Então Pedro aproximou-se de Jesus e perguntou: “Senhor, quantas
vezes
deverei perdoar a meu irmão quando ele pecar contra mim? Até
sete vezes?”
Jesus respondeu: “Eu lhe digo: Não até sete, mas até
setenta vezes
sete.” Mateus 18:21-22
Jesus acaba de mostrar
a necessidade do Cristão confrontar o
pecado (18:15-17). Quando um discípulo
peca ele precisa se
arrepender. E o irmão que foi objeto do pecado? Quantas
vezes ele
deve sofrer o dano e ainda perdoar? Na época os rabinos
cogitavam
até três vezes. Pedro aparentemente considerou que estava indo
além
da conta com sete vezes. O que Jesus responde é que não há
limite
para o perdão. É um pressuposto que o pecador neste caso
está
arrependido (v. 15). Perdão é uma das coisas mais caras que o
Cristão
pode dar. Custou a Jesus a sua vida. No entanto, o perdão
não tira nada de
nós. Pelo contrário, ele só traz bênção. Paz
interior, reconciliação com o
pecador e livramento da amargura.
Mas, talvez a maior bênção que o perdão nos
traz, seja a justa
lembrança de que nós também somos devedores a Cristo do
perdão que
ele nos deu – perdão este que, se tivesse sido limitado,
deixaria
todos nós na perdição. Graças a Deus que o “setenta vezes sete”
de
Jesus não é literal e sim apenas uma maneira de dizer “não tem
limite”.
Graças a Deus. Agora é a nossa vez de compartilhar o que
já recebemos em
abundância. Tem alguém que você precisa perdoar?
"Interrogado pelos fariseus sobre quando viria o reino de Deus, Jesus lhes respondeu: Não vem o reino de Deus com visível aparência. Nem dirão: Ei-lo aqui! Ou: Lá está! porque o reino de Deus está dentro em vós." (Lucas 17: 20-21).
sábado, 15 de dezembro de 2012
O Senhor do sábado
Como das outras vezes, Jesus é perseguido e criticado, não por criminosos ou prostitutas, mas pelo clero religioso. Os mesmos que conheciam as Escrituras as manipulavam ao seu bel prazer. Eles simplesmente passavam por alto a Palavra de Deus sem dar importância a ela sempre que isso fosse conveniente. Porém, quando seu poder e domínio sobre as pessoas eram ameaçados, eles empunhavam o bordão da Lei para trazer suas ovelhas de volta ao curral. Mas aqui eles estão falando com ninguém menos que o próprio Autor das Escrituras.
A razão das criticas que os fariseus agora fazem é que os discípulos de Jesus atravessavam um campo de trigo e, enquanto caminhavam, iam arrancando as espigas para comer os grãos, separados da palha pelo esfregar das mãos. Os fariseus não questionam o fato de colherem as espigas, pois a Lei permitia a um transeunte se alimentar da plantação alheia desde que o fizesse com as mãos, e não com uma foice. O que os religiosos questionam é eles estarem fazendo aquilo no sábado, o dia determinado por Deus para o descanso dos judeus.
Os fariseus conhecem a letra da Lei, mas não o Deus que lhes deu a Lei. Ao dar um dia de descanso Deus estava preocupado com o bem estar de suas criaturas. Jesus responde: “Vocês nunca leram o que fez Davi, quando ele e seus companheiros estavam com fome? Ele entrou na casa de Deus e, tomando os pães da proposição, comeu o que apenas aos sacerdotes era permitido comer, e os deu também aos seus companheiros” (Lc 6:3-4). Jesus coloca a sobrevivência do homem acima das minúcias da Lei. Afinal, tudo — o campo, o trigo e o sábado — haviam sido criados para o homem, e não o contrário.
A sobrevivência de Davi, o rei rechaçado por Saul, era mais importante do que as formalidades do templo. E na Bíblia Davi é uma figura de Cristo, o mesmo Messias que vem sendo repetidamente atacado pelo clero. “O Filho do homem é Senhor do sábado”, explica Jesus. Os fariseus deviam saber que Deus havia colocado o homem como cabeça de toda a Criação, porque isso estava mais do que explicado no livro de Gênesis. Agora eles têm ali o “Filho do homem”, título que revela a humanidade de Jesus, o Homem perfeito, que no seu devido tempo terá tudo sob seus pés. Ele é indiscutivelmente Senhor do sábado e de tudo mais.
Quem já trabalhou numa empresa onde existe um gerente que detesta ter em sua equipe alguém mais inteligente ou capaz do que ele sabe como se sentem esses líderes religiosos. A liderança deles está sendo ameaçada por um intruso que tem a audácia de contestar a interpretação que eles dão das Escrituras. Eles não se importam com a saúde e o bem estar de seus liderados, desde que não percam a posição que ocupam de pastores do povo de Deus e sua autoridade não seja contestada.
