Ele lhes disse: “Por isso, todo mestre da lei instruído quanto
ao Reino dos
céus é como o dono de uma casa que tira do seu tesouro
coisas novas e coisas
velhas”. Mateus 13:52
Jesus não está dizendo
que o escriba do Reino (o "mestre da lei"
dotado de dons do estudo e ensino
da Palavra) estará sempre
trazendo “novidades”. No entanto, cada geração vai
descobrir
verdades no Evangelho que a geração anterior talvez tenha
esquecido
ou perdeu de vista. Muito do que Jesus pregou parecia
“novo”
naquela época. Mas, era tão antigo quanto “a lei e os profetas”
no
qual Jesus fundamentou todo seu ensino. Como naquela época, ainda
hoje,
o homem vai sedimentando suas tradições e engessando a
Palavra de Deus por
interpretações e aplicações que, embora
próximas à vontade do Senhor, não são
perfeitas. Daí, aqueles que
se consideram os "guardiões" dessas
interpretações querem
protegê-las como se fossem a própria Palavra - algo que
elas não
são. Alguém sabiamente disse que "O Evangelho não envelhece,
os
nosso métodos de comunicá-Lo nem tampouco devem." Jesus demonstrou
esta
verdade em seu ensino com seu uso de parábolas e alegoria.
Estas "novas"
histórias comunicavam a "velha" verdade da Palavra de
Deus. Quem tem o dom de
mestre tem a responsabilidade de ensinar,
sendo aceito ou não, parecendo “os
velhos caminhos” ou parecendo
“novidade”. Se este for seu dom, que
Deus lhe ajude a ser fiel à
Palavra de Deus e ao mesmo tempo comunicá-la de
forma que ela seja
ouvida e abraçada por seus contemporâneos. Que Deus lhe
faça um bom
mestre.
"Interrogado pelos fariseus sobre quando viria o reino de Deus, Jesus lhes respondeu: Não vem o reino de Deus com visível aparência. Nem dirão: Ei-lo aqui! Ou: Lá está! porque o reino de Deus está dentro em vós." (Lucas 17: 20-21).
sábado, 27 de outubro de 2012
Contra depressão, pastores precisam priorizar família e buscar reciclagem, afirma pastor José Pontes. Leia na íntegra
O ministério pastoral traz responsabilidades e exige dedicação intensa dos que são chamados para esta função, e muitas vezes, a complexidade das relações humanas, a falta de estrutura ideal e até a busca por desafios que motivem a congregação tornam a rotina dos pastores desgastante e levam alguns à depressão.
O pastor José Pontes, líder da Igreja do Nazareno no Brasil e escritor, publicou um artigo no site da Visão Nacional para a Consciência Cristã (VINACC) sobre este tema, e relatou uma conversa com um colega de ministério que o procurou em apuros e as causas que levam pastores ao desespero.
Segundo Pontes, uma das causas é a religiosidade: “Acho que nos últimos anos, nós pastores passamos a viver e praticar mais uma religião do que viver a simplicidade do evangelho”. Para o pastor, “as instituições passaram a ter um poder e um domínio fortíssimo sobre os seus líderes; as pessoas, o rebanho passaram a ser segundo plano”.
O estresse vivido por muitos pastores se dá, segundo a avaliação de Pontes, devido à desorganização pessoal de cada líder: “O pastor não prioriza seu casamento nem seus filhos [...]Existe no meio pastoral muita indisciplina do seu tempo e no cuidado do seu próprio corpo e da sua saúde mental”, observa o pastor, que atenta ainda, pela necessidade de reciclagem para exercer bem a função: “Muitos pastores querem pastorear a geração de hoje com os mesmos métodos e formas de 10, 20 anos atrás – isso gera angústia e impotência”.
As soluções, segundo o pastor, passam por avaliações, escolhas e decisões pessoais: “Se o líder quer dar um novo rumo a sua vida ou mesmo fazer consigo mesmo um trabalho preventivo contra essa crise que assola a liderança, então é [...] refletir e começar a combater [os erros]. Levando isso a sério, o líder será mais saudável nos mais variados aspectos”.
