"Interrogado pelos fariseus sobre quando viria o reino de Deus, Jesus lhes respondeu: Não vem o reino de Deus com visível aparência. Nem dirão: Ei-lo aqui! Ou: Lá está! porque o reino de Deus está dentro em vós." (Lucas 17: 20-21).

quarta-feira, 18 de maio de 2011

16 / maio / 2011 - 9:03


Longe dos gramados, o antigo atleta vive um drama e convive com o ostracismo, fruto do desemprego e da falta de recursos.

Bicampeão mundial pelo São Paulo no início da década de 1990, o ex-atacante Müller, campeão da Copa do Mundo de 1994 pela Seleção Brasileira, vive longe dos dias de glória alcançados com a tradicional camisa tricolor. Longe dos gramados, o antigo atleta vive um drama e convive com o ostracismo, fruto do desemprego e da falta de recursos. Em entrevista à TV Record, exibida no programa Esporte Fantástico, ele contou as dificuldades enfrentadas atualmente.

Afastado dos holofotes da fama futebolística e sem emprego atualmente, o tetracampeão mundial está vivendo de favor na casa do ex-companheiro de São Paulo Pavão. Apesar de ter disputado três Copas do Mundo e ser reconhecido por craques como Zidane, o antigo atleta do São Paulo procura retomar a vida e ganhar dinheiro com a carreira de treinador – o último trabalho como comandante foi no Imbituba, de Santa Catarina, neste ano de 2011 (deixou o clube em abril)

Fonte: Terra

terça-feira, 17 de maio de 2011

Reflexão Terça Feira


E houve trevas sobre toda a terra, do meio-dia às três horas
da tarde. Por volta das três horas da tarde, Jesus bradou em alta
voz: “Eloí, Eloí, lamá sabactâni?”, que significa “Meu
Deus! Meu Deus! Por que me abandonaste?” Quando alguns dos que
estavam presentes ouviram isso, disseram: “Ouçam! Ele está
chamando Elias”. Um deles correu, embebeu uma esponja em vinagre,
colocou-a na ponta de uma vara e deu-a a Jesus para beber. E disse:
“Deixem-no. Vejamos se Elias vem tirá-lo daí”. Mas Jesus, com
um alto brado, expirou. E o véu do santuário rasgou-se em duas
partes, de alto a baixo. Quando o centurião que estava em frente
de Jesus ouviu o seu brado e viu como ele morreu, disse:
“Realmente este homem era o Filho de Deus!” Marcos 15:33-39


Estas são as únicas palavras de Jesus na cruz registradas no
Evangelho de Marcos. E são talvez as palavras mais sombrias
pronunciadas por uma voz humana em toda a história. Toda a agonia
física que Jesus sofreu agora foi ultrapassada pela perda
espiritual que ele sentiu. Ele perdeu tudo – honra, respeito,
dignidade e vida. Agora ele perdeu até a presença de Deus. O
pecado separa qualquer um da presença de Deus (Isa 59:2). E agora
é o nosso pecado que separa Jesus de seu querido Pai. Inocente e
puro, ele tomou sobre si o castigo de tudo que nós fizemos. Jesus
fez isso por mim e por você. Mas, em momento algum ele deixou de
se submeter a Deus. “Meu Deus” ele gritou. Mesmo perdendo tudo
Jesus ainda confiou no Pai. Quando nos for difícil tomar mais um
passo no caminho que Deus colocar diante de nós, lembremos o
exemplo de Jesus na cruz – como ele foi fiel até o fim. Jesus
será igualmente fiel a você em tudo que ele lhe prometeu.

Eu Era Feliz E Não Sabia



"E o que a si mesmo se exaltar será humilhado; e o que a si
mesmo se humilhar será exaltado" (Mateus 23:12).

