"Interrogado pelos fariseus sobre quando viria o reino de Deus, Jesus lhes respondeu: Não vem o reino de Deus com visível aparência. Nem dirão: Ei-lo aqui! Ou: Lá está! porque o reino de Deus está dentro em vós." (Lucas 17: 20-21).

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Jesus e os Pecadores



Então Levi ofereceu um grande banquete a Jesus em sua casa.
Havia muita gente comendo com eles: publicanos e outras pessoas.
Mas os fariseus e aqueles mestres da lei que eram da mesma facção
queixaram-se aos discípulos de Jesus: “Por que vocês comem e bebem
com publicanos e ‘pecadores’?” Jesus lhes respondeu: “Não são os
que têm saúde que precisam de médico, mas sim os doentes.”
Lucas 5:29-31



Por que Levi ofereceu um grande banquete? Porque ele percebeu
quem Jesus era e o que ele havia recebido do Senhor. É sempre assim
com a verdadeira conversão. Às vezes esquecemos. Às vezes começamos
a nos preocupar com tantas outras coisas, com formas e padrões,
rituais e obras, que esquecemos o que nós um dia recebemos do
Senhor. Se você já não sente mais aquela alegria, faça como Davi,
peça a Deus que lhe restaure a alegria da sua salvação (Sl 51:12).
Ela nos traz uma perspectiva muito valiosa para tudo que acontece
ao nosso redor. Você gostaria de fazer como Levi – honrar Jesus
pelo que ele fez por você? Segundo Jesus, você ainda pode. Pois,
ele mesmo disse “O que vocês fizeram a algum dos meus menores
irmãos, a mim o fizeram” (Mt 25:40). Não tem que ser uma grande
festa. Nenhum de nós está longe de alguém que receberia um
sanduíche e um copo d’água como um verdadeiro banquete. E naquele
ato, surpreendentemente, você pode re-descobrir a alegria da sua
salvação – perto do seu Senhor.

“Eu não vim chamar justos, mas pecadores ao arrependimento”.
Lucas 5:32


Em Cafarnaum Jesus não encontrou uma multidão de seguidores
fiéis. Ele não foi àquela cidade cheia de gentios e soldados
Romanos esperando uma onda de reavivamento. Ao contrário, mais
tarde Jesus condenou Cafarnaum pela sua falta de fé. Até Sodoma,
ele disse, será tratada com menos rigor no dia do julgamento. Jesus
começou seu ministério em Cafarnaum e voltou várias vezes para lá.
Entretanto, não foi porque o povo de lá era tão espiritual. Jesus
começou lá e voltou tantas vezes, justamente porque não o eram.
Jesus é assim. Quanto mais você precisa dele, mais ele lhe procura.
Não é incrível este amor que ele tem por pecadores - pessoas como
eu e você?

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Reflexão de Quinta Feira



“Ninguém põe vinho novo em vasilha de couro velha; se o fizer, o
vinho novo rebentará a vasilha, se derramará, e a vasilha se
estragará. Ao contrário, vinho novo deve ser posto em vasilha de
couro nova. E ninguém, depois de beber o vinho velho, prefere o
novo, pois diz: ‘O vinho velho é melhor!’ ”Lucas 5:37-39


Naqueles dias as vasilhas de couro onde guardavam vinho ficavam
endurecidas com o uso. Vinho novo, ainda em estado de fermentação,
tende a expandir, dilatando a vasilha. A vasilha velha e endurecida
não teria como expandir e racharia, derramando o vinho novo. O
comentário de que o vinho velho é melhor é como nossos comentários
de que "a gente sempre fez assim", "para que essas novidades?", e
etc. Gostamos das coisas como já as conhecemos. Muitas vezes
resistimos qualquer mudança simplesmente porque o conhecido é mais
confortável. Às vezes nossos argumentos parecem bem persuasívos,
até bíblicos. Mas, no final das contas, às vezes são simplesmente a
mesma atitude demonstrada pelos fariseus dos dias de Jesus. Alguém
disse que "o evangelho não envelhece e os nossos métodos de
comunicá-lo nem tampouco devem". Se vamos comunicar o Evangelho
para uma nova geração teremos que fazer isso de novas maneiras, com
novo jeito. Como é que você encara mudança? Você aceita e se anima,
ou teme e reage? Qual era a atitude de Jesus?

Juiz que cancelou união gay diz que agiu por Deus



Texto de Johanna Nublat publicado originalmente na Folha.com

“Deus me incomodou, como que me impingiu a decidir”, disse o juiz Jeronymo Villas Boas, que cancelou um registro de união estável de um casal de homens na semana passada, em Goiânia.

A declaração do magistrado foi dada na manhã desta quarta-feira, na Câmara dos Deputados, em um ato das frentes parlamentares Evangélica e da Família e de lideranças evangélicas em defesa do juiz.



Apesar de afirmar que sua decisão não é discriminatória e “se resume ao controle de legalidade do ato” específico do casal de Goiânia, que não teria preenchido todos os requisitos necessários para o registro da união, Villas Boas deixou claro seu descontentamento com a decisão do STF que reconheceu a união estável para casais gays. “Eu respeito a Constituição como ela foi escrita.”