Confira abaixo a íntegra do artigo “O que está acontecendo com nossos pastores”, do pastor José Pontes:
Prezado amigo, colega, companheiro líder, estou escrevendo essas poucas letras direto para você e também para mim mesmo. Poucos minutos antes de escrever essas poucas linhas, recebi um telefonema de um querido pastor e sua primeira palavra foi: PR. PONTES, VOCÊ TEM UM TEMPO PARA ME OUVIR? Falei que sim, foi então que ele me disse da sua dificuldade em ter amigos, dificuldades em se abrir e desconfianças com sua própria igreja e denominação. Disse-me ele: “preciso de alguém que me escute sem me julgar, sem me condenar, etc… etc… etc…” Conversamos por longos minutos, aliás, falei muito pouco, muito pouco mesmo, ele, no entanto, falou o tempo todo, do seu medo, das suas angústias, das suas inquietantes preocupações com a igreja, com sua família, com sua própria vida; depois chorou, chorou muito, sozinho pela manhã, disse-me ele. Depois me perguntou: “Pr. Pontes, o que está acontecendo com nós pastores? Será que isso é Deus trazendo juízo?” Pois, segundo ele, na sua cidade existem muitos pastores tristes, deprimidos, tomando remédios para conseguir conciliar o sono.Fiquei a ouvir atento aquele amado colega que passa por uma forte crise depressiva, existencial; fiquei realmente a pensar o que na verdade está acontecendo conosco, “líderes” do rebanho de Deus. Comecei então a pensar em algumas possibilidades que quero compartilhar com você querido leitor dessa coluna, são elas:Primeiro: Acho que nos últimos anos, nós pastores passamos a viver e praticar mais uma religião do que viver a SIMPLICIDADE DO EVANGELHO.Segundo: As instituições passaram a ter um poder e um domínio fortíssimo sobre os seus líderes; as pessoas, o rebanho passaram a ser segundo plano.Terceiro: O pastor não tem pastor que cuide dele mesmo. Não tem amigos, se isola, às vezes é autossuficiente.Quarto: As igrejas locais estão abarrotadas de programações e atividades, e isso gera muito peso, muito trabalho e pouca produção de santidade e crescimento espiritual sadio.Quinto: O pastor não prioriza seu casamento nem seus filhos.Sexto: Existe no meio pastoral muita indisciplina do seu tempo e no cuidado do seu próprio corpo e da sua saúde mental.Sétimo: Muitos pastores querem pastorear a geração de hoje com os mesmos métodos e formas de 10, 20 anos atrás – isso gera angústia e impotência. Bem, esses são apenas alguns aspectos do que considero como combustíveis que estão alimentando essa forte crise do meio pastoral. AGORA, A PERGUNTA É: FORAM APONTADOS OS POSSÍVEIS ERROS, MAS QUAL A SOLUÇÃO ?Respondo de forma mais simples possível: se o líder quer dar um novo rumo a sua vida ou mesmo fazer consigo mesmo um trabalho preventivo contra essa crise que assola a liderança, então é copiar cada um dos pontos acima, refletir e começar a combater UM POR UM. Levando isso a sério, o líder será mais saudável nos mais variados aspectos.ENTÃO, MÃOS A OBRA, OU SENÃO FIQUE NO MESMO ESTADO E DAQUI A ALGUNS DIAS ESTAREMOS NOS CONSULTÓRIOS PSIQUIÁTRICOS E PSICOLÓGICOS.MAS, ACONSELHO A MIM E A VOCÊ: FAÇAMOS A CERTO HOJE PARA AMANHÃ NÃO ESTARMOS CHORANDO.Abraço amigo,Pr. José Pontes
6 milhões pro gordo emagrecer e nada pra matar a fome do povo.
Essa é a política da globo. Muitos dirão, mas é uma rede de televisão e não uma casa de caridade. E o CRIANÇA ESPERANÇA? E a AÇÃO GLOBAL? Conversa pra boi dormir né. Essas campanhas sempre acontecem perto do fim do ano. Coincidência? Creio que não, o nome certo seria oportunismo. Encher os bolsos de doações para pagar parte do 13° dos funcionários cairia muito bem não é?
Agora me expliquem uma coisa se puderem. Porque a Globo sendo tão caridosa com seus projetos sociais, está destinando em patrocínio 6 milhões de reais pro fenômeno emagrecer enquanto milhares de pessoas precisam de comida? Essa quantia não erradicaria fome em nenhum lugar, mas iniciaria um processo de erradicação em muitas comunidades economicamente carentes.
É um absurdo jogar na conta bancária de quem já tem muito dinheiro uma quantia dessas enquanto milhões de brasileiros chafurdam a cara na lama atrás de um prato de comida. Quis usar essa comparação do título para que você querido leitor possa ver a discrepância de valores desse sistema nojento em que vivemos. O rico fica cada vez mais rico, e o pobre cada vez mais esquecido.
