"Interrogado pelos fariseus sobre quando viria o reino de Deus, Jesus lhes respondeu: Não vem o reino de Deus com visível aparência. Nem dirão: Ei-lo aqui! Ou: Lá está! porque o reino de Deus está dentro em vós." (Lucas 17: 20-21).

segunda-feira, 12 de abril de 2010

História da Bíblia




Origens

Grego, hebraico e aramaico foram os idiomas utilizados para escrever os originais das Escrituras Sagradas. O Antigo Testamento foi escrito em hebraico. Apenas alguns poucos textos foram escritos em aramaico. O Novo Testamento foi escrito originalmente em grego, que era a língua mais utilizada na época.

Os originais da Bíblia são a base para a elaboração de uma tradução confiável das Escrituras. Porém, não existe nenhuma versão original de manuscrito da Bíblia, mas sim cópias de cópias de cópias.

Todos os autógrafos, isto é, os livros originais, como foram escritos pelos seus autores, se perderam. As edições do Antigo Testamento hebraico e do Novo Testamento grego se baseiam nas melhores e mais antigas cópias que existem e que foram encontradas graças às descobertas arqueológicas.

Para a tradução do Antigo Testamento, a Comissão de Tradução da SBB usa a Bíblia Stuttgartensia, publicada pela Sociedade Bíblica Alemã. Já para o Novo Testamento é utilizado The Greek New Testament, editado pelas Sociedades Bíblicas Unidas. Essas são as melhores edições dos textos hebraicos e gregos que existem hoje, disponíveis para tradutores.

O Antigo Testamento em Hebraico

Muitos séculos antes de Cristo, escribas, sacerdotes, profetas, reis e poetas do povo hebreu mantiveram registros de sua história e de seu relacionamento com Deus. Estes registros tinham grande significado e importância em suas vidas e, por isso, foram copiados muitas e muitas vezes e passados de geração em geração.

Com o passar do tempo, esses relatos sagrados foram reunidos em coleções conhecidas por A Lei, Os Profetas e As Escrituras. Esses três grandes conjuntos de livros, em especial o terceiro, não foram finalizados antes do Concílio Judaico de Jamnia, que ocorreu por volta de 95 d.C. A Lei continha os primeiros cinco livros da nossa Bíblia.

Já Os Profetas, incluíam Isaías, Jeremias, Ezequiel, os Doze Profetas Menores, Josué, Juízes, 1 e 2 Samuel e 1 e 2 Reis. E As Escrituras reuniam o grande livro de poesia, os Salmos, além de Provérbios, Jó, Ester, Cantares de Salomão, Rute, Lamentações, Eclesiastes, Daniel, Esdras, Neemias e 1 e 2 Crônicas.

Os livros do Antigo Testamento foram escritos em longos pergaminhos confeccionados em pele de cabra e copiados cuidadosamente pelos escribas. Geralmente, cada um desses livros era escrito em um pergaminho separado, embora A Lei freqüentemente fosse copiada em dois grandes pergaminhos.

O texto era escrito em hebraico - da direita para a esquerda - e, apenas alguns capítulos, em dialeto aramaico.

Hoje se tem conhecimento de que o pergaminho de Isaías é o mais remoto trecho do Antigo Testamento em hebraico. Estima-se que foi escrito durante o Século II a.C. e se assemelha muito ao pergaminho utilizado por Jesus na Sinagoga, em Nazaré.
Foi descoberto em 1947, juntamente com outros documentos em uma caverna próxima ao Mar Morto .

O Novo Testamento em Grego

Os primeiros manuscritos do Novo Testamento que chegaram até nós são algumas das cartas do Apóstolo Paulo destinadas a pequenos grupos de pessoas de diversos povoados que acreditavam no Evangelho por ele pregado.

A formação desses grupos marca o início da igreja cristã. As cartas de Paulo eram recebidas e preservadas com todo o cuidado. Não tardou para que esses manuscritos fossem solicitados por outras pessoas. Dessa forma, começaram a ser largamente copiados e as cartas de Paulo passaram a ter grande circulação.

