"Interrogado pelos fariseus sobre quando viria o reino de Deus, Jesus lhes respondeu: Não vem o reino de Deus com visível aparência. Nem dirão: Ei-lo aqui! Ou: Lá está! porque o reino de Deus está dentro em vós." (Lucas 17: 20-21).

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Reflexão Quarta-Feira

Os seus discípulos responderam: “Onde poderíamos encontrar,
neste lugar deserto, pão suficiente para alimentar tanta gente?”
“Quantos pães vocês têm?”, perguntou Jesus. “Sete”, responderam
eles, “e alguns peixinhos.” Ele ordenou à multidão que se
assentasse no chão.  Depois de tomar os sete pães e os peixes e dar
graças, partiu-os e os entregou aos discípulos, e os discípulos à
multidão. Todos comeram até se fartar. E ajuntaram sete cestos
cheios de pedaços que sobraram. Os que comeram foram quatro mil
homens, sem contar mulheres e crianças. E, havendo despedido a
multidão, Jesus entrou no barco e foi para a região de Magadã. Mateus 15:33-39


   Os discípulos só conseguem pensar no alimento que não têm. Jesus
só quer saber do pouco que eles têm. O Senhor nunca espera nada de
nós além daquilo que ele nos deu. Mas nós tantas vezes ficamos
desanimados, frustrados e paralisados porque só conseguimos
enxergar aquilo que não temos. Paulo, com todo o talento e a
energia que tinha, provavelmente fez muito mais na prisão em
cadeias do que teria feito fora livre. Será que nós estamos vendo
as oportunidades que Deus está nos dando ainda hoje? Às vezes elas
estão justamente nas limitações que ele coloca diante de nós, na
escassez de recursos, na ajuda insuficiente e na falta de forças.
São as oportunidades que ele nos dá para depender dEle. “Quantos
pães vocês têm?” Jesus pergunta. Primeiro eles têm que enxergar
quão impossível é a situação. Depois, têm que confiar todas as suas
soluções ao Senhor. Finalmente, eles têm que seguir em fé no plano
que o Senhor mandar. Na medida em que fizermos o mesmo, veremos
Deus agindo e fazendo maravilhas diante dos nossos olhos. Você quer
ver Deus agindo? Tem alguma situação impossível para entregar a
Ele?

Apóstolo Valdemiro Santiago pede que fiéis deem dízimo conforme gostariam de ter de renda: “Separa o valor de um salário mínimo por exemplo”



O apóstolo Valdemiro Santiago lançou, num dos programas de TV da Igreja Mundial do Poder de Deus, uma campanha de arrecadação inusitada, que promete um ganho de renda conforme o desejo do fiel. A edição do programa foi ao ar no último dia 02/11, feriado de finados.
Durante o programa, Santiago pede que os fiéis entreguem um “dízimo” que represente o valor que eles desejam ter como salários ou renda. A sugestão é que se o fiel desejar ter um salário de R$ 6.220,00, deve ofertar R$ 622,00 como ato de fé e profecia.
Como recompensa, os fiéis terão o nome escrito no “Livro dos dizimistas”, que será levado ao Monte Carmelo, em Israel, no final do mês de dezembro.
-Durante dois meses, vai entregar o dízimo. ‘Essa é a renda que eu vou ter’. Se é de R$ 5 [mil], então vai devolver R$ 500,00. Se é de R$ 3 [mil], então vai devolver R$ 300,00. Se é de R$ 1 [mil], então vai devolver R$ 100,00 – afirma o líder da Igreja Mundial do Poder de Deus.
A campanha que promete o crescimento de renda foi pensada para os meses de novembro e dezembro, segundo o apóstolo. Os dois meses são a época em que, geralmente, as pessoas assalariadas recebem o 13º salário.
Durante a explicação, Santiago afirma crer que as pessoas serão ambiciosas em seus propósitos: “Eu nunca creio que alguém vai pedir pra ganhar mil reais né? Isso já era. Negócio de salário mínimo, Deus me livre. Dá pelo menos um salário mínimo de dízimo, que aí você vai ter uma renda de R$ 6 [mil] e pouco”, sugere o apóstolo da Mundial.
-De preferência [deposite], direto na conta da igreja – pede Valdemiro Santiago.
Confira no vídeo abaixo o momento de ofertas e dízimos do programa da Mundial, em que o apóstolo sugere dízimos conforme o desejo de renda:

Frase “Deus seja louvado” das cédulas pode será excluída em breve



A Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão (PRDC), de São Paulo, encaminhou o pedido à Justiça Federal para a retirada da expressão “Deus seja louvado” das cédulas de dinheiro. Se aprovada, a medida concede o prazo de 120 dias para que o dinheiro comece a ser impresso sem a frase.
A tentativa não é inédita e os argumentos utilizados é que o Estado brasileiro é laico e não deve estar vinculada a nenhuma manifestação religiosa. Outro dos argumentos do processo é que a frase privilegia a religião cristã em detrimento das outras.
Durante a fase de inquérito, a Casa da Moeda alegou que cabe privativamente ao Banco Central (BC) a definição das características técnicas e artísticas das cédulas. Contudo, o BC, vê fundamento legal uma vez que o preâmbulo da Constituição Federal do Brasil afirma que ela foi promulgada “sob a proteção de Deus”.
O Ministério da Fazenda lembra que a inclusão da expressão nas notas emitidas no país aconteceu em 1986, como uma determinação do presidente José Sarney.
Em 1994, com o início do Plano Real, foi mantida por opção do ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso, que dizia ser “tradição da cédula brasileira”.
Jefferson Aparecido Dias, procurador regional dos Direitos do Cidadão, questiona as decisões, afirmando que não existe uma lei que autorize o uso da expressão religiosa nas cédulas.
Ela enfatiza: “Não se pode admitir que a inclusão de qualquer frase nas cédulas brasileiras se dê por ato discricionário, seja do presidente da República, seja do ministro da Fazenda. Mesmo a lei 4.595/64, ao atribuir ao Conselho Monetário Nacional a competência para ‘determinar as características gerais das cédulas e das moedas’ não o autorizou a manifestar predileção por esta ou aquela religião. Imaginemos a cédula de real com as seguintes expressões: ‘Alá seja louvado’, ‘Buda seja louvado’, ‘Salve Oxossi’, ‘Salve Lord Ganesha’, ‘Deus Não existe’. Com certeza haveria agitação na sociedade brasileira em razão do constrangimento sofrido pelos cidadãos crentes em Deus”.
Ainda segundo Dias, o fato da população cristã ser maioria no país “não justifica a continuidade das violações aos direitos fundamentais dos brasileiros não crentes em Deus”.
A ideia de se referir a Deus no dinheiro é milenar, pois moedas antigas mostravam desenhos que representavam divindades. Desde que foram impressas pela primeira vez, em 1862, as notas de dólar trazem a inscrição “In God We Trust” [Nós confiamos em Deus]. As informações são do portal Terra.

Arcebispo católico diz que imprensa “exagera” em casos de pedofilia



O Cardeal George Pell, da Arquidiocese de Sydney, é a autoridade máxima da Igreja Católica na Austrália. Ele deu uma entrevista nesta terça-feira onde defendeu os padres das acusações de abuso sexual a crianças.
George acredita que imprensa está fazendo uma “campanha” contra os católicos no país, divulgando fatos “exagerados”.
Empunhando um volumoso dossiê, o religioso quer ter uma oportunidade de provar que não tentou encobrir casos de pedofilia envolvendo padres australianos.
“A Igreja Católica se esforça para apurar os casos e considera importante a investigação da polícia. Ficará provado que as denúncias são exageradas. Há uma campanha persistente da imprensa para atacar a Igreja nesse caso. Uma pergunta a ser feita é se é positivo para as vítimas esse furor da imprensa. A busca por justiça é um direito de todos. Estou pronto para cooperar totalmente. É uma grande oportunidade de ajudar as vítimas e desfazer exageros, separando fatos da ficção”, declarou.
Sua reação veio após a polícia divulgar denúncias de abuso sexual de menores em uma escola católica em Sydney. Com isso, a premiê australiana Julia Gillard anunciar a formação de uma comissão especial para investigar a pedofilia cometida por religiosos no país.
A principal acusação contra a Igreja Católica em várias partes do mundo é justamente a falta de punição. Os líderes abafam os casos e acabam deixando os abusadores livres da Justiça comum. Um estudo nacional encomendado pela Conferência Americana de Bispos Católicos à Universidade John Jay de Justiça Criminal, nos EUA alguns anos atrás, mostrou que dos 4.392 padres acusados, apenas 14,1% foram denunciados à polícia. O resto das acusações ficou dentro das dioceses, acobertado por líderes como o cardeal Bernard Law. As informações são do portal Terra.
Em março de 2010, o Papa Bento XVI divulgou uma carta pastoral condenando a pedofilia, algo que já era condenada pela doutrina católica. No documento, o Papa, mesmo tendo sido acusado de encobrir vários casos de padres pedófilos no passado, expressou a sua profunda “vergonha” pelos crimes de pedofilia cometidos pelos clérigos católicos, “pediu desculpa às vítimas” e disse ainda “que os culpados devem responder “diante de Deus e dos tribunais””.