Autor: Mario Persona
Fonte: O evangelho em 3 minutos
Fonte: O evangelho em 3 minutos
Íris Abravanel conta como se converteu ao Evangelho e revela que ora ao lado de Silvio Santos: “Ele se sente bem”. Leia na íntegra
Numa entrevista extensa e abrangente, a escritora Irís Abravanel, esposa do apresentador e empresário Silvio Santos, falou sobre sua conversão e prática de fé.
À revista IstoÉ, Irís falou ainda sobre sua família, profissão – atualmente escreve a novela “Carrossel” para o SBT – e relacionamento com o marido, que é judeu.
Irís afirmou que sua conversão se deu de maneira curiosa: “Foi dentro da minha casa. Eu não sabia, mas todos os meus funcionários eram evangélicos. Fui convertida pelo copeiro de casa, o José. Ele se alfabetizou pela Bíblia e espalhava versículos pela casa. Eu olhava aquilo e achava legal, mas para o José”, revela.
A escritora conta que sua aproximação com Deus se deu por frustrações e pelo desejo de viver uma experiência com Ele: “Em 8 de outubro de 1998, decepcionada com todas as outras religiões que havia experimentado, pedi para Deus que, se ele existisse, desse uma prova de sua existência. Estava em casa e pedi um café. O José me trouxe e logo foi dizendo: ‘Olha, dona Íris, ainda bem que a senhora me chamou. Eu estava lá no seu jardim e o meu Deus mandou eu te dizer que a senhora é muito amada por Jesus’. Comecei a chorar. Aí, ele me disse que todos os funcionários se reuniam para orar por mim e pela minha família. No dia seguinte, fui atrás de uma Bíblia para saber quem é Jesus. O José quis me dar a dele. E eu não quis. Aí, ele me disse: ‘Dona Íris, a senhora tem tudo. Esse é o melhor presente que eu posso lhe dar e a senhora não quer aceitar?!’ Foi a primeira lição que tive. Como somos soberbos”, disse Íris à revista.
Reservada, a esposa do apresentador mais famoso do Brasil afirmou que não é filiada a uma denominação em especial: “Não sigo uma igreja específica. Nunca imaginava que um dia eu seria crente na vida. Mas, desde a conversão, eu me enfiava em qualquer garagem onde se falava de Jesus. Queria aprender. A primeira igreja em que estive foi a Assembleia de Deus. A segunda, a Congregação [Cristã no Brasil]. Lembro que fui de saia e Bíblia na mão (risos)”.
Como o marido é judeu, as filhas foram criadas com ensinamentos da religião judaica. Íris, porém, afirma que nunca tentou se converter ao judaísmo, e que ora junto ao marido: “Não tentei me converter ao judaísmo. Eu nunca seria judia. As meninas (filhas) aprenderam hebraico e fizeram Bar Mitzvá, acho bacana. O Silvio é judeu, vai à sinagoga, mas ele está quase vendo que o Messias… quando a gente ora, o Silvio se sente muito bem. Às vezes, ele pede para a Patrícia orar”, revela, fazendo referência à filha que tem se arriscado como apresentadora no SBT.
Confira abaixo, a íntegra da entrevista de Íris Abravanel à revista Istoé:
Por Tiago Chagas, para o Gospel+Onde a sra. busca inspiração para escrever?Impossível escrever uma história e não colocar um pouco do que você viveu, de livros que leu, de filmes a que assistiu. Uma vez cortei um pouco o cabelo das meninas (filhas) achando que isso fortaleceria o cabelo delas. As quatro chegaram à escola com cabelos tipo tigelinha. Aí, voltaram para casa p. da vida. Revivi um pouco disso em “Carrossel”. Nessa novela, insisti em cenas que mostram as crianças mais distantes de computadores, games, e mais dispostas a criar brincadeiras.Coisas que a sra. fazia com as suas filhas?Sim. Então, você vê chapéu sendo feito com jornal e coisas do tipo, para despertar a criatividade delas. Mexer com fantasia da criança é sempre saudável. Quando somos pequenos, criamos um amigo imaginário e isso é positivo porque, assim, resolvemos conflitos, diferenciamos o bem e o mal. A gente está conseguindo passar coisas edificantes para a criançada. Fui professora durante cinco anos. Sempre gostei de trabalhar com criança. Por mim, eu teria dez filhos.Por que a sra. resolveu iniciar uma nova carreira perto dos 60 anos?Eu vinha percebendo a dificuldade do Silvio em contratar autores de novelas. Os melhores estavam na Globo ou na Record. E o contrato do SBT com a Televisa (emissora mexicana parceira do SBT) havia terminado. Aí, em um jantar, ele lamentava a dificuldade que vinha enfrentando. E eu disse: “E se eu escrever?” Na hora, eu pensava em resolver um problema dele. E acabei