A necessidade de ensinar novos convertidos e o desejo de relatar o testemunho dos primeiros discípulos em relação à vida e aos ensinamentos de Cristo resultaram na escrita dos Evangelhos que, na medida em que as igrejas cresciam e se espalhavam, passaram a ser muito solicitados. Outras cartas, exortações, sermões e manuscritos cristãos similares também começaram a circular.

O mais antigo fragmento do Novo Testamento hoje conhecido é um pequeno pedaço de papiro escrito no início do Século II d.C. Nele estão contidas algumas palavras de João 18.31-33, além de outras referentes aos versículos 37 e 38. Nos últimos cem anos descobriu-se uma quantidade considerável de papiros contendo o Novo Testamento e o texto em grego do Antigo Testamento.

Traduções

A Bíblia - o livro mais lido, traduzido e distribuído do mundo -, desde as suas origens, foi considerada sagrada e de grande importância. E, como tal, deveria ser conhecida e compreendida por toda a humanidade. A necessidade de difundir seus ensinamentos através dos tempos e entre os mais variados povos, resultou em inúmeras traduções para os mais variados idiomas e dialetos. Hoje é possível encontrar a Bíblia, completa ou em porções, em mais de 2.000 línguas diferentes.

Estima-se que a primeira tradução foi elaborada entre 200 a 300 anos antes de Cristo. Como os judeus que viviam no Egito não compreendiam a língua hebraica, o Antigo Testamento foi traduzido para o grego.

Porém, não eram apenas os judeus que viviam no estrangeiro que tinham dificuldade de ler o original em hebraico: com o cativeiro da Babilônia, os judeus da Palestina também já não falavam mais o hebraico.

Denominada Septuaginta (ou Tradução dos Setenta), esta primeira tradução foi realizada por 70 sábios e contém sete livros que não fazem parte da coleção hebraica; pois não estavam incluídos quando o cânon (ou lista oficial) do Antigo Testamento foi estabelecido por exegetas israelitas no final do Século I d.C. A igreja primitiva geralmente incluía tais livros em sua Bíblia.

Eles são chamados apócrifos ou deuterocanônicos e encontram-se presentes nas Bíblias de algumas igrejas.

Esta tradução do Antigo Testamento foi utilizada em sinagogas de todas as regiões do Mediterrâneo e representou um instrumento fundamental nos esforços empreendidos pelos primeiros discípulos de Jesus na propagação dos ensinamentos de Deus.

Outras traduções começaram a ser realizadas por cristãos novos nas línguas copta (Egito), etíope (Etiópia), siríaca (norte da Palestina) e em latim - a mais importante de todas as línguas pela sua ampla utilização no Ocidente.

Por haver tantas versões parciais e insatisfatórias em latim, no ano 382 d.C, o bispo de Roma nomeou o grande exegeta Jerônimo para fazer uma tradução oficial das Escrituras.

Com o objetivo de realizar uma tradução de qualidade e fiel aos originais, Jerônimo foi à Palestina, onde viveu durante 20 anos. Estudou hebraico com rabinos famosos e examinou todos os manuscritos que conseguiu localizar. Sua tradução tornou-se conhecida como "Vulgata", ou seja, escrita na língua de pessoas comuns ("vulgus").

Embora não tenha sido imediatamente aceita, tornou-se o texto oficial do cristianismo ocidental. Neste formato, a Bíblia difundiu-se por todas as regiões do Mediterrâneo, alcançando até o Norte da Europa.

Na Europa, os cristãos entraram em conflito com os invasores godos e hunos, que destruíram uma grande parte da civilização romana. Em mosteiros, nos quais alguns homens se refugiaram da turbulência causada por guerras constantes, o texto bíblico foi preservado por muitos séculos, especialmente a Bíblia em latim na versão de Jerônimo.

Não se sabe quando e como a Bíblia chegou até as Ilhas Britânicas. Missionários levaram o evangelho para Irlanda, Escócia e Inglaterra, e não há dúvida de que havia cristãos nos exércitos romanos que lá estiveram no segundo e terceiro séculos.

Provavelmente a tradução mais antiga na língua do povo desta região é a do Venerável Bede. Relata-se que, no momento de sua morte, em 735, ele estava ditando uma tradução do Evangelho de João; entretanto, nenhuma de suas traduções chegou até nós.

