Não sobreveio a vocês tentação que não fosse comum aos homens. E
Deus é fiel;
ele não permitirá que vocês sejam tentados além do que
podem suportar. Mas,
quando forem tentados, ele mesmo lhes
providenciará um escape, para que o
possam suportar.1 Coríntios 10:13
Quando
enfrentamos tentação, Deus nos prometeu duas coisas: (1)
uma saída, e (2) o
poder para resistir. Podemos realmente acreditar
nisso? Sim, é claro, porque
Jesus demonstrou este poder, Deus nos
prometeu este poder e podemos olhar os
nossos irmãos e irmãs em
Cristo que triunfaram com este poder! Porém, não
devemos pensar que
a saída significa que não vamos encarar desafios,
necessidades ou
dificuldades. Caráter é
produzido tanto através de resistir
tentação como também recusar desistir
durante os desafios que
enfrentamos por causa da nossa fidelidade. Deus
providenciará uma
saída para nós, mas ele também está interessado em
desenvolver
nosso caráter
santo. O equilíbrio entre os dois é a obra de Deus.
Decidir manter-se fiel é
a nossa obra. (Romanos 5:1-5; 1 Pedro
1:7).
"Interrogado pelos fariseus sobre quando viria o reino de Deus, Jesus lhes respondeu: Não vem o reino de Deus com visível aparência. Nem dirão: Ei-lo aqui! Ou: Lá está! porque o reino de Deus está dentro em vós." (Lucas 17: 20-21).
terça-feira, 16 de outubro de 2012
A Galinha D´angola
Há um tipo de galinha, a
galinha d'angola, que parece estar sempre dizendo "tô fraco, tô
fraco" em vez de cacarejar como as outras. Mesmo que alguma delas
"imaginasse" ser forte, seu falar estaria sempre declarando que é
fraca.
Podemos aprender com a galinha
d’angola.
Nosso falar é poderoso! Pode
abençoar e também amaldiçoar.
Se nosso falar declarar
sempre o que vemos, consequentemente, também declarará o que queremos, mesmo
que não o queiramos.
Por isso precisamos medir
nossas palavras, pois elas farão realizar exatamente o que dissermos!
Na verdade, todos somos
fracos em nós mesmos, fora de Cristo. Se tivermos uma atitude humilde ou não,
se reconhecemos ou não nossa fragilidade diante Dele, até mesmo se ousarmos
fazer algo sem Sua presença e direção, contamos igualmente com o Seu cuidado!
Esse é o Deus que ama
incondicionalmente, esse é o Deus que morreu por nós!
Justamente para nos libertar
da condição da Lei, que nos sugere fazer trocas com Ele. Que nos condiciona ao
mero bom comportamento, ao conhecimento do bem e do mal. A viver pelo que
achamos certo ou errado.
Independentemente do que
faço, Ele me cuida. Mas o Seu cuidado é o que preciso e não o que quero! Ou
melhor, nem sempre é o que quero ou o que penso ser bom pra mim!
O que precisamos entender é
que muitas vezes, o que eu acho que é bom para mim, para Deus é ruim, ou o que
penso ser mal, é, precisamente o que necessito que Ele faça para que ao fim
desse processo conheça a Sua boa e agradável vontade para minha vida!”“
Paulo disse que tudo podia
Naquele que o fortalecia, querendo dizer que ele não podia coisa alguma por ele
mesmo, pois "O DEUS FORTE que está dentro de nós é quem pode tudo!”.
Deus participa de todas as
situações da nossa vida, Ele sabe de tudo, e espera que contem com Ele,
confiemos, e compartilhemos nossos sentimentos e tudo o mais.
Sim, tudo podemos Nele,
inclusive, suportar situações que Ele permite ou quer que passemos.
Sim, o “Deus forte” está em
nós!
Pastor distribui 5 mil reais aos membros da igreja durante culto
O reverendo Paul Peverell resolveu inovar durante o culto deste final de semana na sua igreja, em Great Ayton, na região de North Yorkshire, Inglaterra. Após pregar sobre fazer o bem aos demais, ele distribuiu 1.500 libras esterlinas, cerca de 5 mil reais, aos fiéis que estavam presentes. Cada um ganhou uma nota de 10 libras.
