"Interrogado pelos fariseus sobre quando viria o reino de Deus, Jesus lhes respondeu: Não vem o reino de Deus com visível aparência. Nem dirão: Ei-lo aqui! Ou: Lá está! porque o reino de Deus está dentro em vós." (Lucas 17: 20-21).

sábado, 24 de abril de 2010

REFLEXÃO DE SÁBADO


Jesus lhe respondeu: “Também está escrito: ‘Não ponha à prova o
Senhor, o seu Deus’”. Mateus 4:7

O Diabo queria que Jesus testasse as promessas de Deus. Até hoje
muitos caem na mesma armadilha. Se Deus é amor como é que ele
deixou meu filho ou minha mãe sofrer assim? Por que eu ainda não
consegui um emprego? Por que eu não estou sendo curado desta
doença? Por que eu ainda não consegui vencer esta tentação que me
atormenta há tantos anos? Deus é amor. Ele cuida de nós e promete
alívio na tentação. Mas, ele age e cumpre suas promessas de acordo
com sua soberana visão, não só das minhas necessidades, mas, de um
mundo inteiro de filhos e filhas. O erro não está em esperar que
Deus cumpra suas promessas, mas, que ele as cumpra de acordo com as
nossas expectativas, quando e como nós bem entendemos. O verdadeiro
filho de Deus confia em seu Pai, mesmo quando tudo dentro dele diz
o contrário. Você pode confiar em Deus assim? Jesus, que se recusou
a por Deus à prova, virou com tempo a maior prova de todas as
promessas do Pai. Confie nEle.

hermeneutica.com

A Borboleta




Um dia, uma pequena abertura apareceu em um cásulo, um homem sentou
e observou a borboleta por várias horas conforme ela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse através daquele pequeno buraco. Então pareceu que ela parou de fazer qualquer progresso. Parecia que ela tinha ido o mais longe que podia, e não conseguia ir mais longe.

Então o homem decidiu ajudar a borboleta, ele pegou uma tesoura e
cortou o restante do cásulo. A borboleta então saiu facilmente. Mas seu corpo estava murcho e era pequeno e tinha as asas amassadas.

O homem continuou a observar a borboleta, porque ele esperava que a qualquer momento, as asas dela se abrissem e esticassem para serem capazes de suportar o corpo, que iria se afirmar a tempo.

Nada aconteceu! Na verdade, a borboleta passou o resto da sua vida
rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas.

Ela nunca foi capaz de voar. O que o homem, em sua gentileza e vontade de ajudar, não compreendia que era o cásulo apertado e o esforço necessário a borboleta para passar através da pequena abertura, era o modo com que Deus fazia com que o fluído do corpo da borboleta fosse para as suas asas de modo que ela estaria pronta para voar, uma vez que estivesse livre do cásulo.

Algumas vezes, o esforço é justamente o que precisamos em nossa
vida.

Se Deus nos permitisse passar através de nossas vidas sem quaisquer obstáculos, ele não nos deixaria aleijados. Nós não iríamos ser tão fortes como poderíamos ter sido.
Nos nunca poderiamos voar.

Eu pedi Força... e Deus me deu Dificuldades para me fazer forte.

Eu pedi Sabedoria... e Deus me deu Problemas para resolver.

Eu pedi Prosperidade... e Deus me deu Cérebro e Músculos para
trabalhar.

Eu pedi Coragem... e Deus me deu Perigo para superar.

Eu pedi Amor... e Deus me deu pessoas com Problemas para ajudar.

Eu pedi Favores... e Deus me deu Oportunidades.

Eu nao recebi nada do que pedi... Mas eu recebi tudo de que
precisava.

Matadores de Sonho


Gn 39:1-16

Invariavelmente sonhamos , e que a maioria destes sonhos são para nós mesmos , mas também temos que entender que muitos destes sonhos são para os outros e muitas vezes até para uma nação.

Deus nos dá sonhos e projetos para que tenhamos alvos , mas muitas vezes antes que ele se concretize nós falamos deles a outros e dependendo a quem falamos corremos riscos , e muitos dos nossos sonhos e projetos nunca se cumprirão e outros demorarão a cumprir. A estas pessoas chamamos de matadores de sonhos.
Queremos tirar deste texto que lemos algumas lições:

1ª Lição - Devemos ter noção da profundidade e importância dos sonhos , e conforme a avaliação que fizermos temos que selecionar as pessoas as quais vamos compartilhá-los. Alguns destes podem ser matadores de sonhos. E pela situação que se cria com José , um matador de sonhos poder ser teu irmão.

Os próprios irmãos dele foram usados para matar o sonho. E muitas vezes se tornam ridicularizadores. Os irmãos quando viram ele chegando disseram que “lá vem o sonhador”. Não conte seus sonhos à pessoas negativas. Pessoas negativas minam a sua fé como fez seu pa i, ou matam seu sonho como seus irmãos.

2ª Lição - Tenha convicção do seu chamado e sonho e , então quando o inimigo levantar alguém para te tirar do foco ou do propósito , você permanecerá firme.

Davi antes de ser rei , mesmo depois de ser ungido para ser , foi ridicularizado pelos seus irmãos e perseguido pelo rei Saul , mas não desistiu de seu chamado.

José teve muitos obstáculos , mas não caiu em nenhuma das armadilhas que o diabo preparou para ele , porque tinha convicção do sonho e de sua vocação. Ele se sentia amado por Deus e por seu pai. Davi embora não tenha sido tão amado por seu pai , tinha certeza do amor de Deus por ele. Quando isto acontece com você , a certeza do amor de Deus , você não terá medo de seu sonho e projeto não se cumprir. Deus usará até os problemas que o inimigo criou para que seu sonho seja realizado.