Em vários momentos de sua fala, o juiz fez referências a Deus e à fé dos presentes. Ao argumentar que um juiz não pode ter medo ao proferir suas decisões, disse temer “a Deus, não aos homens”.

Após o ato, questionado sobre a eventual influência da religião na sua decisão, Villas Boas se irritou e ensaiou deixar o local. “Eu, como você, tenho direito a expressar a minha fé e sou livre para exercer o meu ministério. Isso não interfere nos meus julgamentos. Mas sou pastor da Assembleia de Deus Madureira. E não nego a minha fé.”

O juiz disse ainda que está tranquilo e seguro da decisão que tomou e que, se não for “impedido por decisão superior”, vai fazer o mesmo controle com outros registros de uniões homoafetivas.

Deputados da bancada evangélica presentes declararam apoio irrestrito ao magistrado. “Essa desobediência santa nos inspira”, afirmou o deputado Anthony Garotinho (PR-RJ).

www.adonainews.com.br

Um cristão pode usar crucifixos?



Por Mario Persona
A Bíblia afirma que maldito era aquele que fosse suspenso no madeiro (cruz), e devemos aceitar isso. Os homens deturparam a mensagem da cruz, fazendo suas pequenas (ou grandes) cruzes como se fossem amuletos para dar boa sorte, proteção, identificação (de que são cristãos), etc.
Porém os significados da cruz na Bíblia são diferentes daqueles que o homem inventou. A cruz era, em princípio, os pedaços de madeira onde criminosos eram mortos. Jesus morreu numa cruz, portanto a cruz passou a ser um emblema da morte de Cristo (leia Fp 2.8; Cl 1.20; 1 Co 1.18). É também um emblema de vergonha e rejeição (Lc 9.23).

Mas vamos por partes. Eu não tenho nenhuma cruz na parede de minha casa ou pendurada em alguma corrente, pois a cruz, em si mesma (os pedaços de madeira) foi o instrumento de suplício de meu Salvador. Eu não iria querer pendurar um laço de corda na parede de meu quarto se alguém que eu amo tivesse morrido enforcado. Portanto a cruz, como objeto de madeira, foi o instrumento de suplício onde Jesus morreu.

Porém, as Escrituras, conforme as passagens acima, mostram que a palavra "cruz" significa a obra de Cristo em sua totalidade; Seu sacrifício levando nossos pecados. Então, quando digo que devemos nos lembrar da cruz, não quer isto dizer que devemos nos lembrar do instrumento de madeira, mas do sacrifício do Senhor. Da mesma maneira, na cruz Ele foi rejeitado pelo homem e por Deus (Salmo 22). Portanto, posso pensar na cruz (não no instrumento de madeira) como uma posição de rejeição. Dizer que devemos levar a cruz de Cristo significa dizer que devemos tomar o lugar de rejeição e afronta que Ele ocupou aqui neste mundo.

A "cruz de Cristo", no sentido de sacrifício de Cristo é o único meio de salvação para o homem pecador. Porém a cruz, o instrumento de madeira, nada pode fazer pelo pecador, por ser apenas um instrumento de suplício e maldição, assim como é uma forca, uma guilhotina ou uma cadeira elétrica. Ao ser levado ao madeiro, Cristo foi feito maldito; ali ele foi considerado pelo homem como um horrível criminoso que merece a morte por seus crimes. Quando lemos a notícia de alguém que foi, por exemplo, executado numa cadeira elétrica nos países onde há pena de morte, a notícia sempre vem acompanhada dos horríveis crimes que tal pessoa cometeu. Assim, um viajante que passasse por Jerusalém naquele dia e visse Cristo na cruz logo o consideraria como algum criminoso amaldiçoado.

Porém, o pior ainda estava por vir, quando Cristo foi considerado maldito não apenas por homens, mas pelo próprio Deus. Na cruz Cristo foi feito pecado por nós (2 Co 5.21), portanto, tornou‑Se em algo com que o próprio Deus não podia ter comunhão. Ele foi feito culpado para que pudéssemos ter nossa dívida paga.

Mario Persona
http://www.respondi.com.br/2005/06/um-cristo-pode-usar-crucifixos.html

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Reflexão Quarta Feira



Então, prendendo-o, levaram-no para a casa do sumo sacerdote.
Pedro os seguia à distância. Mas, quando acenderam um fogo no
meio do pátio e se sentaram ao redor dele, Pedro sentou-se com
eles. Uma criada o viu sentado ali à luz do fogo. Olhou fixamente
para ele e disse: “Este homem estava com ele”. Mas ele negou:
“Mulher, não o conheço”. Pouco depois, um homem o viu e
disse: “Você também é um deles”.“Homem, não sou!”,
respondeu Pedro. Cerca de uma hora mais tarde, outro afirmou:
“Certamente este homem estava com ele, pois é galileu”. Pedro
respondeu: “Homem, não sei do que você está falando!” Falava
ele ainda, quando o galo cantou. O Senhor voltou-se e olhou
diretamente para Pedro. Então Pedro se lembrou da palavra que o
Senhor lhe tinha dito: “Antes que o galo cante hoje, você me
negará três vezes”. Saindo dali, chorou amargamente. Lucas 22:54-62


