"Interrogado pelos fariseus sobre quando viria o reino de Deus, Jesus lhes respondeu: Não vem o reino de Deus com visível aparência. Nem dirão: Ei-lo aqui! Ou: Lá está! porque o reino de Deus está dentro em vós." (Lucas 17: 20-21).

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Bispo, apóstolo, presbítero, reverendo e outros 4 títulos: conheça o real significado


Vivemos uma época de muitas nomenclaturas ministeriais no meio evangélico brasileiro. Alguns líderes de diferentes denominações cristãs, mesmo atuando nas mesmas funções, usam termos e nomes diferentes como apóstolos, pastores, bispos, presbíteros e muitos outros. Infelizmente conseguimos identificar que alguns ministros usam algumas nomenclaturas bíblicas por uma busca de autoridade eclesiástica e um suposto poder espiritual, criando assim uma visível contradição quanto ao real significado do título e dos nomes na Bíblia.

O que pretendo aqui é expor de forma clara a etimologia de cada título, bem como seu uso prático na Bíblia, interpretando conforme o contexto das Escrituras e comparando-os aos dias atuais. É bem certo que você se impressionará com alguns desses significados devido ao grande equívoco e falta de harmonia bíblica criada por nossos mestres-servos.

Estaremos abordando os significados dos seguintes termos: Pastor, presbítero, bispo, apóstolo, diácono, reverendo, missionário e cooperador. Escolhi lembrar do cooperador pois existe também algo muito impressionante nesse termo, contrário em nossos dias.

Pastor, Presbítero e Bispo

No contexto do Novo Testamento, os termos pastor, presbítero e bispo, incrivelmente descrevem os mesmos servos. Trata-se de líderes atuando em igrejas locais, cuidando do rebanho de Deus, a Igreja de Cristo (Atos 20.17,28; 1ª Pedro 5.1-3; Tito 1.5-7). As várias palavras, mesmo diferentes, identificam os mesmos homens, mas é importante entender que cada palavra tem seu próprio significado. Essas variações de sentido ajudam a mostrar aspectos diferentes do trabalho dos ministros que cuidavam de uma congregação.

Para uma compreensão bem definitiva, irei apresentar os significados desses termos, dentro de uma ordem cronológica de surgimento e uso comum nos tempos bíblicos.

O Pastor – As primeiras vezes que aparecem o termo pastor na Bíblia se referem a alguém cuidando de um rebanho (Gn. 13.7; Gn. 13.8; Êx. 2.17). Mas a partir do registro do 1º livro dos Reis 22.17 em diante, o nome é usado como forma figurativa para expressar situações referentes ao cuidado: “Então disse ele: Vi a todo o Israel disperso pelos montes, como ovelhas que não têm pastor; e disse o Senhor: Estes não têm senhor; torne cada um em paz para sua casa”.

O salmista Davi, o mais expressivo pastor de ovelhas das Escrituras também fez uma belíssima comparação: “O Senhor é o meu pastor, nada me faltará” (Sl. 23.1ss).

Concluímos então que a figura do Pastor no Antigo Testamento não estava ligada à uma autoridade espiritual, visto que nessa esfera se destacavam sacerdotes, profetas e outros levantados pelo Senhor. O pastor de fato era alguém responsável para cuidar do rebanho, que a partir da Antiga Aliança, não eram pessoas e sim animais. Mas o termo figurativo ficou marcado, pois fora dito pelo Senhor até mesmo no Pentateuco (Nm. 27.17).

Quando chegamos ao cenário histórico do Novo Testamento vemos os líderes sendo chamados para “pastorear” o rebanho de Deus. E essa nomenclatura passou a ser usada justamente por causa das próprias palavras de Cristo, quando usando a figura de metáfora, disse de Si mesmo: “Eu sou o bom Pastor; o bom Pastor dá a sua vida pelas ovelhas. Mas o mercenário, e o que não é pastor, de quem não são as ovelhas, vê vir o lobo, e deixa as ovelhas, e foge; e o lobo as arrebata e dispersa as ovelhas. Eu sou o bom Pastor, e conheço as minhas ovelhas, e das minhas sou conhecido”. (Jo. 10.11-14).