A ocasião especial deste domingo é a chamada “festa da colheita”, tradicional na região. Peverell acredita que está distribuindo “dinheiro de Deus entre uma comunidade que enfrenta tempos difíceis”, e enfatiza que espera ver os membros da igreja criarem uma “onda de boa vontade” em toda a região.
O pastor anglicano acredita que o dinheiro será usado pelos fiéis em ações que ajudem os mais necessitados. Desse modo, Peverell acredita que a mensagem de boa vontade entre os homens será melhor entendida. “Obviamente, há chances de que alguns não façam isso. Mas será válido para os que fizerem”, explicou o reverendo ao jornal The Sun.
Ele enfatiza que sua igreja muitas vezes doou dinheiro para instituições de caridade, mas esta era uma forma de ajudar a comunidade vizinha. Ao entregar o dinheiro, o pastor deu sugestões de como o dinheiro poderia ser gasto. Por exemplo, comprar ingredientes para fazer um bolo que seja distribuído entre os vizinhos, ou convidar um amigo para tomar um café ou ir ao cinema. Seu desejo é que a congregação invista o dinheiro para tocar a vida de moradores que não frequentam a igreja, inspirando as pessoas.
Embora alguns fiéis disseram sentir-se desconfortáveis ao pegar o dinheiro, que normalmente é doado para missões envolvidas em reduzir a pobreza no exterior, a maior parte da congregação aceitou o desafio.
Após o culto, a dona-de-casa Michelle Armstrong disse que estava pensando em usar o dinheiro para fazer um bolo que seria vendido e o lucro doado para a caridade, enquanto o fotógrafo Stephen Griffiths disse que usaria a oferta para ajudar na confecção de um calendário para uma igreja em Aleppo, na Síria. “Esta é apenas outra maneira de usar o talento e a inspiração dos membros da congregação”, acredita Griffiths.
Traduzido de The Sun e AOL
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Reflexão Segunda Feira
“Mas, felizes são os olhos de vocês, porque vêem; e os ouvidos
de vocês, porque ouvem. Pois eu lhes digo a verdade: Muitos
profetas e justos desejaram ver o que vocês estão vendo, mas não
viram, e ouvir o que vocês estão ouvindo, mas não ouviram.”Mateus 13:16-17
Jesus chama os discípulos de felizes, abençoados. Mas, o que os
discípulos viram e ouviram foi apenas parte da história. Eles
estavam vendo Jesus, ouvindo sua voz e testemunhando suas obras.
Nós, no entanto, conhecemos por meio da Palavra a ressurreição de
Jesus e os milagres de Pentecostes. Nós conhecemos ao longo de dois
mil anos de história como Deus tem levantado um povo nos lugares
mais afastados e nas condições mais adversas. Nós testemunhamos a
expansão do Reino além do Oriente para o Ocidente, e das grandes
cidades para aldeias e povoados distantes. Vimos já em nosso tempo
como o Senhor continua fazendo maravilhas a povos removidos
milhares de quilômetros e milhares de anos daqueles dias quando ele
andou aqui na terra. Vimos o Evangelho iluminando e convertendo
pessoas nas quais nenhum homem tinha mais esperança, e Deus
salvando indivíduos, famílias e povos totalmente perdidos. Como
somos privilegiados! Vamos agradecer a Deus por tudo que Ele tem
nos revelado. E vamos viver vidas dignas de um povo cujo Deus é tão
grande quanto o nosso.
de vocês, porque ouvem. Pois eu lhes digo a verdade: Muitos
profetas e justos desejaram ver o que vocês estão vendo, mas não
viram, e ouvir o que vocês estão ouvindo, mas não ouviram.”Mateus 13:16-17
Jesus chama os discípulos de felizes, abençoados. Mas, o que os
discípulos viram e ouviram foi apenas parte da história. Eles
estavam vendo Jesus, ouvindo sua voz e testemunhando suas obras.
Nós, no entanto, conhecemos por meio da Palavra a ressurreição de
Jesus e os milagres de Pentecostes. Nós conhecemos ao longo de dois
mil anos de história como Deus tem levantado um povo nos lugares
mais afastados e nas condições mais adversas. Nós testemunhamos a
expansão do Reino além do Oriente para o Ocidente, e das grandes
cidades para aldeias e povoados distantes. Vimos já em nosso tempo
como o Senhor continua fazendo maravilhas a povos removidos
milhares de quilômetros e milhares de anos daqueles dias quando ele
andou aqui na terra. Vimos o Evangelho iluminando e convertendo
pessoas nas quais nenhum homem tinha mais esperança, e Deus
salvando indivíduos, famílias e povos totalmente perdidos. Como
somos privilegiados! Vamos agradecer a Deus por tudo que Ele tem
nos revelado. E vamos viver vidas dignas de um povo cujo Deus é tão
grande quanto o nosso.
