"Interrogado pelos fariseus sobre quando viria o reino de Deus, Jesus lhes respondeu: Não vem o reino de Deus com visível aparência. Nem dirão: Ei-lo aqui! Ou: Lá está! porque o reino de Deus está dentro em vós." (Lucas 17: 20-21).

terça-feira, 24 de abril de 2012

Deputados Marcelo Aguiar, Silas Câmara e Popó da bancada evangélica não assinaram pedido da CPI da corrupção no Caso Cachoeira



A recém instalada Comissão Parlamentar de Inquérito que investigará o bicheiro Carlos Augusto Almeida Ramos, conhecido como Carlinhos Cachoeira, e suas relações com empresários e políticos, contou com a assinatura de alguns membros da Frente Parlamentar Evangélica.

Porém, nem todos os parlamentares evangélicos assinaram a lista para criação da CPI, caso dos deputados Marcelo Aguiar (PSD-SP),Mário De Oliveira (PSC MG) e Lauriete (PSC-ES), Silas Câmara (PSD-AM), além do ex boxeador Popó (PRB-BA).

Carlinhos Cachoeira é apontado em uma investigação da Polícia Federal como chefe de uma quadrilha que explorava o jogo ilegal em Goiás, e que teria envolvimento com políticos de expressão nacional e empresas contratadas pelo governo federal. O senador Demóstenes Torres (sem partido) é o principal suspeito de manter ligações promíscuas com Cachoeira, e é acusado de ter usado seu mandato para favorecer o contraventor.

Essa não é a primeira vez que Carlinhos Cachoeira é investigado em uma CPI. Entre 2005 e 2006, o bicheiro foi citado em outras três CPIs: a dos Bingos (Senado) e Correios e Mensalão (mistas).

Os senadores evangélicos Magno Malta (PR-ES), bispo Eduardo Lopes (suplente do senador Marcelo Crivella, licenciado para ocupar o cargo de ministro/ PRB-RJ) e Walter Pinheiro (PT-BA), assinaram o documento para a criação da CPI mista, composta por membros do Senado e da Câmara dos Deputados.

Entre os membros da Bancada Evangélica que são deputados federais e que foram favoráveis à criação da CPI estão o missionário José Olímpio (PP-SP), João Campos (presidente da Frente Parlamentar Evangélica/PSDB-GO), Anthony Garotinho (PR-RJ) e Marco Feliciano (PSC-SP), de acordo com informações do G1.

No total, foram 396 deputados e 42 senadores foram favoráveis à criação da CPI. Confira abaixo a lista com os parlamentares da Câmara dos Deputados e do Senado Federal que não assinaram o documento de criação da CPI:

Deputados Federais que não assinaram o documento para a criação da CPI

Acelino Popó PRB BA
Adrian PMDB RJ
Aelton Freitas PR MG
Alex Canziani PTB PR
Anderson Ferreira PR PE
André Zacharow PMDB PR
Aníbal Gomes PMDB CE
Antônia Lúcia PSC AC
Antonio Brito PTB BA
Antônio Roberto PV MG
Aracely De Paula PR MG
Arlindo Chinaglia PT SP
Arnon Bezerra PTB CE
Aureo PRTB RJ
Beto Mansur PP SP
Bruna Furlan PSDB SP
Carlos Magno PP RO
Celia Rocha PTB AL
Cida Borghetti PP PR
Cleber Verde PRB MA
Damião Feliciano PDT PB
Davi Alves Silva Júnior PR MA
Dimas Fabiano PP MG
Dr. Adilson Soares PR RJ
Edivaldo Holanda Junior PTC MA
Eduardo Azeredo PSDB MG
Elcione Barbalho PMDB PA
Eliene Lima PSD MT
Eros Biondini PTB MG
Eudes Xavier PT CE
Fábio Faria PSD RN
Felipe Bornier PSD RJ
Francisco Floriano PR RJ
Francisco Praciano PT AM
Giacobo PR PR
Gladson Cameli PP AC
Guilherme Mussi PSD SP
Heleno Silva PRB SE
Hermes Parcianello PMDB PR
Hugo Napoleão PSD PI
Inocêncio Oliveira PR PE
Janete Capiberibe PSB AP
Jaqueline Roriz PMN DF
Jefferson Campos PSD SP
João Carlos Bacelar PR BA
João Leão PP BA
João Lyra PSD AL
João Pizzolatti PP SC
Joaquim Beltrão PMDB AL
Jorge Boeira PSD SC
Jorge Corte Real PTB PE
José Carlos Araújo PSD BA
José Chaves PTB PE
José Linhares PP CE
José Otávio Germano PP RS
José Priante PMDB PA
José Rocha PR BA
Jose Stédile PSB RS
Josué Bengtson PTB PA
Júlio Cesar PSD PI
Junji Abe PSD SP
Lael Varella DEM MG
Laercio Oliveira PR SE
Lauriete PSC ES
Luciano Castro PR RR
Lúcio Vale PR PA
Luis Tibé PTdoB MG
Luiz Carlos PSDB AP
Luiz Nishimori PSDB PR
Magda Mofatto PTB GO
Mandetta DEM MS
Manoel Junior PMDB PB
Manoel Salviano PSD CE
Marçal Filho PMDB MS
Marcelo Aguiar PSD SP
Márcio Reinaldo Moreira PP MG
Marco Maia PT RS
Mário De Oliveira PSC MG
Mauro Benevides PMDB CE
Mauro Mariani PMDB SC
Natan Donadon PMDB RO
Nelson Marquezelli PTB SP
Nelson Meurer PP PR
Nice Lobão PSD MA
Nilton Capixaba PTB RO
Otoniel Lima PRB SP
Paes Landim PTB PI
Paulo Magalhães PSD BA
Paulo Maluf PP SP
Pedro Henry PP MT
Penna PV SP
Rebecca Garcia PP AM
Roberto Balestra PP GO
Roberto Britto PP BA
Rogério Peninha Mendonça PMDB SC
Ronaldo Nogueira PTB RS
Rosinha Da Adefal PTdoB AL
Sandro Alex PPS PR
Saraiva Felipe PMDB MG
Sebastião Bala Rocha PDT AP
Sérgio Moraes PTB RS
Silas Câmara PSD AM
Simão Sessim PP RJ
Taumaturgo Lima PT AC
Toninho Pinheiro PP MG
Valdemar Costa Neto PR SP
Vicente Arruda PR CE
Vilson Covatti PP RS
Vinicius Gurgel PR AP
Vitor Paulo PRB RJ
Walter Tosta PSD MG
Wellington Fagundes PR MT
Wladimir Costa PMDB PA
Zé Silva PDT MG
Zé Vieira PR MA
Zeca Dirceu PT PR
Zequinha Marinho PSC PA
Senadores que não assinaram o documento para a criação da CPI

