"Interrogado pelos fariseus sobre quando viria o reino de Deus, Jesus lhes respondeu: Não vem o reino de Deus com visível aparência. Nem dirão: Ei-lo aqui! Ou: Lá está! porque o reino de Deus está dentro em vós." (Lucas 17: 20-21).

sábado, 26 de março de 2011

Reflexão de Sábado


“Pois nem mesmo o Filho do homem veio para ser servido, mas
para servir e dar a sua vida em resgate por muitos”. Marcos 10:45


É fácil cantar aquele lindo hino “Senhor poderoso, eu rogo a
ti, como Tu és um servo, faz um servo de mim.” É outra coisa
realmente querer servir. Como Gordon MacDonald disse, você saberá
o quanto realmente quer ser um servo quando as pessoas lhe tratam
como um servente. Cantamos o cântico, mas, será que é isso mesmo
que queremos? Foi isso que Jesus quis. Jesus não veio para ser
visto como um servo. Ele veio servir. Quanto mais conhecemos Jesus,
mais iremos servir e buscar serviço. Na economia invertida do
Reino é isso que nos eleva cada vez mais, porque é isso que nos
leva cada vez mais próximos a Jesus. Que Deus lhe ajude a buscar e
querer servir como seu Senhor.

No Jardim do Sepulcro: O Fim se Transforma no Começo



Os primeiros discípulos não tinham problemas quanto à humanidade de Jesus. O que lutei inúmeras vezes para aceitar eles entenderam prontamente. Tiveram a oportunidade de conhecê-lo da mesma forma que você e eu conhecemos qualquer pessoa. Andaram com ele, tocaram-no, viram-no com fome, cansado e entristecido S tinham à disposição a imagem dele, que podiam ver, e a pessoa dele, que podiam perceber por meio de todos os sentidos (1 João 1:1). Ele era para eles tão real quanto qualquer outra pessoa. E foi exatamente isso que, mais tarde, serviu de base para a descrença e o derrotismo por que passaram quando reunidos na sala superior, após a morte do Senhor. A morte de alguém marca o fim de seus sonhos, de sua liderança, de seu poder. Eles lutavam não com a natureza humana de Jesus, mas com a divindade dele.

De fato Pedro professou de modo magnífico que Jesus era Deus, quando disse que "Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo", mas obviamente os discípulos não captaram a importância nem a amplitude dessa declaração (Mateus 16:13-23). A julgar pelo modo por que correspondiam ao Senhor, creio ser justo afirmar que viam Jesus como alguém de carne e osso, um homem de Deus, um operador de milagres (como alguns dos profetas), um companheiro adorável, um mestre ilustre, um líder e guia irrepreensível; mas ele também era o homem que sofreria o destino de todos os homens. Quando Jesus foi crucificado, o choque foi desmoralizante para os discípulos: "Ah, Senhor! Por que agora? Estávamos aprendendo tanto! A mensagem era de primeira! Estávamos dispostos a morrer pela causa!" O desespero deles era o de súditos leais que tinham perdido o seu rei.

Era como se Jesus jamais tivesse mencionado a sua ressurreição; eles simplesmente não tinham dado ouvidos. Quando Jesus disse abertamente aos discípulos que iria para Jerusalém, para sofrer muito nas mãos das autoridades religiosas, ser morto e ressuscitar no terceiro dia, parece que eles ouviram tudo menos a parte mais importante. Que sabiam eles acerca do poder da ressurreição ou sobre a vitória após a morte? Logo eles se veriam olhando a tumba vazia, lembrando-se do que ele tinha dito . . . Seria como uma imagem pouco nítida sendo instantaneamente ajustada para mostrar toda a sua esplendorosa beleza, do mesmo modo que se encaixa com cuidado a última peça de um quebra-cabeça. Mesmo agora, lendo o relato, sinto a emoção que eles devem ter sentido. Foi na verdade a ressurreição que deu aos discípulos um entendimento mais abrangente de tudo o que Jesus tinha feito e ensinado. Eles ficaram extremamente emocionados! Não se tratava simplesmente de um homem qualquer; eles haviam andado com o Rei dos reis, Filho de Deus! Paulo mais tarde escreveria que Jesus foi "designado Filho de Deus com poder . . . pela ressurreição dos mortos" (Romanos 1:4).