Golias na vida de Davi e os irmãos de José na vida dele quando o venderam aos ismaelitas. Davi e José tinham uma coisa que fez com que eles tivessem seus sonhos realizados , eles nunca guardaram ódio nem rancor em seu coração. Estes homens estão preparados para liderar , porque nunca retribuirão com ódio. Quando os irmãos foram ter com José , ele os tratou com alegria e paz , e o mesmo com Davi a cerca de seus irmãos e o rei Saul. ( Gn 37:4-5 ).

3ª Lição - O deserto é o melhor caminho para te preparar para você exercer o chamado que Deus tem para você. Davi e José ficaram 16 anos no deserto , sendo preparados para cumprir o que Deus tinha para eles. Nunca despreze o tratamento de Deus.

Não crie atalhos , e nem se contente com algo que não é o que Deus tem para você , as vezes uma oferta do inimigo pode parecer que é o que Deus tem para você. Davi teve oportunidade de matar Saul e se assentar no trono antes do tempo ; José podia ter a mulher de Potifar , mas Deus tinha para ele algo muito maior , ser governador do Egito. Mordomo de uma casa era só o estágio para uma coisa muito grande. Outra coisa que devemos entender é que os sonhos dos outros são dos outros e não nosso.

Potifar tinha um sonho para José , mas Deus tinha outro. A mulher de Potifar foi usada por Deus para tirar José da zona de conforto , e ele não achar que aquele lugar era para ele , já que estava ocorrendo tudo bem. Mesmo que esteja bem onde você está se não é o lugar do seu chamado , do seu sonho , vá em busca da realização do seu sonho ou o Senhor te levará através da luta.

Davi teve que sair do conforto do palácio para poder ser preparado para sentar no trono. Deus nos forja no deserto. Moisés cumpriu seu sonho e chamado depois de ser forjado no deserto , Elias também , Jesus também e podemos acrescentar nesta lista muitos homens e mulheres de Deus que não sabemos a história. O deserto trata com o nosso orgulho e soberba , para que nós mesmos não sejamos matador do nosso próprio sonho , e quando chegarmos ao cargo que Ele nos deu , vamos agir com sabedoria , justiça e humildade.

4ª Lição - Esteja atento para quando chegar a hora de você assumir seu chamado , não deixar passar o momento. Vai chegar o momento em que Deus vai dizer , “meu filho chegou a hora” , e você terá que estar pronto e atento. Foi assim com Moisés e com José.

Este último saiu da prisão para revelar o sonho de Faraó e quando este fez o convite para que ele fosse governador de toda a nação , prontamente ele aceitou e não procurou argumentos humanos para não exercer o cargo , mesmo que fosse uma nação pagã ele tinha a certeza que podia ser útil.

A fidelidade e o compromisso de José com Deus o levou aos lugares altos. Sejamos como ele , não deixando que matadores de sonhos nos tire daquilo que Deus tem para mim e para você.

Carta à Igreja de Pérgamo



“ Ao anjo da igreja que está em Pérgamo escreve: Isto diz aquele que tem a espada aguda de dois gumes: Sei onde habitas, que é onde está o trono de Satanás; mas reténs o meu nome e não negaste a minha fé, mesmo nos dias de Antipas, minha fiel testemunha, o qual foi morto entre vós, onde Satanás habita. Entretanto, algumas poucas coisas tenho contra ti; porque tens aí os que seguem a doutrina de Balaão, o qual ensinava Balaque a lançar tropeços diante dos filhos de Israel, introduzindo-os a comerem das coisas sacrificadas a ídolos e a se prostituírem. Assim tens também alguns que de igual modo seguem a doutrina dos nicolaítas. Arrepende-te, pois; ou se não, virei a ti em breve, e contra eles batalharei com a espada da minha boca. Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas. Ao vencedor darei do maná escondido, e lhe darei uma pedra branca, e na pedra um novo nome escrito, o qual ninguém conhece senão aquele que o recebe ”. (Apocalipse 2.12-17).


A guerra implícita

Todas as cartas às sete igrejas da Ásia incluem uma promessa “ao vencedor” (2.7, 11, 17, 26; 3.5, 12, 21). Se é possível vencer ou ser derrotado, significa que existe uma guerra em andamento. Isto fica evidente na carta à igreja de Pérgamo pelo destaque que se dá à espada (2.12,16) e pelo uso do verbo “batalhar” (2.16).

Aquelas igrejas estavam em constante combate, não entre si, mas contra Satanás (2.9, 10, 13, 24; 3.9), que se fazia representar de várias formas e com diversas estratégias. Tal realidade não é diferente da nossa. Também somos igrejas do Senhor e estamos na frente de batalha.

Os soldados de cada lado

Assim como Deus usa homens para realizar muitos de seus propósitos, o inimigo também usa. Por quem ser usado é uma questão da escolha que cada pessoa faz. Pelo lado do bem, o texto nos apresenta o exemplo de Antipas, fiel testemunha do Senhor (2.13).

Pelo lado mau, temos os nomes simbólicos de Balaão e Balaque (2.14), representando o poder religioso e político respectivamente. O versículo 15 contém a presença discreta de um tal Nicolau, outro líder religioso. O diabo sempre tenta utilizar todo tipo de influência para nos atacar ou perseguir.

