"Interrogado pelos fariseus sobre quando viria o reino de Deus, Jesus lhes respondeu: Não vem o reino de Deus com visível aparência. Nem dirão: Ei-lo aqui! Ou: Lá está! porque o reino de Deus está dentro em vós." (Lucas 17: 20-21).

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Silas Malafaia: mudança de postura do pastor sobre teologia da prosperidade gera debates e campanhas na internet



Um dos assuntos mais comentados em sites e blogs cristãos é a famigerada Teologia da Prosperidade. E um personagem que vem sendo muito discutido nos debates sobre o assunto é o pastor Silas Malafaia, devido à sua drástica mudança de postura sobre o assunto. Há pouco tempo o presidente da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, pregava avidamente contra a Teologia da Prosperidade e hoje diz que pastor que não prega isso é burro e deveria perder a credencial de pastor.

Vários textos e vídeos publicados na internet fazem comparativos das pregações de Malafaia nessas duas fases de opiniões tão divergentes do pastor.

Um vídeo disponível no Youtube traz uma pregação do pastor na qual ele afirma: “Deus não olha pra você pela sua capacidade de conquista no mundo material. Vou dizer pra você o que é prosperidade à luz da Bíblia, e não é esse besteirol que a turma do Brasil está engolindo, esse besteirol teológico da América”, na ocasião o pastor prosseguiu citando o capítulo 8 do livro de 2 Coríntios no qual Paulo relata que a igreja da Macedônica, mesmo pobre, dividiu o pouco que tinha par ajudar a igreja da Judéia, onde muitos passavam fome. Malafaia usou esse exemplo bíblico para afirmar que “prosperidade é você compartilhar com o outro, prosperidade é você viver bem com aquilo que Deus tem te dado, prosperidade é mesmo você tendo pouco, você ainda ter forças e capacidade para ajudar alguém que está pior do que você”.

Esse mesmo vídeo traz uma gravação do pastor na qual ele vende uma Bíblia intitulada “Batalha espiritual e Vitória Financeira” e faz se defende de seus críticos dizendo: “Eu fico assim bobo com a ignorância de muitos que estão na igreja, sabe o que eu acho mais engraçado é a hipocrisia, todo mundo quer o dinheiro, mas quer falar mal dele. Outra coisa que eu queria dizer: o dinheiro não é o diabo que dá não, Salomão pediu sabedoria e Deus deu riqueza, Abraão não pediu riqueza e Deus deu riqueza. Se riqueza afastasse o homem de Deus o diabo fazia todo mundo ficar rico… se você está vivendo em miséria tem alguma coisa errada e você precisa descobrir na palavra de Deus, essa é que é a verdade”, afirmou o pastor que, alguns anos antes, apontava esse tipo de afirmação como afronta e covardia com os fiéis.


Devido a essa mudança de postura do pastor e da sua mudança de visual, por ter tirado o característico bigode, tem surgido entre os blogs campanhas do tipo “Silas, volta com o bigode”, insinuando que quando tinha bigode Malafaia “pregava o evangelho de uma forma mais firme”.

Entre as diversas críticas sobre a mudança de postura do pastor surgiram brincadeiras que compara o bigode que ele antes ostentava com o cabelo de Sansão, dizendo que ao perder os pelos faciais o pregador perdeu a força assim como aconteceu com o personagem bíblico depois de ter os cabelos cortados.

“Percebemos também que a sua história se assemelha com a de Sansão, o Juiz israelita e nazireu que era literalmente o homem mais forte de toda a terra, Silas não é o homem mais forte da terra, mas tinha um detalhe que fazia com que pregasse o evangelho de uma forma firme, o bigode”, ironiza um texto reproduzido em vários blogs fazendo uma suposta campanha para que o pregador volte a deixar o bigode crescer. O texto termina com outra comparação a Sansão:


“Já pensou se Silas Malafaia se arrepende e volta para Jesus e começa a pregar o verdadeiro evangelho novamente? Ele destruiria as colunas da Rede Globo e eliminaria todos os filisteus”, ironiza o texto.

Malafaia tem aparecido também ao lado de conhecido defensores da Teologia da Prosperidade. Depois de ter chamado esse tipo de pregação de “besteirol teológico da América”, Silas Malafaia apareceu em seu programa de televisão ao lado do pastor norte-americano Morris Cerullo, considerado o “guru dos profetas da prosperidade”.

