"Interrogado pelos fariseus sobre quando viria o reino de Deus, Jesus lhes respondeu: Não vem o reino de Deus com visível aparência. Nem dirão: Ei-lo aqui! Ou: Lá está! porque o reino de Deus está dentro em vós." (Lucas 17: 20-21).
terça-feira, 11 de setembro de 2012
A Serpente e o Encantador
Se a cobra morder antes de estar encantada, não há vantagem no encantador”. Eclesiastes 10:11
Só há vantagem no encantador se ele for hábil o suficiente para “encantar” a serpente antes que ela morda. Existem coisas que precisamos fazer enquanto há tempo. Se demorarmos já não adianta, a cobra a qualquer momento pode nos morder.
A “Serpente” é a representação do grande vilão do pecado original. Com astúcia mordeu o ser humano. Não estava “encantada”. Até que veio Jesus Cristo e pisou na cabeça da serpente e proferiu aos que comissionou:
“Eis aí vos dei autoridade para pisardes serpentes e escorpiões, e sobre todo o poder do inimigo, e nada absolutamente vos causará dano”. Lucas 10:19
Esse é o nosso “encanto” para vencer a serpente: A autoridade do nome de Jesus Cristo.
Não precisamos temer pela serpente, precisamos é invocar o nome de Jesus, antes que ela morda.
Hábil encantador é aquele que tem Jesus no seu coração e pratica aquilo que Ele ensinou.
Pisando a serpente
No nome de Jesus
Andre Luiz
População muçulmana cresce 29% em 10 anos no Brasil
De acordo com o Censo 2010 realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nos últimos dez anos o número de muçulmanos cresceu 29% no país, tendo São Paulo como o estado de maior número de fiéis do Islã.
Em 2000 eram 27.239 pessoas que se declaravam muçulmanas, dez anos depois foram 35.167, sendo que 21.042 são homens e 14.124 mulheres. O crescimento pode ser justificado por diversos fatores, tanto pela migração, como pelos nascimentos e conversões.
Cláudio Crespo, pesquisador do IBGE, afirma que todos esses fatores podem ter influenciado nesse aumento do número de muçulmanos no Brasil e lembra que a crise financeira internacional que atingiu vários países do mundo fez com que nosso país se tornasse mais atrativo para imigrantes.
O site Opera Mundi chegou a entrevistar dois muçulmanos, um se converteu ao islamismo depois de entrar em contato com suas raízes. Leandro Massud, 35 anos, se converteu ao islã depois de uma viagem ao Líbano em 1999.
Neto de libaneses cristãos por parte de pai, ele passou a pesquisar mais sobre a língua, religião e cultura árabe até que decidiu mudar de religião. “O interesse nasceu em uma viagem que eu fiz ao Líbano em 1999, com meu pai e meu irmão. Eu senti uma ligação bem bacana com aquela terra”, disse.
Outro exemplo mostrado pela reportagem do site foi o testemunho de Islam Shaheen, 36 anos, nascido em Alexandria, no Egito, que mora no Brasil desde 2006. Ele se casou com uma brasileira e resolveu se mudar para cá, conseguindo trabalho na Central Islâmica Brasileira de Alimentos
Halal (Cibal Halal).
Os dois casos exemplificam a mudança ocorrida na última década que resultou nesse aumento significativo apontado pelo Censo 2010.
Como Funciona o Laço do Passarinheiro
Certamente Ele te livrará do laço do passarinheiro, e da peste perniciosa.Salmo 91.3
O laço do passarinheiro é uma armadilha criada pelos homens para apanhar pássaros.
A armadilha tem esse nome porque é de fato um laço.
Nosso intuito não é dizer se a prática de pegar pássaros na mata, prendê-los em gaiola seja correta ou não. Muitos defendem essa prática dizendo que tais pássaros morrerão na floresta.
Por isso, os mantêm em gaiolas. Mas sim, mostrar à luz do texto bíblico publicado no livro de Salmos, no Salmo 91, sobre o uso dessa armadilha deveras repugnante. Então, vamos ao nosso estudo bíblico de hoje:
Os caçadores de pássaros fazem esse tipo de armadilha do seguinte modo:
Criam um laço grande com uma linha finíssima de nylon e muito resistente. Além disso, essa armadilha é imperceptível até mesmo ao homem, que precisa enxergá-la com auxilio de lentes.