Não estamos aqui culpando Ronaldo, ele só está recebendo o que lhe é oferecido, mas o objetivo é contestar o sistema que supervaloriza o rico e dá as costas ao pobre.
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
Reflexão Sexta-Feira
Então perguntou Jesus: “Vocês entenderam todas essas coisas?”
“Sim”, responderam eles. Mateus 13:51
A palavra traduzida como “compreender” ou “entender” é um termo
chave neste capítulo. Em vv. 13-15 é o que separa os discípulos do
povo que ouve, mas que não pratica. É o que separa as pessoas
representadas pelo primeiro e o último solo (vv. 19 e 23). Ambas
escutam, mas apenas uma entende. Agora Jesus precisa saber – vocês
entenderam? É bom saber explicar vários ensinamentos, ou ter o
conhecimento das línguas originais para fazer uma exegese exemplar.
Pode ser útil saber defender certas posições doutrinárias com
vigor. Há pessoas que conseguem fazer estas coisas, mas pelo seu
comportamento e atitudes revelam que não compreendem o que Jesus
ensinou sobre o caráter do Reino. Entender Jesus exige nosso
esforço, pois as nossas mentes não se inclinam naturalmente à
orientação do Espírito. Por isso é necessário algo mais. Precisamos
rogar a Deus para que Ele nos dê a compreensão que precisamos.
Quando você abrir sua Bíblia, peça a Deus uma mente aberta para
aprender. Quando você escutar uma pregação ou aula, ou ler um
estudo, ore a Deus para compreender o que Ele está querendo lhe
dizer. Deus dará sabedoria a quem pedir (Tiago 1:5). Mas, não se
esqueça de pedir.
“Sim”, responderam eles. Mateus 13:51
A palavra traduzida como “compreender” ou “entender” é um termo
chave neste capítulo. Em vv. 13-15 é o que separa os discípulos do
povo que ouve, mas que não pratica. É o que separa as pessoas
representadas pelo primeiro e o último solo (vv. 19 e 23). Ambas
escutam, mas apenas uma entende. Agora Jesus precisa saber – vocês
entenderam? É bom saber explicar vários ensinamentos, ou ter o
conhecimento das línguas originais para fazer uma exegese exemplar.
Pode ser útil saber defender certas posições doutrinárias com
vigor. Há pessoas que conseguem fazer estas coisas, mas pelo seu
comportamento e atitudes revelam que não compreendem o que Jesus
ensinou sobre o caráter do Reino. Entender Jesus exige nosso
esforço, pois as nossas mentes não se inclinam naturalmente à
orientação do Espírito. Por isso é necessário algo mais. Precisamos
rogar a Deus para que Ele nos dê a compreensão que precisamos.
Quando você abrir sua Bíblia, peça a Deus uma mente aberta para
aprender. Quando você escutar uma pregação ou aula, ou ler um
estudo, ore a Deus para compreender o que Ele está querendo lhe
dizer. Deus dará sabedoria a quem pedir (Tiago 1:5). Mas, não se
esqueça de pedir.
“Ore pela sua Polícia”: PMs de Cristo lançam campanha de 52 dias contra violência
O organização PMs de Cristo, que há 20 anos reúne policiais militares que fazem parte da comunidade evangélica, está promovendo uma campanha de oração pela instituição.
Denominada “Ore pela sua Polícia”, a campanha tem a intenção de ser uma resposta aos ataques a PMs em São Paulo, e também à onda de violência na cidade.
A proposta é que os envolvidos orem e jejuem em favor da paz e da segurança dos cidadãos em geral, além dos próprios PMs.
O projeto conta com um cadastramento no site da organização PMs de Cristo, para que os interessados possam acompanhar o desenrolar da campanha, que tem duração prevista de 52 dias.
A base bíblica para a escolha do tempo de duração da campanha “Ore pela sua Polícia” é a história de Neemias, que liderou o povo hebreu na reconstrução dos muros de Jerusalém durante 52 dias.
Para saber mais sobre a iniciativa dos PMs de Cristo, ou se cadastrar na campanha de oração, acesse o site pmsdecristo.org.br. O cadastramento pode ser feito individualmente ou em nome de uma igreja. Há ainda o telefone 11 2203-7777 e o e-mail orepelasuapolicia@pmsdecristo.org.brcomo canais de informação.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+
Ciente de seu papel junto à sociedade, o Gospel+ disponibilizou um espaço voltado para divulgação de projetos sociais focados em ajudar ao próximo.
