"Interrogado pelos fariseus sobre quando viria o reino de Deus, Jesus lhes respondeu: Não vem o reino de Deus com visível aparência. Nem dirão: Ei-lo aqui! Ou: Lá está! porque o reino de Deus está dentro em vós." (Lucas 17: 20-21).

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Reflexão de Sábado


Pondo-se a vigiá-lo, eles mandaram espiões que se fingiam
justos para apanhar Jesus em alguma coisa que ele dissesse, de
forma que o pudessem entregar ao poder e à autoridade do
governador. Assim, os espiões lhe perguntaram: “Mestre, sabemos
que falas e ensinas o que é correto, e que não mostras
parcialidade, mas ensinas o caminho de Deus conforme a verdade. É
certo pagar imposto a César ou não?” Ele percebeu a astúcia
deles e lhes disse: “Mostrem-me um denário. De quem é a imagem
e a inscrição que há nele?” “De César”, responderam
eles.Ele lhes disse: “Portanto, dêem a César o que é de
César, e a Deus o que é de Deus”. E não conseguiram apanhá-lo
em nenhuma palavra diante do povo. Admirados com a sua resposta,
ficaram em silêncio. Lucas 20:20-26



Vemos logo a falsidade nas perguntas dos líderes religiosos dos
dias de Jesus. Será que vemos com tanta facilidade os motivos
misturados nas nossas perguntas? Já perguntou ao Senhor se deve
aceitar algum emprego ou namorar alguém? Já pediu a sabedoria do
alto para ver se deve comprar algum bem, aguardar um lançamento
melhor ou investir o dinheiro? Será que Jesus, se pudéssemos
ouvir a sua voz, não faria outras perguntas? Nós não estamos
tentando apanhar Jesus em armadilhas. Mas, pode ser que o inimigo
já nos apanhou numa cilada. Às vezes há outras opções para
nosso tempo, nosso dinheiro e nossas vidas, opções que não
enxergamos, ou que convenientemente deixamos de considerar. Peça a
Jesus não só as respostas dEle, mas, também as perguntas que ele
faria se estivesse em seu lugar. Considerando o preço que ele
pagou por nós, o tempo, o dinheiro, e a vida toda não são mais
"nossos", não é? O que será que Jesus faria?

Culpado ou Inocente


um homem muito religioso foi injustamente acusado de ter assassinado uma mulher.

Na verdade, o autor era pessoa influente do reino e, por isso, desde o primeiro momento procurou-se um "bode expiatório" para acobertar o verdadeiro assassino.

O homem foi levado a julgamento e o resultado seria a forca. Ele sabia que tudo iria ser feito para condená-lo e que teria poucas chances de sair vivo desta história.

O juiz, que também estava combinado para levar o pobre homem à morte, simulou um julgamento justo, fazendo uma proposta ao acusado que provasse sua inocência.

Disse o juiz:
- Sou de uma profunda religiosidade e por isso vou deixar sua sorte nas mãos do Senhor; vou escrever em um pedaço de papel palavra INOCENTE e noutro pedaço a palavra CULPADO. Você sorteará um dos papeis e aquele que sair será o veredicto. O Senhor decidira seu destino, determinou o juiz.

Sem que o acusado percebesse, o juiz separou os dois papeis, mas em ambos escreveu CULPADO de maneira que, naquele instante, não existia nenhuma chance do acusado se livrar da forca.

Não havia saída. Não havia alternativas para o pobre homem. O juiz colocou os dois papéis em uma mesa e mandou o acusado escolher um.

O homem pensou alguns segundos e pressentindo a vibração, aproximou-se confiante da mesa, pegou um dos papéis e rapidamente colocou-o na boca e o engoliu.
Os presentes ao julgamento reagiram surpresos e indignados com a atitude do homem.
- Mas o que você fez? E agora? Como vamos saber qual seu veredicto?
- É muito fácil, respondeu o homem - basta olhar o outro pedaço que sobrou e saberemos que acabei engolindo o seu contrário.

Imediatamente o homem foi libertado.

Por mais difícil que seja uma situação, não deixe de acreditar e de lutar até o ultimo momento.

Missionário da SEPAL diz que população evangélica no Brasil atingirá 57,4 milhões em 2011



Bruneto, um dos pesquisadores da SEPAL, Missão Internacional Servindo aos Pastores e Líderes que realiza estudos teológicos, falou ao The Christian Post sobre as projeções da população evangélica para os próximos anos e as possíveis razões que explicam fenômeno do rápido crescimento da população evangélica no Brasil.

