"Interrogado pelos fariseus sobre quando viria o reino de Deus, Jesus lhes respondeu: Não vem o reino de Deus com visível aparência. Nem dirão: Ei-lo aqui! Ou: Lá está! porque o reino de Deus está dentro em vós." (Lucas 17: 20-21).

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Demorou, Dispersou...


Mas vendo o povo que Moisés tardava em descer do monte, acercou-se de Arão, e disse-lhe: Levanta-te, faze-nos deuses, que vão adiante de nós; porque quanto a este Moisés, o homem que nos tirou da terra do Egito, não sabemos o que lhe sucedeu.” (Êxodo 32:1)

Exemplo excelente de que o povo tem memória curta, para o bem e para o mal. Acabaram de sair do Egito, acabaram de ver maravilhas pela mão do Senhor e já se desfizeram de tudo. A promessa do Senhor pode parecer tardia, mas nós temos de encarar e entender isso como um teste e não como abandono por parte do Pai. Ele nunca desiste, nós é que desistimos.

Fico inclusive pensando o que seria tardar muito. Será que levou um dia? Ou uma semana? Será que Moisés ficou o mês inteiro naquele monte? Certamente para Moisés não pareceu muito tempo, mas foi o suficiente para o povo desistir de esperar por ele.

Pior do que isso, não foi nem a desistência, mas a atitude tomada. Deus estava demorando, então resolveram escolher outro deus. Simples assim. É tão absurdo que não sei se tenho vontade de rir ou de chorar, fico sinceramente em dúvida. Mas o pior do pior de tudo é que hoje não é tão diferente. Vejo pessoas cambaleando entre igrejas e outras opções não cristãs para “resolver” seus problemas, num sincretismo alarmante. Vejo também pessoas que perambulam entre uma igreja e outra como quem está dentro de um shopping center tentando comprar um artigo que não encontra. Sem fidelidade a ninguém, sem vínculo com qualquer um, sem apresentar qualquer crescimento.

O povo mudou mas continuamos com o mesmo comportamento, esquecendo dos grandes feitos do Pai e partindo para outras soluções. Ouvi um abençoadinho dizendo que não tinha tempo de vir na reunião de oração porque estava desempregado. Meu Deus… Deveria vir o dobro, estava desempregado – precisava de solução e tinha tempo. Misericórdia.

É chegado o tempo, se já não é tardio, em que devemos persistir até que o Senhor mande-nos parar ou mudar. Deixar de lado o espírito de mariposa que não tem ninho em lugar nenhum, para encontrar um lugar onde ser bênção.

Deus está em todos os lugares, é verdade. Mesmo no arraial de um povo que fez bezerros de ouro. Alerto que isso não significa muita coisa…

“Pai, tem misericórdia de nós que desistimos com tanta facilidade. Precisamos persisitir na convicção daquilo que o Senhor já falou. Ajuda-nos, por favor.”

Mário Fernandez

terça-feira, 26 de abril de 2011

Reflexão Terça Feira


Está escrito: ‘E ele foi contado com os transgressores’; e
eu lhes digo que isso precisa cumprir-se em mim. Sim, o que está
escrito a meu respeito está para se cumprir”. Os discípulos
disseram: “Vê, Senhor, aqui estão duas espadas”. “É o
suficiente!”, respondeu ele. Lucas 22:37-38


O que estava para se cumprir sobre Jesus era sua morte entre
dois criminosos na cruz. Estes eram os “transgressores”. A
rejeição de Jesus já havia começado e estava caminhando
rapidamente para seu desfecho trágico. Mas, os discípulos também
seriam rejeitados e tratados como “transgressores”. A
diferença é que Jesus estava preparado e pronto para ir à morte.
Os discípulos ainda pensavam em lutar para se proteger. Eles
entenderam literalmente as palavras de Jesus sobre a espada. A
Revista e Atualizada traduz melhor a resposta do Senhor:
“Basta!”. O que ele está dizendo é “Chega dessa
conversa!” Jesus não iria pelo caminho da luta armada, nem
fugiria do seu destino. Vivemos numa época de bastante
tranqüilidade para muitos Cristãos. Apesar da violência
generalizada dos grandes centros urbanos, não é por motivo de fé
em Jesus que a maioria de nós sofremos agressões. Mas, este dia
pode chegar, e talvez antes do que esperamos. Quando esse dia
chegar, a melhor defesa é a armadura de Deus (Efésios 6:10-20).
Será que estamos fazendo os preparativos necessários para esta
guerra? Será que estamos perseverando em oração por todos os
santos, especialmente aqueles em lugares onde são tratados como
“transgressores”? Veja mais sobre as necessidades deles em
www.portasabertas.org.br