Benedito de Lira PP AL
Clésio Andrade PMDB MG
Clovis Fecury DEM MA
Demóstenes Torres sem partido GO
Eunício Oliveira PMDB CE
Garibaldi Alves PMDB RN
José Sarney PMDB AP
Lobão Filho PMDB MA
Sérgio Petecão PSD AC


gospel+

Dr. Dráuzio Varella revela ser ateu.



O doutor e escritor Dráuzio Varella, conhecido nacionalmente por suas campanhas de saúde pela prevenção a doenças, revelou ser ateu e afirmou em um artigo escrito para o jornal Folha de S. Paulo que “o fervor religioso é uma arma assustadora, sempre disposta a disparar contra os que pensam de modo diverso”.

Para Varella, na visão das pessoas religiosas, “os ateus são desprezíveis, desprovidos de princípios morais, materialistas, incapazes de um gesto de compaixão, preconceito que explica por que tantos fingem crer no que julgam absurdo”.

Dráuzio Varella afirma que foi educado para ser compreensivo com as crenças alheias, mesmo que não fizessem sentido para ele: “Fui educado para respeitar as crenças de todos, por mais bizarras que a mim pareçam. Se a religião ajuda uma pessoa a enfrentar suas contradições existenciais, seja bem-vinda, desde que não a torne intolerante, autoritária ou violenta”.

O médico argumenta que as pessoas de fé também são ateias em relação à uma crença diferente da sua. “Os religiosos que têm dificuldade para entender como alguém pode discordar de sua cosmovisão devem pensar que eles também são ateus quando confrontados com crenças alheias”, e critica o critério da sociedade em relação aos ateus: “Os pastores milagreiros da TV que tomam dinheiro dos pobres são tolerados porque o fazem em nome de Cristo. O menino que explode com a bomba no supermercado desperta admiração entre seus pares porque obedeceria aos desígnios do Profeta. Fossem ateus, seriam considerados mensageiros de Satanás”, pontua.

O doutor explica em seu artigo que a postura de um ateu frente à fé não é oposição, simplesmente: “Não se trata de opção ideológica: o ateu não acredita simplesmente porque não consegue. O mesmo mecanismo intelectual que leva alguém a crer leva outro a desacreditar”.

Confira abaixo a íntegra do artigo:

A humanidade inteira segue uma religião ou crê em algum ser ou fenômeno transcendental que dê sentido à existência. Os que não sentem necessidade de teorias para explicar a que viemos e para onde iremos são tão poucos que parecem extraterrestres.

Dono de um cérebro com capacidade de processamento de dados incomparável na escala animal, ao que tudo indica só o homem faz conjecturas sobre o destino depois da morte. A possibilidade de que a última batida do coração decrete o fim do espetáculo é aterradora. Do medo e do inconformismo gerado por ela, nasce a tendência a acreditar que somos eternos, caso único entre os seres vivos.

Todos os povos que deixaram registros manifestaram a crença de que sobreviveriam à decomposição de seus corpos. Para atender esse desejo, o imaginário humano criou uma infinidade de deuses e paraísos celestiais. Jamais faltaram, entretanto, mulheres e homens avessos a interferências mágicas em assuntos terrenos. Perseguidos e assassinados no passado, para eles a vida eterna não faz sentido.

Não se trata de opção ideológica: o ateu não acredita simplesmente porque não consegue. O mesmo mecanismo intelectual que leva alguém a crer leva outro a desacreditar.

Os religiosos que têm dificuldade para entender como alguém pode discordar de sua cosmovisão devem pensar que eles também são ateus quando confrontados com crenças alheias.

Que sentido tem para um protestante a reverência que o hindu faz diante da estátua de uma vaca dourada? Ou a oração do muçulmano voltado para Meca? Ou o espírita que afirma ser a reencarnação de Alexandre, o Grande? Para hindus, muçulmanos e espíritas esse cristão não seria ateu?