ganhando um problemão! Sofri preconceito no início. Muita gente dizia: “Ela vai ficar dois meses nessa e não vai aguentar, vai para o shopping”. Mas, como diz o Chaves (personagem de uma série televisiva mexicana), “não contavam com a minha astúcia”!Qual foi a reação do Silvio Santos?Quando perguntei ao Silvio o que achava de eu escrever novelas, ele me disse para ir em frente, mas para não retroceder depois. O nome da primeira novela, “Revelação”, foi o Silvio quem deu. Porque (eu fazer novela) seria uma revelação (risos). No começo, eu não era contratada pelo SBT. Trabalhei seis meses sem receber nada, até provar que eu seria capaz. Eu tinha um computador que não era de última, mas da primeira geração (risos). Eu fui montando a minha equipe com pessoas que conhecia. Éramos um exército de pernetas! Uma das colaboradoras, por exemplo, de professora de matemática passou a fazer cenas. Nós almoçávamos na minha casa. Foram seis meses de deserto, sem nenhum recurso. Hoje, sou funcionária do SBT. Tenho registro em carteira. Fazia pelo menos 30 anos que não tinha registro. Tive apenas um aumento, muito reivindicado, em cinco anos no SBT. Agora, com “Carrossel”, estou pensando em negociar de novo. Eu nunca tinha ido, por exemplo, sozinha ao SBTE como foi a experiência?Cheguei na portaria um dia para uma reunião. Disse que eu me chamava Íris e tinha uma reunião marcada. Aí, me disseram: “Pois não, pode encostar ali do lado e aguardar.” E foi o que eu fiz. Fiquei ali aguardando até que a pessoa com quem eu ia falar avisou na portaria: “Vocês sabem quem é que está aí esperando?” Não sei bem o que aconteceu, ao certo, mas as portas se abriram e eu entrei (risos). E aí começou o respeito por mim, desde a portaria. Nunca falei “você sabe com quem está falando?” para alguém. Cada um no seu lugar, né? Logo depois, a minha equipe toda passou a ter crachá para entrar no SBT. Aí, não queriam dar um para mim, disseram que eu não precisaria. Eu chiei: “Como não preciso? Já fui barrada (risos)!” Aí, fui lá tirar foto e exigi crachá.Como foi iniciar uma carreira na empresa do marido?À medida que você vai se relacionando, as pessoas vão esquecendo quem está por trás de você e passam a enxergar o lado profissional. Algumas pessoas, quando veem que há coisas a serem modificadas no meu trabalho, ainda têm dificuldade de dizer isso para mim. Mas com o tempo a gente (ela e Silvio) vira doce de festa e as pessoas se acostumam com a nossa figura.Ainda consegue administrar a casa como fazia antes?Todos os nossos funcionários estão com a gente há mais de dez anos. Então, cada um já sabe o que fazer e eu não preciso ficar em cima. A coisa só muda quando a gente viaja. Aí, eu e o Silvio arregaçamos a manga. Eu faço a comida e o Silvio limpa a cozinha. Ele limpa a cozinha melhor do que eu. Limpa o fogão direitinho… Ele gosta de fritar bife. Tem o ponto da carne lá que ele gosta. E ele ama o Walmart, porque nesse supermercado tem de tudo.Gostou quando Silvio assumiu os cabelos grisalhos na tevê?Eu estou acostumada, porque, quando a gente viaja, ele está assim. Mas achei o máximo ele se mostrar do jeito que é de verdade. Sabe por que gosto do grisalho? Porque o tom de pele dele fica mais suave, bonito. Mas tenho a impressão de que ele voltou a pintar o cabelo por causa da opinião das pessoas também.O que aprendeu com o episódio do sequestro da sua filha Patrícia?Doía muito (quando a filha estava em poder do sequestrador, em 2001). É como se tivesse arrancado um pedaço de mim sem anestesia. Com o sequestro, aprendi a demonstrar mais amor, carinho, pelas pessoas enquanto elas estão ao nosso lado. Disseram que a Patrícia estava com síndrome de Estocolmo (quando a vítima passa a ter simpatia e até sentimento de amor ou amizade pelo seu agressor). Ela não teve síndrome nenhuma. Ela, naquele momento, enxergou a diferença da vida de dois jovens, a dela e a dele (sequestrador). Esse episódio não mudou nada em nossas vidas. Continuamos vivendo sem seguranças por perto, nada. Nossa maior segurança é Deus mesmo.A sra. é evangélica. Como se deu a sua conversão?Foi dentro da minha casa. Eu não sabia, mas todos os meus funcionários eram evangélicos. Fui convertida pelo copeiro de casa, o José. Ele se alfabetizou pela Bíblia e espalhava versículos pela casa. Eu olhava aquilo e achava legal, mas para o José. Em 8 de outubro de 1998, decepcionada