Silas Malafaia pede que fiéis doem R$100 mil para pagar dívida de mais de R$ 1 milhão e meio



O pastor Silas Malafaia apresentou aos espectadores de seu programa de televisão um pedido que, segundo ele, é importante e especial. Silas solicitou ofertas em um valor total de 1 milhão e meio de reais.

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O valor, para alguns, exorbitante se deveria a um pagamento que o pastor teria de efetuar aproximadamente uma semana após o programa dos custos de manter todos os horários em canais de televisão de todo o país e até mesmo fora dele.

Como embasamento bíblico, Silas Malafaia leu e referiu-se diversas vezes a II Coríntios 9:10-11 e Provérbios 11:24-25. Segundo o pastor, os versículos justificariam que aquele que doasse ao ministério receberia uma contraprestação de Deus com o aumento da “fonte, e não da semente” – em outras palavras, Deus traria ao doador prosperidade.

Malafaia ainda disse que, por orientação de Deus, precisava de 3 pessoas que doassem acima de 100 mil Reais, 10 pessoas que doassem acima de 10 mil Reais e 50 pessoas que doassem acima de 1 mil Reais. Devido à urgência, o pastor pediu que as ofertas fossem enviadas por depósito bancário. Se, porém, as doações fossem de valor baixo, poderiam ser feitas através de boleto bancário retirado no site do ministério de Silas.

O pastor não esclarece se a dívida contraída por seu ministério (de onde surge a necessidade de 1 milhão e meio de Reais) é uma nova dívida ou antiga – e se antiga, porque neste momento o orçamento sofreu um déficit tão imenso que é necessário de forma urgente uma oferta em valor altíssimo, que equivale a pouco menos que 2753 salários mínimos.

Pregações em Porto Seguro
Durante a última semana o Pastor Silas Malafaia esteve em Porto Seguro, Bahia, para realizar pregações em um evento organizado pelo Apóstolo Rene Terra Nova. Para circular pela cidade o pastor teria alugado uma limosine no valor de R$7 mil a diária. Durante toda a semana jornais, sites e blogs da região registraram os passeios do pregador por Porto Seguro. Segundo os mesmos o Pastor Silas teria visitado vários restaurantes a beira-mar.

Abaixo uma foto da limosine alugada tirada enquanto o líder da Igreja Vitória em Cristo almoçava em uma churrascaria local:



Fonte: Gospel+

Dizimos e Ofertas


Não acho que seja importante falar do dízimo judaico, ele era uma espécie de “imposto” ou tributo para aquele povo, tanto que eles tinham vários tipos de dízimos durante o ano e alguns de três em três anos e outros de sete em sete anos. Se quisermos seguir esse tipo de lei precisamos nos converter ao judaísmo.

Quero falar a partir daqui: Foi no século IV que a prática do dízimo se estabeleceu firmemente na tradição cristã, embora no segundo e terceiro séculos ela já estava presente na igreja. No século VI o dízimo tornou-se uma obrigação legal para os cristãos, sob pena de excomunhão e castigo. No século XIII o dízimo era quase universalmente praticado em toda a cristandade. A combinação de imposto da igreja e de imposto do estado, impôs enormes encargos econômicos sobre as pessoas.
A literatura do Novo Testamento não diz praticamente nada sobre o dízimo. As duas únicas referências que Jesus faz ao dízimo não é nada elogiosa; em vez disso soa como um alarme sobre o sistema do dízimo como um imposto pesado ao povo. Jesus não poderia falar contra o dízimo por ele ser um “imposto” da lei, e toda a comunidade religiosa da época “pagava” esse imposto.