Se ele puder usar líderes religiosos ou governantes, ele o fará com proveito. Não podemos cometer o erro da generalização, condenando todos os religiosos ou políticos, mas sabemos que através de heresias, falsas doutrinas, leis injustas e decisões arbitrárias, o povo de Deus tem sido prejudicado e perseguido durante a história.

O campo de batalha

Aquela igreja estava no território do inimigo. Satanás habitava naquele lugar e ali estava o seu trono (2.13). Deus não mandou a igreja se mudar dali, pois ele precisava de fiéis testemunhas naquela cidade. Aquele local era desconfortável. A perseguição era intensa, mas a igreja não podia ir embora. Muitos servos de Deus, ainda hoje, estão em lugares difíceis, mas devem ser luz no meio das trevas.

Vitória sobre os ataques diretos (2.13)

O objetivo do maligno é destruir as nossas almas. Para isso, ele tenta nos fazer desviar do caminho do Senhor. Esta é a ênfase de Ap.2.13. A igreja foi tentada a negar a fé e renunciar ao nome de Jesus. Entretanto, foi vitoriosa, pois manteve sua posição. A guerra, porém, ainda não havia terminado.

Derrota diante das influências sutis (2.14-15).

Se Satanás não consegue nos tirar do caminho, ele colocará tropeços à nossa frente, conforme se vê no versículo 14. Se ele não consegue nos tirar a fé, tentará fazer acréscimos à nossa doutrina, inserindo seu veneno de forma sutil.

Se você resolve não abandonar a igreja, ele tentará armar seus laços lá dentro mesmo. Se ele não nos vence pelo mundanismo, tentará nos conduzir a um tipo de religiosidade vazia, infrutífera e inútil. Mesmo não negando o nome de Jesus, ainda corremos o risco de sermos apenas cristãos nominais.

A experiência de Israel (Num.22 a 25) é lembrada no versículo 14 como alerta para a igreja de Pérgamo. Os moabitas, súditos de Balaque, não tinham poder militar para enfrentar os israelitas. Balaão, por sua vez, não podia amaldiçoar o povo de Deus.

Então, usaram outra estratégia: uma aparência de amizade. Ofereceram comida, carinho e afeto aos filhos de Israel. Assim, eles comeram alimentos sacrificados aos ídolos e se prostituíram. Tal estratagema teve alto nível de eficácia, pois levou ao pecado e à morte milhares de pessoas do povo de Deus.

A participação dos israelitas em cerimônias idólatras pode ser comparada ao ecumenismo tão difundido atualmente. Devemos amar e respeitar todas as pessoas, mas misturar o culto a Deus com a idolatria não é aceitável. Observamos que, passados tantos séculos entre a experiência de Israel e o Apocalipse, a estratégia do inimigo continua a mesma. Eis uma das razões pelas quais o Antigo Testamento continua útil.

Aqueles cristãos de Pérgamo tinham apresentado grande resistência aos ataques diretos (2.13), mas alguns sucumbiram diante das influências sutis (2.14-15).

Continuaram dentro da igreja, mas seguiam uma doutrina estranha. Foram vitoriosos em um momento (2.13) e derrotados em outro (2.14-15), quando permitiram que “poucas coisas” (2.14) fossem semeadas pelo inimigo. Não é preciso muito fermento para levedar a massa.

Muitos cristãos hoje não negam sua fé (2.13), mas caem na prostituição, no adultério ou em outras relações ilícitas (2.14). Estão sendo vencidos pelo Diabo do mesmo jeito.

Nova oportunidade

Apesar das derrotas sofridas, ainda havia esperança para aquele povo. O Senhor disse à igreja: “Arrepende-te” (2.16). Queres vencer Satanás? Arrepende-te do pecado. O arrependimento é acompanhado pelo perdão. Esta é a única forma de reverter a situação. Outras batalhas virão e precisam ser vencidas. Pior do que cair é desistir de caminhar. Se caíste, levanta-te e prossegue no caminho do Senhor. Só o arrependimento, a mudança de atitude, o abandono do pecado, nos coloca de volta à posição de vitória.

A recompensa final

Em Ap.2.17 vemos o fim triunfal para os vencedores. Aqueles que renunciaram à comida dos ídolos (2.14), comerão do maná escondido (2.17). O maná é a provisão divina para as necessidades humanas. É o alimento celestial que traz sustento e satisfação para as nossas almas, algo que o mundo não pode oferecer.

Esse texto fala de experiências pessoais e intransferíveis. Embora a batalha seja da igreja, a recompensa é individual. Por isso está no singular: “Ao vencedor...”. O último versículo da carta se refere a experiências sobrenaturais com Deus, reservadas para aqueles que resistiram às ofertas do maligno ou se arrependeram de tê-las recebido. Existe um tom de mistério no texto. O maná está “escondido” e o novo nome só será conhecido por aquele que o receber. Temos aí o aspecto de segredo que sempre envolve o galardão reservado para os justos.

“ As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do homem, são as que Deus preparou para aqueles que o amam ” (ICo.2.9).

Prof. Anísio Renato de Andrade

sexta-feira, 23 de abril de 2010

REFLEXÃO DE SEXTA-FEIRA


Como está escrito: Por minha vida, diz o Senhor, diante de mim
se dobrará todo joelho, e toda língua dará louvores a Deus.
Romanos 14:11


"Venha o teu reino, faça-se a tua vontade, assom na terra como
no céu." "Maranata! Venha, Senhor Jesus!" Sim, todo joelho se
dobrará. Mas o nosso já se dobra. Nós vivemos ansiando o dia
quando todos os povos se dobrarão diante do nosso Rei. Até aquele
dia, vamos fazer todo o possível para assegurar que o maior número
de pessoas se dobrem diante de Jesus naquele Dia de alegria, e não
de medo!
iluminalma.com

Semente Não Mente




O cientista e professor ao comer uma fatia de melancia pensou numa ilustração para as suas palestras. Depois de calcular que a fruta tinha cerca de 19 quilos, ele recolheu algumas sementes e as pesou.