Conta-se a história de um relógio que sentia-se insatisfeito
por viver escondido na bolsa de sua senhora. Ele invejava o
Big Ben, o grande relógio na torre de Londres. Um dia,
enquanto passava sobre a Ponte de Westminster com sua
senhora, ouviu-se o pequeno relógio dizer: "eu gostaria de
estar lá em cima. Eu poderia, dessa forma, servir a uma
multidão". "Você terá sua oportunidade, pequeno relógio",
disse uma voz. Como em um passe de mágica, o relógio foi
parar, elegantemente, no topo da torre. Quando ele alcançou
o topo, sua senhora falou: "Onde está você, pequeno relógio?
Eu não posso vê-lo". E nenhuma outra pessoa podia ver o
relógio. Sua elevação causou sua destruição.

Como nos faz mal a soberba! Queremos ser sempre maiores e
ocupar lugares de destaque para que todos nos admirem e
aplaudam. Queremos ser os melhores, queremos estar nos
lugares mais elevados, queremos ser distinguidos entre todos
os demais. Achamo-nos superiores e não aceitamos o fato de
estarmos em um lugar menos honroso, mesmo que sejamos
felizes ali. A nossa altivez nos conduz pelo caminho do
inconformismo e até a alegria desaparece, dando lugar a
lamentos e murmurações.

Há um dito popular muito verdadeiro: "Eu era feliz e não
sabia". Quantas vezes já repetimos isso em nosso íntimo?
Quantas vezes já reconhecemos que todo o nosso empenho e
ansiedade foram inúteis? Quantas vezes deixamos o refrigério
do pouco para experimentar a inquietude do muito?

Podemos nós almejar um lugar melhor, um cargo superior, um
sonho mais audacioso? É claro que sim. Mas que tudo aconteça
na hora certa, por uma humilde determinação, pela
maravilhosa bênção de nosso Deus. É melhor ser exaltado por
uma atitude humilde do que ser humilhado por uma atitude
arrogante e prepotente. É melhor sentar na última cadeira e
ser convidado a vir para a primeira do que sentar na
primeira cadeira e ser convidado a ir para a última.

É muito melhor ser pequeno e guardado no coração do Senhor
do que estar no topo, longe do Senhor, perdido e ignorado.


Paulo Barbosa
Um cego na Internet

FLECHAS NAS MÃOS DO GUERREIRO



“Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, 
ainda quando for velho, não se desviará dele.” 
Pv 22.6

O Salmo 127 apresenta sugestiva figura dos filhos como flechas na mão do guerreiro. Quando se pensa numa flecha, três ideias vêm à mente: a primeira é que um guerreiro, antes de usar suas flechas, precisa carregá-las nos ombros. As mães carregam os filhos no ventre e os pais os carregam nos braços. Nossos filhos precisam de cuidado, proteção e amor. Precisamos temperar disciplina com encorajamento; exortação com consolo. A segunda ideia é que um guerreiro carrega suas flechas para lançá-las para longe.

Os pais não criam filhos para si mesmos. Eles preparam os filhos para a vida. E, muitas vezes, lançam os filhos para longe, para atender os projetos de Deus. Os nossos filhos não são nossos; são de Deus e devem estar a serviço dele. A terceira ideia é que um guerreiro não desperdiça suas flechas: as lança num alvo certo. Também os pais devem preparar os filhos para serem instrumentos de bênção. Os pais não desperdiçam os filhos. Eles devem ser criados com sabedoria para serem bênçãos na família, na igreja e na sociedade.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Reflexão Segunda-Feira


Já era quase meio-dia, e trevas cobriram toda a terra até as
três horas da tarde; o sol deixara de brilhar. E o véu do
santuário rasgou-se ao meio. Jesus bradou em alta voz: “Pai, nas
tuas mãos entrego o meu espírito”. Tendo dito isso, expirou.
-- Lucas 23:44-46


As últimas palavras de Jesus antes da morte resumem sua vida
inteira aqui na terra. Mais uma vez ele cita as Escrituras (Salmo
31:5). Mais uma vez ele confirma o que ele sempre viveu: uma vida
entregue a seu Pai. As últimas palavras de Jesus não são de
rancor ou revolta. Elas são a suprema expressão de plena fé em
Deus. Jesus sabe para onde ele vai e em Quem ele confia. Há muitas
coisas para as quais não temos respostas deste lado do céu. Mas,
se ao menos soubermos o que Jesus sabia naquela hora, sabemos tudo
que precisamos.