Na falta de mais comentários de Jesus sobre o dízimo e do silêncio total do Apóstolo Paulo sobre o assunto, ambos se manifestaram de maneira marcante na ênfase ao dinheiro e as posses. Essas foram algumas das razões pela quais os reformadores protestantes criticaram o dízimo exigido pelas igrejas na época da reforma.


O próprio Jesus não era um dizimista. Ele não tinha nenhuma renda. Tanto que quando os coletores de imposto do templo vieram cobrá-lo, Jesus teve que mandar Pedro para obter
algum dinheiro, e esse dinheiro não veio de um tesouro da igreja, nem dos dízimos ou ofertas que as pessoas poderiam dar para Jesus, mas veio de um peixe - Mateus 17:27.
A única vez que Jesus disse algo sobre o dízimo foi quando ele argumentou que o dízimo não era suficiente: “Ai de vocês, fariseus, porque dão a Deus o dízimo da hortelã, da arruda e de toda a sorte de hortaliças, mas desprezam a justiça e o amor de Deus! Vocês deviam praticar estas coisas, sem deixar de fazer aquelas”. - Lucas 11:42.

Na verdade, Jesus nunca falou contra o dízimo, mas disse que ninguém deveria dar o dízimo antes de ser misericordioso com seu próximo. O que os fariseus faziam era simples: Eles entregavam o dízimo como um pagamento à Deus para se sentirem livres de amarem as pessoas e se preocuparem com a carência financeira dos outros. Viravam as costas para os necessitados, mas davam todos os dízimos. Jesus disse aos fariseus: “não há mal algum em vocês darem o dízimo, mas se preocupem com as pessoas em justiça e em amor de Deus por todos. Porque ai de vocês fariseus que dão a Deus o dízimo de tudo mas se esquecem dos seus irmãos.”


Em primeiro lugar, Deus não precisa do seu dinheiro, mas você não deve precisar mais do seu dinheiro do que de Deus.

Em segundo lugar, dando o dízimo você não deve pensar que está “devolvendo ou pagando” algo à Deus. Entregar o dízimo não é parte de sua caminhada diária com Deus, mas apenas demonstra para você, não para os outros ou para alguma instituição religiosa, que você não é apegado ao dinheiro.

Em terceiro lugar, o dízimo como uma disciplina espiritual pode realmente mover você para níveis mais profundos de fé e de consciência do cuidado de Deus pela sua vida.

Em quarto lugar, quem se torna dizimista por amor, não por obrigação ou por força da religião não desiste mais porque encontram nele uma forma de desapego ao dinheiro.

Em quinto lugar, jamais dê o dízimo entes de alcançar as necessidades financeiras dos seus irmãos. Ofertas e dízimos não devem vir antes do que pessoas. Lembre-se do que Jesus falou: “Portanto, se trouxeres a tua oferta ao altar, e aí te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa ali diante do altar a tua oferta, e vai reconciliar-te primeiro com teu irmão e, depois, vem e apresenta a tua oferta” - Mateus 5:23-24.

Tanto Deus não quer a oferta e o dízimos de pessoas que têm pendências com seus irmãos, quanto não as quer quando você não consegue ver a necessidade do seu próximo antes de levar dinheiro para a igreja. É claro que muitas igrejas discordam disso, algumas congregações estão mais preocupadas em suprirem suas necessidades de aluguéis, folhas de pagamentos de funcionários do que alcançarem as necessidades dos membros das suas comunidades. Isso deve ser triste para Deus. Ver que as dívidas da igreja foram colocas na frente da fome dos seus membros.

