perfeitamente. O fruto do Espírito dominará todos os relacionamentos. No presente gozamos das primícias do Espírito para experimentar a sombra dessa realidade.

Fonte: www.revistaenfoque.com.br
Dr.Russel P. Shedd

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