Aos poucos as traduções de passagens e de livros inteiros foram surgindo.
As Primeiras Escrituras Impressas

Na Alemanha, em meados do Século 15, um ourives chamado Johannes Gutemberg desenvolveu a arte de fundir tipos metálicos móveis. O primeiro livro de grande porte produzido por sua prensa foi a Bíblia em latim. Cópias impressas decoradas a mão passaram a competir com os mais belos manuscritos.

Esta nova arte foi utilizada para imprimir Bíblias em seis línguas antes de 1500 - alemão, italiano, francês, tcheco, holandês e catalão; e em outras seis línguas até meados do século 16 - espanhol, dinamarquês, inglês, sueco, húngaro, islandês, polonês e finlandês.

Finalmente as Escrituras realmente podiam ser lidas na língua destes povos. Mas essas traduções ainda estavam vinculadas ao texto em latim. No início do século 16, manuscritos de textos em grego e hebraico, preservados nas igrejas orientais, começaram a chegar à Europa ocidental.

Havia pessoas eruditas que podiam auxiliar os sacerdotes ocidentais a ler e apreciar tais manuscritos.

Uma pessoa de grande destaque durante este novo período de estudo e aprendizado foi Erasmo de Roterdã. Ele passou alguns anos atuando como professor na Universidade de Cambridge, Inglaterra.

Em 1516, sua edição do Novo Testamento em grego foi publicada com seu próprio paralelo da tradução em latim. Assim, pela primeira vez estudiosos da Europa ocidental puderam ter acesso ao Novo Testamento na língua original, embora, infelizmente, os manuscritos fornecidos a Erasmo fossem de origem relativamente recente e, portanto, não eram completamente confiáveis.

Fonte: http://www.sbb.org.br

A jornada de fé


A jornada de fé

“Em toda jornada de fé, há um momento crucial em que tudo o que cremos passa por uma prova de fogo. A nossa caminhada com Deus começa pela fé e deve prosseguir da mesma maneira”.

Um novo começo

Após 13 anos de silêncio, Deus voltou a falar com Abrão, quando seu filho, Ismael, era adolescente. Deus muda o nome de Abrão para Abraão (que quer dizer “pai de multidões”) e Sarai para Sara (“princesa”) e reafir¬ma a sua promessa dizendo: “Aben¬çoá-la-ei e dela te darei um filho...” (Gn 17.16.)

Abraão não acreditou que Deus poderia lhe fazer pai, aos 100 anos, e a Sara, mãe, aos noventa anos. Então, ele riu e anelou que Ismael ti¬vesse o direito da primogenitura, mas a aliança de Deus era com Abraão e Sara.

Sara teve Isaque, o filho da pro¬messa, e Ismael, o filho da serva Agar, fora expulso do convívio deles. Mas Deus, consolou o coração de Abrãao, que se entristecera por ter de rejeitar Ismael e lhe disse que, também dele, faria uma grande nação, porque ele também era descendente de Abraão. Sara teve Isaque, o filho da promessa, e disse: “Deus me deu motivo de riso; e todo aquele que ouvir isso vai rir-se juntamente comigo.” (Gênesis 21.6.)

Creio que foi um marco supremo na vida desse casal. Deus concedeu mais uma chance para conserto e po¬der voltar ao plano original. Era o fim dos erros e do riso. Era o momento de levar Deus a sério. Como tem sido sua jornada com Deus, você o tem levado a sério?

Após receber este mover de Deus e ser instruído pelo Senhor, Abraão não contou a Sara – sua esposa. Como é comum a muitos homens, Abraão acertou com Deus, mas agiu como “agente secreto espiritual” em algo extremamente importante na vida do casal. Optou em ficar calado, talvez para não preocupá-la.

Mas Deus não permitiu que ele ficasse em silêncio e foi visitar, com mais dois anjos, a tenda de Abraão na cidade de Manre (hoje Hebrom). No diálogo entre Abraão e o Senhor que acontecia do lado de fora da ten¬da, Sara ouviu a conversa e começou a rir (já era avançada em idade, 90 anos).