Jesus usou a comparação por que sabia muito bem acerca do cuidado do pastor com as ovelhas nos campos. Ser pastor a partir daquele momento, na visão bíblica e neotestamentária, significava cuidar de vidas da mesma forma que Cristo demonstrou no cuidado e ensino no seu ministério na terra. Ele consolou pessoas, guiou, orientou, pregou, cuidou da alma ferida e alimentou multidões. Foi humilde perdoando, lavando os pés dos discípulos para mostrar exemplo, protegendo e dando a sua vida. Essas são características não apenas dos pastores, mas de qualquer pessoa que tenha a responsabilidade de cuidar do rebanho do Senhor.

O Presbítero – do grego πρεσβυτερος (presbyteros), “ancião” em algumas versões da Bíblia, descreve alguém de idade mais avançada, experiente. A palavra é usada no Novo Testamento para identificar alguns dos líderes entre os judeus. No livro de Atos e nas epístolas, os homens que pastoreavam e supervisionavam as igrejas locais foram frequentemente chamados de presbíteros (Atos 11.30; 14.23; 16.4; 20.17; 21.18; 1ª Timóteo 5.17,19; Tito 1.5; Tiago 5.14; 1ª Pedro 5.1; 2ª João 1; 3ª João 1).  Necessariamente eram os cristãos mais maduros da congregação. Usavam seu conhecimento e experiência para servir como modelos e ensinar o povo de Deus.

Nas referencias que apresentamos, interligando as palavras pastor e presbíteros, temos as mesmas pessoas pelo seguinte fato: Os presbíteros foram chamados para pastorear o rebanho de Deus. Isto é, os pastores do Novo Testamento eram os mesmos líderes (presbíteros) que estavam à frente do cuidado da igreja. E mais, recebiam muito bem para isso conforme 1ª Timóteo 5.18 que diz: “Os presbíteros que administram bem a igreja são dignos de dobrados honorários, principalmente os que se dedicam ao ministério da pregação e do ensino”. (Versão King James). Observe que muitos presbíteros que eram de fato os pastore,s pregavam e ensinavam.

O Bispo – o termo vem do grego antigo επίσκοπος, (episkopos) “inspetor”, “superintendente”. Em 1ª Pedro 2.25, a referência ao Senhor indica uma função além do pastoreio, enquanto pastor. Várias outras passagens usam essa palavra para descrever uma responsabilidade maior do mesmo pastor que foi escolhido para guiar os discípulos de Cristo no seu trabalho na igreja (Filipenses 1.1; 1ª Timóteo 3.2; Tito 1.7).

Mas o texto de Atos 20 e seus versículos é claríssimo na interligação das pessoas do pastor, presbítero e bispo. No verso 17 Paulo convoca os presbíteros para uma reunião, sendo que no verso 28 ele chama os presbíteros de bispos, encojando-os ao zelo no pastoreio – “Olhai, pois, por vós, e por todo o rebanho sobre que o Espírito Santo vos constituiu bispos, para apascentardes a igreja de Deus, que ele resgatou com seu próprio sangue”.

O que na verdade revela o texto é que Paulo está diante de presbíteros (pastores) que tinham a função de supervisionar (epískopos-bispos) várias igrejas. Sendo assim, pastores, bispos e presbíteros não são três ofícios diferentes, e sim três palavras que descrevem aspectos diferentes dos mesmos homens. Os bispos de hoje devem ser, de acordo com o texto, aqueles que chamamos de presidentes da igreja Sede, que deve estar na condição de uma igreja-mãe com várias congregações.

Apóstolo – esse título parece ser o mais cobiçado em nossos dias. Houve uma avalanche no surgimento de apóstolos tão grande como em nenhum outro momento na história da Igreja. Mas biblicamente e historicamente analisado há muitos equívocos quanto ao chamado e função nessa nomenclatura “apostólica”.