Usando um pouco de matemática, ficou admirado em descobrir que precisava de cerca de 5.000 sementes para fazer meio quilo.

Então ele assentou-se à sua mesa e escreveu:

"Há pouco tempo alguém plantou apenas uma destas sementinhas no solo. Sob a influência do sol e da chuva, a semente despiu-se de sua capa e aumentou em cerca de 200.000 vezes o seu próprio peso.

Ela forçou todo esse material através de uma pequena haste e construiu uma melancia. Por fora, uma cobertura verde; por dentro, uma camada branca; e, no interior, a poupa vermelha.

Espalhadas por dentro da nova melancia uma quantidade enorme de outras sementes - cada uma capaz de tornar a fazer a mesma obra novamente.

Que arquitecto desenhou o plano? De onde a semente da melancia obteve sua tremenda força? De onde extraiu o corante para as suas cores? O cientista então destacou que, enquanto não pudermos explicar uma melancia, não podemos nos atrever a subestimar o poder de Deus, o Todo-Poderoso.

Ao nos suprir com estas maravilhas, que nossas mentes minúsculas não conseguem entender, Deus nos mostrou sua sabedoria e poder infinitos. Seu génio criativo desmente as loucas explicações do ateísmo e confirma o que a Bíblia afirma:

"Que variedade, Senhor, nas tuas obras! Todas com sabedoria as fizeste; cheia está a terra das tuas riquezas."

Considerando as obras de Deus, até mesmo numa simples melancia, ficamos admirados diante de sua grandeza. Só nos resta humildemente agradecer porque este mesmo Deus

Todo-Poderoso prometeu que o nosso socorro diário viria do "Deus Eterno que fez o céu e a terra …Ele está sempre ao seu lado para protegê-lo."

Do Desespero a Esperança



"Um jovem perguntou para o Pr. Bullon com os olhos cheios de emoção:

- Pastor, se Deus me perdoou porque não me devolve a saúde?

Esse jovem estava vivendo os momentos dramáticos da fase terminal da AIDS e buscava a Jesus em desespero.

Minha pergunta é: pode Deus perdoar alguém que O procura só porque já não sabe mais para onde ir? E o fato de Deus perdoar significa também a cura do mal?

Em Lucas encontramos o seguinte relato:

"E, quando chegaram ao lugar chamado a Caveira, ali o crucificaram, e aos malfeitores, um à direita e outro à esquerda... E um dos malfeitores que estavam pendurados blasfemava dele, dizendo: Se tu és o Cristo, salva-te a ti mesmo, e a nós.
Respondendo, porém, o outro, repreendia-o, dizendo: Tu nem ainda temes a Deus, estando na mesma condenação? E nós, na verdade, com justiça, porque recebemos o que os nossos feitos mereciam; mas este nenhum mal fez. E disse a Jesus: Senhor, lembra-te de mim, quando entrares no teu reino. E disse-lhe Jesus: Em verdade te digo hoje que estarás comigo no Paraíso." (Lucas 23:33, 39-43)


Da cidade de Jerusalém saíam dois caminhos: um deles descia para Jericó e o outro subia para o Monte do Calvário. No primeiro caminho, os marginais, ladrões e delinqüentes viviam sua vida errada, amparados pelas sombras da noite. Matavam, violentavam, roubavam e abusavam das pessoas. Tinham a impressão de que nunca, ninguém, iria descobrir o que estavam fazendo.

Naquele caminho que descia para Jerusalém, estes homens viviam sua vida depravada, sem rédeas e sem normas. Argumentavam, discutiam e tentavam justificar as suas atitudes. Viviam desesperados e vazios, mas continuavam fazendo tudo aquilo tentando de alguma maneira encontrar um sentido para a vida.

O que eles esqueciam era que, um dia, como resultado de terem descido tão baixo, teriam que subir o Monte do Calvário. E lá, no topo da montanha, teriam que pagar o preço das suas atitudes erradas.

No Brasil, não existe a pena de morte. Mas naquela ocasião e naquela terra, existia, e não era executada numa câmara de gás, numa cadeira elétrica ou por fuzilamento. Era executada pela crucificação.

Hoje é difícil entendermos o significado deste tipo de morte. Não era uma morte simples. Os homens faziam uma cruz e cravavam o corpo do marginal nessa cruz. Depois a levantavam e com o peso do corpo as carnes do delinqüente se rasgavam.

Ninguém morre por causa de duas feridas que lhe fazem nas mãos e nos pés. As mãos e os pés não são pontos vitais do corpo humano. Se ao menos os pregos fossem colocados no coração, talvez o marginal morresse imediatamente.

Mas os pregos eram colocados nas mãos e nos pés. O marginal não morria, ele era levantado na cruz, e dependendo da resistência física, podia ficar pendurado nessa cruz um, dois ou mais dias.
De dia, o sol implacável queimava suas carnes; de noite, o frio castigava seu corpo.

A lei permitia que só lhe dessem de beber um pouco de vinagre. Este pobre marginal ia perdendo seu sangue gota a gota, ia perdendo sua vida lentamente. Ele não morria de repente. Era pendurado ali, para que tivesse tempo suficiente para lembrar de sua vida passada, e se arrepender de todo o mal que tinha causado à vítimas inocentes.