O motivo era o que o próprio Deus dissera a Abraão: [...] “Certa¬mente voltarei a ti, daqui a um ano; e Sara, tua mulher, dará à luz a um filho...” (Gn 18.10.) Deus perguntou a ele o motivo do riso de Sara. Mas Abraão permaneceu mudo de espan¬to, impossibilitado de reagir.
O cumprimento da promessa

O tempo passou e Sara engravi¬dou, um milagre! Nasceu um menino e lhe deram o nome de Isaque, “filho da promessa”. A fé foi fortalecida. O dia do nascimento de Isaque foi mar¬cado por uma grande festa de um pai que se sentia o mais feliz da terra.

Da linhagem de Isaque, outro milagre, Jesus Cristo, filho de uma mulher sem a interferência do seu marido na gra¬videz. Entraria, então, para a história humana e celestial, a fé de Abraão.

O desafio final

Nos vinte anos que se seguiram, Isaque foi motivo de grande alegria para o casal. Eles o viram crescer e tornar-se um jovem formoso, porém viria o desafio final. “Acrescentou Deus: ‘Toma teu filho, teu único filho, Isaque, a quem amas, e vai-te à terra de Moriá; oferece-o ali em holocaus¬to, sobre um dos montes, que eu te mostrarei’.” (Gn 22.2.)

Holocausto significaria a morte do filho. Este pedido de Deus era inapro¬priado para Abraão, ainda mais em se tratando da forma com que Isaque fora gerado. Não era um momento de alegria, mas de dor e tristeza. Ele, porém, fez uma decisão no coração e cumpriu fielmente.

Se Isaque era filho de um milagre, o Autor do milagre saberia o que estava pedindo e que, de alguma forma, a promessa seria cumprida.

Abraão selou seu jumento, ajun¬tou lenha e partiu em viagem. Tinha ele 120 anos de idade e aquele não era o momento de duvidar do cum¬pridor maior de promessas – Deus.
Abraão cria no cumprimento da pro¬messa dada a ele pelo Senhor.

Em toda jornada de fé, há um momento crucial em que tudo o que cremos passa por uma prova de fogo. A nossa caminhada com Deus começa pela fé e deve prosseguir da mesma maneira.

Um Deus provedor

No momento do holocausto, Isa¬que perguntou ao pai Abraão, onde estava o cordeiro e ele simplesmente responde: [...] “Deus proverá para si, meu filho, o cordeiro para o holocaus¬to...” (Gn 22.8.) Isto que é fé! Abraão sabia que Isaque era a promessa en¬carnada e por isso ele diz que o Senhor proverá. Isaque de livre e espontânea vontade permitiu que o pai o amar¬rasse e o deitasse no altar. Poderia ter resistido, mas não o fez.

Quando Abraão estava prestes a cumprir a solicitação de Deus, o eter¬no bradou: [...] “Abraão! Abraão! [...] Não estendas a mão sobre o rapaz e nada lhe faças; pois agora sei que temes a Deus, porquanto não me ne¬gaste o filho, o teu único filho.” (Gn 22.11-12.) Neste momento, o Senhor enviou um cordeiro para ser sacrifica¬do no lugar de Isaque.

Vinte séculos mais tarde, Deus colocaria seu único filho na mesma situação de Isaque. Só que, desta vez, não houve intervenção do céu. Deus havia prometido desde o princípio do mundo que Jesus seria oferecido como o sacrifício final para a reden¬ção do homem.

Como tem sido a nossa jornada de fé? Qual tem sido o nosso relacio¬namento com Deus? Está disposto a colocar tudo no altar do sacrifício? Há algo em sua vida difícil de entregar a Deus?

Deixar de entregar-lhe parte de sua vida vale a pena? Que impli¬cações práticas uma entrega total nas mãos de Deus teria em minha vida?

Deus está esperando de nós a mesma atitude de Abraão: fé, com¬promisso, entrega total. Nada em nossa vida pode ser mais importante do que fazer a sua vontade, isto é, quebrantamento.

Cansaço




Depois de um concerto oferecido por um famoso pianista, uma mulher o abordou pedindo
que lhe desse um autógrafo.

“Sinto muito”, disse o homem, “eu não posso lhe dar o autógrafo porque minhas mãos estão cansadas de tanto tocar”.

A mulher respondeu: “As minhas mãos também estão cansadas — de tanto aplaudir”.