O termo grego πόστολος, (apóstolos) significa enviado. Em se tratando de originalidade literária, o termo usado por Jesus aos escolhidos para a pregação e propagação do Evangelho, denota uma missão para os lugares mais distantes, onde ainda não chegara a mensagem de Salvação – “Portanto, ide e fazei discípulos de todas as nações” (Mateus 28.19ª).

Os textos mais surpreendentes e reveladores das Escrituras, nos versículos de Atos 15, mostram presbíteros (pastores e bispos) ao lado dos apóstolos, deixando claro que nenhum líder da igreja teve a ousadia de se auto intitular apóstolo, pois sabiam que se tratava de uma nomenclatura exclusiva de Jesus aos doze enviados – “Tendo tido Paulo e Barnabé não pequena discussão e contenda contra eles, resolveu-se que Paulo e Barnabé, e alguns dentre eles, subissem a Jerusalém, aos apóstolos e aos presbíteros, sobre aquela questão”.(Atos 15.2). “E, quando chegaram a Jerusalém, foram recebidos pela igreja e pelos apóstolos e presbíteros, e lhes anunciaram quão grandes coisas Deus tinha feito com eles”. (Atos 15.4). “Congregaram-se, pois, os apóstolos e os presbíteros para considerar este assunto”. (Atos 15.6). “Então pareceu bem aos apóstolos e aos presbíteros, com toda a igreja, eleger homens dentre eles e enviá-los com Paulo e Barnabé a Antioquia, a saber: Judas, chamado Barsabás, e Silas, homens distintos entre os irmãos”. (Atos 15.22). “E por intermédio deles escreveram o seguinte: Os apóstolos, e os presbíteros e os irmãos, aos irmãos dentre os gentios que estão em Antioquia, e Síria e Cilícia, saúde”. (Atos 15.23).[negritos do autor].

Partindo do relato de Atos, que é o contexto primitivo, para a História da Igreja nos períodos da idade média e moderna, não encontramos nenhum registro de uso do termo apóstolo, a não ser o reconhecimento da Igreja a pessoas que estavam na condição ministerial dos apóstolos de Cristo, quanto a lugares e condições como Willian Carey, Charles Finney, George Whitefield e outros desse nível.

Os apóstolos de Cristo não levantaram novos apóstolos, mas pastores e líderes na igreja.

Mas isso não significa que não podemos usar o termo apóstolo em nossos dias. Basta seguirmos a etimologia da palavra, a função designada e, a contextualização do termo, o que nos trará o resultado do nome Missionário.Ou seja, os verdadeiros apóstolos dos nossos dias são os missionários que estão distantes, enfrentando os desafios de culturas diferentes, passando aflições até mesmo com suas famílias, para que o Evangelho salvador alcance corações longínquos. Considere isso biblicamente correto.

Reverendo – o termo vem do latim reveréndus indicando alguém que deve ser reverenciado. É um tratamento dado as autoridades eclesiásticas de algumas igrejas cristãs históricas.

Já houve muitos debates acerca desse título, pois alguns o consideram um termo equivalente à reverência dada à Deus, o que é puro engano, pois a real etimologia da palavra “reverência” em se tratando da raiz do “reverendo” é “respeito profundo”, “acatamento”, “consideração”. Não se pode confundir reverência com adoração, pois são palavras de significados bem distantes. Temos reverência no culto, mas o culto não é Deus, é para Deus. Temos reverência diante de um tribunal, mas o tribunal não é Deus. Com isso fica claro que a reverência é algo natural tanto para as questões espirituais como humanas.

Mas a grande pergunta é: Pode o ministro ser chamado de Reverendo?

A observância no título de reverendo aplicado aos líderes da igreja, numa visão de respeito e consideração, pode ser melhor explicado tendo com exemplo a interpretação real do termo bíblico “santo” do hebraico Kadosh, utilizado para mostrar um atributo comunicável de Deus.

Kadosh significa também algo sagrado, ou um indivíduo que foi consagrado perante outras pessoas. Existem diversas variações para Kadosh: Kadeshsignificando sagrado, Kidush que significa santificação, ou consagração, as palavras Yom kadosh significando dia Santo e, Kadish que significa santificação. Observe que todas as palavras estão relacionadas à Deus, mas mesmo assim, no Novo Testamento, somos chamados também de “santos”, principalmente nas epístolas, e isso não significa que nos igualamos à Deus, pelo contrário, santos porque somos separados para Ele.