Chegava um momento em que o pobre marginal pedia aos soldados:

- Por favor, me matem, não me deixem mais aqui. Quero morrer. Por favor, me dêem um golpe fatal.

Mas a lei não permitia. O homem tinha que morrer lentamente. A morte de cruz, era uma morte cruel. Era a vingança da sociedade contra homens que tinham abusado dela.

Todo mundo concordava que aqueles homens mereciam morrer ali, daquela maneira.

Voltando ao jovem do inicio

Pastor, Deus está me castigando não está?

- Não filho, Deus não está castigando você. Você está sofrendo as conseqüências do seu erro. Mas Deus o ama, e se você se arrependeu, Deus já o perdoou.

E ele continuou perguntando:

- Se Deus me perdoou, por que Ele não me cura?

- Filho, - há leis da natureza que precisam seguir seu curso. Se eu soltar meu relógio, ele vai cair e quebrar, porque existe a lei da gravidade. Você quebrou leis da natureza e está sofrendo as conseqüências do seu erro. Mas Deus o ama, Ele o perdoou, e você está salvo em Cristo.

Ali estava o ladrão na cruz. O seu passado foi perdoado. Mas ele teve que morrer.

A minha pergunta é: por que não vir a Jesus quando podemos lhe entregar nossa juventude?
Por que não acreditar que Ele pode nos transformar?

Não há ninguém por quem Jesus não possa fazer alguma coisa.

Se você é um homem que acha que não vale nada, venha a Ele.

Se você é um bom cidadão cheio de qualidades, mas que lá no fundo do coração sente aquele vazio que dói, venha também a Ele.

Se você é um homem que não tem nada de riquezas nesta Terra, venha a Ele. Se você é um homem que tem muitas riquezas, venha a Ele. Se você não tem cultura, venha a Ele.

Se você tem muita cultura, também venha a Ele.

Eu conheço gente que tem tudo, mas não é feliz. Porque tudo pode ser útil na vida, mas só Cristo pode dar sentido à existência.

Carta à Igreja de Esmirna



“Isto diz o primeiro e o último, que foi morto e reviveu: Conheço as tuas obras e tribulação e pobreza (mas tu és rico), e a blasfêmia dos que dizem ser judeus, e não o são, porém são sinagoga de Satanás. Não temas o que hás de padecer. Eis que o Diabo está para lançar alguns de vós na prisão, para que sejais tentados; e tereis uma tribulação de dez dias. Sê fiel até a morte, e dar-te-ei a coroa da vida. Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas. O que vencer, de modo algum sofrerá o dano da segunda morte” (Ap.2.8-11).

Esmirna significa mirra, que é a resina perfumada produzida pela árvore de mesmo nome ao ser ferida. A mirra é usada na produção de perfume. Foi também um componente do óleo da unção, na época de Moisés e um dos presentes levados pelos magos ao menino Jesus. A substância tornou-se símbolo de amargura e sofrimento.

O nome daquela cidade da Ásia Menor era bastante adequado à realidade da igreja que ali se encontrava: um povo sofredor que, em meio às aflições, exalava o bom perfume de Cristo.
“Conheço as tuas obras, tribulação e pobreza”.

Hoje, muitas pessoas têm um conceito fantasioso sobre o cristianismo, como se este garantisse um mar de rosas ou um paraíso na terra. Aquela igreja, como tantas outras, conhecia muito bem o trabalho árduo, a tribulação e a pobreza, embora fosse espiritualmente rica. A igreja de Laodicéia, ao contrário, era materialmente rica e espiritualmente miserável. A riqueza material não é, em si mesma, maligna, mas o erro está em colocá-la em evidência, tornando-a prioritária, como se o evangelho estivesse a ela vinculado. É o que acontece com a falsa doutrina da prosperidade.

Certamente, alguns crentes atuais, se vivessem naquela época, pediriam sua transferência para a congregação de Laodicéia.

O Senhor mandou dizer aos cristãos de Esmirna: “Não temas o que hás de padecer”. Além de tudo o que aquela igreja tinha passado, ainda viriam mais tribulações. Contudo, em todas elas havia um propósito divino.
“O Diabo lançará alguns de vós na prisão”.

No meio da carta, existe menção a um personagem indesejável: Satanás. Gostaríamos que seu nome não estivesse ali, assim como não queremos considerar a possibilidade de sua interferência ou intromissão em nossas vidas. Alguns irmãos até imaginam que possam estar muito distantes da ação do inimigo. Entretanto, somos soldados, estamos numa guerra espiritual, e a proximidade do inimigo não nos deve parecer estranha.

O Diabo lançaria alguns daqueles cristãos na prisão. Pode parecer incrível que ele possa fazer algo assim na vida do crente, mas, nesse caso, o fator determinante é a permissão divina em função dos seus propósitos soberanos. O texto não está se referindo à prisão espiritual, mas natural. Naquele tempo, o imperador romano estava perseguindo a igreja, prendendo os cristãos e matando muitos deles.

Esse quadro é bastante contrário à cosmovisão de alguns crentes hodiernos que, baseados num conceito distorcido de batalha espiritual, supõem que repreendendo Satanás possam resolver todos os problemas da vida. Existem casos em que a repreensão é apropriada, como nas possessões demoníacas, por exemplo.

Precisamos, porém, estar conscientes de que algumas situações são determinadas por Deus e não poderão ser evitadas ou interrompidas. Lembremo-nos da história de Jó que, por permissão divina, foi afligido pelo inimigo.
“Para que sejais tentados.”