Que jamais nos cansemos de adorar ao Senhor e usar nossas mãos para fazer a Sua obra.

Não há nada que nos dê mais conforto e paz do que estender a mão em um gesto de amor,
no oferecimento de um folheto bíblico ou no consolo a alguém que se sente perdido e sem esperanças.

Jesus te ama e eu também!!!

domingo, 11 de abril de 2010

REFLEXÃO DE DOMINGO


Os sacrifícios para Deus são o espírito quebrantado; a um coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus." Salmos 51:17

Muitas vezes cometemos certos pecados que desagradam o coração de Deus e pensamos que Ele jamais nos perdoará, pois talvez você já tenha cometido inúmeras vezes o mesmo pecado. Nos sentimos sujos e imundos perante Deus, mas se realmente nos arrependermos, nos convertermos deste mal caminho e nos quebrantarmos verdadeiramente diante do Senhor, Ele é fiel e justo para nos perdoar e nos purificar. Deus não despreza um coração quebrantado!

O Cavalo e o Porco



Um fazendeiro colecionava cavalos e só faltava uma determinada raça. Um dia ele descobriu que o seu vizinho tinha este determinado cavalo. Assim, ele atazanou seu vizinho até conseguir comprá-lo. Um mês depois o cavalo adoeceu, e ele chamou o veterinário:

- Bem, seu cavalo está com uma virose, é preciso tomar este medicamento durante 3 dias, no terceiro dia eu retornarei e caso ele não esteja melhor, será necessário sacrificá-lo.

Neste momento, o porco escutava toda a conversa. No dia seguinte deram o medicamento e foram embora.

O porco se aproximou do cavalo e disse:

- Força amigo! Levanta daí, senão você será sacrificado No segundo dia, deram o medicamento e foram embora. O porco se aproximou do cavalo e disse:

- Vamos lá amigão, levanta senão você vai morrer ! Vamos lá, eu te ajudo a levantar... Upa!

No terceiro dia deram o medicamento e o veterinário disse:

- Infelizmente, vamos ter que sacrificá-lo amanhã, pois a virose pode contaminar os outros cavalos.

Quando foram embora, o porco se aproximou do cavalo e disse:

- Cara, é agora ou nunca, levanta logo! Coragem! Upa! Upa! Isso, devagar!
Ótimo, vamos um, dois, três, legal, legal, agora mais depressa vai...Fantástico! Corre, corre mais! Upa! Upa! Upa!!! Você venceu Campeão!

Então, de repente o dono chegou, viu o cavalo correndo no campo e gritou:

- Milagre ! O cavalo melhorou. Isso merece uma festa.... "Vamos matar o porco!"

Isso acontece com frequência no ambiente de trabalho. Nem sempre alguém percebe, quem é o funcionário que tem o mérito pelo sucesso.

Saber viver sem ser reconhecido é uma arte, afinal quantas vezes fazemos o papel do porco amigo ou quantos já nos levantaram e nem o sabor da gratidão puderam dispor??? Se algum dia alguém lhe disser que seu trabalho não é o de um profissional, lembre-se:


Procure ser uma pessoa de valor antes de ser uma pessoa de sucesso

Um Homem, seu Cavalo e Seu Cão



Um Homem, seu Cavalo e seu Cão caminhavam por uma estrada.
Depois de muito caminhar, esse homem se deu conta de que ele,
seu cavalo seu cachorro haviam morrido num acidente.
Às vezes os mortos levam algum tempo para se dar conta de sua nova condição...

A caminhada era muito longa, morro acima,
o sol era forte e eles ficaram suados e com muita sede.
Precisavam desesperadamente de água.

Numa curva do caminho, avistaram um portão magnifico,
todo de mármore, que conduzia a uma praça calçada
com blocos de ouro, no centro da qual havia uma fonte
de onde jorrava água cristalina.

O caminhante dirigiu-se ao homem que numa guarita,guardava a entrada.

Bom dia, ele disse.
Bom dia, respondeu o homem.

Que lugar é este, tão lindo? Ele perguntou.
Isto aqui é o céu, foi a resposta...
Que bom que nós chegamos ao céu,
estamos com muita sede, disse o homem.