Dessa forma, a palavra Reverendo não indica que alguém deva ser reverenciado ao nível de Deus, mas ser respeitado e considerado na função chamada por Deus.

Diácono – a palavra no grego διάκονος, (diákonos) é “ministro”, “servo”, “ajudante” e denota uma categoria de obreiro assistencial, cerimonial, preservador, orientador, servidor etc.

Mas se engana quem pensa que a instituição do diaconato está definida em Atos capítulo 6. O vocábulo diakonein nesse texto não é técnico, tratando apenas de “servidores” incumbidos de distribuir os fundos às viúvas necessitadas. Se fossemos partir dessa aplicação do texto concluiríamos que a função dos diáconos seria dentro desse limite, o cuidado com as viúvas.

Os textos que revelam as funções ministeriais dos diáconos estão nas epístolas de Paulo aos Filipenses e a Timóteo: “Paulo e Timóteo, servos de Cristo Jesus, a todos os santos em Cristo Jesus que estão em Filipos, com os bispos e diáconos” (Filipenses 1.1). Atente que logo no verso 1 Paulo revela o contexto ministerial do diaconato, que o coloca na posição de oficial da igreja ao lado do bispo. O texto junto ao contexto histórico revela que os diáconos auxiliavam os pastores em suas funções, sendo importante lembrar que, quando um ministro tinha a necessidade de se ausentar da liderança e pastoreio da congregação, quem assumia a direção era justamente o diácono, que nessa hora era reconhecido pela mesma capacidade.

A carta à Timóteo é mais reveladora ainda, quando Paulo declara e orienta: “Os diáconos igualmente devem ser dignos, homens de palavra, não amigos de muito vinho nem de lucros desonestos”.(1ª Timóteo 3.8) “Devem ser primeiramente experimentados; depois, se não houver nada contra eles, que atuem como diáconos”(Vs.10), “O diácono deve ser marido de uma só mulher e governar bem seus filhos e sua própria casa”.(Vs.12).

Usando o texto mais uma vez dentro de seu contexto fiel, podemos resumir que as orientações dadas aos diáconos veem logo após a dos bispos (presbíteros, pastores), concluindo que o diácono tem o mesmo nível de responsabilidade desses, sendo o verdadeiro auxiliar do ministro.

O diaconato é um ministério de verdadeira excelência!

O Cooperador – Você já se perguntou alguma vez por que o apóstolo Paulo ao final de algumas epístolas faz menção dos cooperadores? Pois bem, pasme: os cooperadores eram os cristãos mais capacitados (ministerialmente) para o auxílio em todas as áreas da igreja!

Era comum nos tempos bíblicos a menção de pessoas importantes ao final de uma epístola ou registro relevante. O primeiro exemplo vem da carta aos Romanos, onde o apóstolo além de apresentar uma extensa lista de cooperadores, faz questão de frisar que, ele não escreveu a carta, mas apenas ditou para Tércio, o grande cooperador (Rm. 16.22).

Cooperadores ilustres são mencionados com grande destaque: “Marcos, Aristarco, Demas e Lucas, meus cooperadores” (Filemom 1.24). “Saudai a Priscila e a Áqüila, meus cooperadores em Cristo Jesus” (Romanos 16.3). “As igrejas da Ásia vos saúdam. Saúdam-vos afetuosamente no Senhor Áqüila e Priscila, com a igreja que está em sua casa”. (1ª Coríntios 16.19).

De fato, os cooperadores que as epístolas mencionam possuíam capacidade maior que muitos dos irmãos, pois eles ajudavam na organização do culto, na abertura de novos trabalhos, na comunicação, na pregação, evangelização, nas viagens, assistência aos obreiros em geral. Eram homens e mulheres com visão muito ampla e espírito de trabalho e cooperação além das expectativas.
O tratamento que vemos hoje com os atuais cooperadores (principalmente nas igrejas pentecostais) está muito fora da realidade bíblica. Precisamos valorizar e reconhecer os trabalhos dos verdadeiros cooperadores.