com todas as outras religiões que havia experimentado, pedi para Deus que, se ele existisse, desse uma prova de sua existência. Estava em casa e pedi um café. O José me trouxe e logo foi dizendo: “Olha, dona Íris, ainda bem que a senhora me chamou. Eu estava lá no seu jardim e o meu Deus mandou eu te dizer que a senhora é muito amada por Jesus”. Comecei a chorar. Aí, ele me disse que todos os funcionários se reuniam para orar por mim e pela minha família. No dia seguinte, fui atrás de uma “Bíblia” para saber quem é Jesus. O José quis me dar a dele. E eu não quis. Aí, ele me disse: “Dona Íris, a senhora tem tudo. Esse é o melhor presente que eu posso lhe dar e a senhora não quer aceitar?!” Foi a primeira lição que tive. Como somos soberbos.Frequenta alguma denominação evangélica específica? A sra. tentou se converter ao judaísmo?Não sigo uma igreja específica. Nunca imaginava que um dia eu seria crente na vida. Mas, desde a conversão, eu me enfiava em qualquer garagem onde se falava de Jesus. Queria aprender. A primeira igreja em que estive foi a Assembleia de Deus. A segunda, a Congregação. Lembro que fui de saia e “Bíblia” na mão (risos). Mas não tentei me converter ao judaísmo. Eu nunca seria judia. As meninas (filhas) aprenderam hebraico e fizeram Bat Mitzvá, acho bacana. O Silvio é judeu, vai à sinagoga, mas ele está quase vendo que o Messias…quando a gente ora, o Silvio se sente muito bem. Às vezes, ele pede para a Patrícia orar.Como conheceu o Silvio?Eu o conheci em uma praia, no Guarujá (SP). Eu ainda dava aula e estava noiva. Tinha de 18 para 19 anos e ele o dobro da minha idade. Foi uma tragédia, porque, quando o meu pai soube, ficou doente. A gente começou uma amizade e demorou para a gente ficar junto. Eu me casei, antes, e o Silvio foi padrinho. Me separei depois de cinco anos. A família era contra eu me relacionar com homem de televisão.Quem de vocês dois foi mais tolerante em relação às idiossincrasias do companheiro?Eu era uma pessoa bem difícil, geniosa, meu ponto de vista tinha de prevalecer sempre, era teimosa. Hoje não. Como o Silvio, que também mudou, e hoje administra melhor o ciúme que ele sentia, por exemplo.A separação que vocês tiveram nos anos 1990 tinha a ver com o ciúme também?Sim. Eu me sentia sufocada. Ele era muito ciumento, de controlar passo a passo. Depois desse episódio, ele aprendeu a administrar melhor. Foi uma briga de foice, de gigantes, eu com estilingue e ele com um exército (advogados foram contratados por ambas as partes). Depois que reatamos (permaneceram separados por cerca de seis meses), eu disse a ele: “Agora, não me separo nunca mais. Você vai ter de me aguentar para o resto da sua vida”.
Ex-ator Guilherme de Pádua detalha crime contra filha de Glória Perez e revela que carta de idosa o fez superar o remorso: “Jesus te ama”. Assista na íntegra
O ex-ator Guilherme de Pádua concedeu uma entrevista ao repórter e apresentador Marcelo Rezende sobre o assassinato da atriz Daniela Perez.
O matéria foi veiculada pela TV Record no último domingo, 09/12, no programa Domingo Espetacular. Com 42 minutos de duração, a entrevista mostra as versões de Pádua, que hoje é evangélico, membro da Igreja Batista da Lagoinha, sobre o crime.
Segundo Pádua, ele nunca havia falado sobre o assunto com ninguém, além do depoimento dado ao tribunal, durante o julgamento. Na entrevista, detalhes do crime são relatados por ele e pelo chefe dos peritos que analisaram a cena, além da apresentação de imagens da perícia e da reconstituição do assassinato.
A reportagem não afirma, mas deixa no ar a possibilidade de que Guilherme não tenha matado a atriz Daniela Perez, filha de Glória Perez. Segundo o ex-ator, ele teria segurado a atriz pelo pescoço para apartar a briga dela com sua ex-esposa, Paula Tomáz, e após um certo tempo, Daniela teria desmaiado, e desesperado, ele chegou à conclusão de que ela estaria morta. Minutos depois, enquanto ele tentava encobertar o crime, Paula pegou uma tesoura e desferiu 19 golpes contra Daniela, o que causou uma hemorragia.
O chefe dos peritos apresentado na reportagem afirma que na autopsia, não foram constatados sinais de estrangulamento e asfixia, e a causa da morte foi hemorragia.
Pádua afirma não ter dúvidas que ficou marcado pelo crime, mesmo após ter cumprido um terço da pena em regime fechado e o restante, em condicional.