Acreditamos que a transformação da sociedade acontece não só através da palavra, mas também de ações efetivas e eficazes, com demonstração de amor ao próximo.
Se você conhece ou desenvolve um projeto social que precise de divulgação, entre em contato conosco através do endereço redegmais.com.br/contato e nos conte! Informe as áreas de atuação, formas de colaboração, meios de contato e visitas, para que possamos colaborar e servir ao Pai, servindo a seus filhos.
Homem viaja 5700 km a pé seguindo “um sonho dado por Deus”
Um muçulmano nascido na Bósnia é apenas um entre os mais de dois milhões de islâmicos que chegaram a Meca, na Arábia Saudita, para a peregrinação do hajj. Enquanto a imensa maioria viajou de avião, Senad Hadzic foi a pé!
Ele iniciou sua peregrinação em dezembro do ano passado. Para chegar até a cidade santa dos muçulmanos, o bósnio de 47 anos percorreu nada menos que 5,700 quilômetros. Conta que durante o trajeto enfrentou temperaturas extremas, que foram de 35º Celsius negativos na Bulgária a mais de 44º C, na Jordânia.
Ele levou nas costas uma mochila pesando cerca de 20 quilos, contendo um Alcorão, uma Bíblia, mapas e bandeiras dos países que ele pretendia atravessar. Ele passou por sete países: Bósnia, Sérvia, Bulgária, Turquia, Síria e Jordânia.
“Desde que sai de casa, comprei uma bandeira de cada país por onde passei. Fui muito bem recebido na Jordânia, por isso carrego com alegria sua bandeira. Fiquei naquele país durante o mês sagrado do Ramadã, antes de entrar na Arábia Saudita”, explica.
“Para ser honesto, antes de começar esta viagem, todos diziam temer pela minha vida, perguntando como eu, sendo muçulmano, conseguiria viajar em paz em países cristãos como Sérvia e Bulgária”, diz Hadzic.
Sem muito dinheiro para viajar, Hadzic afirma que dependeu da vontade Deus e da bondade de estranhos. “Na Sérvia, as pessoas vieram até mim e me deram um chapéu, ou meias”, explica. “Certa vez, um professor na Sérvia me convidou para dormir em sua casa. Este professor sérvio, que era cristão, disse-me que eu era o primeiro muçulmano que ele tinha deixado entrar em sua casa. Foi uma grande honra para mim”.
Mas a viagem não foi livre de inconvenientes. “Eu vou te dizer, esta viagem teve milhões de problemas”, desabafa, sem perder a fé. “Não tive medo de um tanque ou de levar uma bala, só de desobedecer a Deus”.
Em sua página no Facebook, Hadzic atesta que foi Deus quem mostrou a ele o trajeto durante seus sonhos, incluindo a opção de passar pela Síria no meio de uma guerra civil e não pelo caminho mais seguro, atravessando o Iraque.
O fiel muçulmano diz que na Turquia um homem ofereceu pagar sua passagem de avião para que ele chegasse mais depressa e em segurança. Hadzic recusou. Para ele viajar a pé é um ato de fé, e visava mostrar muitas coisas a ele e todos que encontrou ao longo do caminho.
“Com este ato, estou provando que tudo que faço é por amor de Deus”, diz Hadzic.
O hajj, ou caminhada santa, é um dos cinco pilares do Islã. O Alcorão ensina que todos os muçulmanos que tiverem condições devem ir até Meca pelo menos uma vez na vida.
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
Reflexao Quarta-Feira
Corrige-me, Senhor, mas somente com justiça, não com ira, para
que não me reduzas a nada. Jeremias 10:24
Eu gosto de um pedido que um amigo meu faz ao Senhor:
“Humilhe-me gentilmente, Pai”. A transformação é trabalho árduo e
exige ainda mais paciência de Deus do que de nós. Nós agradecemos a
Deus pela sua graça que nos permite admitir nosso pecado e mesmo
assim entrar na Sua santa presença. Que bom que Ele não nos trata
como merecemos ser tratados, mas como precisamos ser tratados
(Salmo 103).
que não me reduzas a nada. Jeremias 10:24
Eu gosto de um pedido que um amigo meu faz ao Senhor:
“Humilhe-me gentilmente, Pai”. A transformação é trabalho árduo e
exige ainda mais paciência de Deus do que de nós. Nós agradecemos a
Deus pela sua graça que nos permite admitir nosso pecado e mesmo
assim entrar na Sua santa presença. Que bom que Ele não nos trata
como merecemos ser tratados, mas como precisamos ser tratados
(Salmo 103).
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