A expressão “para que” indica um propósito. Nada acontece por acaso na vida do cristão. Muitas coisas vêm como consequência dos nossos atos, outras ocorrem porque Deus tem um objetivo através delas. Nesse caso específico, o propósito seria a tentação. Deus permite uma situação adversa para que a tentação ocorra, pois ela é necessária na vida do crente.

Afinal, se Cristo foi tentado, por quê nós não haveríamos de ser? Gostaríamos que todas as situações desagradáveis fossem evitadas, e até oramos por isso. Entretanto, muitas dessas orações não serão atendidas porque a tentação precisa vir.

Como a prisão poderia se tornar local de tentação? Aqueles cristãos presos seriam acometidos por pensamentos, reflexões e questionamentos a respeito da fé. Alguns deles perguntariam: “Por quê Deus permitiu isso? Eu sou filho dele, sou fiel, sou dizimista, sou servo do Senhor”. Não é o que acontece conosco? Quantos questionamentos vêm à nossa mente quando estamos debaixo da tribulação? Nesse momento, somos tentados a duvidar da presença de Deus e do seu amor para conosco.

Nos piores momentos, somos tentados a negar a nossa fé e blasfemar contra Deus. Assim foi a tentação de Jó. A certa altura dos fatos, sua esposa lhe disse: “Amaldiçoa o teu Deus e morre.” Aquela foi a sugestão satânica nos lábios de uma mulher.
“Tereis uma tribulação de dez dias”.

Algumas situações têm prazo determinado. É uma realidade bíblica. Como exemplos, podemos citar os 7 anos de fome no Egito, os 400 anos de escravidão dos israelitas e os 70 anos de cativeiro babilônico. Deus determinou o tempo daquelas tribulações.

O povo podia orar, jejuar e expulsar demônios, mas o problema permaneceria até que se cumprisse o prazo estipulado por Deus. Não podemos fazer uma regra nesse sentido, porque muitos males podem ser resolvidos imediatamente, conforme vemos em diversos episódios bíblicos. Entretanto, não podemos ignorar a possibilidade dos prazos determinados, porque esta será a explicacão para algumas orações não atendidas.

Aquela igreja poderia orar, mas a tribulação duraria dez dias, nem mais nem menos. Devemos orar sempre, mas precisamos também pedir o discernimento ao Senhor para não tomarmos atitudes e conclusões precipitadas. A tribulação continuará até que tenha produzido os resultados para os quais ela foi permitida pelo Senhor.

Assim como Jesus não podia descer da cruz antes de sua morte, também nós não poderemos interromper algumas situações que nos sobrevêm. A lagarta não pode sair do casulo enquanto não se completar sua metamorfose. Interferir no processo seria um desastre fatal.

O propósito da tribulação

Estamos diante de um aspecto que não pode ser plenamente compreendido ou explicado. Contudo, podemos propor algumas reflexões sobre os propósitos da tribulação. Paulo disse que a tribulação produz paciência, experiência e esperança (Rm.5.3-4). As situações difíceis que enfrentamos têm por objetivo nos ensinar muitas lições e desenvolver em nós virtudes e habilidades que, de outra forma, não teríamos.

O atleta levanta pesos cada vez maiores afim de desenvolver seus músculos, sua força e sua resistência. Da mesma forma, os desafios da vida podem nos tornar experientes, capazes e maduros, mas esses resultados não são alcançados por quem vive fugindo ou interrompendo seus exercícios.

Sabemos também que a tribulação revela quem é o falso cristão e quem é o verdadeiro, assim como, na parábola de Jesus, a tempestade testou os alicerces das duas casas.
Na igreja de Esmirna havia uma mistura, conforme percebemos no texto. A tribulação seria a prova. Dali sairiam os vencedores e os derrotados. Os falsos blasfemariam contra Deus, mas os verdadeiros permaneceriam fiéis.

O Senhor já sabe quem é trigo e quem é joio. Entretanto, a prova é necessária para o auto-conhecimento e para o testemunho diante do mundo. Ser fiel enquanto tudo vai bem não causa nenhum impacto nos ímpios. Todavia, se somos fiéis nas piores situações, então nosso testemunho se reveste de uma força impressionante. Tal testemunho também fará calar o próprio Satanás que, conforme lemos no livro de Jó, vive nos observando e aguardando para assistir nossa infidelidade e nosso fracasso.
Dez dias

Existe um aspecto positivo nesta medida temporal. O prazo nos mostra que a tribulação não é eterna. Tal afirmação beira o óbvio, mas, muitas vezes, nos sentimos e agimos como se o nosso problema nunca fosse acabar. Deus está no controle. Ele já determinou um ponto final para todo o nosso sofrimento.

Enquanto isso... espere.

Esperar é uma palavra cada vez mais abominável para o homem moderno, cuja vida está repleta de recursos tecnológicos que oferecem resultados imediatos. Porém, a bíblia nos ensina a ser como o homem do campo que, ainda na atualidade, depois de semear, precisa esperar a chuva, a produção da lavoura e o amadurecimento do grão.

Se Deus sempre nos atendesse imediatamente, resolvendo todos os nossos problemas, não precisaríamos de qualidades tais como a paciência, a perseverança e a longanimidade. Vemos, portanto, que, em muitas situações, precisaremos esperar.

Aguarde o tempo certo, a melhor ocasião, sabendo que o Senhor tem a hora propícia para todos os propósitos. Por exemplo, existe o tempo adequado para estudar, casar, ter filhos, etc. A precipitação tem causado inversões indevidas, produzindo consequências graves na vida. Saber esperar é uma virtude, desde que não seja para sempre.