O senhor pode entrar e beber à vontade,
disse o guarda indicando-lhe a fonte.

Meu cavalo e meu cachorro também estão com sede.
Lamento muito, disse o guarda.
Aqui não se permite a entrada de animais.

O homem ficou desapontado porque sua sede era grande.
Mas ele não beberia, deixando seus amigos com sede.

Assim, prosseguiu seu caminho.
Depois de muito caminharem morro acima,
com sede e cansaço multiplicados, ele chegou a um sitio,
cuja entrada era marcada por uma porteira velha semi aberta.

A porteira se abriu para um caminho de terra,
com árvores dos dois lados que lhe faziam sombra.

À sombra de uma das árvores, um homem estava deitado,
cabeça coberta com um chapéu, parecia que estava dormindo:
Bom dia, disse o caminhante.
Bom dia, disse o homem.

Estamos com muita sede, meu cavalo, meu cachorro e eu.
Há uma fonte naquelas pedras,
disse o homem indicando o lugar.
Podem beber a vontade.

O homem, o cavalo e o cachorro foram até a fonte e mataram a sede.
Muito obrigado, ele disse ao sair.
Voltem quando quiserem, respondeu o homem.
A propósito, disse o caminhante, qual é o nome deste lugar?
Céu, respondeu o homem.

Céu? Mas o homem na guarita ao lado do portão de mármore disse que lá era o Céu!
Aquilo não é o céu, aquilo é o inferno.

O caminhante ficou perplexo.
Mas então, disse ele,essa informação falsa deve causar grandes confusões.
De forma alguma, respondeu o homem.

Na verdade, eles nos fazem um grande favor.

Porque lá ficam aqueles que são capazes de abandonar até seus melhores amigos...

Corrida Para a Vitória



Qual é o maior sonho de um atleta? Ser o vencedor e subir no pódio! Não creio que exista algum atleta que não tenha esse sonho. Mas para chegar lá há um longo caminho a seguir. Ninguém nasce vencedor. Essa caminhada envolve muito esforço e dedicação.

Numa competição há muitos atletas, mas um só será o vencedor: aquele que conseguir ter a melhor performance de todos os concorrentes na sua modalidade. O atleta precisa, em primeiro lugar, ter o alvo bem focado e observar todas as regras. Nada pode tirar essa concentração. Qualquer deslize pode ser fatal.

Fatores importantes a serem observados são: alimentação, descanso, preparo físico, treino, muita vontade de vencer, etc... Isso não é fácil e há muitos obstáculos a serem vencidos. Quantos atletas já sucumbiram por algum detalhe.

A grande verdade é que nossa vida também é uma corrida. A diferença é que essa corrida não é só para um vencedor, mas todos podem vencer. E todos que vencerem receberão um prêmio muito superior ao que um atleta pode ganhar numa competição.

A Bíblia diz em 1 Coríntios 9.24-25: “Não sabeis vós que os que correm no estádio, todos, na verdade, correm, mas um só leva o prêmio? Correi de tal maneira que o alcanceis. Todo atleta em tudo se domina; aqueles, para a alcançar uma coroa corruptível; nós, porém, a incorruptível”.

No que consiste essa corrida e qual é a vitória? O apóstolo Paulo diz em Filipenses 3.7-10: “Mas o que, para mim, era lucro, isto considerei perda por causa de Cristo. Sim, deveras considero tudo como perda, por causa da sublimidade do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; por amor do qual perdi todas as coisas e as considero como refugo, para ganhar a Cristo e ser achado nele, não tendo justiça própria, que procede de lei, senão a que é mediante a fé em Cristo... para o conhecer, e o poder da sua ressurreição...” Ele nos mostra que vale a pena correr, mas que deve ser da maneira certa.

Não por força própria, por boas obras, mas sim pela fé em Cristo. Também afirma em Filipenses 3.12: “Não que eu o tenha já recebido ou tenha já obtido a perfeição; mas prossigo para conquistar aquilo para o que também fui conquistado por Cristo Jesus”. Em outras palavras: não estamos correndo sozinhos e não somos os primeiros. Jesus Cristo já correu e venceu por nós quando deu Sua vida na cruz. Ali ele conquistou o prêmio da vida eterna para nós.

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