No programa “Vitória em Cristo” Cerullo aparece prometendo uma unção financeira, segundo ele “a unção financeira dos últimos dias”, para aqueles que fizessem uma “oferta voluntária” no valor de R$ 900.

http://noticias.gospelmais.com.br/silas-malafaia-mudanca-postura-sobre-teologia-prosperidade-29645.html

REFLETINDO

"Pois eu lhes digo que se a justiça de vocês não for muito
superior à dos fariseus e mestres da lei, de modo nenhum entrarão
no Reino dos céus." Mateus 5:20


Mais adiante Jesus dirá que seu jugo é suave e seu fardo leve
(Mt 11:30). Como é que ele pode exigir que a justiça do discípulo
seja superior à dos fariseus e depois dizer que seu fardo é leve? A
diferença está no objetivo do discípulo e do fariseu. O fariseu se
sentia na obrigação de obedecer não só o que Deus mandava, mas
todos os mandamentos e proibições, baseados nas tradições humanas
que os líderes religiosos acrescentavam. Quando enxergamos
claramente o que Deus espera de nós e a força que Ele nos dá para
obedecer, a justiça que Ele espera está dentro do nosso alcance.
Ninguém consegue obedecer perfeitamente. Todos nós pecamos. Mas
qualquer um, auxiliado pelo Espírito Santo, impulsionado por
gratidão pelo sacrifício de Jesus, e seguindo o exemplo do Mestre
consegue superar a justiça dos fariseus. Os verdadeiros discípulos
de Jesus sabem que não há nada que eles podem fazer para alcançar
ou merecer sua entrada no Reino. Seu lugar é garantido não por
causa daquilo que eles fazem, mas, pelo que Jesus fez por eles.
Motivados e fortalecidos pelo poder do amor de Jesus, Deus
realmente faz através de nós e dentro de nós coisas que homem
nenhum sozinho conseguiria. Porém, com Jesus operando em nós e
lembrando tudo que Ele já fez por amor a nós, marchamos rumo ao
nosso lugar no Reino dos céus. E quem garante aquele lugar é o
próprio Jesus.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

REFLETINDO

"considerem motivo de grande alegria o fato de passarem por diversas provações" Tiago 1.2

Por favor, pare de se "vangloriar" dizendo que você tem um monte de problemas para resolver, que sua vida é um problema só.

Se você cavalga na idéia de que esse é um privilégio exclusivamente seu, levante-se, porque você acaba de cair do cavalo.

Ora, problemas todos temos, e sempre teremos até o último dia de nossa existência.

A questão principal não é como fazer para evitar problemas, mas sim "COMO VOCÊ TEM REAGIDO A ELES?"

É sua atitude (postura mental) que irá definir o que os problemas, ou desafios - como queira chamar -, irão representar para você.

Podem significar obstáculos, empecilhos, castigos, maldições.

Mas podem também significar oportunidades de crescimento, se assim VOCÊ DECIDIR enxergar e reagir.

Parece absurdo imaginar isso, mas deveríamos agradecer a Deus pela existência dos problemas.

Na verdade, sem eles dificilmente haveria progresso.

Sem eles, cientistas não seriam desafiados a buscarem novas descobertas e soluções.

Sem eles, certamente você não seria provado e desafiado a crescer.

Continuaria fazendo exatamente as mesmas coisas, do mesmo jeito, por anos.

Quando o apóstolo Tiago escreve em sua carta que deveríamos "considerem motivo de grande alegria o fato de passarem por diversas provações", ele explica logo em seguida que a provação produz a perseverança.

E é exatamente a perseverança que lhe faz mais forte.

Força essa que você precisará para enfrentar desafios maiores que virão.

Mas fique tranqüilo com uma certeza: a dimensão dos problemas é sempre proporcional à sua grandeza.

Os otimistas e positivos verão nisso consolo.

Os negativos imediatamente questionarão: "quer dizer que se eu crescer, a grandeza dos problemas também crescerá?"

A resposta é: SIM!!!

E é por isso que somente grandes pessoas estão qualificadas para grandes postos.

Somente elas estão preparadas para lidarem com a magnitude dos problemas inerentes à posição.

E é por isso também que os pessimistas ou acomodados não crescem, porque não querem correr o risco de enfrentar os problemas ou desafios inerentes à nova realidade.

Aí, estagnam!

Portanto, da próxima vez que você em seu trabalho for reclamar que só lhe mandam problemas, pare, reflita, mude sua atitude e agradeça.

Afinal, será que existe alguma outra razão para você estar neste trabalho se não for para resolver problemas, superar desafios, encontrar novos caminhos?

No dia que tais coisas deixarem de existir, é bem provável que sua permanência lá não se justifique mais.

E esse problema, se puder, procure evita-lo.