Esperar como?

Muitos estão esperando o livramento, o fim da tribulação, mas, enquanto isso, murmuram, reclamam, blasfemam, pecam. Esta não é a maneira correta de esperar.

O Senhor disse: “Sê fiel até a morte”. Espere sendo fiel. Assim como Jó não blasfemou contra Deus, mas adorou, adoremos ao Senhor em todas as situações. Outro exemplo maravilhoso é o de José do Egito que, sendo escravo e prisioneiro, permaneceu fiel ao Senhor.

Palavras de esperança

A carta à igreja de Esmirna contém muitos elementos negativos: tribulação, prisão, tentação e morte. Porém, vemos também ali palavras do Senhor para confortar aqueles irmãos.

Antes de tudo, é importante ressaltar que Jesus é o autor daquela carta, e ele diz: “Conheço as tuas obras, tribulação e pobreza”. Ele conhece; ele sabe de todas as coisas. Nada lhe passa despercebido. Em alguns momentos, podemos pensar que ele nos esqueceu, mas isto não é verdade.

Ele nos contempla e conhece tudo o que passamos nesta vida. Em todas as cartas às igrejas da Ásia, encontramos este verbo: “conheço”. Jesus não apenas conhece, mas tem o controle da situação. Por isso ele diz: “Não temas” (2.10). Não permita que o medo domine seu coração, mas creia no Senhor.

“Dar-te-ei a coroa da vida”.

A caminhada do cristão pode ser árdua em muitos momentos, mas temos a promessa gloriosa da vida eterna. Se formos fiéis e aprovados, seremos coroados pelo Senhor.

Qualquer interferência do inimigo terá sido incidente de menor importância no meio do caminho. Jesus é o primeiro e o último (2.8). Ele se apresenta como “aquele que foi morto e reviveu”. Este é o modelo para a igreja. Ainda que sejamos mortos por causa do evangelho, reviveremos para a vida eterna com o nosso Senhor Jesus Cristo.

A carta à igreja de Esmirna não serve como incentivo a um “cristianismo” com enfoque terreno, imediatista e materialista, mas um cristianismo segundo Jesus Cristo, que nos leva a pensar nas coisas celestiais, em valores eternos, em vida eterna.

“Quem tem ouvidos ouça o que o Espírito diz às igrejas”.

Observe que esta frase fala “às igrejas” e não apenas à igreja de Esmirna. Portanto, aquela carta é também para nós. Devemos meditar nela e viver os princípios ali contidos, uma vida de vencedores para a glória do Senhor Jesus.

Prof. Anísio Renato de Andrade

quinta-feira, 22 de abril de 2010

REFLEXÃO DE QUINTA-FEIRA


Então Jesus foi levado pelo Espírito ao deserto, para ser
tentado pelo Diabo. Depois de jejuar quarenta dias e quarenta
noites, teve fome. O tentador aproximou-se dele e disse: “Se és o
Filho de Deus, manda que estas pedras se transformem em pães”.
Jesus respondeu: “Está escrito… Mateus 4:1-4a

Havia muitas respostas que Jesus podia dar ao tentador. Mas, ele
escolheu responder com a Palavra de Deus – “Está escrito...”. Em
qualquer confronto com o diabo, não tem arma melhor do que a pura
Palavra de Deus. Se você não pode dizer com Jesus “Está escrito...”
a única coisa que você vai escrever é o decreto da sua própria
derrota. Deixe a Bíblia ser sua única arma em qualquer confronto
com o inimigo. Quanto mais você a conhecer, melhor será a sua
defesa e mais segura sua vitória. Não é à toa que Paulo chamou a
palavra de Deus da “espada do Espírito” (Efé 6:17). Medite, estude,
memorize-a. Faça a palavra de Deus sua companheira íntima, que ela
lhe servirá bem contra os ataques do inimigo. Ore a Deus para lhe
dar discernimento e sabedoria no uso desta poderosa arma.
hermeneutica.com

O Vestido Azul


O Vestido Azul
Num bairro pobre de uma cidade distante, morava uma garotinha muito bonita. Ela freqüentava a escola local. Sua mãe não tinha muito cuidado e a criança quase sempre se apresentava suja. Suas roupas eram muito velhas e maltratadas.

O professor ficou penalizado com a situação da menina.

"Como é que uma menina tão bonita, pode vir para a escola tão mal arrumada?".

Separou algum dinheiro do seu salário e, embora com dificuldade, resolveu lhe comprar um vestido novo. Ela ficou linda no vestido azul.

Quando a mãe viu a filha naquele lindo vestido azul, sentiu que era lamentável que sua filha, vestindo aquele traje novo, fosse tão suja para a escola. Por isso, passou a lhe dar banho todos os dias, pentear seus cabelos, cortar suas unhas.

Quando acabou a semana, o pai falou: "mulher, você não acha uma vergonha que nossa filha, sendo tão bonita e bem arrumada, more em um lugar como este, caindo aos pedaços? Que tal você ajeitar a casa? Nas horas vagas, eu vou dar uma pintura nas paredes, consertar a cerca e plantar um jardim."

Logo mais, a casa se destacava na pequena vila pela beleza das flores que enchiam o jardim, e o cuidado em todos os detalhes. Os vizinhos ficaram envergonhados por morar em barracos feios e resolveram também arrumar as suas casas, plantar flores, usar pintura e criatividade.