Uma das atitudes primordiais que encontramos na igreja de Atos dos Apóstolos era que eles vendiam suas propriedades e repartiam entre si, não entre a instituição, mas entre as pessoas, de modo que não existiam necessitados entre eles. Não é admissível que uma igreja gaste dinheiro com tijolos e concreto e não com comida para as pessoas que têm fome entre eles “Todos os que criam mantinham-se unidos e tinham tudo em comum. Vendendo suas propriedades e bens, distribuíam a cada um conforme a sua necessidade. Todos os dias, continuavam a reunir-se no pátio do templo. Partiam o pão em suas casas, e juntos participavam das refeições, com alegria e sinceridade de coração, louvando a Deus e tendo a simpatia de todo o povo. E o Senhor lhes acrescentava todos os dias os que iam sendo salvos” Atos 2:44-47. Veja que a igreja não tinha um templo próprio, ela se reunia no pátio do templo judaico e depois compartilhava na casa dos irmãos onde partiam o pão uns com os outros.


Sempre me perguntei como um pastor sente-se chegando na igreja com um carro que custa mais de 50 mil reais e encontra seus membros, irmãos dele, chegando de chinelo, suados, cheios de necessidades financeiras e ainda esse pastor tem coragem de incentivar seus pobres irmãos a darem ofertas e dízimos. Isso acontece quando o coração do pastor está nas regras da religião e não nas ovelhas, nosso coração precisa estar no rebanho, nas vidas, nas almas e não na arrecadação de recursos para comprar carros de luxo, tijolos, concretos, terrenos, jóias para as esposas e conforto para eles mesmos. Porque é isso que eles fazem com os dízimos e ofertas, usam para o seu prazer e não para encontrar a necessidade uns dos outros.

Contribua quando você encontrar uma comunidade que se importa com as pessoas, não com as construções materiais. Um grupo que cuida um dos outros, dos jovens, das crianças, das viúvas, dos idosos, daqueles que participam do pão de Cristo com eles e precisam de pão em suas mesas.

Contribua quando você perceber que no grupo que você participa não tenha enriquecimento da liderança, porque quem contribui com uma liderança corrupta não é a Deus que contribui, mas ao diabo que dá o seu dinheiro. “A religião pura e imaculada para com Deus, o Pai, é esta: Visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações, e guardar-se da corrupção do mundo” - Tiago 1:27.

O dízimo hoje tem servido de alívio para muitos religiosos, é um dos frutos da arrogância humana, eles não querem ajudar uns aos outros, não se importam com seus irmãos e tão pouco amam uns aos outros. Questionados eles sempre argumentam: “Eu já dou o meu dízimo e minhas ofertas, já faço a minha parte” Isso é uma maneira hipócrita de comprar a salvação e tirar algum peso dos seus ombros. Trazer ofertas e dízimos para a igreja é uma maneira de dizer: “Vocês oram por mim e eu pago vocês” Mas não é isso que Deus quer, a instituição se mantém feliz com essa postura, porque muitas organizações são bancos, tratam o evangelho de Cristo como um instrumento monetário e não de amor.


O dinheiro não é a moeda do reino de Deus, mas sim no reino do mundo. As únicas pessoas para quem o dinheiro é popular são para os sonegadores, ladrões, traficantes, comerciantes e para as igrejas. Jesus ficaria contente com a maneira que estamos mantendo a igreja e esquecendo nossos irmãos necessitados?

A MORDOMIA
Muitos dizem que somos “mordomos de Deus”. A ideia de sermos guardiões da terra é outro sintoma da arrogância humana. Imagine-se com a tarefa de supervisionar seu corpo. Você se acha capaz de fazer os seus rins funcionarem? Você pode controlar a remoção de resíduos do seu corpo? Você está consciente do fluxo de sangue através das suas artérias? Você está controlando a perda de uma centena de milhares de células da sua pele neste minuto? Você sabe quantos fios de cabelos possui e tem o controle sobre eles? A idéia de que somos conscientes para cuidar de um sistema tão grande e misterioso é ridícula. Imaginem, não podemos controlar nosso corpo, porque achamos que podemos controlar as riquezas da terra em nome de Deus? Como se ele se importasse com essas riquezas, não é o corpo mais do que as roupas? Perguntou Jesus. No entanto, algum pastor que deve ser muito íntimo das riquezas, resolveu inventar um absurdo desses simplesmente para justificar o fato dele estar nadando em dinheiro de dízimos e ofertas.