Conclusão – diante da investigação bíblica aqui exposta, respeitando os princípios e regras da hermenêutica, numa exegese séria e fiel, devemos considerar que alguns líderes que usam nomenclaturas ministeriais não condizentes com a observância das Sagradas Escrituras, desrespeitam os termos estabelecidos por Deus e, ignoram as designações de ordem eclesiais estruturadas pela igreja neotestamentária.

O que nos parece de verdade é uma inversão de significados e termos mal entendidos, onde muitos se esquecem do verdadeiro sentido do chamado para liderar vidas.

O ministro ideal é aquele que, primeiramente, é considerado por seus liderados como o maior dos servos. Os seguidores, de bom grado, concedem, a esses líderes a autoridade para liderá-los, porque vêem nele alguém altruísta e voltado para os demais. Como ministro de Deus, sua tarefa é levar as pessoas a buscarem uma transformação e não apenas formular e impor leis, por meio de um suposto poder espiritual gerado por títulos. Ele realiza uma mudança de cada vez.

O líder percebe que as pessoas são seu único e maior bem na igreja, e executa suas tarefas fortalecido pelo Espírito Santo. Usa o poder do amor para transmitir novos valores.

Desejamos como ovelhas, muito mais líderes guiados pelo Espírito, do que homens movidos por títulos que em muitos casos exalto o próprio ego.

Fonte: NAPEC

terça-feira, 25 de setembro de 2012

 “Ou, como alguém pode entrar na casa do homem forte e levar dali
seus bens, sem antes amarrá-lo? Só então poderá roubar a casa
dele”. Mateus 12:29

   Nós enfrentamos um adversário poderoso e impiedoso. Na figura
que Jesus empregou, Satanás é o "homem forte". E não é por menos.
Nunca subestime nosso adversário. Se Jesus o retratou como forte,
imagine o que ele é para nós. Os piores carrascos da história
humana, junto com seus exércitos, eram apenas os servos de Satanás.
Mas, graças a Deus, ele nos deu um Senhor vitorioso contra todas as
armas do inimigo. Mas, para Jesus vencer o inimigo em nossas vidas,
nós temos que entregar o território todo a ele. Não dá para ficar
separando e guardando partes das nossas vidas. 'Este aqui é meu
emprego, Jesus, não dá para o Senhor mandar aqui'. 'Este é meu
dinheiro, isso aqui é meu namoro, esta é minha carreira – não toque
nessas coisas, por favor'. Na vida de muitos, a única coisa sobre a
qual Jesus reina é algumas horas no domingo, e olhe lá que nem é
todo domingo! Quer amarrar o inimigo em sua vida? Não precisa de
sessão de descarrego, botar nó em meia ou rezar com paninho
"consagrado". É só deixar Jesus ser Senhor em sua vida. Chame-O
para orientar suas decisões, planos e valores. Convide-O a lhe
aconselhar através de uma conversa entre a Palavra e a oração.
Busque o Reino em primeiro lugar (6:33). Jesus é mais forte que
Satanás, mas você só O verá dando vitórias em sua vida quando você
permitir que Ele lute por você. Tem algo que ainda não entregou a
Jesus? Não tem hora melhor que agora mesmo para começar. A ligação?
É de graça. Pode chamá-Lo agora.

Hamas assina compromisso com o Irã para liderar uma guerra contra Israel

Mahmoud A-Zahar, líder do Hamas, e Marwan Issa, o vice comandante de seu braço militar, passaram a primeira metade de setembro em Beirute e Teerã finalizando a assinatura de protocolos que afirmam o compromisso dos lideres do Hamas na Faixa de Gaza se juntarem a Irã, Síria e o Hezbollah na guerra contra Israel.

 Esses documentos foram divulgados por fontes militares que afirmam saber os detalhes de como seriam os procedimentos e prazos que uniriam o Hamas e outros grupos terroristas num conflito contra Israel, caso ocorra um ataque ao Irã por causa de seu programa nuclear.

