"Interrogado pelos fariseus sobre quando viria o reino de Deus, Jesus lhes respondeu: Não vem o reino de Deus com visível aparência. Nem dirão: Ei-lo aqui! Ou: Lá está! porque o reino de Deus está dentro em vós." (Lucas 17: 20-21).

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Igreja coloca anúncio nos classificados oferecendo vaga para pastor que tenha passado pela Igreja Universal ou pela Mundial



A “Igreja Global do Poder de Deus” colocou um anúncio nos classificados do jornal Gazeta do Povo, de Curitiba (PR) na sexta-feira (27), oferecendo uma vaga de emprego para pastor. O texto do anúncio pedia ainda que o candidato fosse originário da Igreja Universal ou da Igreja Mundial.

“Precisa-se de pastor para evangelizar que seja originário da Mundial ou Universal – tratar com Bispo Antônio José pelo telefone 41 7XXX-XXXX”, esse era o texto do anúncio que colocava a vaga de pastor na seção de serviços do jornal, como se fosse um anúncio para uma vaga de emprego comum.

Esse anúncio gerou diversas discussões na internet questionando a validade de se oferecer um cargo ministerial como vaga de emprego. Um artigo no The Christian Post falou do caso como mercantilização da fé: “A impressão é que a mercantilização parece ter chegado a tal ponto que a função do ministério já não é considerada como vocação, ou chamado de Deus, mas como uma ocupação devidamente remunerada”.

Ao ler o anúncio o radialista Luiz Carlos Martins ligou ao vivo durante seu programa na Rádio Banda B e conversou com o bispo que oferecia a vaga. Durante a conversa o bispo explicou que a igreja tem sede em Ponta Grossa e estaria “abrindo uma na região metropolitana”, por isso estava pedindo pastor.

Sem detalhar valores o bispo explicou também que a remuneração seria diferente dependendo do estado civil do candidato e que a igreja bancaria também outras despesas, como aluguel, se fosse necessário.

Quando perguntado sobre em qual cidade seria aberta a nova igreja o bispo informou que seria em São José dos Pinhais. O radialista comentou a resposta perguntando: “É bom, porque é uma cidade rica não é?”, ao que o bispo respondeu: “Exatamente”.

Fonte: Gospel+

Servir às pessoas: muitos falam, mas poucos fazem isso de fato...



“O que você deseja ser quando crescer?”.

É uma pergunta que todos gostamos de fazer às crianças.
E as respostas mais comuns são: “médico”, “advogado”, “engenheiro”... Alguns são mais ousados. Respondem: “artista de televisão”, ou “cantor”, ou “jogador de futebol”.

Recentemente, um garoto me disse que queria ser mecânico ou lixeiro. Quando lhe indaguei o porquê, deu-me uma resposta clássica para um menino de nove anos: “Para poder ficar sujo!”. Sorri, lembrando-me momentaneamente de minha própria infância. E entendi perfeitamente o que ele quis dizer.

Vamos pegar esta pergunta e revirá-la um pouco. Imaginemos que estamos perguntado a Jesus Cristo o que ele deseja que sejamos, quando crescermos. É uma pergunta inteiramente nova. E creio sinceramente que ele daria a mesma resposta a todos nós: “Quero que você seja diferente... Que seja um servo”.


Em minha vida toda, nunca ouvi alguém dizer que, ao crescer, gostaria de ser servo. Parece uma posição aviltante... Humilhante... Sem dignidade bastante. Jerry White, em seu valioso Honesty, Morality and Conscience (Honestidade, Moralidade e Consciência), aborda essa questão de servir aos outros:


“Os cristãos devem ser servos tanto de Deus como das outras pessoas. Mas a maioria das pessoas encara o trabalho e os negócios – a vida em geral – com a seguinte atitude: “O que posso obter disso?”, em vez de: “Como posso contribuir?”. Às vezes, gostamos de pensar em nós mesmos como servos de Deus. Quem não gostaria de ser servo de um rei? Mas quando se trata de servir a outras pessoas, pomo-nos a questionar as consequências.


A ideia de servir a Deus nos faz sentir nobres; mas a de servir às pessoas nos faz sentir humilhados. Servindo a Deus, recebemos recompensas; servindo às pessoas, principalmente àquelas que não podem retribuir-nos, não recebemos nenhum benefício visível, nem glórias – a não ser de Deus.