Na realidade, a religião do próximo não passa de um amontoado de falsidades e superstições. Não é o que pensa o evangélico na encruzilhada quando vê as velas e o galo preto? Ou o judeu quando encontra um católico ajoelhado aos pés da virgem imaculada que teria dado à luz ao filho do Senhor? Ou o politeísta ao ouvir que não há milhares, mas um único Deus?

Quantas tragédias foram desencadeadas pela intolerância dos que não admitem princípios religiosos diferentes dos seus? Quantos acusados de hereges ou infiéis perderam a vida?

O ateu desperta a ira dos fanáticos, porque aceitá-lo como ser pensante obriga-os a questionar suas próprias convicções. Não é outra a razão que os fez apropriar-se indevidamente das melhores qualidades humanas e atribuir as demais às tentações do Diabo. Generosidade, solidariedade, compaixão e amor ao próximo constituem reserva de mercado dos tementes a Deus, embora em nome Dele sejam cometidas as piores atrocidades.

Os pastores milagreiros da TV que tomam dinheiro dos pobres são tolerados porque o fazem em nome de Cristo. O menino que explode com a bomba no supermercado desperta admiração entre seus pares porque obedeceria aos desígnios do Profeta. Fossem ateus, seriam considerados mensageiros de Satanás.

Ajudamos um estranho caído na rua, damos gorjetas em restaurantes aos quais nunca voltaremos e fazemos doações para crianças desconhecidas, não para agradar a Deus, mas porque cooperação mútua e altruísmo recíproco fazem parte do repertório comportamental não apenas do homem, mas de gorilas, hienas, leoas, formigas e muitos outros, como demonstraram os etologistas.

O fervor religioso é uma arma assustadora, sempre disposta a disparar contra os que pensam de modo diverso. Em vez de unir, ele divide a sociedade -quando não semeia o ódio que leva às perseguições e aos massacres.

Para o crente, os ateus são desprezíveis, desprovidos de princípios morais, materialistas, incapazes de um gesto de compaixão, preconceito que explica por que tantos fingem crer no que julgam absurdo.

Fui educado para respeitar as crenças de todos, por mais bizarras que a mim pareçam. Se a religião ajuda uma pessoa a enfrentar suas contradições existenciais, seja bem-vinda, desde que não a torne intolerante, autoritária ou violenta.

Quanto aos religiosos, leitor, não os considero iluminados nem crédulos, superiores ou inferiores, os anos me ensinaram a julgar os homens por suas ações, não pelas convicções que apregoam.


Fonte: Gospel+

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Reflexão Segunda Feira



“Ele nos deu este mandamento: Quem ama a Deus, ame também seu
irmão”.1 João 4:21



Algumas coisas são muito simples. Não podemos amar a Deus e
recusar amar uns aos outros. Isso não é difícil de entender. Por
outro lado, alguns dos nossos parentes no Senhor são difíceis de
amar porque são pessoas muito difíceis. Mas, precisamos lembrar
quem éramos quando Cristo morreu por nós – sem poder, incrédulos,
pecadores, inimigos (Romanos 5:6-11) – mas Deus nos amou e enviou
Jesus para nos salvar. Então, antes de resmungar sobre nossos
irmãos em Cristo que são “difíceis”, devemos dar graças ao Deus que
nos amou quando éramos pecadores. Depois devemos agradecer a Deus
pela sua graça sendo mais tolerantes uns para com os outros.

Igreja nos lares: não é uma opção, é realidade fiel




Em linguagem bíblica, o objetivo da Igreja é sustentar o testemunho de Jesus [Atos 1], para que todos possam vê-Lo, que todos possam ver a Luz;

A Igreja não tem por propósito atrair pessoas para ela, mas, conduzir pessoas a Cristo!!

Em momento nenhum, os que defendem os cultos nos lares dizem ser como o único e ideal, apenas, afirmamos que a igreja instituição (a maioria das igrejas evangélicas e a católica) é que tem desviado da sã doutrina apregoada pelos servos de Cristo na simplicidade do evangelho para salvação de almas; em função deste desvio, milhares estão tendo entendimento pela ação do Espírito Santo e se desviado da igreja instituição.

Aprendendo com a Palavra de Deus, meditando nos relatos bíblicos, testifica da presença de Jesus e Seus discípulos, da Igreja nos lares, nas casas:
- Jesus ministrou nas casas de seus discípulos, curou a sogra de Pedro [Marcos 1]; jantou com Levi e outros pecadores [Marcos 2];
- Ensinou e fez milagres, ressuscitou mortos, ministrou libertação, foi ungido por uma mulher, nas casas, nos lares [Marcos 3; 5; 7; 14];
- Nas casas compartilhou instruções com Seus discípulos [Marcos 7; 9; 10; 14; 16];
- Instruiu pessoas curadas, admoestando que sua nova vida começa em casa. Libertando o endemoninhado gadareno, disse:
“ Vai para tua casa, para os teus, e anuncia-lhes quão grandes coisas o Senhor te fez, e como teve misericórdia de ti ” [Marcos 5];
- Ensinava nas casas dos fariseus, pecadores, e por várias vezes de gente mui amada [Lucas 10, João 11; 12];
“ E quando Jesus chegou aquele lugar, olhando para cima, viu-o e disse-lhe: Zaqueu, desce depressa, porque hoje me convém pousar em tua casa. ” [Lucas 19]
- Ordenou aos Seus discípulos ministrarem nas casas, nos lares [Mateus 10] e aos setenta [Lucas 10];
- Após a ascensão de Cristo aos céus, Seus discípulos permaneceram reunidos em uma casa [Atos 1];
- O glorioso dia de Pentecostes ocorreu numa casa [Atos 2];
- A Igreja cresceu em quase três mil pessoas em uma pregação, mas, conservaram as reuniões nos lares [Atos 2];
- As reuniões nos lares firmavam uma ação evangelística [Atos 5]; a casa de Cornélios [Atos 10];
- Saulo foi restaurado em uma casa [Atos 9];
- Nos lares, havia contexto de curas, Dorcas [Atos 9], visões como a de Pedro [Atos 10], reuniões como Igreja, como na casa de Maria, mãe de Marcos [Atos 12];
- Enfim, Paulo em saudações, fez menção da Igreja que se reunia nos lares [Romanos 16; 1Coríntios 16; Colossenses 4; Filemom 1].