O ex-ator, atualmente técnico de informática da Igreja Batista da Lagoinha, afirmou que na época do julgamento, pensou em se matar, porém uma carta entregue a ele por uma senhora idosa, o fez mudar de ideia. Segundo Pádua, na carta a senhora pedia que ele não desistisse, pois Jesus o amava.
Convertido ao Evangelho, Pádua se tornou tema de um livro, Que Amor É Esse, escrito por Paula Maia, sua atual esposa. O livro foi apresentado pelo pastor Márcio Valadão durante um culto na Batista da Lagoinha.
Após a exibição da matéria pela TV Record, a mãe de Daniela, Glória Perez, escritora de novelas e atualmente trabalhando em Salve Jorge, criticou novamente o ex-ator. Para ela, Guilherme é um “michê vagabundo”.
Questionado por Marcelo Rezende sobre o que diria para Glória Perez caso estivesse frente a frente com a escritora, Guilherme afirmou: “Eu pediria só perdão. Não tenho como fazer nada por ela, não tenho esse poder. Eu sou a pessoa que fiz mal a ela”.
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
“Deus tarda, mas não falha”: Conheça a origem de ditados populares que são usados por muitos pregadores como versículos bíblicos
Frases de impacto, soltas no meio de uma pregação emocionada, e referências confusas. O cenário pode ser reconhecido por muitos evangélicos, pois ocorre frequentemente. Pregadores muitas vezes usam bordões que, de certa forma, ficaram consagrados como “ditados bíblicos”, mas que na verdade nunca estiveram na Bíblia Sagrada.
Os “versículos novos”, termo usado pelo palestrante Hipólito Cesar para se referir às frases de efeito que são vendidas como sendo bíblicas, são inúmeros. “Não vou lhe dizer que essa prática seja imprópria, mas é bom conferir tudo o que se ouve, para evitar situações constrangedoras… Na igreja de Beréia, os cristãos recebiam de bom grado as pregações. Mas não as recebiam como verdades bíblicas sem antes conferir nas Escrituras (Atos 17:11)”, afirma Hipólito.
Entre as mais usadas nos púlpitos das igrejas, estão frases como:
“A voz do povo é a voz de Deus”
“Água mole em pedra dura tanto bate até que fura”
“Da semente da mulher levantarei um que esmagará a cabeça da serpente”
“Deus cegou os entendimentos dos incrédulos”
“Eu venci o mundo, e vós vencereis também”
“Deus tarda mas não falha”
“Dize-me com quem andas e eu te direi quem és”
“Não cai uma folha de uma árvore, se Deus não permitir”
“A palavra de Deus se renova dia após dia”
“Deus escreve certo, por linhas tortas”
“Quem não vem pelo amor, vem pela dor”
“Você não nasceu para ser calda nasceu para ser cabeça”
“Deus não escolhe os capacitados mas capacita os escolhidos”
A questão em torno da existência dessas frases, segundo o escritor e colunista do Gospel+, Daniel Simoncelos, é o pouco preparo: “Infelizmente isto acontece devido à falta de conhecimento bíblico de muitos líderes cristãos. É impressionante o número de cristãos que nunca leram a bíblia toda, e por isso muitas igrejas que pregam heresias estão abarrotadas de pessoas que são enganadas por seus pastores que ou citam versículos isolados interpretando de forma errônea (o que não difere de inventar versículos) ou citam frases populares como se fossem textos sagrados”.
Segundo Simoncelos, “é preciso que o cristão não apenas leia a bíblia toda, mas que a leia todos os dias, se apaixone pelas escrituras, a leia de joelhos buscando viver aquilo que está lendo”.
A respeito das frases citadas, pesquisas rápidas podem desvendar a origem dos ditos populares que se “consagraram” no meio evangélico. Confira abaixo a explicação para as mais recorrentes:
A voz do povo é a voz de Deus
-Essa frase antibíblica e extrabíblica, é oriunda do latim “vox populi, vox Dei”, e é citada como se fosse bíblica! Quando Jesus andou na terra, a opinião do povo a seu respeito era variada. Uns o consideravam pecador (Jo 9.16) ou endemoninhado (Mt 12.24), e outros criam que era um profeta (Mt 16.13,14). Enquanto isso, a voz de Deus ecoava. “Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo“ (Mt 3.17). Seria a voz do povo a voz do Senhor? – questiona o blogueiro Paulo de Aragão Lins.
Água mole em pedra dura tanto bate até que fura
-Esse provérbio popular alude à persistência. Trata-se de um bom pensamento, mas extrabíblico! Conquanto não apareça nas páginas sagradas, realça o princípio da perseverança na oração (Mt 7:7,8; Lc 18:1-8). Isso, porém, não nos autoriza a citar a frase como se fosse um versículo inspirado da Palavra de Deus – contextualiza o palestrante Hipólito Cesar.