Cristo nos deu o exemplo: ‘O Filho do homem... não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos.’ (Mt 20.28). Para sermos servos de Cristo, temos que ser servos das pessoas. O conceito de servir as pessoas deve ser a base de tudo o que fazemos, no trabalho e nos negócios. Ao servir, temos de pensar primeiro naquele a quem servimos. Um funcionário de uma firma que se dispõe a servir em seu trabalho está honrando a Deus, e aumentando seu próprio valor diante de seu empregador. Por outro lado, o empregado que procura servir a si mesmo dificilmente será valorizado por qualquer companhia”.


Quando Jesus se achava aqui na terra, atraiu a si um grande número de pessoas. Certo dia, sentou-se no meio delas e pôs-se a ensinar-lhes algumas verdades básicas sobre o crescimento delas, segundo o desejo dele. O relato deste seu “Sermão do Monte” encontra-se em Mateus 5,6 e 7. Se fossemos sugerir um título geral para este grandioso sermão, seria: “Seja diferente”. Várias vezes durante o sermão, Jesus apresenta a maneira de agir e sentir dos religiosos de seus dias, e em seguida instrui seus discípulos a serem diferentes deles.


Mateus 5.21,22:
“Ouvistes o que foi dito... Eu, porém, vos digo...”
Mateus 5.27,28:
“Ouvistes o que foi dito... Eu, porém, vos digo...”
Mateus 5.33,34:
“Ouvistes o que foi dito... Eu, porém, vos digo...”
Mateus 5.38,39:
“Ouvistes o que foi dito... Eu, porém, vos digo...”
Mateus 5.43,44:
“Ouvistes o que foi dito... Eu, porém, vos digo...”


Em Mateus 6, ele continua a explicar como deveriam ser diferentes nas esmolas para os necessitados (6.2), nas orações (6.5) e nos jejuns (6.16). O versículo-chave deste sermão é: “Não vos assemelheis, pois, a eles...” (6.8). O fato é que Jesus enxergava o que havia por trás do orgulho e da hipocrisia daqueles religiosos, e estava resolvido a incutir nos discípulos traços de caráter, tais como humildade e autenticidade. Seu ensino diferente cortava aquela fachada de devoção religiosa como uma faca afiada corta a manteiga.


Até hoje, este sermão constitui o delineamento mais perfeito da contracultura cristã dada no Novo Testamento... Oferecendo um estilo de vida totalmente oposto ao do sistema do mundo.


A introdução do sermão de Jesus é, sem dúvida alguma, a mais conhecida passagem dele, e se acha em Mateus 5.1-12. Trata-se da descrição mais exata do retrato de um servo cristão.


Trecho retirado do livro “Eu, um servo? Você está brincando!”, de Charles Swindoll
A-BD
http://kedsonni.blogspot.com/2012/01/servir-as-pessoas-muitos-falam-mas.html

sábado, 28 de janeiro de 2012

Reflexão de Sábado

"Se vocês amarem aqueles que os amam, que recompensa vocês
receberão? Até os publicanos fazem isso! E se saudarem apenas os
seus irmãos, o que estarão fazendo de mais? Até os pagãos fazem
isso!" Mateus 5:46-47


Antes de você se tornar Cristão, quantas pessoas oraram por você
apesar da sua ignorância e sua resistência ao Evangelho? Alguns de
nós vivíamos mesmo como inimigos de Cristo. No entanto, Ele, por
meio dos seus servos hoje, ainda nos chama. Não é isso que Ele quer
que nós façamos agora com outros que, na ignorância, ainda vivem
como Seus inimigos e, às vêzes, como os nossos também? Não somos
chamados a amar atos ou atitudes pecaminosas e não podemos dar
vista grossa ao pecado. Embora não compactuemos com coisas erradas,
devemos amar pessoas apesar dos seus atos e atitudes, lembrando que
elas também são filhos perdidos do nosso Pai. Amamos até nossos
inimigos porque Deus os ama. Tratamo-los como Deus nos tratou
quando ainda éramos inimigos dele (Rom 5:6). Oramos pela conversão
deles, como outros um dia oraram por nós. Se você hoje está em
Cristo você é a melhor prova de que o amor de Deus por seus
inimigos é uma força poderosa para ganhar de volta seus filhos
perdidos. Se somos de fato filhos de Deus, não pode haver em nós
desejo maior do que este. E como é que Deus comunica seu amor para
seus filhos perdidos? Não é através de nós, os salvos?

Escolhidos do Senhor!



Senhor fez o homem perfeito, santo, à Sua imagem, amou profundamente e proporcionou todos os meios possíveis para que a sua estadia no Éden fosse a melhor possível; no entanto, Adão e Eva não souberam retribuir o amor sublime do Criador, deixou-se corromper. O pecado entrou e destruiu a comunhão natural entre Deus e o homem. Davi afirma: “Eu nasci na iniqüidade, e em pecado me concebeu minha mãe.” (Sl 51:5) esta é a situação da humanidade.