Falso profeta é preso antes de dar bebida com sangue de rato envenenado a seguidores Em Teresina, membros continuam fazendo orações na "arca da salvação"
Em Teresina, membros continuam fazendo orações na "arca da
salvação"
Na tarde de sexta (12), a Polícia Militar do Piauí invadiu
o imóvel que abrigava o grupo de pessoas que aguardava o fim do mundo. Com a
ameaça dos vizinhos de linchar o líder do grupo, o “profeta” Luiz Pereira dos
Santos, a polícia o levou para a Central de Flagrantes, onde está preso por
estelionato. A polícia explica que ele usava o dinheiro de seus seguidores para
manter a casa onde eram realizadas as reuniões.
A polícia já estava cercando o imóvel e invadiu o local 10
minutos antes do horário previsto para “o fim do mundo” anunciado por ele. O
objetivo era garantir que não ocorreriam atentados contra as vidas dos
seguidores. Os vizinhos já haviam começado a atirar pedras e ameaçavam invadir
o imóvel. Para contê-los, a polícia jogou bombas de efeito moral e usou spray
de pimenta.
Mesmo depois da prisão do líder, os seguidores continuaram os
cânticos e orações à espera do fim do mundo. Há cerca de dois anos Pereira
começou a anunciar que havia recebido a visita de um anjo que lhe anunciou o
fim do mundo. Dizia que “a besta fera” iria aparecer nesta sexta-feira e os
seus seguidores iriam ser salvos.
Ele reuniu mais de cem pessoas, entre crianças, jovens, adultos
e idosos que estavam confinados num imóvel sem ter contato com o mundo
exterior. O local era chamado de “arca da salvação”. Seus seguidores eram
estimulados a se afastar da família, largar seus empregos e doar a ele todos os
bens que tinham.
Mais de 24 horas depois, ainda permanecem dentro da casa pessoas
que moravam lá e outras que retornaram após o tumulto. Mas não há crianças,
pois todas foram levados para abrigos e estão sob a guarda do Conselho Tutelar
da cidade. Luiz Pereira pode ser indiciado por abandono intelectual, pois as
crianças que viviam ali eram proibidas de frequentar a escola.
O coronel da PM, Sá Júnior, explica que a razão de algumas
pessoas permanecerem na casa apesar da não concretização do fim do mundo, é
devido ao poder de persuasão do profeta. “O povo carente tem que se apegar a
alguma coisa e ele conseguiu doutrinar esse povo de tal modo que ontem tivemos
dificuldade para retirá-las de lá”. Na manhã deste sábado, alguns seguidores da
seita pediram para a policia retirar motocicletas e outros bens que estão
dentro da residência.
A Polícia Militar vai permanecer no local para evitar novos
tumultos ou mesmo a depredação da casa. Durante a invasão não foram encontradas
drogas, mas havia uma grande quantidade de veneno de rato. Por isso, a polícia
levanta a hipótese que haveria uma tentativa de suicídio coletivo.
A Polícia Civil investiga a veracidade do depoimento de uma
testemunha de que o profeta, um ex-vigilante de condomínio, usava sangue de
ratos envenenados para fazer uma bebida que era usada para curar doenças das
pessoas. O depoimento foi dado pelo marido de uma mulher que aderiu à seita.
Segundo o depoimento, os ratos eram envenenados e depois tinham o sangue
colhido para fazer a substância. Dois membros do grupo teriam morrido após
terem consumido a substância para curar doenças.
Durante seu depoimento na delegacia, Luís Pereira dos Santos
disse que Deus o tinha castigado. Mesmo assim, o ex-vigilante garantiu que vai
continuar pregando a palavra de Deus e que acredita no juízo final. Ele
acredita que precisa “preparar as pessoas de coração puro” para que fossem
salvas no juízo final.
Com informações UOL e O Globo direto do Gospel Prime.