Mas, mesmo diante do sepulcro vazio, o ceticismo dos discípulos não era muito diferente do ceticismo do inimigo. Não se deixavam persuadir facilmente. Jesus havia morrido; disso tinham certeza. Quando Maria Madalena disse aos discípulos que tinham visto Jesus e que ele estava vivo, eles "não acreditaram". Lucas conta que para os discípulos o relato das mulheres parecia "delírio". Quando os dois discípulos a caminho de Emaús contaram aos irmãos sobre o seu encontro com Jesus, estes não acreditaram; e quando o próprio Jesus se encontrou com os onze, ele "censurou-lhes a incredulidade e dureza de coração, porque não deram crédito aos que o tinham visto já ressuscitado" (Marcos 16:11; Lucas 24:11; Marcos 16:13-14). A incredulidade dos discípulos é de um significado apologético tremendo. O fato deles não esperarem nem crerem que Jesus ressuscitaria e, antes, ficarem desesperados diante de sua morte é o que confere grande peso ao último testemunho deles sobre o fato da sua ressurreição.

E o inimigo põe mais lenha na fogueira apologética. Os inimigos, desejando tanto precaver-se para que ninguém roubasse o corpo, sem querer arquitetaram uma situação que acabou dando conta de provar a absoluta veracidade do ocorrido. Sempre acreditei que a mais convincente prova da ressurreição do Senhor fosse o silêncio dos inimigos. Tudo o que tinham a fazer era apresentar o corpo, e a tola heresia teria sido terminada de uma vez por todas. Tendo-se preparado estrategicamente, eles estavam conscientes das conseqüências. Foram a Pilatos e disseram: "Senhor, lembramo-nos de que aquele embusteiro, enquanto vivia, disse: Depois de três dias ressuscitarei. Ordena pois, que o sepulcro seja guardado com segurança até ao terceiro dia, para não suceder que, vindo os discípulos o roubem e depois digam ao povo: Ressuscitou dos mortos; e será o último embuste pior que o primeiro" (Mateus 27:63-64). Pilatos disse-lhes que fossem e deixassem o sepulcro o mais seguro possível.

Em meio de tanto medo e incerteza, pense na prova que foi necessária para fazer Tomé, o incrédulo, ajoelhar-se clamando: "Senhor meu e Deus meu!" S nada menos que tocar no corpo ressuscitado que ele sabia ser do Senhor. O que tinha por objetivo ser o fim de um homem mostrou ser ele o Filho de Deus: o túmulo continua lá, mas vazio S não por manobra humana, nem por alucinação, mas pelo poder de Deus. E a história que ardia no coração dos homens há séculos continua no coração dos homens hoje S e sem dúvida os principais sacerdotes e os fariseus tinham razão de predizer que um sepulcro vazio não seria o fim, mas o começo.

- por Rod Boston

O Véio do Saco



Foi num domingo à noite, no horário do culto, que um velho mendigo postou-se à porta da igreja, maltrapilho, fedido.

As pessoas iam se desviavam dele. Não lhe davam nada nem o convidavam para entrar.

Por fim, um dos porteiros o assentou na última fileira. E lá ele ficou sozinho, pois ninguém mais quis sentar-se naquele banco da igreja.

Os porteiros torciam que o pastor chegasse logo, pois não sabiam exatamente o que deviam fazer com o "Véio do Saco" (apelido que os adolescentes logo lhe deram e, do qual, os adultos riram contidamente), mas, justamente naquela noite o pastor se atrasou.

Após o período dos cânticos, um dos oficiais da igreja tomou a palavra:
- Irmãos, é chegada a hora da pregação e o nosso pastor ainda não chegou. Vamos orar, cantar mais um hino e, depois, pedir a qualquer um dos irmãos que nos traga a Palavra.

E assim se fez, porém, para surpresa e indignação geral, convidaram o "Véio do Saco".

Mas, as surpresas não pararam por aí. Ao tomar lugar no púlpito, o mendigo, pegou uma toalha molhada no saco plástico que trazia às costas, saudou a igreja corretamente, começou a tirar a roupa suja (que até então estava escondendo um belo terno) e a limpar a "sujeira" do rosto com a toalha molhada.

E ali mesmo, diante daqueles olhos atônitos, o mendigo foi, aos poucos, se transformando, pois, na verdade, o "Véio do Saco" era o próprio pastor da igreja (que na sua mocidade tinha sido um excelente ator de teatro amador e resolvera usar sua arte para repreender a igreja).