Mas, o Senhor não desiste! Ele não desistiu do homem! Ele amou primeiro!

“Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos tem abençoado com toda sorte de bênção espiritual nas regiões celestiais em Cristo, assim como nos escolheu nele antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis perante ele; e em amor.” Ef 1.3,4

Nós os escolhidos do Senhor para amá-Lo e alegrá-Lo com a nossa vida, devemos depositar toda a esperança e confiança no Senhor Jesus, no qual temos os pecados purificados (“Bem-aventurados aqueles cujas iniqüidades são perdoadas, e cujos pecados são cobertos”. Rm 4.7), vivemos para Ele por Ele. O Todo Poderoso afirma: “Sim, bem-aventurado é o povo cujo Deus é o SENHOR!” (Sl 144.15), você meu irmão, é um bem-aventurado!

Conhecer e servir a Deus requer de nós uma vida responsável e comprometida com a Sua obra. São obrigações que enche o nosso coração de gozo ao desempenhá-las.

As perseguições sempre existirão, afinal, estamos lutando contra um inimigo eterno, cujo desejo é ver-nos derrotados. Mesmo com a liberdade de culto, direito constitucional, ainda somos afligidos por alguns, devido a nossa fé e esperança eterna. O Senhor Jesus alertou-nos dizendo: “Bem-aventurados sois quando os homens vos odiarem e quando vos expulsarem da sua companhia, vos injuriarem e rejeitarem o vosso nome como indigno, por causa do Filho do Homem.” (Lc 6.22). As afrontas não são motivos para deixar-nos abater, sim, motivos para glorificarmos a Deus pela oportunidade de sofrermos em Seu nome. Nos sabemos em quem temos crido! “Aleluia! Feliz aquele que teme a Deus, o SENHOR, que tem prazer em obedecer aos seus mandamentos!” (Sl 112.1).

A força dos escolhidos está no Senhor, nEle reside todas as nossas expectativas de vida (“Bem-aventurado o homem cuja força está em ti, em cujo coração se encontram os caminhos aplanados.” Sl 84.5); e são felizes, pois o desejo maior e satisfazer a vontade de Deus (“Felizes as pessoas que têm fome e sede de fazer a vontade de Deus, pois ele as deixará completamente satisfeitas.” Mt 6.5). Todo este mover maravilhoso desperta no coração o desejo de estarmos juntos, em união com os irmãos (“Como são felizes aqueles que tu escolhes, aqueles que trazes para viverem no teu Templo! Nós ficaremos contentes com as coisas boas da tua casa, com as bênçãos do teu santo Templo... Felizes são os que moram na tua casa, sempre cantando louvores a ti!” Sl 65.4; 84.4). É a união promovida pelo sangue de Cristo, ela quebra as barreiras, sejam elas sociais ou raciais, ajuntando-nos num só feixe!

Os escolhidos são homens que sabem esperar no Senhor, não se deixam tomar pelas preocupações e ansiedades desta vida (“Felizes são aqueles que põem a sua esperança nele!” Is 30.18), e mesmo quando os horizontes se mostram negros, sem esperança, sabem alegrar-se no Senhor, pois confia em Seu amparo (“Meus irmãos, sintam-se felizes quando passarem por todo tipo de aflições.” Tg 1.2). Mesmo em meio aos problemas, não pecam contra o Pai (“Feliz é aquele que nas aflições continua fiel! Porque, depois de sair aprovado dessas aflições, receberá como prêmio a vida que Deus promete aos que o amam.” Tg 1.12). Vigiam e esperam no Eterno (“Bem-aventurados aqueles servos a quem o senhor, quando vier, os encontre vigilantes.” Lc 12.37). A perseverança contempla-nos com a vitória.

São irrepreensíveis no viver, exemplos no lar, homens dignos no desempenho de sua funções, sejam, profissionais, estudantis e sociais, que honram seus compromissos, que falam unicamente a verdade e permitem que Cristo seja visualizado em suas vidas (“Felizes são os que não podem ser acusados de nada, que vivem de acordo com a lei de Deus, o SENHOR!” Sl 119.1). Os atos demonstram um coração puro e sensível ao Espírito de Deus (“Felizes as pessoas que têm o coração puro, pois elas verão a Deus.” Mt 5.8), aptos a serem exemplo de santidade ao próximo (“Felizes são aqueles que vivem uma vida correta, aqueles que sempre fazem o que é certo!” Sl 106.3). A humildade e a bondade são testemunhadas por todos (“Felizes as pessoas humildes, pois receberão o que Deus tem prometido... Felizes as pessoas que têm misericórdia dos outros, pois Deus terá misericórdia delas.” Mt 5.5,7). E o nome do Todo Poderoso é honrado.