 Foi noticiado por várias agências de notícias a declaração feita por Mohammad Ali Jafari na semana passada, durante uma exposição militar da Guarda Revolucionária Iraniana:

“A guerra vai acontecer, mas não está claro quando ou onde será”. O governo em Teerã pediu a A-Zahar e Issa que dessem suporte a Bashara Al Assad, comprovando que centenas de armas tem sido enviadas pelos iranianos ao regime sírio que vive uma guerra há meses.

 A assinatura do Hamas garante um reforço de 22.000 combatentes treinados, incluindo reservistas, para as tropas de elite iraniana das unidades das Brigadas Al Quds, que ficariam preparadas nas fronteiras de Israel com a Síria e o Líbano. As reuniões dos líderes do Hamas com o governo do Irã envolveram altos funcionários, incluindo o ministro da Defesa, Ahmed Wahidi, o comandante da Guarda Revolucionária, general Ali Jafari, o comandante das Brigadas Al Quds, Brigadeiro Soleimani Qassem, e um grupo seleto de especialistas da inteligência iraniana.

Teerã busca alcançar dois objetivos:

1. O Hamas palestino é uma ramificação da Irmandade Muçulmana egípcia, portanto fica ciente de que deve ajudar o Irã em assuntos militares na região do Cairo.

2. Irã, Hezbollah e Síria desejam que o Hamas pare de obstruir as atividades da guerrilha Jihad Islâmica na Faixa de Gaza e esteja pronto para operar em conjunto com os palestinos contra Israel. Desde o início da possível guerra, todos devem seguir as ordens de comando vindas do Irã. Em contrapartida, o Hamas voltará a receber ajuda econômica iraniana e novos suprimentos de mísseis e equipamentos de guerra avançados para melhorar a precisão de seus ataques contra Israel.

O clima anda tenso na região.

Em discurso na assembleia da ONU esta semana, o presidente Mahmoud Ahmadinejad afirmou que Israel não tem raízes no Oriente Médio e deveria ser eliminado. Por sua vez, o ministro da Defesa de Israel, Ehud Barak, propôs evacuar assentamentos judaicos na Cisjordânia de forma unilateral, se os esforços por um acordo de paz com os palestinos fracassarem.

Ele defende que seria ideal manter tropas israelenses em zonas da fronteira com a Jordânia. Ao mesmo tempo, o ministro de Relações Exteriores israelense, Avigdor Lieberman, afirmou que seu país não aceitará modificações no tratado de paz com o Egito, em meio à crescente insegurança na fronteira entre os dois Estados.

O ataque mais recente aconteceu sexta-feira passada, quando morreram um soldado israelense e outro ficou ferido durante um ataque de milicianos. Três dos agressores morreram nos enfrentamentos com as tropas israelenses. Traduzido de Prophecynewswatch.com


Pouco tempo depois de cancelar a série “GCB”, acusada de ridicularizar os cristãos, a rede ABC marcou para 30 de setembro a estreia de “666 Park Avenue”. 

O roteiro é baseado no romance de mesmo nome, escrito por Gabriella Pierce, que falava sobre um prédio de apartamentos da ilha de Manhattan cujos inquilinos eram bruxas. O seriado, contudo, vai mais fundo.

A história por trás do endereço na Park Avenue (local nobre de Nova York) mostra que ali, qualquer coisa que você desejar pode ser sua. A base da história é a vida de um jovem casal, Jane Van Veen (Rachael Taylor) e Henry Martin (Dave Annable), que vão procurar trabalho no local e conhecem os proprietários do edifício que leva o nome de “Drake”.

Situado no Upper East Side, bairro nobre da ilha de Nova York, seus donos aparentemente trabalham para Satanás. O material promocional mostra um prédio muito parecido com o do filme “O Bebê de Rosemary”, também considerado satânico.

Contando que todo mundo tem necessidades, desejos e ambições, os misteriosos proprietários do edifício, Gavin Doran (Terry O’Quinn) e Olivia (Vanessa Williams) oferecem contratos com um preço de sangue.