- A Bíblia nos ensina a amar o próximo. A estender a mão para o aflito e o necessitado. Há meses eu venho ensinando isso para vocês, mas, até hoje, não percebi nenhuma mudança em suas atitudes. Que mérito há em cumprimentar somente os amigos? Que valor há em abraçar somente os irmãos? Todos vocês passaram por mim e nem sequer deram-me um mísero "Boa-noite". Por que? Por causa das minhas roupas? Do cheiro?

- Não é este "evangelho" que eu tenho lhes ensinado. O Evangelho que eu anuncio é poderoso para transformar qualquer pessoa. Eu creio que qualquer mendigo de rua, pelo poder de Deus, em Cristo Jesus, pode ser transformado no futuro pastor desta igreja.

Mas todos nós, com rosto descoberto, refletindo como um espelho a glória do Senhor,
somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor.
II Coríntios 3.18

sexta-feira, 25 de março de 2011

Reflexão de Sexta-Feira


Quando os outros dez ouviram essas coisas, ficaram indignados
com Tiago e João. Jesus os chamou e disse: “Vocês sabem que
aqueles que são considerados governantes das nações as dominam,
e as pessoas importantes exercem poder sobre elas. Não será assim
entre vocês. Ao contrário, quem quiser tornar-se importante entre
vocês deverá ser servo; e quem quiser ser o primeiro deverá ser
escravo de todos.” Marcos 10:41-44


Buscar grandeza é algo natural no homem. Querer se destacar faz
parte do nosso DNA emocional. Jesus não nega este desejo. Ele
apenas aponta para um caminho onde menos imaginamos encontrar
grandeza – o caminho de submissão e serviço. É servindo aos
outros que alguém se torna grande no Reino. Este serviço não se
limita a cultos de oração e momentos de louvor. De fato, lá onde
mais parecemos espirituais é que às vezes menos o somos.
Recebemos muito benefício e nos sentimos bem espirituais. Mas, de
fato estamos servindo muito pouco. É fácil servir em momentos
“espirituais” assim. Difícil é ser espiritual com pano de
chão e vassoura, em visita ao hospital do câncer ou limpando o
quintal de uma viúva. É difícil servir no momento espontâneo
que o Senhor joga em nosso caminho, quando não temos tempo e
estamos com tudo pronto para servir de outra forma mais
“espiritual”. Se você quer servir a Jesus, é preciso deixar
Ele decidir onde e quando e como Ele quer usar seu serviço. Ser
“escravo de todos” significa abrir mão de decidir com quem e
quando e como vai servir. Isso não é nada fácil. Estas pronto
para servir?

Eterno


Respondeu Jesus: Se eu me glorifico a mim mesmo, a minha glória nada é; quem me glorifica é meu Pai, o qual vós dizeis que é vosso Deus.” (João 8:54 ARA)

Jesus tinha no que se gloriar, afinal Ele andava pelas ruas curando enfermos, fazendo cegos enxergarem e paralíticos andarem, levantou mortos e trouxe palavras de uma sabedoria ímpar. Por que motivo então Ele preferia dizer que glorificava ao Pai? Ele é o herdeiro de todas as coisas, que diferença fazia?

A diferença, meu querido leitor, é que a glória deste mundo é passageira, é efêmera, é transitória. Como uma nuvem que vem e logo se dissipa, como um vento que logo cessa. Nada deste mundo vale a pena e Jesus nos ensina isso de uma forma maravilhosa aqui. Alguns talvez pensem nas vidas, nas almas, nas pessoas, mas quero dizer que também penso nelas. Só que considero que elas também não são deste mundo, apenas passam por ele. Somos peregrinos em terra estranha, não pertencemos a este mundo como o ouro e a prata corrompidos desta realidade.

Já o eterno, aquilo que vai durar para sempre, não é deste mundo. Jesus não era deste mundo e sabia disso. Viveu aqui como homem mortal, tanto que morreu. Passou por aqui sujeito e tudo como nós, tanto que teve fome. Experimentou nossas dores e sofrimentos, tanto que chorou. Mas nem isso o contaminou e no momento oportuno, partiu de volta para sua origem, no Reino Celestial. Sabedor de que isso aconteceria, Ele viveu seus dias glorificando ao Pai Celestial, para por Ele ser glorificado em momento oportuno.