Entretanto, não há nenhum relato bíblico que comprove ou sustente a necessidade de se construir lugares e chama-los de “igreja”!!

Como testifica a Palavra de Deus, Jesus desenvolveu grande parte de Seu ministério nas casas, nos lares, participava de festas públicas, entrava nas sinagogas; e, denunciou os religiosos de o tempo de Seu ministério terreno, por que aqueles exibiam uma fé hipócrita, como a maioria dos religiosos [pastores, bispos, apóstolos(??), padres] de nosso tempo.

Alguns lideres evangélicos querem de maneira diabólica, subjugar outros, denegrindo aos irmãos que se reúnem em seus lares, por que pelos relatos bíblicos muitas foram as reuniões em nome de Cristo nos lares, nas casas, por em verdade, a Igreja nos lares quando se reúnem, o fazem em nome de nosso Senhor Jesus Cristo e para isto, Ele mesmo nos asseverou quando diz:
“ Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles. ” [Mateus 18]
Aliás, Cristo nada diz que Ele estará em meio somente se estiver reunidos numa igreja instituição ou local com placa de “igreja” ou “casa de oração”.

Cobertura Espiritual

Há uns tolos e hipócritas pastores que querem insinuar de forma leviana, com o intuito de ludibriar os pequenos na fé, que os desigrejados não querem ter pastor, e que querem viver sem estar debaixo da orientação de um pastor; ora, ninguém deve por orientação bíblica viver sob a ação, a lide de um pastor, bispo, apóstolo(??); a Palavra de Deus diz que o “pastor, bispo, apóstolo(??)” não tem domínio sobre o rebanho de Deus [1Pedro 5], mesmo por que, a sagrada Palavra admoesta que "maldito o homem que confia no homem" [Jeremias 17].

Para os desigrejados, Jesus é nosso Bom Pastor.

A Palavra de Deus nos testifica e liberta do jugo de homens religiosos, pastores, bispos, apóstolos(??), padres [Mateus 23.4]; temos como nosso Bom Pastor que por amor, nos diz:
“ Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve ” [Mateus 11].
Porquanto, nenhum pastor, bispo, apóstolo(??), padre, tem condições em dar qualquer cobertura, e ainda, muito menos a espiritual, jamais serão um pastor-chefe, oficial com autoridade hierárquica, quem afirma isto é contra a Palavra de Deus, presunçoso, charlatão, mentiroso, um mercenário que quer enganar as pessoas para que elas lhes sustentem, paguem por uma orientação e proteção enganosa, aliás, Jesus no bendito lava-pés [João 13] foi enfático e exortou a que todos devemos servir e não ser servidos.

Ao bem da verdade, sem nenhum chamado divino, muitos se apresentam como “pastor”, bispo, apóstolo(??), pois, compraram suas credenciais eclesiásticas, quando fizeram alguns destes cursetos de “teologia” (estudos sobre Deus, elaborados por homens ao gosto do freguês).

Em verdade, a condição de desigrejados tem incomodado, e muito, as “autoridades(??) eclesiásticas”; pois que, esta postura em não ir a igreja instituição tira o crédito exacerbado que alguns incautos fazem do local com placa de “igreja” ou “casa de oração”, e indo além, colocam a confiança em homens, religiosos.

A leitura de Lucas 22 mostra a mentira e falsidade das “autoridades(??) eclesiásticas”, do tal pastor-chefe, oficial com autoridade hierárquica, por que, em Cristo somos todos iguais, somos um:
“ E Ele lhes disse: Os reis dos gentios dominam sobre eles, e os que têm autoridade sobre eles são chamados benfeitores.
Mas não sereis vós assim; antes o maior entre vós seja como o menor; e quem governa como quem serve.
Pois qual é maior: quem está a mesa, ou quem serve? Porventura não é quem está a mesa? Eu, porém, entre vós sou como aquele que serve. ”
Assim, estas (pseudo)autoridades estão assistindo (irados) o êxodo dos crentes que saem em crescimento geométrico da igreja instituição fundadas por homens e buscam a Deus em seus próprios lares em comunhão com outros irmãos, conforme nos ensina a sã doutrina...

Não deixamos (como muitos querem insinuar de forma difamatória) a Igreja de Cristo, por que reunidos em comunhão somos a Igreja!

Efésios 2 categoricamente diz que a Igreja são pessoas, e não lugares com nome de “igreja”.