Da semente da mulher levantarei um que esmagará a cabeça da serpente
- É comum ouvir pregadores citando essa frase como sendo a primeira promessa com relação à obra redentora de Jesus. Mas essa promessa não aparece nas Escrituras. Em Gênesis 3:15, Deus disse para Satanás, personificado em uma serpente: “E porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua semente e a sua semente; esta te ferirá a cabeça e tu lhe ferirás o calcanhar”. É importante observar que o texto bíblico não usa o verbo “esmagar” e sim “ferir”. De acordo com a Palavra de Deus, o inimigo ainda não foi esmagado, isto é, derrotado por completo. Ele já está julgado (Jo 16:11), e, na cruz, Jesus o feriu (Cl 2:14,15). Entretanto, “… o Deus de paz esmagará em breve Satanás debaixo de vossos pés” (Rm 16:20) – diz Hipólito.
Eu venci o mundo, e vós vencereis também
- É claro que através da vitória de Cristo todos os seus seguidores autênticos, nascidos de Deus (I Jo 5:4), se tornam mais do que vencedores (Rm 8:37). Não obstante, as palavras de Jesus em João 16.33 foram apenas: “Tenho-vos dito isto para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo“. O complemento “e vós vencereis“ é um acréscimo às palavras do Mestre, prática que ele mesmo proibiu (Ap 22:18). O que realmente Jesus disse? No mundo tereis aflições, mas, tende bom ânimo “eu venci“, (Quarto Evangelho 16:33 – parte b) – explica Paulo de Aragão Lins.
Deus tarda mas não falha
-Evidentemente Deus não tarda. Hb 10:37 “Porque ainda um poucochinho de tempo, e o que há de ir virá, e ‘não tardará’”. É provável que alguns façam uso de alguns textos como. Habacuque 2:3 “Porque a visão é ainda para o tempo determinado, e até ao fim falará, e não mentirá. Se tardar, espera-o; porque certamente virá, ‘não tardará’ ou Mt 25:5 “E tardando o Esposo, tosquenejaram todas e adormeceram”, etc. Aparentemente, pode parecer que Ele “tarda“, porém Ele “não tarda“. A) Para as virgens, Mt 25:5, “este tardar“, está inserido na concepção humana, Lc 12:45,46. B) Na parábola do juiz iníquo, Lc 18.7, o próprio Jesus declarou que para alguns Deus tarda, porém, acrescentou que “depressa“ ele atende (Lc 18:7,8” – contesta Lins.
Não cai uma folha de uma árvore, se Deus não permitir
- A Bíblia mostra claramente que Deus é o Controlador da natureza. Em Isaías 40:12-31, vemos como tem o Universo em sua mão e faz o que lhe apraz. Apesar disso, a frase em questão não é um versículo bíblico! Portanto, não encontramos este versículo em nenhum capitulo da Bíblia, por que ele não existe! – diz o blogueiro Lins.
A Palavra de Deus se renova dia após dia
-Não está escrito, que a “Bíblia“ se renova e sim as “misericórdias“ do Senhor, Lamentações 3:21,22 – afirma Lins.
Quem não vem pelo amor, vem pela dor
-É verdade que muitas pessoas, depois de passarem por uma dolorosa experiência, entendem a vontade de Deus (Dn 4:30-37; At 9). Entretanto, isso não é uma regra. Existem pessoas que nem mesmo pela dor se arrependem. Por isso, a Palavra de Deus alerta: “O homem que muitas vezes repreendido endurece a cerviz, será quebrantado de repente sem que haja cura” (Pv 29:1) – contextualiza Hipólito Cesar.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+
Torcedor é expulso de partida por ser parecido com Jesus
Um homem de 33 anos precisou ser retirado de uma partida de dardos em Minehead, Somerset, no Reino Unido, depois que os demais torcedores começaram a chamá-lo de Jesus.
Branco, com cabelos compridos e barba, Nathan Grindal, estava interessado em acompanhar de perto a final do jogo, mas foi levado até um bar próximo ao clube a pedido da organização do jogo.
O porta-voz da Corporação Darts Professional, Dave Allen, disse para a imprensa local que a decisão de retirar Nathan do jogo foi para evitar que sua presença se tornasse um incômodo para os jogadores.
“Eu não fui para os dardos vestido como Jesus. Eu fui como eu!”, declarou o australiano que mora nos Reino Unido há seis anos.
Vídeos mostram o momento em que ele é convidado a sair do clube escoltado por seguranças enquanto a multidão gritava por Jesus.