Meu querido leitor: se Jesus é o exemplo maior de sua vida, se a obra e dedicação Dele te inspiram, permita que este aspecto também te inspire e sirva de referência. Glorifique apenas ao Pai e espere confiadamente que, no tempo oportuno, Ele mesmo se encarregará de recompensá-lo. Isso é acumular tesouros no céu. Isso é servir ao Senhor sem pretender recompensa.

Mário Fernandez

Salgadinho Testemunho




Conhecido em todo o Brasil e até mesmo internacionalmente como líder do grupo de pagode Katinguelê, Salgadinho vive hoje nos caminhos do Senhor Jesus e se mostra apaixonado. "Deus tem vida em abundância para cada um de nós". A partir do dia em que ouvi sua voz, nunca mais quis me separar dela.

Comecei a caminhar na presença de Jesus e minha vida foi totalmente transformada, conta. Mesmo vivendo em meio à fama e ao dinheiro, ele não era realizado. "Eu, cantor, compositor, arranjador, artista de renome internacional, conhecendo países, pessoas importantes, líderes de governos e tudo o mais... Comecei a perder o fio da meada; eu já tinha esposa e filho e no meio de todo esse processo de glamour e ostentação, me envolvi com outras mulheres.

Passei a não confiar em mais ninguém que me rodeava, tanto pessoas que eram próximas quanto aquelas com quem mantinha contatos comerciais. Então me separei, fui morar só e começou todo um processo de desencontros em todas as áreas da minha vida.

Cheguei ao ponto de recusar saídas para baladas com amigos e ninguém, nem mesmo eu, entendia o porquê. Hoje sei que, nessa época, minha esposa já estava buscando em oração a restauração de nossa família. Então, quando eu recusava sair para as baladas, já era o livramento do Senhor e o Espírito Santo me iluminando.

Minha esposa disse que orava para que Deus colocasse meus pensamentos em minha família e restaurasse nosso relacionamento. Também para que o Senhor enviasse alguém para falar de Jesus para mim, porque ela já era uma serva do Deus vivo, lembra. Dedicando sua vida ao Senhor, ele lançou seu segundo álbum gospel e o primeiro pela Line Records. É difícil falar sobre este novo trabalho, porque milagre se vive e não dá para explicar.

O título é "Presente de Deus" e foi realmente para mim um presente dEle. Tínhamos pouco tempo para confeccioná-lo, apesar de já termos as canções.
Mas Deus nos supriu, nos capacitou, nos deu o melhor?, conta bastante feliz.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Reflexão de Quinta Feira


Eles responderam: “Permite que, na tua glória, nos assentemos
um à tua direita e o outro à tua esquerda”. Disse-lhes Jesus:
“Vocês não sabem o que estão pedindo. Podem vocês beber o
cálice que eu estou bebendo ou ser batizados com o batismo com que
estou sendo batizado?”“Podemos”, responderam eles. Jesus lhes
disse: “Vocês beberão o cálice que estou bebendo e serão
batizados com o batismo com que estou sendo batizado; mas o
assentar-se à minha direita ou à minha esquerda não cabe a mim
conceder. Esses lugares pertencem àqueles para quem foram
preparados”. Marcos 10:37-40


O que Jesus respondeu ao pedido de Tiago e João ele poderia
dizer para tantos pedidos nossos. “Vocês não sabem o que estão
pedindo”. Realmente não sabemos. Tantos de nós podemos dar
graças a Deus que ele não nos permitiu casar com aquele
ex-namorado ou conquistar aquele emprego que tanto sonhamos.
Quantos pedidos para ganhar a loteria Deus na sua misericórdia
não atendeu porque sabia que aquele dinheiro e tudo que trazia ia
nos destruir? E quanto caráter não foi destilado no forno do
sofrimento e privação? O cálice que o Senhor lhe deu é amargo?
Se foi Ele que lhe deu, então beba até o fim e um dia você o
levantará numa saudação de agradecimento no Reino dos Céus.
Não era para Tiago e João subirem para lugares privilegiados ao
lado de um trono na terra. Se a história está certa, seu destino
aqui era de descer até as profundezas do martírio. Não era o que
eles esperavam. Não foi o que pediram. Mas, era o que Deus havia
reservado. Agora, diante do trono, eles estão. O caminho foi longo
para chegarem lá. Não há lugar melhor do que aquele onde Jesus
lhe quer. Como diz aquela canção “quando Jesus passar eu quero
estar no meu lugar.”

hermeneutica.com

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