Estas são as qualidades que devemos cultivar em nossa vida, afinal, somos homens chamados para a santidade; frutos do grande amor de Deus que se revelou no sacrifício de Cristo Jesus, que amou primeiro!

Oh graças!

Elias R. de Oliveira

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Reflexão de Quinta Feira

"Vocês ouviram o que foi dito: 'Ame o seu próximo e odeie o seu
inimigo'. Mas eu lhes digo: Amem os seus inimigos e orem por
aqueles que os perseguem, para que vocês venham a ser filhos de seu
Pai que está nos céus. Porque ele faz raiar o seu sol sobre maus e
bons e derrama chuva sobre justos e injustos." Mateus 5:43-45



A lei mandava amar o próximo (Lev 19:18). Mas alguns intérpretes
da lei concluíram que uma inferência necessária do amor ao próximo
seria o ódio ao inimigo. Vemos como as inferências humanas são
perigosas. Só porque Deus mandou uma coisa não quer dizer que outra
coisa que não seja mandada é proibida. Se Deus mandou amar o
próximo não quer dizer que era proibido amar o inimigo. Mas, foi
isso que certos intérpretes concluíram. O amor ao inimigo é um dos
maiores desafios para o Cristão. Há inimigos que causam dor, perda
e até criam obstáculos para o crescimento do Reino. É difícil
entender como amor a eles seria a vontade de Deus. Mas, ninguém fez
mais contra Deus do que aqueles que crucificaram seu filho Jesus. E
qual foi o pedido de Jesus para eles? “Pai, perdoa-lhes, pois não
sabem o que estão fazendo” (Lucas 23:34). Como John Stott observou
"Se a tortura cruel da crucificação não conseguiu silenciar a
oração do Senhor por seus inimigos, que dor, orgulho, preconceito
ou preguiça justificaria o silêncio da nossa?" Tem algum inimigo
precisando da sua oração hoje?

São Paulo possui mais Templos Evangélicos e o Acre mais Evangélicos Pentecostais



São Paulo comemora 458 anos como a cidade que mais possui templos evangélicos do país, com 3 mil igrejas instaladas na cidade e o Estado do Acre está no topo da lista dos Estados brasileiros com maior número de evangélicos pentecostais do Brasil. Clique, leia, veja ranking e comente…
De acordo com o Novo Mapa das Religiões publicado em 2011 pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), 10.67% da população da capital frequenta uma igreja evangélica pentecostal e 8.66% frequenta outras igrejas evangélicas. O que representa quase 20% de evangélicos em relação aos mais de 19 milhões de habitantes da cidade.

É na cidade de São Paulo que encontramos grandes templos, como a sede da Igreja Deus é Amor localizada no Parque Dom Pedro II; a sede da Igreja Assembleia de Deus do Brás (Ministério Madureira); no Brás, dois grandes templos da Igreja Universal do Reino de Deus, sendo um em Santo Amaro.

Com isso no Estado do Acre o índice de 24,18% do total, segundo revela o novo Mapa das Religiões elaborado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Em Rio Branco, a proporção é de 28,43% leva o estado a figurar em 1º lugar em numero de evangélicos no país.

Os resultados foram formados com base em dados de 2009 da Pesquisa de Orçamento Familiar, do IBGE. Em segundo lugar está o estado de Rondônia com 19,95%, seguido por Pará (19,41%) e Amapá (19,01%). São Paulo ficou em 13º lugar, com 14,62%, e o Rio de Janeiro em 15º, com 14,18%.

No ano da pesquisa, os fieis das pentecostais representaram 12,76% da população. Segundo o pesquisador Marcelo Néri, o responsável pelo mapa, a Assembleia de Deus já é a segunda maior igreja do Brasil, abaixo da Católica. A pesquisa também revelou que as igrejas pentecostais são as que mais têm se expandido no território brasileiro.

Os evangélicos — pentecostais e de outras denominações — subiram de 17,9% em 2003 para 20,2% em 2009. Eles são representativos principalmente nas classes D e E, afirmou Néri.

Em 2011, uma pesquisa divulgada por um jornal local, confirmou as constatações da FGV, quando 53,3% dos entrevistados se disseram evangélicos. À época, o deputado Astério Moreira declarou na tribuna, o seguinte: “Agora sabemos que é real, a maioria é evangélica no Acre. Isso significa que nós, evangélicos, representamos uma força política, um mercado consumidor e um contribuinte forte para os cofres públicos, pois todos nós pagamos impostos, o que nos permite cobrar melhores serviços”, afirmou.