Resgate


“Sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver que por tradição recebestes dos vossos pais,” (I Pedro 1:18)

Só quem já perdeu alguma coisa entende o verdadeiro significado de resgate. Deus nos perdeu para o pecado já na origem, nos dias de Adão, motivo pelo qual providenciou um resgate, uma salvação, uma redenção. Muito mais do que simplesmente correr atrás de um prejuízo qualquer, o Pai olhou para nós como uma perda inaceitável, impossível de contabilizar.

Quando um carro é roubado ele pode ser resgatado, por exemplo por meio de um seguro bancário que permitirá, ao menos supostamente, comprar outro igual ou pelo menos equivalente. Quando uma vida se perde, nada deste mundo servirá ou terá valor para resgate. Podemos também, os mais afortunados, resgatar um valor aplicado ou depositado num banco. Mas note que esse valor já era seu, portanto esse resgate é um tipo de devolução.

Deus nos resgatou da morte eterna e isso não foi pago com ouro ou com prata. Isso deveria nos inspirar a dar valor no que tem valor. Vivo uma fase de minha vida na qual os bens materiais tem cada vez menos importância e creia, não é por tê-los em excesso. Nada me falta, o Senhor me sustenta, mas a cada dia e mês que se passa, dou menos valor às coisas que não poderei levar comigo quando for “promovido”. Nosso resgate era de morte e portanto tinha de ser pago com sangue.

Essa vã maneira de viver que Pedro menciona faz referência a toda uma vida e um sistema que são mundanos, passageiros e temporais, independente de época ou de tendências. Vivemos um materialismo globalizado, creio eu, nunca visto antes. As relações humanas são cada vez menos humanas. E ainda assim nos dias de Pedro era vão.

Nosso desafio é encontrar o valor do resgate pago por nós e reverter isso em gratidão, que só vejo ser possível de se expressar em uma vida de santidade, de valores fundamentados no Reino de Deus. Este é meu alvo, te convido a ser também seu.

“Deus amado, eu entendo que o Senhor me ama e me resgatou a preço caríssimo. Ensina-me a viver uma vida que corresponda a isso.”

Mário Fernandez

Anna Carolina Jatobá se converte em presídio e prega em momentos livres


1ShareAnna Carolina Jatobá,de 29 anos,está presa há três anos em regime fechado,condenada juntamente com o marido Alexandre Nardoni,33,por asfixiar e jogar pela janela Isabella Nardoni,de 5 anos,na noite de 29 de março de 2008.

Na próxima terça-feira três desembargadores vão se reunir na 4ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo para julgar o requerimento que pode resultar na anulação da pena de 31 anos imposta para ele e de 26 para ela. Os desembargadores podem ainda decidir por uma redução da pena ou mesmo deixar tudo do jeito que está.


Alexandre e Anna Carolina estão presos em penitenciárias no município de Tremembé,a 140 quilômetros de São Paulo. Ambos estão adaptados à rotina no presídio e trabalham para reduzir a pena.

Enquanto ele atua na lavanderia,a madrasta de Isabella conseguiu colocação na cozinha. Segundo informações do jornal O Estado de Minas,Anna Carolina virou evangélica e faz pregações nos momentos em que está em grupo.

Ela tem recebido visitas esporádicas do pai,Alexandre Jatobá. Já o pai de Isabella recebe visitas de parentes e advogados com mais frequência. Os dois filhos de Anna Carolina e Alexandre Nardoni também visitam os pais uma vez por mês.

Fonte: Gospel Prime Com informações Correio Braziliense

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