Não é apenas um drama que pretende mostrar a luta épica do bem contra o mal. Parece mais uma tentativa de popularizar o número da besta.

O jovem casal é contratado para administrar o prédio histórico, mas passam a serem vítimas das maquinações do casal de donos e começam a sentir as forças sobrenaturais que habitam o interior do edifício e podem pôr em perigo a vida dos moradores.

Pelo material promocional, parece que alguns moradores que “fecham o negócio” e passam a viver no edifício, literalmente comprometem suas almas, como mostram as imagens de pessoas que foram “sugadas” pelas paredes e gritam de agonia. Jane, a esposa do jovem casal se depara com uma imagem de um dragão no porão do prédio, outro símbolo apocalíptico.

O roteiro da série ficou a cargo de David Wilcox (“Fringe,” “Life on Mars”), que acumula ainda o cargo de produtor-executivo, ao lado de Matthew Miller (“Chuck”). No elenco estão Rachael Taylor (“Grey’s Anatomy”), Dave Annable (“Brothers & Sisters”), Robert Buckley (“One Tree Hill”), Mercedes Masöhn (“Chuck”), Helena Mattsson (“Home de Ferro 2”), Samantha Logan, Erik Palladino (“The Speed of Tought”), Wendy Moniz (“Damages”) e Enrique Murciano (“CSI: Crime Scene Investigation”).



“Contenha o seu choro e as suas lágrimas, pois o seu sofrimento será recompensado, declara o Senhor...Por isso há esperança para o seu futuro...” (Jeremias 31.16-17 – NVI)


Há tempo para chorar, mas há um tempo para enxugar as lágrimas e conter o choro. Nosso tempo é determinado por Deus. Seja um tempo de lágrimas ou de alegria. Mas aqui nesses versos o Senhor declara que haverá recompensa para o nosso sofrimento. O próprio Deus declara isso. Quem poderia imaginar que até mesmo o sofrimento quando colocado diante de Deus tivesse recompensa? Só um Deus amoroso faria isso. Esse é o Deus que se importa conosco.

Há um propósito para tudo o que acontece conosco e Deus faz cooperar todas as coisas para o nosso bem. Por isso, mesmo diante de um momento de tristeza podemos erguer os olhos aos céus e renovar a esperança quanto ao nosso futuro. Quem sabe você acordou hoje com um sentimento de perda, frustração e decepção. Nossos sentimentos muitas vezes nos levam para longe das promessas de Deus. Não confie neles, mas na promessa de que você será recompensado pelo sofrimento e pelo trabalho feito para o Senhor.

Hoje Deus declara para você: “Filho, há esperança para o teu futuro. Contenha as tuas lágrimas e confia a mim todas as tuas preocupações. Aquilo que aparentemente pode parecer uma grande derrota é parte do Meu plano para te abençoar mais. Mesmo que os teus sentimentos venham dizer-te que és um perdedor, ouça meu Espírito segredando-te: Você é mais do que vencedor! Meu Filho morreu na cruz para fazer-te um grande vencedor. Mais uma vez te digo: não confie nos teus sentimentos. Deixe a ansiedade aos meus pés. Deixe-me agir!”


“Quem espera no Senhor jamais será decepcionado. Espera, pois no Senhor”.

by Adalgiza Coelho

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Reflexão Segunda-Feira

“Se podes?”, disse Jesus. “Tudo é possível àquele que crê.”
    -- Marcos 9:23



   Um pai desesperado vem a Jesus com um pedido de ajuda SE há algo
que pode ser feito. SE! SE? Tudo é possível se acreditamos. Isso
significa que vai acontecer? Não necessariamente, mas sabemos que
PODE acontecer se Deus decide fazer para Sua glória, para proteger
seu povo ou realizar a Sua vontade. Nosso compromisso deve ser o
mesmo de Sedraque, Mesaque e Abed-Nego: “Servimos um Deus que é
capaz de nos libertar... mas mesmo se Ele não fizer isso, não
louvaremos outros deuses falsos!” (veja Daniel 3)

A volta do Império Romano? Europa terá um único presidente e um exército integrado

Representantes de Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca, França, Itália, Polônia, Luxemburgo, Holanda, Portugal e Espanha defendem a necessidade um presidente eleito da União Europeia. Pediram ainda o fim do veto britânico sobre a política de defesa, apontando para um plano de mudança radical para o continente, que vive uma crise econômica.