Ranking dos Estados com mais pentecostais do Brasil:

1 – Acre: 24,18%
2 – Rondônia: 19,75%
3 – Pará: 19,41%
4 – Amapá: 19,01%
5 – Distrito Federal: 18,87%
6 – Roraima: 18,28%
7 – Goiás: 15,65%
8 – Mato Grosso do Sul: 15,52%
9 – Tocantins: 15,51%
10 – Espírito Santo: 15,09%
11 – Amazonas: 15,09%
12 – Mato Grosso: 14,95%
13 – São Paulo: 14,62%
14 – Paraná: 14,48%
15 – Rio de Janeiro: 14,18%
16 – Pernambuco: 12,24%
17 – Minas Gerais: 11,63%
18 – Maranhão: 11,58%
19 – Rio Grande do Norte: 11,34%
20 – Rio Grande do Sul: 9.78%
21 – Santa Catarina: 9,18%
22 – Ceará: 9,17%
23 – Alagoas: 8,63%
24 – Bahia: 8,44%
25 – Paraíba: 7,80%
26 – Piauí: 6,18%
27 – Sergipe: 4,75%

Região metropolitana (só a periferia da capital)

1 – Belo Horizonte: 24,48%
2 – Curitiba: 24,21%
3 – Salvador: 24,02%
4 – Rio de Janeiro: 20,25%
5 – Belém: 20,05%
6 – Recife: 16,95%
7 – São Paulo: 16,19%
8 – Porto Alegre: 12,69%
9 – Fortaleza: 10,45%

Capitais

1 – Rio Branco (AC): 28,43%
2 – Belém (PA): 22,99%
3 – Boa Vista (RR): 21,21%
4 – Porto Velho (RO): 19,02%
5 – Brasília (DF): 18,82%
6 – Macapá (AP): 18,38%
7 – Palmas (TO): 17,44%
8 – Campo Grande (MS): 17,18%
9 – Curitiba (PR): 16,07%
10 – Manaus (AM): 15,30%
11 – Goiânia (GO): 14,91%
12 – Belo Horizonte (MG): 13,44%
13 – São Luís (MA): 13,11%
14 – Cuiabá (MT): 13,04%
15 – Natal (RN): 12,18%
16 – Maceió (AL): 11,84%
17 – Fortaleza (CE): 11,56%
18 – João Pessoa (PB): 11,01%
19 – Rio de Janeiro (RJ): 10,95%
20 – São Paulo (SP): 10,67%
21 – Recife (PE): 10,36%
22 – Salvador (BA): 10,01%
23 – Vitória (ES): 8,42%
24 – Porto Alegre ( RS): 8,03%
25 – Florianópolis (SC): 6,81%
26 – Teresina (PI): 5,90%
27 – Aracaju (SE): 4,18%

“Ser Cristão é ter o caráter de Cristo.” Isa Carvalho, Pastora

“Ser cristão exige uma crença devocional e prática, uma fé na obra redentora de Cristo, nos seus ensinamentos e uma vida pautada na Palavra de Deus, a Bíblia, que seria a regra de fé e prática do cristão.” – Kennon Monteiro, Servidor Público.

“Ser Cristão é amar a Deus de todo o coração e incondicionalmente, sem considerar o que as pessoas acham ou deixam de achar sobre como você busca a Deus” – Silviana Oliveira.

post inforgospel.com.br - com informação oriobranco.net e Gospelprime.com.br

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Reflexão Terça Feira

"Portanto, quando você der esmola, não anuncie isso com
trombetas, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, a fim
de serem honrados pelos outros. Eu lhes garanto que eles já
receberam sua plena recompensa." Mateus 6:2


Sabemos que o Cristão não deve se preocupar com tesouros aqui.
Longe de nós a cobiça e o consumismo desenfreado do mundo. Muitos
discípulos conseguem se livrar dessas tentações. Mas, há outra
cobiça que às vezes vem e estraga tudo. É a cobiça pelo
reconhecimento. Dizemos que temos fé em Deus. Mas, na questão do
reconhecimento revelamos aonde realmente está a nossa fé. Ao invés
de esperar pela recompensa que Deus nos promete, queremos uma
porção aqui. Queremos a atenção de nossos amigos, colegas e irmãos.
Queremos um pouco de pagamento adiantado nas promessas de Deus. Se
não conseguimos esperar a recompensa que Deus está guardando para
nós, então tudo que teremos é isso aqui. Perderemos o que Deus está
guardando para nós. Qual recompensa você acha será maior?

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