O importante, como nos testifica e agracia as Sagradas Escrituras, é a busca de mais entendimento, e este não se recebe de homens religiosos [pastores, bispos, apóstolos(??), padres], o entendimento é somente através da unção do Espírito Santo:
“ E a unção que vós recebestes dEle, fica em vós, e não tendes necessidade de que alguém vos ensine; mas, como a Sua unção vos ensina todas as coisas, e é verdadeira, e não é mentira, como ela vos ensinou, assim nEle permanecereis. ” [1João 2]

Há homens valorosos diante de Deus em nosso tempo presente??

Sim, sem dúvida há inúmeros pastores (no sentido ao rigor da Palavra como um dom ministerial, contexto de Efésios 4), obreiros que se apresentam a Deus aprovados, que não tem de que se envergonhar, que manejam bem a Palavra da verdade, apascentam o rebanho de Deus, tem cuidado dele, não por força, mas voluntariamente; não por torpe ganância, mas sempre de ânimo pronto; não tendo domínio sobre a herança de Deus, mas servindo de exemplo ao rebanho.


Por Cristo. Em Cristo. Para Cristo. Nos interesses da Igreja que Cristo edificou.
http://jesusmaioramor.blogspot.com.br/

A igreja brasileira está em uma crise ideológica.



O idealizador do movimento “Evangelho Puro e Simples”, pastor Paulo Siqueira, participou do Fórum Nacional de Música Gospel, realizado no Salão Internacional Gospel e explicou o motivo da sua iniciativa de protestos em grandes eventos, como a Marcha para Jesus e o Congresso de Louvor Diante do Trono.

Em uma entrevista ao The Christian Post, Siqueira afirmou que o início da crise contra a qual ele protesta se deu no caso Estevam e Sonia Hernandes, que tentaram entrar nos Estados Unidos com dinheiro não declarado escondido em uma Bíblia: “Não é assim, a igreja não pode ficar passiva diante um ato desses. Devemos levar ao debate, isto não é o evangelho”.

Siqueira lamenta a passividade da igreja no caso, pois segundo ele, “em vez de refletir, ao contrário, a igreja não se importou. A igreja brasileira está em uma crise ideológica”.

Para o pastor, a volta ao “evangelho puro e simples” é algo que deve ser visto como uma releitura da abordagem que as igrejas evangélicas fazem. “Voltar ao que Jesus pregou. A igreja deve responder pela sua responsabilidade social, e às responsabilidades no mundo”, e emenda dizendo que a igreja se tornou empresa: “Hoje temos cursos de administração eclesiástica, porque a igreja tem que ser administrada, mas lamentavelmente, administrada como um negócio”.

O pastor Paulo Siqueira entende que o crescimento econômico do país, aliado ao crescimento numérico da população evangélica fez com que lideranças saíssem da realidade: “A prova disso é que muitos evangélicos que jamais estariam no mercado secular de música, hoje estão neste mercado secular de forma totalmente natural. O que seria tratado como absurdo por muitos músicos antigamente, hoje é tratado de uma forma totalmente natural”, frisa.

Um dos slogans usado por ele, “o $how tem que parar”, se justifica pois os artistas e pastores banalizaram a celebração: “É preciso diferenciar a música que adora a Deus e a música que vende no mercado. A igreja deve ser respeitada. No momento do culto, nós nos achegamos a Deus”.

Confira abaixo a íntegra do discurso de Paulo Siqueira durante o Fórum Nacional de Música Gospel, em que ele fala sobre a música gospel, a bancada evangélica e o que ele entende em relação à essência do cristianismo:

A IGREJA BRASILEIRA PRECISA RECUPERAR SUA IDENTIDADE


Boa noite a todos, tenho a partir de agora poucos minutos para disperta-los para uma grande preocupação: a renovação da igreja desafiada constantemente pela modernidade.

A igreja não é um fim em si mesma. Ela está a serviço do reino de Deus, da evangelização, do anuncio da Boa-nova de Jesus Cristo. Isto quer dizer que uma autêntica revisão da missão da igreja remete sempre a Jesus. Em épocas de crise, é ainda mais necessária a referencia continua a Jesus Cristo. Seguir fielmente o caminho percorrido por ele é indispensável para que a igreja possa superar, evangelicamente, os graves impasses com que hoje se defronta.

Pontos de Crise

1) – Sabemos que uma das graves deficiências é precisamente a precária apresentação de Jesus
Cristo e da boa-nova por Ele anunciado e vivida. Por isso mesmo, o povo evangélico vem sofrendo uma “fome crônica” do Evangelho. A rica religiosidade de nossa gente não é suficiente para matar a fome, nem saciar a sede da palavra viva de Deus.

Mal alimentado com o leite ralo, de uma evangelização frequentemente superficial e fragmentada o povo encontra-se sub nutrido, também em relação ao alimento da palavra de Deus. As pregações são apresentadas com uma orientação cristológica inadequada. Apresenta-se um Cristo distante, perdido num emaranhado de palavras e de idéias incompreensíveis, trata-se de uma apresentação incapaz de “tocar” o coração das pessoas e incapaz de provocar uma verdadeira conversão pessoal e comunitária. Pois o Cristo apresentado é primeiramente religioso, desvinculado da vivencia cotidiana, da história do povo.

“ Com isto temos uma igreja perdida em sua identidade”.

Muitos estão a perguntar o que é a igreja?