Colossenses 2:23 e 24
Pr. Weslley
http://servoemprimeirolugar.blogspot.com/

O dia em que Deus encontrou um grande amigo

Ronivaldo Moreira

Ele não fez nenhum grande milagre, não foi um grande pregador, não ficou famoso por escrever salmos, mas muito melhor que isso, foi o homem que Deus chamou de seu amigo. Abraão foi considerado por Deus como um amigo. Vamos entender o que é um amigo:

O amigo confia – Abraão estava tranqüilo quando Deus chegou para ele e lhe propôs uma mudança radical e arriscada: “sai da tua terra e do meio da tua parentela para um lugar que eu te mostrarei”. Ele poderia ter dito como eu freqüentemente digo: “Senhor, estou bem, obrigado”, mas a bíblia diz que ele saiu. O homem que virou as costas para sua vida estável e abraçou um futuro humanamente incerto porque seu amigo lhe deu a palavra, e ele confiou nela.

Os amigos compartilham segredos – Esta é uma das cenas da Bíblia que muito me impressionam. Deus planejou destruir Sodoma e Gomorra, mas antes, enviou uma comitiva de anjos à casa de Abraão para compartilhar com ele esse segredo, e Deus ainda disse: “Ocultarei eu a Abraão o que faço?” (Gn. 18.17).

O verdadeiro amigo nunca diz não – O ponto culminante desta amizade, o momento de maior provação, foi também o de maior afirmação. Deus pediu a Abraão o seu único filho, o que lhe era mais importante na vida, o lugar onde Abraão depositava seu amor, e ele o deu ao Senhor. Eu imagino como Deus deve ter se sentido quando Abraão levantou-se naquela madrugada, pegou a lenha, o seu filho e partiu. O gesto de Abraão conquistou a amizade de Deus, e talvez Deus tenha pensado, se funcionou comigo vai funcionar com todo mundo, então Deus fez exatamente isso – Amou o mundo de tal maneira que deu seu filho unigênito.

Nós poderíamos enumerar dezenas de situações que comprovavam aquela amizade, mas essas três já são o suficiente para que eu me pergunte: Que tipo de relacionamento eu tenho com Deus?

Quantas vezes eu digo não para o meu Senhor! Ele me pede minha vida e eu digo não; então ele me pede meu tempo e eu respondo não; meu dinheiro, e eu continuo dizendo não; Ele me pede para que então eu pelo menos exerça o dom que ele colocou em mim e eu finalmente digo: não, não e não.

Se Deus precisasse de alguém pra compartilhar algum segredo, sinceramente não sei se teria tempo para ouvi-lo. É o emprego, a escola, e as reuniões periódicas da igreja; não sei se poderia receber seus anjos enviados a menos que eles ficassem num hotel e Deus pagasse a conta. Será que os segredos de Deus significam algo pra mim? Deus procurou Abraão para compartilhar um segredo, e o gesto de Abraão lhe fez poupar a vida de seu sobrinho e família que moravam naquela cidade. Quantas coisas Deus queria me revelar, mas eu estava cansado demais e queria dormir, ou o volume da TV estava alto demais e eu não pude ouvir.

“Senhor, peça qualquer outra coisa, menos que eu troque o certo pelo duvidoso!”. É quase sempre assim que respondemos quando Deus nos quer por à prova. Quantas coisas Deus nos pede para deixar, que apesar de ilegais são economicamente viáveis, e é difícil confiar. Confiar que as propostas de Deus são melhores que as minhas, que os projetos de Deus vão dar mais certo que os meus. Confiar que ele é onisciente e sabe todas as coisas.

Meu irmão, analise sua vida agora e responda sinceramente: Se Deus precisasse de amigo agora, ele poderia contar com você? Vale a pena lembrar que entrar no rol dos amigos de Deus, é um grande privilégio.
irmaos.com

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Reflexão de Sexta-Feira



"Vocês são o sal da terra. Mas se o sal perder o seu sabor, como
restaurá-lo? Não servirá para nada, exceto para ser jogado fora e
pisado pelos homens." Mateus 5:13


Nos dias de Jesus as duas funções principais do sal eram de
preservar e dar gosto à comida. O sal serve para preservar carnes
contra bactérias. Ele também é muito importante para dar gosto a
varias comidas. Onde quer que o Cristão esteja, no seu trabalho, em
casa, com família ou entre estranhos, Deus tem uma missão para ele
- dar gosto e preservar a vida. Ele dá gosto prestando ajuda,
encorajando e trazendo conforto. Ao levar pessoas a conhecerem
melhor Jesus, ele também trabalha para preservar a vida. Somente
aqueles que se convertem para Jesus terão a verdadeira longa vida.
Da mesma forma que o sal tem que sair do saleiro para entrar em
contato com a comida, o discípulo tem que penetrar este mundo e
entrar em contato com as pessoas para cumprir a sua missão. Vamos
começar esse ano novo determinados a levar o sabor encantador de
Jesus e a vida eterna que Ele traz a todos ao nosso redor.