sábado, 10 de novembro de 2012

Reflexão Sabado

“Pois do coração saem os maus pensamentos, os homicídios, os
adultérios, as imoralidades sexuais, os roubos, os falsos
testemunhos e as calúnias. Essas coisas tornam o homem ‘impuro’;
mas o comer sem lavar as mãos não o torna ‘impuro’.” Mateus 15:19-20



   A fonte de toda impureza e de tudo que separa o homem de Deus é
o coração. É por isso que Jesus declara que o pensamento equivale
ao ato (Mt 5:22 e 28). Embora o ato talvez nunca seja consumado, o
pensamento, a intenção ou o desejo já revelam a contaminação dentro
do homem. Como precisamos cuidar dos nossos corações! Não é que as
palavras ou ações não importam. Mas às vezes somos tão cuidadosos
em prestar atenção àquilo que os outros vêem, que deixamos de
perceber o quanto a amargura, o ódio, a inveja ou a cobiça reinam
dentro de nós. A transformação precisa chegar aos atos externos.
Mas, para realmente haver mudança, tem que começar no coração. Tem
alguma impureza dentro de você que você ainda não permitiu o Senhor
tirar? Ela não irá embora até que você a entregue ao Senhor.
Qualquer canto assombrado no seu coração, por menor que seja, será
usado como base do inimigo para levar você à destruição. Entregue
tudo ao Senhor. Hoje. E não olhe para trás.

Página Inicial » Brasil 5/11/2012 - 8:14 Ladrão rouba carro de pastor e depois pede perdão



De acordo com o site Paraná Online no último final de semana um pastor da cidade de São José dos Pinhais teve o carro roubado na frente de sua casa, o ladrão foi preso e quando a vítima chegou na delegacia e se apresentou como pastor ele se ajoelhou e pediu perdão.
As informações foram passadas pelo guarda municipal Jacomel Kusch que participou da prisão de Jean Felipe de Godoy da Silva, 21 anos, que foi preso em flagrante.
O pastor evangélico não teve o nome revelado, mas em depoimento ele contou a polícia que depois de encerrar um culto na noite do sábado (27) ele passou em sua casa no bairro Afonso Pena para se trocar e seguir para outra igreja deixando seu Corsa aberto na porta de casa.
Quando ele voltou para o carro o ladrão já estava no banco de trás e armado pediu para que o pastor deixasse o veículo. Na tarde do domingo a Guarda Municipal foi chamada pela vítima que viu um carro semelhante ao seu no Guatupé, os policias chegaram e Jean tentou fugir com o carro, mas acabou sendo preso.
Uma mulher estava com ele no veículo roubado e também foi presa, pois mesmo sem participar do crime ela desacatou os policiais no ato da prisão tentando agredi-los para que o jovem não fosse preso.
Na delegacia Jean reconheceu a vítima e quando percebeu que se tratava de um pastor, se ajoelhou e pediu perdão. O detido já tinha passagem por roubo.