 Num documento divulgado após uma reunião entre os 11 ministros de Relações Exteriores desses países, em Varsóvia, o bloco traçou recentemente uma visão do “futuro da Europa”.
Além de concordarem com a escolha de um só chefe de Estado eleito para governar toda a Europa, o bloco exigiu uma nova política de defesa, sob o controle de um ministério pan-exterior da União Europeia, sob o comando da baronesa Ashton, que “a longo prazo poderia implicar um único exército europeu“.

 Desejando “prevenir que um único Estado membro tenha a possibilidade de obstruir iniciativas”, uma referência à oposição britânica da formação de um exército europeu, o grupo liderado pela Alemanha exigiu o fim aos vetos nacionais existentes no tocante à política exterior e de defesa.

Isto daria à União Europeia a possibilidade de impor uma decisão sobre a Grã-Bretanha, se tivesse o apoio da maioria dos outros países. O bloco também planeja uma nova força militar europeia, que patrulharia as fronteiras sem necessidade de passaporte e um visto único para a zona europeia. O plano, que conta com o respaldo de 11 países, deve acelerar a convocatória de um referendo britânico sobre sua adesão à União Europeia.

 O documento propõe também novos poderes para o Parlamento Europeu e a divisão da União Europeia, com a criação de uma nova sub-câmara parlamentar para os 17 países da zona do euro. Em uma declaração conjunta, Guido Westerwelle e Radek Sikorski, ministros de Relações Exteriores da Alemanha e Polônia, pediram a homologação de um único presidente da União Europeia, que executaria e supervisionaria reuniões regulares, e que seria eleito pelo voto direto numa eleição paneuropeia “no mesmo dia em todos os estados membros”.

 “Para que Europa volte a ser um ator verdadeiramente forte e um líder global necessitamos de uma forte estrutura institucional”, disseram Westerwelle e Sikorski. “Necessitamos de um presidente eleito diretamente que nomeie pessoalmente os membros de seu “governo europeu”. “Temos que entender que somos uma comunidade de valores e devemos defender nosso modelo europeu”, declarou Westerwelle. “A crise da dívida se transforma cada vez mais em uma crise de confiança.

Acredito que é decisivo e crucial darmos mais transparência e democracia às nossas instituições europeias e, por isso, a ideia de eleições diretas na União Europeia me alegra. Creio que seria uma grande resposta à falta de confiança que existe atualmente na União Europeia”, acrescentou. Os 11 países também pediram que as mudanças nos tratados europeus, no futuro sejam decididas “por maioria superqualificada dos estados membros da União Europeia,” ao invés de por unanimidade, o que significa que os tratados já não poderiam ser bloqueados por votos “não” nos referendos.

 O documento fortalece a recente petição feita pelo presidente da Comissão Europeia, José Manuel Barroso, que a União Europeia se converta numa “federação” e siga um novo tratado europeu ou constituição. Um porta-voz do governo britânico disse: “Esta é uma contribuição ao debate que acaba de começar. O Reino Unido desempenhará um papel pleno e ativo nesse debate”. 

Mario Monti, o primeiro-ministro italiano, defendeu ontem (21), durante o congresso da Internacional Democrata do Centro, que diante da crise do euro é preciso entender que “existe uma globalização que implica a necessidade de um governo da globalização”. Isso obrigaria a “partilha” das soberanias nacionais, para enfrentar os mercados.
 O primeiro-ministro italiano afirmou ainda que “alguns Estados-membros da União Europeia estão obrigados a ceder se não conseguirem ter a força para cumprir as regras da vida comunitária”. Segundo ele, essa integração deveria ser feita com especial cuidado, para evitar “problemas de rejeição”, incluindo o que vem ocorrendo com o euro.

 Traduzido de Telegraph e Oje.pt
gospelprime.com.br

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