Esta é a questão não resolvida para o protestantismo, desde os dias da reforma.
Para muitos a igreja é :
- casa de oração;
- casa de entretenimento;
- clube social;
- partido politico;

E hoje para muitos, um pouco de tudo isto, pois a igreja se tornou uma casa de show.

Por conta da perda da identidade a igreja se distancia de suas essências e de sua história. Hoje a igreja é gerida por fundamentos muitos mais externos que internos, com isto ela é mais mística, mais magica, que espiritual. Pois se utiliza de artifícios casa vez mais profundos no sentido do entretenimento, pois tudo gira em torno do “show”. Isto é fruto do gospel americano.

Os brasileiros assim como em todo o mundo evangélico foram levados por está “onda”, em meio a está crise de identidade. O gospel americano tem sua história, poucos foram os lideres que foram buscar as bases deste movimento, com isto tudo o que recebemos foi uma avalanche de mudanças que foram desastrosas para nossas bases históricas. Com o movimento gospel nasce formas de cultos que transforma o cenário religioso do pais. A igreja ganhou força na música, e a liturgia se transformou, pois outros elementos foram acrescentados. Nasceu a figura do líder de louvor, dividindo a liderança do culto juntamente com o pastor. Com o tempo o pastor passou a ser mais um no culto, pois com a explosão gospel a música se tornou o grande foco. A pregação da palavra ficou em segundo plano. Com o gospel surge o segundo ponto de crise: o pastor profissional.

2) – A igreja como sujeito da história não quis ficar para traz na modernidade. Com o avanço do

gospel, elementos de religiosidade se tornam produtos, a música, o fiel, o culto, o sagrado, todos são elementos a serem explorados, pois o gospel dá a igreja elementos para concorrer ao mercado religioso. O gospel transforma a igreja em mercado, e um mercado muito lucrativo, e pouco explorado. Com este mercado a vista nasce a figura do “pastor profissional”, ou seja o homem de Deus capacitado para orientar e administrar este mercado.

O que muitos não esperavam que com este mercado a igreja sofreria grandes transformações. Pois com isto nasce a igreja como entretenimento, com uma roupagem nova, “mais moderna”. O gospel trouxe a linguagem comercial para a igreja, e com isso a igreja além de ser uma fonte de entretenimento também se tornou comercial; Os fieis agora são clientes a serem conquistados, a serem alcançados pois cada cliente novo é sinônimo de crescimento. As igrejas ganharam metas a serem atingidas, e o que era um sacerdócio agora é um mercado. Com isto nasce a igreja para divertir.

É o evangelho para divertir, é o evangelho da vitória, é o evangelho do milagre, da benção. Todo o discurso vem de encontro ao “cliente”. Tudo é produzido para o lazer e nada melhor do que a música para este lazer ficar completo.

Com isto a igreja evolui fora do religioso, temos o nascimento de um dos pontos mais sérios dentro da crise de identidade do cristianismo brasileiro. Com tantas transformações nasce a secularização, pois o secularismo ensina a igreja que não há limites para se atingir seus alvos.

Temos assim uma igreja pragmática, materialista, consumista, e acima de tudo sem definição, sem forças para definir o que é sagrado, o que é profano. O materialismo faz com que a igreja perca seu referencial humano. Pois o humano é uma pedra para quem quer avançar no contexto da competição, pois o mercado é desumano.

O amor ao próximo retorna ao mero discurso. O sagrado só tem significância na mediação do espetáculo religioso.

O duo consumo-entretenimento, é o aspecto conformado da cultura do mercado. A igreja agora é casa de “espetáculo”, é preciso consumir, mais também ser feliz, ser vitorioso, e com isto vem a busca desenfreada pelo material. E isto é conquistado com desafios materiais, ou seja quando mais você der, mais Deus vai te retribuir. Igreja, culto, música, pastores, bíblias são hoje fontes de mercado, e todo contexto transformou cada elemento do culto em um produto de consumo, neste imenso fest-food da fé, a barganha é a moeda de troca para aqueles que querem ser felizes com Jesus.

Nasce o culto aos números, a aparência, aos elementos materiais. Pois um povo vencedor com Jesus, tem dinheiro, se veste bem, tem bons carros, mora em um bom imóvel, se fica doente Jesus cura, pois tudo é vitória em Cristo, desde que você esteja sempre com algo as mãos para “barganhar” com Deus.

Com isto os números são importantes, pois o povo, os ouvintes são consumidores do mercado gospel. Sem perceber a perda de identidade, os pastores profissionais transformaram suas igrejas em uma “franquia” do céu.

O cristianismo verdadeiro, essencial, com sua história, ficam no passado. Agora temos uma nova igreja. A igreja mercantilista contemporânea. Com o avanço do gospel, também temos o avanço da teologia da prosperidade, que se tornou o discurso do mercado gospel.
Nasce assim a igreja movida pelos teles pastores, e seus produtos para a felicidade, são livros, cds, óleo, e até homens e mulheres a sem conquistados como produtos para uma verdadeira felicidade.

Na teologia da prosperidade tudo é rápido, pois quem “paga”, não pode esperar. Sem perceber tudo se tornou líquido, nada pede aprofundamento, tudo tem que ter emoção e lagrimas, porem nada precisa ser fundamentado na palavra de Deus.