Se alguém é chamado para ser “mordomo” de Deus, ele é chamado para administrar, para produzir os resultados mais benéficos para a comunidade e não para si mesmo, porque ninguém que lidera para Deus lidera para si, mas para servir aos outros. O primeiro exemplo de um líder levantando por Deus é uma vida íntegra e modesta, que glorifica a Deus e não ostenta as riquezas; aliás que ninguém enriqueça com o Evangelho de Cristo. O primeiro homem a ganhar dinheiro com Jesus foi Judas.


Os pastores comprometidos com o dinheiro me diriam: “Mas a igreja não é uma instituição filantrópica para ajudar os pobres” Eu por outro lado diria a eles: “Então se não é uma instituição de filantropia, porque a igreja não paga impostos ao governo?” Eles rebateriam: “A igreja tem uma missão de tirar as pessoas dos vícios, da morte e levá-las ao encontro de Jesus” Outra vez eu diria: “E quem encontra Jesus e fica sem comida, vocês chamam de irmãos, mas deixam seus irmãos passarem fome, dificuldades, miséria, e preferem comprar carros e casas de luxos para vocês” Eles diriam ainda mais: “Ofertas e dízimos são dadas para a manutenção dos templos” Eu continuaria a afronta: “Não são as pessoas o templo de Deus?”. Eles diriam ainda: “Não podemos ajudar a todos” Eu diria: “Então é justo um irmão passar necessidade enquanto pastores nadam no dinheiro? Que amor é esse que ama e não ajuda?” Eles dirão ainda: “Quem quiser deve ajudar aos necessitados, mas o dinheiro tem que vir para a igreja” Eu ainda digo: “Mas além dos pastores que enriquecem com as ofertas e dízimos, quem mais a igreja ajuda?” A discussão continuaria por horas; mas se existisse amor, o amor que Jesus nos ensinou, as regras das ofertas e dízimos não seriam colocadas na frente das necessidades das pessoas.



Eu creio que os aspectos fundamentais para qualquer doação em igrejas, seja ela dízimo ou ofertas são estas:

- Que seja doado de coração e não por regras;
- Que seja feito em secreto;
- Que seja feito observando se as necessidades dos nossos irmãos e amigos foram alcançadas antes de se doar para a igreja;
- Que não haja impedimento de amor, alegria e comunhão entre as pessoas da mesma comunidade. Se houver, que antes seja resolvido e depois a oferta entregue;
- Quem ninguém que doa se ache “pagador” de nada, mas que tudo seja doado por gratidão e não por retribuição;
- Que ninguém na comunidade enriqueça com os dízimos e as ofertas, mas que sirva para o sustento das suas necessidades com humildade e respeito uns aos outros;
- Que as pessoas sejam alcançadas em suas necessidades, antes de templos e bens materiais serem adquiridos para a instituição;
- Que ninguém deixe de dar por apego ao dinheiro;
- Que ninguém se ache “mordomo” de Deus para cuidar dos bens financeiros dele;
- Que todos cuidem uns dos outros em amor, achando sempre os outros superiores a si mesmos e querendo para os outros, tudo aquilo que desejam para si.

Sandro
www.oreinoemnos.blogspot.com

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Reflexão de Segunda Feira


Ele lhes disse: “Mas agora, se vocês têm bolsa, levem-na, e
também o saco de viagem; e se não têm espada, vendam a sua capa
e comprem uma”.Lucas 22:36