“Havia um monte de gente gritando ‘Jesus’ e, para evitar que o público deixasse de prestar atenção na competição, eu ordenei que os seguranças o levassem para uma outra parte do complexo”, disse Allen.As informações são do Jornal O Dia.
assista:
http://noticias.gospelprime.com.br/torcedor-e-expulso-de-partida-por-ser-parecido-com-jesus/
Pergunta: "O que é a Profecia Maia de 2012?"
Os antigos maias, com base em gráficos estelares, profetizaram que 21 de dezembro de 2012 seria o fim do mundo (ou pelo menos a data de algum tipo de catástrofe universal). Os gráficos estelares meso-americanos começaram por volta de 680 AC na civilização olmeca, a qual gravou padrões astrológicos e eventualmente compartilhou essa informação com os maias. Os maias tinham uma longa história de seguir o solstício de inverno (provavelmente para o plantio de culturas) e criar calendários (pelo menos 17 que conhecemos). Em algum momento, eles desenvolveram a crença de que o sol é um deus e de que a Via Láctea, que chamavam de "Árvore Sagrada", era uma porta de entrada para a vida futura. Depois de aprender com os olmecas, os maias mantiveram registros de padrões do movimento estelar pelos próximos 200-300 anos.
Os maias desenvolveram o seu próprio calendário (A Longa Contagem) cerca de 355 AC. Eles foram capazes de utilizar as suas observações e proezas matemáticas para calcular os movimentos futuros de estrelas no céu. O resultado foi que os maias descobriram o efeito de oscilação da terra ao girar sobre o seu eixo. Esta oscilação faz com que as estrelas se movam gradualmente no céu (um efeito chamado "precessão") em um ciclo de 5.125 anos. Os maias também descobriram que uma vez em cada ciclo a faixa escura no centro da Via Láctea (chamada de "Equador Galáctico") cruza o elíptico (o plano do movimento do sol através do céu).
Durante o ano da intersecção, o sol atinge o seu solstício (um breve momento em que a posição do sol no céu encontra-se na sua maior distância angular do outro lado do plano equatorial do observador) no dia 21 de dezembro para o hemisfério norte e 21 de junho para o hemisfério sul. Naquele tempo, o solstício ocorre no mesmo momento da conjunção do equador galáctico com a Via Láctea. O ano em que isso ocorre (em relação ao nosso calendário gregoriano) é 2012 DC e aconteceu pela última vez em 11 de agosto de 3114 AC. Com a mitologia maia ensinando que o sol é um deus e que a Via Láctea é a porta de entrada para a vida e a morte, os maias concluíram que este cruzamento no passado deve ter sido o momento da criação. Os hieróglifos maias parecem indicar que eles acreditavam que o próximo cruzamento (em 2012) seria uma espécie de final e de um novo começo de um ciclo.
Todas as chamadas "profecias maias de 2012" são nada mais do que extrapolações descontroladamente especulativas, com base em interpretações ainda incertas por estudiosos de hieróglifos maias. A verdade é que, além da convergência astrológica, há poucos indícios de que os maias profetizaram algo específico a respeito dos eventos em seu futuro distante. Os maias não eram profetas, pois não foram capazes de prever a sua própria extinção cultural. Eles eram grandes e talentosos matemáticos, mas também eram um povo tribal brutalmente violento com uma compreensão primitiva dos fenômenos naturais, exercendo crenças arcaicas e práticas bárbaras de derramamento de sangue e sacrifício humano. Eles acreditavam, por exemplo, que o sangue de sacrifícios humanos alimentava o sol e dava-lhe a vida.
Não há absolutamente nada na Bíblia que apresente 21 de dezembro de 2012 como o fim do mundo. Embora essa data não seja menos válida para um evento do final dos tempos do que qualquer outra data futura, a Bíblia em nenhum lugar apresenta os fenômenos astronômicos aos quais os maias apontavam como um sinal do fim dos tempos. Aparentaria ser inconsistente da parte de Deus permitir que os maias descobrissem uma verdade tão surpreendente e ao mesmo tempo manter os muitos profetas do Antigo Testamento ignorantes da cronologia das ocorrências. Em resumo, não há absolutamente nenhuma evidência bíblica de que a profecia maia de 2012 sobre a previsão do dia do juízo final seja válida ou provável em qualquer sentido.
Aceitar a profecia maia de 2012 exige a aceitação das seguintes teorias: o nosso sol é um deus; o sol é alimentado pelo sangue do sacrifício humano; o momento de criação ocorreu em 3114 AC (apesar de todas as provas de que aconteceu muito mais cedo); e o alinhamento visual das estrelas tem algum significado para a vida humana cotidiana. Como qualquer outra religião falsa, a religião maia buscava elevar a criação em vez do próprio Criador. A Bíblia nos fala sobre esses falsos adoradores: "Por isso Deus os entregou, nas concupiscências de seus corações, à imundícia, para serem os seus corpos desonrados entre si" (Romanos 1:25), e "Pois os seus atributos invisíveis, o seu eterno poder e divindade, são claramente vistos desde a criação do mundo, sendo percebidos mediante as coisas criadas, de modo que eles são inescusáveis" (Romanos 1:20). Aceitar a profecia maia de 2012 também nega o claro ensino bíblico sobre o fim do mundo. Jesus nos disse: "Quanto, porém, ao dia e à hora, ninguém sabe, nem os anjos no céu nem o Filho, senão o Pai" (Marcos 13:32).