Temos o louvorsão, em forma de shows gospel, as grande cruzadas, onde o espetáculo é o grande foco, pois para alimentar tudo isto é preciso de mídia e acima de tudo muito dinheiro. No gospel o grande patrocinador é a teologia da prosperidade, pois num mercado onde fieis são consumidores, o dinheiro é o grande veiculo da benção. Neste processo o dinheiro se torna personagem principal em toda mídia quando a noticia é o mundo gospel e seus lideres.
A igreja “moderna” sucumbiu diante das tentações do mundo. O que Cristo recusou e rebateu com a palavra em sua tentação no deserto, hoje muitos lideres e seus ministérios aceitam e praticam o cristianismo do espetáculo.

O cristianismo onde Cristo é a marca registrada, é o produto a ser explorado.
O cristianismo onde a pessoa de Cristo nada tem haver com o ser humano. O grande interesse é mercadológico, e diversos produtos ganham suas versões cristológica, é agua, é refrigerante, perfume, roupas, salames, queijo etc.

A igreja se insere no gospel, sem perceber que o mercantilismo leva a igreja para um grande laço, pois dentro deste mercado o importante é o lucro, e lucro desenfreado e desumano, pois transforma o ser humano em um produto a ser explorado.

3) – Porque o $how tem que parar ?
Porque no show não há compromisso, tudo é líquido, não há fundamentação. A igreja não quer perder, quer estar em competição com o mundo. Muitos são os lideres que se perderam nesta ganancia desenfreada no mercado gospel.

“Que relação tem um pastor que coleciona cavalos de raça, e a bíblia?”

O mercado é desumano, porque sua essência esta na competição, não há espaço, para misericórdia, amor, pontos centrais da cultura cristã.
A igreja de Cristo se fundamenta na humanidade, pois o próprio Cristo se fez ser humano e habitou no meio de nós.

“Cristianismo e luxo são palavras antônimas”.

A igreja precisa responder ao sofrimento do mundo, mais com armas espirituais, a igreja deve ser voz profética em meio ao caos humano. A igreja tem a mensagem de esperança, para isto seus lideres precisam ser conhecidos pela sua simplicidade, pelo seu carisma, pelo seu conhecimento, por seus atos de fé e solidariedade em prol dos pobres e os que sofrem.
Onde o pecado abunda a graça de Deus transforma, está é a mensagem do evangelho.
A igreja tem que assumir sua responsabilidade social, precisamos ser reconhecidos por uma fé cidadã, a igreja precisa ser reconhecida por sua luta em prol da verdade, da justiça e da paz. Não podemos ser reconhecidos simplesmente por ser uma grande numero de votos. Temos que ser o povo do amor ao próximo, o povo reconhecido pela honestidade de seus lideres, o povo que veio ao mundo para assim como Cristo cumprir a missão de Deus.
Somos o povo que vai morar no céu mais a porta é Jesus Cristo, mais não vamos para lá mediante pagamento humano, pois o grande preço já foi pago.
Pois coube a Deus dar seu único filho em amor e remissão dos nossos pecados.
Não há salvação sem remissão de pecados, e isto dinheiro nenhum no mundo compra. Não milagre maior do que um ser humano reconhecer o senhorio de Cristo em sua vida.
Muitos lideres não se apercebem que sua teologia materialista influencia ao mundo, é só avaliarmos a corrupção, a violência, o famoso geitinho brasileiro que todo o mundo conhece. Precisamos ser o povo reconhecido no mundo por nossa fé, por nossa honestidade.

“Lamentável saber que muitos lideres evangélicos brasileiros são conhecidos no mundo afora por sua desonestidade, por suas mentiras, por suas heresias pregadas em contra-ponto ao evangelho de Cristo”.

Este é o grande desafio do Movimento pela Ética Evangélica Brasileira, trazer o debate, trazer a luz o verdadeiro evangelho de Cristo. Dizer a todos que a igreja de Cristo é para um mundo que sofre. Denunciar o falso evangelho dos pregadores da teologia da prosperidade, que transforma o ser humano em objeto a ser explorado, para saciar a sede e ganancia de lideres, em sua desenfreada vaidade de consumir e viver os valores deste mundo. No evangelho de Cristo o maior é aquele que perde, é aquele que serve ao próximo mesmo que para isto perca sua vida. No evangelho de Cristo somos chamados a viver longe das tentações do mundo material, do mundo mágico, místico, somos chamados a viver na verdade, longe da mentira das armações e falcatruas do mundo.
Porque a igreja não pode lutar pelos que sofrem? Porque se aliou ao mundo, aos corruptos aos que produzem o sofrimento dos pobres. Hoje temos milhões de pessoas sofrendo e esmagadas pela corrupção enquanto homens e mulheres que juraram lutar pelos que sofrem se aliam a maldade deste mundo. É preciso acrescentar ao vocabulário evangélico brasileiro palavras como amor ao próximo, caridade, solidariedade, compaixão, misericórdia, eucaristia, simplicidade. Palavras que venham substituir os chavões da teologia da prosperidade, para que muitos venham ter seus olhos abertos para as verdades da vida.
Pois a palavra “conhecereis a verdade e a verdade vós libertara…” (Jo 8:32), Jesus disse aos fariseus, que acreditavam ser os donos da verdade, porem foram advertidos por Jesus, para que abrissem seus olhos para a verdade, e não seguissem cegos em sua religiosidade e em sua união de mentiras com o mundo.
Que não sejamos lembrados pela mídia por divisões, escanda-los, vergonha diversas, mas que sejamos lembrados por nossa sinceridade, por nossa luta pela justiça em prol dos pobres e pequeninos na fé. Que sejamos lembrados pela luta da paz, pela união dos povos, pelo dialogo com os diferentes da fé.
Que sejamos lembrados pela busca continua de uma espiritualidade inspirada pela revelação da palavra de Deus, que sejamos lembrados por nossa busca continua do entendimento. Que sejamos proclamadores da liberdade, pela fé.
Que sejamos o povo da bíblia, que vive e faz a vontade de Deus, para sua Gloria.