Na primeira missao dos discípulos, Jesus os queria dependentes
de Deus. Por isso ele os enviou sem provisão. Agora, precisam
estar prontos para lidar com a oposição que irão enfrentar.
Antes eles podiam esperar hospitalidade. Agora enfrentarão
hostilidade. A situação mudou dramaticamente e Jesus quer
convencer os discípulos disso. T.W. Manson observou que a
referência à espada neste texto "não diz nada diretamente a
respeito da questão de se resistência armada à injustiça e o
mal é justificável". Provavelmente a referência à espada foi
mais uma forma de Jesus mostrar aos discípulos que o confronto e o
conflito estavam iminentes. Ele se expressou, como era seu hábito
às vezes, em termos humanos ao se referir à espada. Porém, o
fato que logo em seguida Jesus limita o número de espadas a duas,
e mais adiante repreende Pedro quando usou a espada (22:49-51),
demonstra que Jesus não estava incentivando uma defesa ou revolta
armada. O Senhor que podia comandar legiões de anjos para lutar
pela sua vida declarou aos homens que “todos os que empunham a
espada, pela espada morrerão” (Mt 26:52). Como a igreja em Atos
demonstrou, as armas de defesa e ataque dos discípulos foram a
fé, a oração e o poder do Espírito Santo (Atos 4:25-31). Numa
revolução dessas, embora a batalha imediata e visível possa
parecer perdida, os seguidores de Jesus são sempre vencedores.
Quais as armas que você está acostumado a usar?

hermeneutica.com

Você Pode Orar Comigo?


“… e orai uns pelos outros … Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo.” (Tiago 5:16 ARA)

Tenho notado um comportamento que é preocupante. Noto inclusive que sou cúmplice, e não apenas vítima, do problema.

O problema: as pessoas não mais oram uns pelos outros. Tenho visto as pessoas conversarem e muitas vezes até chegam a compartilhar suas necessidades. No máximo tenho ouvido alguém dizer: “vamos lembrar de orar por você”. Quando oram, gastam a maior parte do seu tempo orando por si próprios e por suas necessidades.

Vejo também as pessoas compartilharem coisas boas que aconteceram durante a semana. A conversa toma um rumo positivo e elas se alegram. Mas fica como se tudo aquilo tivesse acontecido por tinha de acontecer e pronto. Poucas vezes se reconhece que a ação e proteção de Deus estiveram em ação. As pessoas não oram para agradecer a Deus o que Ele fez e permitiu acontecer.

Por que não orar agora? Por que não aqui e neste momento? Por que não juntos? Tem medo de que, se começar a fazer isso, vai orar tanto que os outros vão pensar que você ficou fanático?

Quantas vezes as pessoas chegam às nossas igrejas com o coração apertado e tudo o que precisam é saber que alguém se importou o suficiente para apoiá-la em levar suas causas e dores para Deus. Saberem que não apresentaram suas súplicas sozinhas. E não se engane, chamar todos à frente e fazer uma oração coletiva não supre essa carência.

Fique atento, muitas vezes Deus dará a incrível oportunidade de abençoar uma pessoa simplesmente acompanhando-a até a presença do Pai.

“Senhor, ajuda-me a incluir a oração PELOS e COM meus irmãos na minha lista de hábitos.”

Vinicios Torres

Ademar ex- jogador do São Caetano: “Minhas revistas pornográficas eram melhores que a Bíblia”.



Em janeiro de 2001 cheguei na gelada Alemanha vindo diretamente do pleno verão de São Paulo. Assim que desci do avião fiquei admirado que na Alemanha se faz tanta espuma para lavar o aeroporto. Este foi o meu primeiro contato com a neve.
Pouco tempo depois, no meu primeiro jogo pelo VfB Stuttgart, tive o primeiro encontro com um gigante chamado Lokvenc.
Eu creio que ele usa chuteira número 50, e perto dele eu me senti assim como Davi contra Golias.

Apesar disso e do frio terrível, neste primeiro jogo eu fiz três gols e pude mostrar para todos o meu lema, o qual havia escrito em outra camiseta que usava debaixo da camisa do time.
Mas algumas pessoas perguntam: - Afinal de contas o que significa a frase: “Deus é fiel”?
Com o tipo de vida que eu levei por anos a fio, não existe outra palavra com a qual possa definir a relação de Deus para comigo a não ser “Fidelidade”.