Política é arma de Satanás para dividir a igreja



Após o final da campanha eleitoral, Jennifer LeClaire, editora de notícias da Charisma, maior revista evangélica pentecostal dos EUA, levantou a questão de como a política dividiu a igreja. Enquanto uma parcela dos evangélicos fez campanha e votou em Obama, alegando que ele era cristão e seu opositor era mórmon; outra parte das igrejas apoiou Romney, que de fato é mórmon, e acusava Obama de ser muçulmano.
Alguns dos fatores mais polêmicos da campanha americana também geraram debates acalorados aqui no Brasil e em outros países que tiveram eleições recentemente: aborto e casamento gay.
LeClaire usa um argumento facilmente compreensível: “até que ponto as questões políticas são uma estratégia de Satanás para dividir a igreja?”. Ela lembra que membros se indispõem com pastores quando estes pregam contra ‘seus’ candidatos. Outros cobram os pastores por se omitirem e não falar sobre questões polícias, pois sabem o quando essas decisões podem afetar a história de uma nação.
Para muitos líderes, e LeClaire ressalta isso, “dividir a igreja é claramente um dos objetivos do inimigo”. Embora muitos possam argumentar que a igreja já está dividida, vide o crescente número de denominações e ministérios que são iniciados a cada ano, trata-se de algo mais profundo.
O que acaba sendo colocado em cheque é a capacidade de o corpo de Cristo ouvir a voz do Senhor. E mais, a linha entre o “certo” e o “errado” se afina e confunde os cristãos.
Quando um pastor ou líder afirma que votar nesse ou naquele candidato é vontade Deus e, ao mesmo tempo, outro pastor ou líder diz que Deus deseja que outro candidato vença, tem-se um grande dilema ético. Ou o Senhor tem duas palavras ou um dos líderes está usando o nome de Deus em vão. Há quem diga que os dois estão e que Deus não apóia ninguém na política, nem no futebol, que fique claro!
Após a derrota a amargura toma conta de alguns e as críticas são ainda mais incisivas, associando ao que apoiaram o vencedor com servos de Satanás e inimigos de Deus.
O fato é que existe uma lista de versículos bíblicos que poderiam ser citados, começando por
Marcos 3:24: 25 “Se um reino estiver dividido contra si mesmo, tal reino não pode subsistir; se uma casa estiver dividida contra si mesma, tal casa não poderá subsistir”. O alerta feito por Jesus continua válido. Tudo aquilo que traz divisão para os irmãos que vivem na mesma casa, deveria ser evitado.
A editora da Charisma desabafa: “Foi durante as campanhas eleitorais que vi os cristãos ofenderem uns aos outros usando os piores adjetivos possíveis… Eu estou tão triste. Este não é o espírito de Cristo. O inimigo encontrou uma porta aberta na igreja e, com sucesso, plantou sementes da discórdia que estão gerando uma grande safra de ódio. Ele enviou mísseis de calúnias que alguns não conseguirão perdoar ou esquecer tão cedo. Eu diria que é fogo amigo, mas não é algo amigável… cristãos não devem brigar com outros cristãos sobre diferenças políticas nem qualquer outra coisa assim”.
Ela também exorta as igrejas para que se esforcem para manter a unidade do Espírito, no vínculo da paz (Ef 4:3) e que não deveria haver divisões no povo de Deus, pois todos deveriam ter a mesma disposição mental e o mesmo parecer (1 Co 1:10).
Agora que o período eleitoral acabou, nos EUA e no Brasil, talvez seja um bom momento para que as igrejas façam uma avaliação. O argumento de LeClarie surge em meio a muitas acusações pós-campanha. Alguns pastores renomados e com ministérios influentes apoiaram candidatos que não venceram e isso lhes gerou muitas críticas e, claro, tentativas de desabonar seus ministérios por causa disso. Dois bons exemplos disso seriam Silas Malafaia e Billy Graham. Embora eles tenham embasado suas decisões em convicções pessoais, só o tempo dirá se e como as urnas os afetarão.
Por fim, é bom lembrar de duas passagens bíblicas que mostram que Deus não deixa de ter o controle, mas muitas vezes apenas respeita as escolhas do povo e deixa que eles arquem com as conseqüências. A primeira é Romanos 13:1 “não há autoridade que não venha de Deus; as autoridades que existem foram por ele estabelecidas”. A outra é 1 Samuel 8:18 “Naquele dia, vocês [re]clamarão por causa do rei que vocês mesmos escolheram, e o Senhor não os ouvirá”.

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