Em seguida, estendem a linha no local em que têm certeza de que aparecerão os pássaros que eles querem pegar, criando um círculo bem grande.
Colocam dentro desse círculo alimento que atrai a espécie de pássaros da preferencia deles e aguardam. Nesse processo de aguardar as vítimas é que eles demoram mais tempo. E, muitas vezes, a caçada se torna improdutiva, porque os pássaros que eles querem pegar não vêm.
Sabemos, por nossa experiência e observação, que num mesmo local aparecem várias espécies de pássaros. Sabemos ainda que, entre eles, estão sempre os pardais e outras espécies sem valor nenhum. Ou seja, pássaros que andam sempre em bando e comem praticamente todo tipo de alimento que encontram. Tanto na natureza quanto fabricados pelo homem.
Ora, os caçadores de pássaros não perderiam tempo armando o laço para prender pardais. Porque para eles esses pássaros são ordinários e sem valor comercial. O pardal não canta bonito e por isso não atrai o interesse de ninguém. Decerto nenhum colecionador de pássaros compraria pássaros que não são canoros.
Descartando os pardais e pássaros de espécies semelhantes, que só comem a isca dos passarinheiros e os deixam fulos de raiva, temos em conta que eles não gastem alimento e seu tempo nessa caçada que nem sempre lhes é produtiva. Mas os passarinheiros vivem disso e à caçada de pássaros eles concentram suas principais atividades.
O interesse deles é voltado a pássaros raros. É por isso que perdem tanto tempo e dinheiro para capturar suas vítimas.
Suponhamos, nesta história, que alguns pássaros de espécies do interesse deles apareçam no local e entrem no laço para comer a ração. Os caçadores se preparam e aguardam o momento ideal.
Então, puxam o laço e prendem vários pássaros de uma só vez, pelos pés. Com essa investida rápida e malevolente, muitos pássaros se machucam. Mas os caçadores não se importam com isso.
Eles querem os pássaros raros e, desde que estes estejam presos, os outros não lhes interessam.
Pegam os pássaros do interesse deles e soltam os demais. Ou matam os pobres coitados! De qualquer forma, muitos que escapam das mãos deles ficam atordoados ou feridos e se tornam presas fáceis dos predadores. E morrem minutos depois.
Assim é criado e assim funciona essa rudimentar, porém terrível e perniciosa armadilha para pegar pássaros, chamada na Bíblia de “O laço do passarinheiro”.
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
Reflexão Segunda Feira
Pois veio João, que jejua e não bebe vinho, e dizem: ‘Ele tem demônio’. Veio o Filho do homem comendo e bebendo, e dizem: ‘Aí está um comilão e beberrão, amigo de publicanos e “pecadores” ’. Mas a sabedoria é comprovada pelas obras que a acompanham”.Mateus 11:18-19
Pensamento: Nos dias de Jesus certas pessoas sempre acharam algo para criticar e condenar nele e nos seus seguidores. João viveu uma vida ascética e foi criticado por essas pessoas. Jesus viveu uma vida normal, participando de jantares e casamentos, e foi condenado pelas mesmas pessoas. Hoje também, há pessoas que taxam o Cristão de “santinho” se ele se abstém de certas práticas, ou de “xiita”, se ele é cuidadoso na obediência. Por outro lado, se ele se envolver com pessoas do mundo (como Jesus) e não se conformar com as expectativas projetadas sobre ele, ele vira um escândalo. “E Cristão é assim!?” Aprendemos com o tempo que parte do problema é uma expectativa falsa em relação aquilo que é permitido ou condenado para o Cristão. E parte do problema é as más línguas. Há pessoas que sempre terão algo de mal a falar do Cristão. Não permita que estas pessoas lhe desanimem no seu caminhar com Jesus, pois sempre tiveram algo de mal a falar sobre ele também. As “obras” que compravam quem Jesus é são aquelas que ele descreveu em v. 5. Ajudar e servir os necessitados e pregar o Evangelho para os perdidos sempre irão revelar de quem nós somos. E se você é de Jesus, cedo ou tarde, os que sabem quem Ele é – saberão de Quem você é. Que toda honra e glória sejam dadas a Deus.