Mário César de Abreu
Autossuficiência: um perigo que derruba até o mais santo dos crentes
O dinheiro, o nível de instrução, a cultura e o zelo religioso são valores que dão destaque à vida de qualquer pessoa, mas não a autorizam a ignorar, desprezar e humilhar as demais. As aplicações a seguir envolvem três aspectos importantes da vida, em que o sentimento de autossuficiência pode manifestar-se: a autossuficiência em bens materiais, cultura e religiosidade.
Quem possui fé genuína, não se torna materialmente autossuficiente
A autossuficiência em bens materiais não assegura à pessoa a sua independência de Deus. Tiago condena duramente a postura de muitos crentes da dispersão que viviam apenas em função de lucrar nos seus negócios. Nessa busca por lucros, Deus foi esquecido e descartado. Todos querem, pedem e buscam prosperidade, mas nem todos sabem lidar com ela. Em tempos de prosperidade e estabilidade material, a pessoa, se não se cuidar, corre um sério risco de deixar Deus de lado (Os 12.8; 13.6). Por isso, Moisés advertiu Israel, ao estar prestes a tomar posse da tão sonhada e desejada terra de Canaã, a não esquecer nem abandonar o Deus que os tinha tirado da escravidão egípcia (Dt 8.10-14; 32.10-15).
A despeito dessas advertências, temos exemplos de pessoas que, mesmo esclarecidas sobre estas coisas, não se comportaram com base nesses ensinamentos. Como o rico insensato, inúmeras pessoas vivem apenas para si mesmas. Tudo o que ganham é guardado e utilizado para satisfazer os próprios apetites (Lc 12.13-21). Tiago reprova os mercadores por deixarem de fazer o bem com o dinheiro deles dizendo: “Portanto, aquele que sabe que deve fazer o bem e não o faz nisso está pecando” (Tg 4.17). A melhor forma de lidar com a prosperidade consiste em partilhá-la com aqueles que não a têm (Hb 13.16; Rm 12.13; II Co 9.12; Fp 4.18; I Jo 3.16-18) .
Quem possui fé genuína, não se torna culturalmente autossuficiente
Ao se dispersarem pelo mundo não-judaico, muitos crentes judeus tiveram contato com uma cultura civilizada, sofisticada e diversificada. Com o passar do tempo, muitos se tornaram culturalmente autossuficientes. O sentimento de autossuficiência cultural pode levar à indelicadeza e à intolerância. Quantos irmãos, depois de adquirem formação acadêmica, tornam-se prepotentes na igreja... É importante haver, na igreja do Senhor, gente bem-informada, instruída, educada. Toda essa formação acadêmica, contudo, deve ser usada para o progresso do Reino do nosso Senhor Jesus Cristo. Quem dispõe disso deve estar sempre pronto a usá-lo não apenas em proveito próprio, mas, também, em benefício de outras pessoas, sem deixar de ser amoroso e humilde.
Os irmãos da igreja de Corinto, que se achavam senhores do conhecimento (I Co 3.18-20), estavam estragando e destruindo o relacionamento fraternal, por causa da autossuficiência. Eles se achavam tão religiosa e administrativamente autossuficientes, a ponto de considerarem desnecessária a intervenção de Paulo nos negócios da igreja (I Co 4.6-8). A estes, o apóstolo escreveu: “O saber ensoberbece, mas o amor edifica. Se alguém julga saber alguma coisa, com efeito, não aprendeu ainda como convém saber” (I Co 8.1-2). Todo tipo de conhecimento, quer seja cultural, quer seja bíblico, deve ser usado com sabedoria e moderação (Rm 12.3,16). Confie no SENHOR de todo o coração e não se apóie na sua própria inteligência (Pv 3:5).
Quem possui fé genuína, não se torna espiritualmente autossuficiente
Muitos crentes da dispersão se achavam senhores do próprio destino. Eles se bastavam. Eram deuses de si mesmos! Achavam que tinham o controle do futuro, do amanhã. Viviam como se Deus não existisse. Gabavam-se das suas arrogantes pretensões (Tg 4.16b). Com a lembrança da fragilidade e da brevidade da vida (Tg 4.14), Tiago destruiu aquelas arrogantes pretensões (Tg 4.16b), das quais eles se orgulhavam. Uma das coisas que mais caracterizam a espiritualidade autossuficiente é a arrogância, que leva o indivíduo a considerar-se mais competente, mais qualificado, mais virtuoso e mais santo do que todos os outros; só ele conhece melhor as coisas; só ele faz o que é certo; só ele é justo (Lc 18.9-12; Ap 3.17-19).