Se Deus não tivesse sido tão paciente comigo, provavelmente não estaria mais vivo, ou pelo menos estaria muito doente. Durante minha juventude eu fui viciado.
Consumir drogas e um engradado de cerveja por dia era para mim absolutamente normal.
Eu estava sempre muito cansado e acabava não percebendo muita coisa que acontecia no mundo ao meu redor.

Por causa disso muitas vezes dormia durante as aulas no curso de Artes Plásticas que freqüentava e no geral minha eficiência era muito reduzida.
Um colega chamado Ita sempre me falava que ainda hoje Jesus sara muitas pessoas e que Ele podia me livrar das drogas porque muito me amava.
Juntamente com Ita eu jogava pelo “Estrela”, um time da Quinta Divisão.
Muitas vezes eu pegava no sono quando ele me falava de Jesus ou contava histórias da Bíblia, e até mesmo dormia quando ia na igreja com ele.

Devido ao constante consumo de drogas eu sempre andava muito exausto.
Para mim era claro que esta vida maluca que levava, seja trocando de namoradas a cada instante, ou experimentando todo tipo de drogas, um dia iria acabar comigo.
Mas eu não sabia como sair disso.
Na Bíblia, em João 8, verso 36 está escrito: “Se o Filho os libertar, vocês serão de fato livres”.
Só que desta libertação naquela época eu ainda estava muito longe.

Eu sou muito grato que o Ita não desistiu de me dar esperança, isso apesar de muitas vezes eu zombar dele e dizer que minhas revistas pornográficas eram melhores que sua Bíblia.
Numa noite de grande tempestade, na qual a energia elétrica acabou e eu estava sentado em casa sem poder ver televisão, comecei a pensar em minha vida.
Eu estava lá em meu quarto escuro e comecei a lembrar das conversas que já havia tido sobre Jesus.

Nesta noite ficou claro que eu realmente precisava de Deus e que Ele era o único que poderia me ajudar.
Apesar da chuva eu saí e fui para uma igreja onde naquela noite havia uma reunião de estudo bíblico.

Eu sabia do fundo do coração que finalmente precisava retornar a casa do Pai, assim como na história que Jesus contou sobre o Filho Perdido em Lucas 15, versos 11 a 32.
Nesta noite pedi que Jesus fosse para sempre o Número 1 em minha vida.
Desde o dia em que fiz esta decisão eu tenho certeza que Deus me ama e está sempre comigo.

Por falar em decisão:
Num importante jogo de decisão, a nossa equipe do “São Caetano” que estava na Segunda Divisão, tinha que enfrentar o Fluminense no Maracanã lotado com 80.000 torcedores.
Nós estávamos em absoluta desvantagem mas eu fiz um gol chutando a 40 metros de distância que nos presenteou com a surpreendente vitória de 1x0.

Depois da partida, quando um repórter me perguntou se este foi o gol mais importante da minha carreira, eu tive de responder que não.
Para mim, o “Gol” mais importante da vida foi a minha decisão de andar com Jesus.
Eu sempre posso vir para Ele, não importa que tipo de erro que tenha cometido, pois Jesus morreu na cruz exatamente por este motivo – por meus pecados.

Deus sempre foi fiel para comigo, mesmo nos tempos em que eu andava completamente afastado dele. Ele é como um amigo fiel.
Ficou anos esperando com paciência ao meu lado até que um dia fosse claro para mim que para ser feliz eu não precisava de drogas, mulheres ou uma vida de aventuras, mas simplesmente de seu amor e aconchego.

Muitas pessoas não confiam nEle e por isso também não descobrem que “Deus é fiel”. Elas pensam que Deus é um velhinho severo que apenas quer nos castigar.
Mas na Bíblia está escrito que Deus ama as pessoas e deseja que elas falem com Ele.
–“Eu, um pobre sofredor, chamei o Deus Eterno;

Ele me ouviu e me tirou das minhas aflições.” Salmo 34, verso 6. Eu desejo muito que você também encontre esta alegria e o amor de Deus em sua vida. Já é tempo de voltar para a casa do Pai, pois “Deus é fiel!”

/www.baladagospel.com

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