Pensamento: Nos dias de Jesus certas pessoas sempre acharam algo para criticar e condenar nele e nos seus seguidores. João viveu uma vida ascética e foi criticado por essas pessoas. Jesus viveu uma vida normal, participando de jantares e casamentos, e foi condenado pelas mesmas pessoas. Hoje também, há pessoas que taxam o Cristão de “santinho” se ele se abstém de certas práticas, ou de “xiita”, se ele é cuidadoso na obediência. Por outro lado, se ele se envolver com pessoas do mundo (como Jesus) e não se conformar com as expectativas projetadas sobre ele, ele vira um escândalo. “E Cristão é assim!?” Aprendemos com o tempo que parte do problema é uma expectativa falsa em relação aquilo que é permitido ou condenado para o Cristão. E parte do problema é as más línguas. Há pessoas que sempre terão algo de mal a falar do Cristão. Não permita que estas pessoas lhe desanimem no seu caminhar com Jesus, pois sempre tiveram algo de mal a falar sobre ele também. As “obras” que compravam quem Jesus é são aquelas que ele descreveu em v. 5. Ajudar e servir os necessitados e pregar o Evangelho para os perdidos sempre irão revelar de quem nós somos. E se você é de Jesus, cedo ou tarde, os que sabem quem Ele é – saberão de Quem você é. Que toda honra e glória sejam dadas a Deus.
É sempre bom limpar a nossa própria vidraça
Lembra-se daqueles recém casados que a mulher comentava sempre com o marido que a vizinha da frente não sabia lavar roupas pois os lençóis pendurados estavam sempre mal lavados? Ela só não falou com a vizinha porque não tinha intimidade com ela.
Um determinado dia aquela jovem casada quando se levantou viu os lençóis da vizinha bem limpinhos, ficou surpresa e comentou com o marido que, enfim a vizinha tinha aprendido lavar os lençóis, e seu esposo a corrigiu: "Não, é que hoje eu levantei mais cedo e lavei os vidros da nossa vidraça!".
Com que tipo de vidraça, você tem procurado observar o mundo? É comum expressões do tipo: "Como é que pode aquela pessoa fazer aquilo?" "É um absurdo ele ter coragem de agir daquela forma!" "É inaceitável ele tomar tal decisão." É tão fácil criticarmos alguém, sejam nossos amigos, vizinhos, parentes e até nossos líderes. Enxergarmos os equívocos, os erros e os exageros de quem está ao nosso redor com uma precisão incrível. E por vezes, esquecemos do próprio umbigo, e o interessante é que não gostamos de ser criticados.
Muitas vezes não percebemos quando estamos com mal hálito, quando nosso odor está incomodando os outros, quando somos arrogantes, quando somos uma verdadeira "dor de barriga". Agora, quando percebemos qualquer pequena falha no comportamento ou no jeito de ser do nosso próximo, abrimos o verbo, consideramos injusto o que está acontecendo e fazemos o nosso julgamento, geralmente com muita dureza.
É certo que tenhamos as nossas opiniões, e é normal tecermos as nossas críticas, mas, antes de abrir a nossa boca para apontar o que consideramos um erro em alguém, precisamos, mais do que nunca sermos críticos de nós próprios, o que, diga-se de passagem é muito difícil. Geralmente não enxergamos os nossos próprios erros.
O que sempre queremos é que sejam brandos, pacientes, compreensivos, amorosos, perdoadores e tolerantes com nossos erros e pecados. E ai, muitas vezes, a hipocrisia e a cara de pau que imputamos aos outros fazem parte de nosso comportamento cotidiano. Que o sabão da humildade e da prudência sejam usados diariamente por cada um de nós. Que antes de perceber o cisco no olho de um irmão e amigo, enxerguemos o pedaço de madeira que está dentro de nossos próprios olhos. Que nosso senso crítico seja, antes de tudo, testado no espelho de nossa casa.
Uma pessoa comete suicídio a cada 40 segundos, aponta OMS
Segundo os dados de um relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS), apresentado nesta sexta-feira (7), a cada 40 segundos uma pessoa comete suicídio no mundo.
Um milhão de indivíduos acaba tirando a própria vida anualmente, Cerca de 55% têm menos de 45 anos idade. Para efeitos de comparação, em 1950, estima-se que 60% dos suicidas eram mais velhos que isto.
O suicídio ocupa a terceira posição entre os principais motivos da morte de pessoas entre 15 e 44 anos. Entre os jovens de 10 a 24 anos, o suicídio hoje é a segunda maior motivo. Como esses índices entre os jovens aumentaram muito, em um terço desses países, esta faixa de idade já é considerada a de “maior risco”.