Se há uma coisa que Deus abomina e detesta é a arrogância. “A soberba e a arrogância aborreço” (Pv 8.3). Abominação é para o Senhor todo altivo de coração (PV 16.5). Deus ordena: “Nada façais por vanglória” (Fp 2.3). E “não multipliqueis palavras de altíssima altivez” (I Sm 2.3). Assim como concede graças aos humildes, Deus resiste aos soberbos (I Pe 5.5). Com a mesma intensidade com que odeia a arrogância, Deus ama a humildade (Sl 138.6; Is 57.15). “Ainda que o Senhor é Excelso, atenta para o humilde” (Sl 138.6), diz a Escritura. “Os que vivem em humildade e dependência diante de Deus terão segurança e orientação. Lembre-se de Deus em tudo o que fizer, e ele lhe mostrará o caminho certo” (Pv 3.6 – NTLH).
Não podemos viver à parte de Deus. A pessoa orgulhosa, pretensiosa, que vive uma vida alheia a Deus e a sua vontade, é maligna. O maior pecado que alguém pode cometer contra Deus é crer que Deus existe, mas que Ele não pode fazer nada por ela. Esta pessoa passa a ser deus. Ela é uma ateísta prática. Se insistirmos nesta atitude de autossuficiência, estaremos pecando. Temos este desafio: inserir Deus em nosso projeto de vida, para termos uma vida plena. Só assim descobriremos que a vida não se resume a ganhar e gastar dinheiro.
A dependência é o caminho para uma vida sadia. Precisamos, diariamente, lembrar o governo de Deus no mundo e nas nossas vidas, e afirmar a nossa mais absoluta dependência dEle. Se Deus quiser, se for este o seu plano, a sua vontade, então, experimentaremos duas bênçãos: viveremos e daremos sequência aos projetos que planejamos com a orientação de Deus.
Os nossos projetos podem ser desenhados, sonhados, conversados, todavia, a realização dos mesmos vem de Deus. A confirmação vem da boca de Deus. “As pessoas fazem muitos planos, mas quem decide é Deus, o Senhor” (Pv 19.21).
Pr. Valdeci Nunes de Oliveira
A-BD
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
Reverendo Hernandes Dias Lopes afirma que “o sofrimento do cristão é agenda da providência”. Leia na íntegra
O sofrimento faz parte da vida e muitos fiéis, ou estudiosos da religião não conseguem assimilar os benefícios que um momento difícil possa trazer a um indivíduo.
Sobre o assunto, o reverendo Hernandes Dias Lopes publicou em sua página no Facebook uma breve reflexão, com considerações a respeito, e afirmou que “O sofrimento na vida do cristão, entretanto, não é um acidente de percurso, mas uma agenda da providência”.
Ilustrando sua colocação com o caso de Lázaro, Lopes afirma que “Os judeus que visitavam Marta e Maria quando da morte de Lázaro não conseguiram conjugar o amor de Jesus com a morte de Lázaro nem com o sofrimento de suas irmãs”, e emenda dizendo que “somos assim também. Temos dificuldade de entender como Deus pode nos amar se ao mesmo tempo bebemos o cálice amargo do sofrimento”.
Hernandes Dias Lopes ressalta que “quando um crente sofre por causa de sua fé, esse sofrimento produz glória ao nome de Deus, amadurecimento na fé e consolo às pessoas que estão à nossa volta”.
Confira abaixo a íntegra do texto “Se Deus nos ama, porque sofremos?”, do reverendo Hernandes Dias Lopes:
Os judeus que visitavam Marta e Maria quando da morte de Lázaro não conseguiram conjugar o amor de Jesus com a morte de Lázaro nem com o sofrimento de suas irmãs. Somos assim também. Temos dificuldade de entender como Deus pode nos amar se ao mesmo tempo bebemos o cálice amargo do sofrimento. O sofrimento na vida do cristão, entretanto, não é um acidente de percurso, mas uma agenda da providência. É claro que não estou me referindo àquele tipo de sofrimento que vem como resultado de alguma transgressão específica. Mas, quando um crente sofre por causa de sua fé, esse sofrimento produz glória ao nome de Deus, amadurecimento na fé e consolo às pessoas que estão à nossa volta.Hernandes Dias Lopes
Por Tiago Chagas, para o Gospel+
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