Pedro segue Jesus “à distância”. Uma distância
confortável e segura. Perto o suficiente para ainda se sentir
justo. Longe o bastante para evitar o perigo. Três pessoas olham
para Pedro. Três memórias boas. Todos o viram com Jesus. Todos
lembram quem ele é. Mas, Pedro mesmo não consegue lembrar. Todo
mundo vê o que Pedro não consegue enxergar e lembra o que ele
não consegue lembrar. Já teve dificuldade de lembrar quem você
é? Já não consegue enxergar quem você virou? É por isso que é
mais fácil seguir Jesus “à distância”. Quando chegamos perto
dEle não tem mais como fugir ou fingir. É por isso mesmo que
precisamos a cada dia, a cada hora chegar mais e mais perto de
Jesus. Vai levá-Lo hoje por onde for que você andar? Está pronto
para dizer a todos que você é mesmo um discípulo dEle?

hermeneutica.com

Linhagem Real



“Visto ser manifesto que nosso Senhor procedeu de Judá, e concernente a essa tribo nunca Moisés falou de sacerdócio.” (Hebreus 7:14)

Por Mario Fernadez
Eu conheço gente muito rica, gente muito pobre, gente de família tradicional e gente sem origem importante, nos quais eu me incluo. Não sou descendente de nenhum monarca, político, fazendeiro ou homem de grandes bens. Meu pai era um simples imigrante que veio da Espanha literalmente sem nada. Assim de semelhante modo foi com Jesus.

Havia nos dias do Senhor sobre a terra, famílias importantes e linhagens reais. O certo, pela lógica judaica, seria Jesus de Nazaré nascer em outro lugar, não em Belém, e ser descendente de Levi. Imagine, o ungido deveria ser levita. Mas não, a lógica do Pai é invertida. Assim também será contigo e comigo, se nos dispusermos a deixar Deus fazer o que pretende em nossas vidas.

No meio de uma roça, num sítio muito muito pobre, Deus gerou há meio século atrás um homem de visão que hoje é o anjo de uma igreja com milhares de pessoas, entre as quais me incluo. Improvável. Não é errado ter uma origem familiar importante, ter estudado em boas escolas e ter tido um infância privilegiada, mas nada disso vale para Deus. É indiferente, sem importância alguma. O que vale é seu coração, seja qual for sua origem.

Seja a sua origem qual for, de uma grande linhagem ou simples como a minha, você decide por si mesmo o quanto Deus poderá usá-lo. Não pense que foi fácil para Jesus ou para os grandes homens da história. Decida e siga o caminho. Não importa o quanto você seja fraco, pequeno ou sem recursos. Sua oração pode salvar vidas e isso só exige tempo e vontade, além de sinceridade. Não precisa dinheiro nem de eloquência, o mais simples na boca de um criança inocente é um mover tremendo.

Não permita que a falta de um passado ou de um histórico brilhante seja impedimento. Para Jesus não foi. O grande ensino é que não precisamos de nada mais além do que temos. Deus fará o restante com grande poder. Decida-se.

“Senhor, não quer ser só mais um caminhando por aí, quero ser relevante e fazer diferença. Usa-me para escrever uma parte da nova história daqueles que vivem ao meu redor.”

Mário Fernandez

Levado à igreja por Muller, ex-jogador que agora é pastor promete ajudar o amigo



O ex-lateral do São Paulo Ronaldo Luís se tornou pastor há nove anos e agora pretende ajudar seu amigo, o ex-jogador Muller que o apresentou à Cristo e hoje enfrenta dificuldades financeiras.

Ronaldo Luís entende que o amigo cometeu deslizes na vida e oferece apoio ao ex-atacante, que admitiu recentemente ter gastado praticamente todo o dinheiro conseguido com o futebol.

“Eu digo com absoluta certeza que ele terá uma grande transformação na vida. Ele é uma pessoa muito querida, bastante religiosa, que conhece profundamente a palavra de Deus. Infelizmente não aplicou o dinheiro ganho com o futebol e confiou em pessoas que se diziam amigos. Tentamos falar com o Muller para que participasse do nosso culto, mas não conseguimos trazê-lo”, disse o pastor da Igreja Batista Getsêmani de Belo Horizonte ao UOL Esporte.


Muller chegou a abrir uma igreja, a Igreja Pentecostal Vida com Deus em Minas Gerais, mas logo foi fechada. Hoje ele é comentarista da Globo e mora de favor com um outro amigo, o também ex-jogador do São Paulo, Pavão.

Hoje Muller não participa ativamente de nenhum ministério, mas diz que continua com seus princípios religiosos.

Fonte: Gospel Prime

Com informações Uol

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