Alexandra Fleischmann, do departamento de Saúde Mental da OMS, afirma que “As causas exatas do porquê desta mudança de tendência não sabemos. É um fenômeno que afeta todos os países e que está aumentando, mas as razões principais não as conhecemos, são muitas, variadas e mudam muito de caso a caso”.
Existem vários fatores que influenciam uma tentativa de suicídio: psicológicos, sociais, biológicos, culturais e ambientais. Porém, a OMS afirma que os problemas mentais (depressão e uso desproporcional do álcool, especialmente) são um fator maior de risco na Europa e nos Estados Unidos, Por outro lado, nos países asiáticos o impulso tem “um papel essencial”.
Estatisticamente, as mulheres fazem mais tentativas de suicídio que os homens, na maioria das vezes pelo abuso de remédios.Porém estes são mais efetivos porque usam métodos mais radicais: armas de fogo ou pesticidas.
“Nas zonas remotas, o acesso aos estabelecimentos de saúde é muito mais difícil. Se a tentativa de suicídio é realizada em um apartamento de uma grande cidade desenvolvida, essa pessoa pode ser levada de urgência a um hospital e ser salva”, disse Alexandra.
Na América Latina sempre houve baixos níveis de suicídios. Mesmo assim, Alexandra diz que há uma tendência de aumento dos índices, “sobretudo entre os jovens”. O país com o menos índice é o Peru, com média de 1,9 por cada 100.000 homens que tiram a própria vida. No outro extremo está o Uruguai, com 26 para cada 100.000 dos homens.
O crescimento desse índice é notado de modo especial na Ásia, “em grandes países como China e Índia, com uma grande população e com imensos problemas ligados ao desenvolvimento e à globalização”, conclui a OMS.
As recomendações atuais da OMS incluem atuações multidisciplinares, como a formação do pessoal de educação e saúde, a restrição do acesso aos métodos (pistolas, pesticidas, remédios), “cuidar” da apresentação pública dos casos (evitar publicá-los na imprensa), entre outros.
Com informações Revista Época
Carta aberta a todos os candidatos a vereador - Por renato Vargens
Por Renato Vargens
Prezado candidato a vereador,
Através desta carta aberta manifesto minha posição quanto aqueles que desejam conversar comigo pleiteando uma vaga na câmera municipal:
1- Eu sou absolutamente contra o voto de cajado, portanto, não adianta virem a mim desejosos com que eu indique os seus nomes aos membros da minha igreja, considero os que se comportam desta maneira como indivíduos manipuladores e sem caráter.
2- Eu não acredito no messianismo evangélico, portanto, me poupe de frases do tipo, "Deus me chamou, me ungiu ou até mesmo eu sou o escolhido do Senhor para o cargo. Aqueles que me conhecem sabem que não advogo a ideia que comumente tem tomado conta de parte dos evangélicos nos dias de hoje. Não creio na manipulação religiosa em nome de Deus, não creio num messianismo onde a utopia de um mundo perfeito se constrói a partir do momento em que crentes são eleitos, não creio na venda casada de votos, nem tampouco no toma-lá-dá-cá onde eleitores são trocados por benesses de políticos.
3- Eu não vendo ou troco o voto do meu rebanho por cargos públicos, terrenos, benesses ou benfeitorias. Portanto, não me façam propostas indecorosas
4- Não me peçam para que eu lhes apresente publicamente em nosso culto. Creio que o culto de uma igreja é para glorificar a Cristo e não para arrecadar votos para quem quer que seja.
5- Não me peçam para distribuir "santinhos"aos membros da minha igreja, mesmo porque sou absolutamente contra a esse tipo de propaganda na Casa do Senhor.
6- Não venham me oferecer cimento, asfalto, ou qualquer outro tipo de benefício público. Os que fizerem isso sofrerão o meu repúdio e indignação.
Aproveito o ensejo para afirmar que o meu compromisso primordial é com o evangelho da Salvação Eterna e que em virtude disso, não abrirei mão da minha consciência cristã, bem como das verdades absolutas das Escrituras.
Naquele que Vive e reina!
Renato Vargens
http://bereianos.blogspot.com.br/2012/09/carta-aberta-todos-os-candidatos.html#.UE3smrKPUfU
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