De acordo com um estudo realizado pela SEPAL no ano passado, se o Brasil continuar com a média de 7,42% de crescimento no número de conversões ainda este ano chegaremos a 57,4 milhões de evangélicos.

O estudo foi baseado nos dados do Censo do IBGE de 2000 e da pesquisa realizada pelo Instituto Datafolha em março de 2007, encontrando que em 2020 a população evangélica representará mais de 50% da população brasileira.

“Projetamos uma porcentagem de cerca de 52,2% da população evangélica em 2020, ou seja, aproximadamente 109,3 milhões de evangélicos para uma população de 209,3 milhões,” afirmou Luis.

A projeção baseia-se na taxa de crescimento obtida entre os anos de 1990 e 2000 e na premissa de que a taxa de crescimento dessa religião continue a mesma dos últimos 40 anos. Segundo o missionário a confiabilidade desses dados é de 95%.

Crescimento não é avivamento
O fenômeno do grande crescimento não se trata de avivamento, de acordo com o pesquisador da SEPAL, pois ele acredita que o avivamento se reflete, “na conversão em massa das pessoas, e também em profundas mudanças no pensamento da sociedade, direcionada pela influência dos cristãos redimidos.”

“Se tomarmos essas duas linhas de pensamento, não está acontecendo um avivamento no Brasil,” afirmou Bruneto.

Para ele os motivos desse crescimento não significar avivamento são: “o evangelismo aguerrido dos evangélicos, a adoção de regras menos rígidas, a ampliação da visão da vida cristã para dentro da sociedade, a flexibilidade dos costumes e o aumento da classe média.”

Contradições
O estudo constatou uma menor presença na região Nordeste do Brasil, para justificar os motivos desse déficit, Luís A. Bruneto dividiu a região em dois grupos. .” O tipo “A,” diz ele, com belas praias, grandes cidades, onde os evangélicos possuem um crescimento abaixo do restante do país, mas aceitável. E o outro, ele chama de tipo “B,” que é o nordeste do sertão, onde os evangélicos raramente passam de 1%.

As três razões para esse índice seja tão baixo estaria relacionado, primeiramente a forte raiz católica romana da população, ampliada pela religiosidade sincrética mística e a segunda se deve à dificuldade de evangelizar as cidades do interior do nordeste. “Boa parte do sertão não possui estradas asfaltadas e os meios de comunicação são precários,” explicou.
A terceira razão é a falta de interesse da Igreja em evangelizar esse povo carente. “Na verdade, a razão para isso é que o retorno financeiro dentro dessa realidade é mínimo, e assim, a missão não consegue se auto sustentar nem mesmo em longo prazo.”

A questão do nominalismo na opinião do pesquisador deve avançar, citando um exemplo em que a cidade mais evangélica do Brasil, Quinze de Novembro (RS), tem cerca de 80,4% de evangélicos e a sua cidade vizinha Alto Alegre, a 20 km de distância, tem apenas 0,28% de evangélicos.

Luis também pergunta, “será que a vida num país de maioria protestante pode mudar?” Segundo ele, a resposta para essa pergunta depende de como a liderança se comportará daqui para frente.

Para ele, o Brasil possui hoje uma liderança “despreparada em sua maioria e a maioria é carente de direção na teologia, eclesiologia e missiologia.”

Ele expressa também algumas preocupações com relação ao crescimento da população evangélica, como por exemplo, crescimento econômico que atrairá líderes materialistas.

“A classe média deve dobrar nos próximos anos isso, “atraindo gente com o “olho gordo” nessa fatia da população, ou seja, líderes materialistas com forte vocação para a teologia da prosperidade.”

Além disso, ele cita que há a “superficialidade da vida do povo brasileiro.”

“Vemos isso presente no meio evangélico brasileiro e deve continuar assim pelos próximos anos, acelerando a dualidade entre ‘vida religiosa’ e ‘vida secular,’ que já existe hoje.”

Luis, mencionou também “o egoísmo e o individualismo presente nesses dias, externando também na vida religiosa.”

“Muito embora, parte do povo evangélico se preocupa com o próximo, uma outra parte, e poderíamos afirmar a maioria, se preocupa apenas com o seu bem-estar.”

Entretanto, ele acredita positivamente na transformação da sociedade brasileira e urge para que haja “uma instituição forte que represente os evangélicos, em sua maioria, “que grite alto pelos interesses pautados na Palavra de Deus.”