A prosperidade no Antigo Testamento



Certos teólogos definem a palavra prosperidade como sendo algo intimamente relacionado com a posse de bens e com a definição entre a bondade e a maldade do ser humano.

Não que este conceito não transpareça um fundo de verdade, mas como tudo no conceito herege transparece um fundo de verdade é necessário entender que a prosperidade no Antigo Testamento está relacionada ao favor Divino e, na capacidade do ser humano reconhecer a obra de Deus em todos os seus trabalhos (Deuteronômio 8.11-18; Gênesis 39.3).

Observasse que o real sentimento da obra Divina está no serviço e propósito pelo qual servimos sempre atribuindo o resultado do trabalho, que é fator indispensável para a verdadeira prosperidade desde que deu ao primeiro homem a tarefa de cuidar do jardim (Gênesis 2.15), ao favor de Deus para o homem, reconhecendo que o Senhor fará prosperar através do trabalho e da observância de que Ele é Senhor em nossas obras (Deuteronômio 8.18).

E logo temos o sentido de que a prosperidade esta ligada ao espiritual e só secundariamente o resultado da obediência e temor a Deus, haveria uma proporção material (Salmos 73).

Percebe-se que desde a primeira dispensação, a dispensação da inocência, que começou com a criação do homem (Gênesis 2.7), o resultado da obediência faria o trabalho do homem no jardim prosperar. Mas a desobediência o lançou para fora do jardim (Gênesis 1.26; 2.16,17; 3.6; 3.22-24), tendo como resultado a maldição em seu trabalho e o afastamento do homem diante de seu Criador, e esses reveses, como as maldições e perdas, tirariam o homem de um estado de prosperidade, colocando-o em um estado de pobreza e morte espiritual.

Com o fracasso e desobediência humana, Deus teve de iniciar uma obra redentora, movendo-se a favor dos obedientes, dos que estariam dispostos a viver uma vida de separação e comunhão com o Criador. Em consequência os obedientes seriam prósperos em seu trabalho (Gênesis 39.2), receberiam o testemunho do próprio Deus (Jó 1.8), não sentiriam falta de nada (Deuteronômio 8.9) e não só a prata e o ouro seriam abundantes, mas receberiam valores inestimáveis, como o conhecimento (Provérbios 3.13; 20.15).

A concepção de que a prosperidade humana está relacionada ao tratamento divino exerce o entendimento de que a benção de Deus é um favor, mas indistintamente os bons e os maus estão propensos a riquezas e posses, mas nem todos têm a comunhão e o favor de Deus em seu trabalho, salvo em virtude da obediência da Palavra de Deus.

Desta forma subtendesse que a retribuição de Deus diante da obediência divina não é um atributo essencialmente físico ou material, mas algo muito ligado com a relação que Ele tem com o homem obediente (Jó 4.8; 42.3).

Michael Caceres - + Artigos
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Declarações de Mariana e Felippe Valadão sobre a vida financeira de Jesus geram polêmica



Declarações de Mariana e Felippe Valadão sobre a vida financeira de Jesus geram polêmica Para os pastores da Igreja Batista da Logoinha Jesus era filho de um carpinteiro rico

Em um programa apresentando por Alex Passos, da Rede Super, a cantora Mariana Valadão deu uma entrevista que gerou muita polêmica, ao lado de seu esposo, Felippe Valadão, eles afirmaram que Jesus não era pobre e que o burrinho usado por Ele era a “BMW da época”.

A declaração do casal incomodou diversos pastores que condenam a chamada Teologia da Prosperidade, entre eles o pastor e blogueiro Renato Vargens que escreveu um texto condenando as afirmações do casal.

“Segundo o pessoal da Lagoinha, além de possuir um carrão, Jesus nos dias de hoje teria uma banda de música, usaria a tecnologia bem como as mídias sociais e seria um carpinteiro cheio da grana”, escreveu.

Realmente no vídeo que foi postado com trechos desse programa o casal afirmou que Jesus teria um microblog e uma banda, pois ele não se incomodava em estar rodeado de pessoas.

Mariana respondia uma pergunta referente a sua participação nas redes sociais. Foi aí que ela mencionou que Jesus não era pobre e que essa pobreza atribuída ao menino que nasceu na manjedoura precisa ser desmistificada.

Para o pastor Vargens todas as pregações das igrejas estão tratando apenas de dinheiro, fato que ele lamenta. “Lamentavelmente todas as discussões teológicas, todas as campanhas evangelísticas, além de todas as manifestações musicais só tratam de uma coisa: Dinheiro!”

Ele citou os textos de Mateus 8: 18-22 e Filipenses 4:10-13 para condenar tais teologias afirmando que Jesus não pensava em dinheiro e nem possuía riquezas, ao contrário do que muitos pastores pregam em seus púlpitos.

gospelprime.com.br

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