“O que dizer dos políticos da chamada bancada evangélica”

Temos a missão de ser sal e luz para o mundo mais seduzidos pelas tentações, deixamos de lado os valores cristãos para saciarmos nossas vaidades. O desejo material tem cegado a muitos lideres, que mesmo em meio a vergonha de muitos escanda-los não se arrependem de seus atos. Não vamos nos calar, mesmo que isto custe nossas vidas, não adianta ameaças, não adianta violência, não vamos parar. Vamos prosseguir.

Para isto vamos emprenhar nosso slogan em todo canto deste pais:
“VOLTEMOS AO EVANGELHO PURO E SIMPLES, O $HOW TEM QUE PARAR”.

Hoje já somos vários grupos em varias cidades do Brasil, nosso movimento cresce por força do Espírito Santo, pois é inexplicável o empenho de muitos que estão tendo seus olhos abertos para perceberem o falso evangelho que está sendo pregado.
Vamos continuar nosso trabalho que é árduo, solitário, porem vamos ser a voz profética de nossos dias, pois Cristo vive, e veio salvar e libertar todos que estavam perdidos.
Está é a boa nova a ser anunciado em todo mundo.

Fiquem na paz.

Deus abençoe,

Paulo Siqueira

SBB lança versões da Bíblia para os povos indígenas Fonte




Dia 19 de abril é comemorado o Dia no Índio, pensando nessa data a SBB (Sociedade Bíblica do Brasil) divulgou que o programa A Bíblia para os Povos Indígenas já fez diversas traduções para comunidades indígenas que não falam o português em seu dia a dia.

Até o momento o Livro Sagrado e algumas porções bíblicas foram traduzidas para as línguas kaiwá, kaingang, guarani-mbyá, tukano, xavante, kaxinawá, guajajara, xerente, tembé e nadëb.

Mas o projeto não para por ai, a SBB está preparando a edição dos livros de Gênesis, Mateus, Marcos, Lucas, João, Atos, Tito, Hebreus, 1 e 2 Timóteo, 1e 2 Pedro, 1, 2 e 3 João, os dez
mandamentos e Salmos, na língua kulina e a Bíblia completa no idioma iny-karajá.

Para que esse projeto siga em frente a SBB conta com o trabalho de tradutores que enfrentam diversos desafios para poder transcrever a Bíblia, pois algumas dessas línguas indígenas não possuem registro gráfico. Por exemplo, os índios que habitam a região de São Félix do Araguaia (MT) falam o karajás, uma língua ágrafa, mas com o trabalho iniciado por David Lee Fortune, missionário e linguista que traduziu e publicou o Novo Testamento em karajá, o idioma está preservado.

A SBB aproveitou a data comemorativa para garantir seu compromisso em levar a palavra de Deus para todos os cantos do Brasil, para quem não sabe em nosso país há cerca de 370 mil pessoas que falam mais de 180 idiomas nativos. Por essa razão, a SBB vem apoiando cada vez mais o trabalho de tradução para línguas minoritárias.


Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br/sbb-lanca-versoes-da-biblia-para-os-povos-indigenas/#ixzz1srDiGdOr

Socorro, o pastor me amaldiçoou com uma praga evangélica!!!




Socorro! fui amaldiçoado pelo pastor com uma praga evangélica.


Pois é, volta e meia alguém me escreve contanto um drama deste tipo. Basta contrariar a visão apostólica do pastor que lá vem maldição.


Infelizmente não são poucos os líderes que ao se sentirem frustrados amaldiçoam seus liderados. Em nome de Deus, tais pessoas rogam “pragas e desgraças” para aqueles que em algum momento da vida se contrapuseram a seus sonhos e vontade. É nesta perspectiva, que tem emergido em nossas comunidades o toma-la-dá-cá evangélico. Basta alguém cogitar mudar de igreja que lá vem maldição.


Tais líderes partem do pressuposto que o pastor em nome de Deus tem o poder de amaldiçoar outras pessoas através da oração positiva e determinante. Em outras palavras, os caras ensinam que o pastor pode rogar ao Senhor da glória o aparecimento de desgraças e frustrações na vida de seus desafetos, determinando assim a desventura alheia. À luz disso, não tenho a menor dúvida em afirmar que comportamentos como estes não ficam a dever em nada aos trabalhos de feitiçaria feitos por ai.


Caro leitor, infelizmente a igreja evangélica mergulha em alta velocidade no buraco da sincretização, deixando pra trás valores, virtudes e princípios onde a afetividade e o amor deveriam ser marcas indeléveis de uma comunidade que conhece a Cristo.


Isto, posto, afirmo sem titubeios que maldições descabidas não possuem poder algum sobre os crentes em Jesus. Somos de Deus, pertencemos a Deus, e ninguém, absolutamente ninguém, pode amaldiçoar aqueles que Deus pela sua graça abençoou.


Soli Deo Gloria,

Renato Vargens
Fonte:http://mario-mca.blogspot.com.br

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