Os estudiosos da SEPAL aguardam a divulgação do próximo censo, o de 2010, para obterem condições reais para verificar as estimativas quanto aos evangélicos e a população brasileira.

Eles planejam após isso fazer o mapa evangelístico do país baseado nos novos dados e compará-los com os anteriores.

Fonte: Gospel Prime
www.adonainews.com.br

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Reflexão de Sexta-Feira


Respondeu Jesus: “Feliz é você, Simão, filho de Jonas!
Porque isto não lhe foi revelado por carne ou sangue, mas por meu
Pai que está nos céus.” Mateus 16:17


O conhecimento do Pai vem, não pela nossa inteligência ou
esforço, mas por decisão do Filho (11:27). Não somos nós que
compreendemos os mistérios do Reino. É uma dádiva de Deus
(13:11). Agora vemos que a fé é também um dom de Deus. Se não
há em mim nem a capacidade de crer em Deus, isso não me levará
ao desespero? Apenas se pretendo continuar confiando em mim mesmo.
Mas, se reconheço o quanto preciso de Deus até para crer, esta
revelação me levará a suplicar por socorro ao único que pode me
ajudar – meu Bom Pai. E Deus está sempre pronto para socorrer
seus filhos. No Reino dos Céus a descoberta do quão pouco eu
consigo por minha conta é a chave para encontrar tudo que
realmente preciso. Deus deu a Pedro o segredo que abre os Céus –
fé em Jesus. Quanto mais ainda Ele dará a todos que nEle confiam!

Terremotos



Dizem que passado o terremoto de Lisboa (1755), o Rei perguntou ao General o que se havia de fazer.

Ele respondeu ao Rei: "Sepultar os mortos, cuidar dos vivos e fechar os portos". Essa resposta simples, franca e direta tem muito a nos ensinar.

Muitas vezes temos em nossa vida "terremotos" avassaladores, como o de Lisboa no século XVIII. A catástrofe é tão grande que muitas vezes perdemos a capacidade de raciocinar de forma simples, objetiva.

Todos nós estamos sujeitos a "terremotos" na vida. O que fazer?

Exatamente o que disse o General: "Sepultar os mortos, cuidar dos vivos e fechar os portos". E o que isso quer dizer para a nossa vida?

Sepultar os mortos significa que não adianta ficar reclamando e chorando o passado. É preciso "sepultar" o passado. Colocá-lo debaixo da terra. Isso significa "esquecer" o passado. Enterrar os mortos.

Cuidar dos vivos significa que, depois de enterrar o passado, em seguida temos que cuidar do presente. Cuidar do que ficou vivo. Cuidar do que sobrou. Cuidar do que realmente existe. Fazer o que tiver que ser feito para salvar o que restou do terremoto.

Fechar os portos significa não deixar as "portas" abertas para que novos problemas possam surgir ou "vir de fora" enquanto estamos cuidando dos vivos e salvando o que restou do terremoto de nossa vida. Significa manter o foco no "cuidar dos vivos". Significa concentrar-se na reconstrução, no novo.

Portanto, quando você enfrentar um terremoto, não se esqueça: enterre os mortos, cuide dos vivos e feche os portos.

Pense nisso.

Tira a Pedra


“Então, ordenou Jesus: Tirai a pedra. Disse-lhe Marta, irmã do morto: Senhor, já cheira mal, porque é de quatro dias. Respondeu-lhe Jesus: Não te disse eu que, se creres, verás a glória de Deus?” (João 11:39-40).

Uma das primeiras reações das pessoas, diante de problemas de difíceis soluções, é só enxergar obstáculos. Foi o que Maria enxergou: "Senhor, já cheira mal, porque é de quatro dias. De nada adiantaria remover a pedra da entrada do túmulo de seu irmão Lázaro".

Fazer Lázaro voltar à vida era uma tarefa impossível aos homens, mas possível para Deus. Remover a pedra, porém, era uma tarefa que os homens poderiam fazer. E Jesus deixou esse trabalho a cargo deles.

Um milagre requer uma parceria entre Deus e o homem. O homem entra com a fé; Deus entra com a ação sobrenatural.

Se o homem não entra com sua parte, a fé, o milagre não vem, pois “sem fé é impossível agradar a Deus”. É óbvio que Deus pode fazer tudo só, mas agrada a Deus a fé nele depositada pelo homem. Por isso a Bíblia diz: “Agrada-te do Senhor, e Ele satisfará os desejos do teu coração” (Salmo 37.4)

O evangelho de Mateus (13.58) registra que Jesus deixou de fazer milagres em Nazaré devido à incredulidade das pessoas. Uma coisa é a fé teórica; outra coisa é a fé provada, vivenciada; é a maravilhosa experiência da relação homem/Deus nos momentos mais difíceis da vida.