FONTE: www.GotQuestions.org/Portugues
Os maias desenvolveram o seu próprio calendário (A Longa Contagem) cerca de 355 AC. Eles foram capazes de utilizar as suas observações e proezas matemáticas para calcular os movimentos futuros de estrelas no céu. O resultado foi que os maias descobriram o efeito de oscilação da terra ao girar sobre o seu eixo. Esta oscilação faz com que as estrelas se movam gradualmente no céu (um efeito chamado "precessão") em um ciclo de 5.125 anos. Os maias também descobriram que uma vez em cada ciclo a faixa escura no centro da Via Láctea (chamada de "Equador Galáctico") cruza o elíptico (o plano do movimento do sol através do céu).
Durante o ano da intersecção, o sol atinge o seu solstício (um breve momento em que a posição do sol no céu encontra-se na sua maior distância angular do outro lado do plano equatorial do observador) no dia 21 de dezembro para o hemisfério norte e 21 de junho para o hemisfério sul. Naquele tempo, o solstício ocorre no mesmo momento da conjunção do equador galáctico com a Via Láctea. O ano em que isso ocorre (em relação ao nosso calendário gregoriano) é 2012 DC e aconteceu pela última vez em 11 de agosto de 3114 AC. Com a mitologia maia ensinando que o sol é um deus e que a Via Láctea é a porta de entrada para a vida e a morte, os maias concluíram que este cruzamento no passado deve ter sido o momento da criação. Os hieróglifos maias parecem indicar que eles acreditavam que o próximo cruzamento (em 2012) seria uma espécie de final e de um novo começo de um ciclo.
Todas as chamadas "profecias maias de 2012" são nada mais do que extrapolações descontroladamente especulativas, com base em interpretações ainda incertas por estudiosos de hieróglifos maias. A verdade é que, além da convergência astrológica, há poucos indícios de que os maias profetizaram algo específico a respeito dos eventos em seu futuro distante. Os maias não eram profetas, pois não foram capazes de prever a sua própria extinção cultural. Eles eram grandes e talentosos matemáticos, mas também eram um povo tribal brutalmente violento com uma compreensão primitiva dos fenômenos naturais, exercendo crenças arcaicas e práticas bárbaras de derramamento de sangue e sacrifício humano. Eles acreditavam, por exemplo, que o sangue de sacrifícios humanos alimentava o sol e dava-lhe a vida.
Não há absolutamente nada na Bíblia que apresente 21 de dezembro de 2012 como o fim do mundo. Embora essa data não seja menos válida para um evento do final dos tempos do que qualquer outra data futura, a Bíblia em nenhum lugar apresenta os fenômenos astronômicos aos quais os maias apontavam como um sinal do fim dos tempos. Aparentaria ser inconsistente da parte de Deus permitir que os maias descobrissem uma verdade tão surpreendente e ao mesmo tempo manter os muitos profetas do Antigo Testamento ignorantes da cronologia das ocorrências. Em resumo, não há absolutamente nenhuma evidência bíblica de que a profecia maia de 2012 sobre a previsão do dia do juízo final seja válida ou provável em qualquer sentido.
Aceitar a profecia maia de 2012 exige a aceitação das seguintes teorias: o nosso sol é um deus; o sol é alimentado pelo sangue do sacrifício humano; o momento de criação ocorreu em 3114 AC (apesar de todas as provas de que aconteceu muito mais cedo); e o alinhamento visual das estrelas tem algum significado para a vida humana cotidiana. Como qualquer outra religião falsa, a religião maia buscava elevar a criação em vez do próprio Criador. A Bíblia nos fala sobre esses falsos adoradores: "Por isso Deus os entregou, nas concupiscências de seus corações, à imundícia, para serem os seus corpos desonrados entre si" (Romanos 1:25), e "Pois os seus atributos invisíveis, o seu eterno poder e divindade, são claramente vistos desde a criação do mundo, sendo percebidos mediante as coisas criadas, de modo que eles são inescusáveis" (Romanos 1:20). Aceitar a profecia maia de 2012 também nega o claro ensino bíblico sobre o fim do mundo. Jesus nos disse: "Quanto, porém, ao dia e à hora, ninguém sabe, nem os anjos no céu nem o Filho, senão o Pai" (Marcos 13:32).
FONTE: www.GotQuestions.org/Portugues
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