Há vezes em que, diante de uma tribulação, de um problema de difícil solução, sentimo-nos desanimados, abatidos, e não temos disposição para remover a pedra que impede nosso acesso à solução dos problemas; só pensamos no “mau cheiro” dos problemas.

Mas Deus, que é maior que todos os problemas, nos diz: Tirai a pedra!

Se nós não removermos a pedra da nossa incredulidade, se não exercermos a nossa fé, perderemos a oportunidade de dizer, como Jó: “Eu te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos te vêem” (Jó 42:5).

Você está passando por alguma situação difícil? Esse problema já é de “quatro dias” e já “cheira mal”? Já recorreu a Deus e a resposta ainda não chegou? Continue confiando; Ele sabe o tempo de te dar a bênção.

Não desanime. Remover a pedra significa fazer a sua parte para a solução do problema. Exerça sua fé, Ele espera que você faça sua parte, sem o que você não verá a glória de Deus.

Era impossível a Naamã mergulhar no rio sete vezes para ficar curado da lepra? Não.

Era impossível aos discípulos lançarem a rede outra vez ao mar para terem sucesso na pescaria? Não.

Era impossível aos apóstolos recolherem cinco pães e dois peixes pra que Jesus os multiplicasse e alimentasse a multidão? Não.

Era impossível aos serventes nas bodas em Caná da Galiléia encher as talhas com água para que Jesus a transformasse em vinho? Não.

Queremos ver milagres em nossa vida? Então, não duvidemos das promessas de Deus.

Se diante de um problema Ele nos mandar remover a pedra que serve de obstáculo à solução esperada, obedeçamos.

Deus sabe até onde vai a nossa capacidade de lutar, e não deixará que carreguemos fardos superiores à nossa força. Ele não espera o impossível de nós, e sabe o tempo certo de agir em nosso favor.

Então, quando diante de um problema sentires que, realmente, nada podes fazer, e que se esgotou toda tua capacidade física, mental, emocional e espiritual... Lembra-te que Deus é maior que todos os problemas, e que ainda te resta a fé.

Disse Jesus: “No mundo passais por aflições; mas tende bom animo; eu venci o mundo”. (João 16:33).

Se você conhece alguém que está abatido em conseqüência de aflições e que está enfrentando momentos difíceis em sua vida, repasse esta mensagem; abençoe uma vida, tal qual fomos um dia abençoados, pois nada poderá nos separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus (Romanos 8:35).




"Tirai A Pedra!" João Placoná

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Reflexão de Quinta Feira


Jesus olhou fixamente para eles e perguntou: “Então, qual é
o significado do que está escrito? ‘A pedra que os construtores
rejeitaram tornou-se a pedra angular.’ Todo o que cair sobre esta
pedra será despedaçado, e aquele sobre quem ela cair será
reduzido a pó”. Os mestres da lei e os chefes dos sacerdotes
procuravam uma forma de prendê-lo imediatamente, pois perceberam
que era contra eles que ele havia contado essa parábola. Todavia
tinham medo do povo. Lucas 20:17-19



Jesus não estava nem um pouco surpreso com a reação dos
líderes religiosos. Pelo menos os sacerdotes e mestres da lei
demonstraram abertamente sua rejeição a Jesus. É mais fácil
lidar com um adversário declarado, do que com um inimigo oculto.
Nos nossos dias há muita dissimulação. Há líderes religiosos
que fingem ser de Jesus, e no entanto baseiam suas "igrejas" em
homens e suas tradições; outros, em promessas e obras
supostamente milagrosas. A rejeição a Jesus ainda é a mesma. Se
Jesus não for a pedra angular, o propósito e a razão de ser da
nossa fé, tudo será destruído um dia - líderes e seguidores.
Vamos fixar nossos olhos em Jesus. Vamos construir unicamente na
Rocha que Deus lançou. Assim a glória e a honra irão onde devem
- para Ele - e nós seremos abençoados pela vida que Ele nos dá.
Sua fé já foi abalada por um escândalo ou conflito ou injustiça
de homens? Se foi, você precisa voltar à construção e lançar
uma base somente na pessoa de Jesus. Estas palavras de Jesus já
apontam para onde precisa começar - a pedra angular - Jesus
Cristo.

hermeneutica.com

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