Em pouco tempo, o bairro todo estava transformado. Um homem, que acompanhava os esforços e as lutas daquela gente, pensou que eles bem mereciam um auxílio das autoridades. Foi ao prefeito expor suas idéias e saiu de lá com autorização para formar uma comissão para estudar os melhoramentos que seriam necessários ao bairro.

A rua de barro e lama foi substituída por asfalto e calçadas de pedra. Os esgotos a céu aberto foram canalizados e o bairro ganhou ares de cidadania.
E tudo começou com um vestido azul.

Não era intenção daquele professor consertar toda a rua, nem criar um organismo que socorresse o bairro. Ele fez o que podia, deu a sua parte. Fez o primeiro movimento que acabou fazendo que outras pessoas se motivassem a lutar por melhorias.

Será que cada um de nós está fazendo a sua parte no lugar em que vive?
Por acaso somos daqueles que somente apontamos os buracos da rua, as crianças à solta sem escola e a violência do trânsito?

Lembremos que é difícil mudar o estado total das coisas. Que é difícil limpar toda a rua, mas é fácil varrer a nossa calçada.

É difícil reconstruir um planeta, mas é possível dar um vestido azul.
Há moedas de amor que valem mais do que os tesouros bancários, quando endereçadas no momento próprio e com bondade.

Você acaba de receber um lindo vestido azul.

Faça a sua parte.

Carta à Igreja de Éfeso



Assim diz o Senhor Jesus: "Eu sei as tuas obras, e o teu trabalho, e a tua paciência... Trabalhaste pelo meu nome, e não te cansaste... Tenho porém contra ti que deixaste o teu primeiro amor. Lembra-te de onde caíste e arrepende-te." (Apocalipse 2.2-5).

Aqueles irmãos tiveram um início glorioso em sua experiência com Deus. A epístola de Paulo aos Efésios nos dá a entender que aquela igreja não era problemática, como a de Corinto por exemplo. Os efésios eram espirituais, entusiasmados e abençoados no princípio.

Contudo, o tempo passou e algo mudou. Aparentemente, tudo estava como antes: as obras continuavam a todo vapor. A igreja de Éfeso era muito ativa e trabalhadora. Entretanto, a essência estava comprometida. Havia muito trabalho e pouco amor; muita atividade humana e pouca unção do Espírito.

Veio então a palavra do Senhor com o objetivo de avivar a sua igreja. E o que é avivamento? É renovação. É reanimar. É dar vida. Avivamento não é sinônimo de barulho, música agitada, palmas e gritos. Tudo isso pode, eventualmente, ocorrer em nossos cultos, mas o avivamento legítimo é o resgate de valores espirituais outrora abandonados.

Seu fundamento está firmado em três fatores indispensáveis: estudo da Bíblia, oração e arrependimento. Esses elementos "movem a mão de Deus" a favor do seu povo. Esta afirmação é fiel e digna de crédito porque o Senhor está comprometido com a sua Palavra, prometeu ouvir nossas orações e não rejeita um coração contrito e arrependido (Salmo 51).

Não podemos, porém, separar esses três pontos. Palavra sem oração pode resultar em intelectualismo e heresia. Oração sem arrependimento do pecado não produz nenhum efeito. E arrependimento, sem um confronto com a Palavra de Deus, é impossível, pois é a Bíblia que nos mostra nossas falhas, enquanto o Espírito Santo nos convence.

É bom lembrar o que diz em II Crônicas 7.14: "E se o meu povo que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra."

No contexto em que esse versículo foi escrito, sarar a terra significava fazer cessar as pragas na lavoura, enviar a chuva, que estava tão escassa, e fazer com que houvesse grande produção no campo e no rebanho. Assim, a vida do povo seria beneficiada em todos os aspectos.

Isto é avivamento. Deus tira as pragas e maldições e derrama a sua bênção. Tudo começa com estudo da Bíblia, oração e arrependimento, e culmina com bênçãos sem medida. Seus principais efeitos na igreja são: renovação do nosso entusiasmo pela obra de Deus, grande número de conversões, manifestações de dons espirituais, despertamento de novos ministérios, além de bênçãos pessoais diversas.

Tudo isso é resultado do mover do Espírito Santo, que muitas vezes fica bloqueado pelos nossos pecados e pela nossa negligência.
Louvamos ao Senhor porque estamos notando a operação do Espírito de Deus em nossos dias. O resultado está aí. A obra está acontecendo. Vidas estão se convertendo e a igreja está crescendo.

Meu irmão, não fique fora das águas do Espírito. O Senhor está operando. Não pensemos, porém, que o que temos visto é tudo. De modo nenhum! Isto é apenas uma pequena amostra do que Deus quer fazer no nosso meio. Vamos buscar ao Senhor cada dia mais. Assim, veremos a glória de Deus se manifestanto. Aleluia! Avivamento já!

Prof. Anísio Renato de Andrade

Curiosidades 2



- A Bíblia se divide em duas partes: Antigo Testamento e Novo Testamento. Tem 66 livros, sendo 39 no Antigo Testamento e 27 no Novo Testamento.

- O Salmo 119 tem, em hebraico, 22 seções de oito versículos. Cada uma das seções inicia com uma letra do alfabeto hebraico, de 22 letras. Dentro das seções, cada versículo inicia com a letra da seção.

- Que "o caminho de um sábado" era o caminho permitido no dia de sábado; a distância que ia da extremidade do arraial das tribos ao tabernáculo, quando no deserto, isto é, cerca de 1.200 metros. - O capítulo 19 de II Reis é igual ao 37 de Isaías.

- No livro Lamentação de Jeremias, os capítulos 1, 2 e 4 têm versículos em número de 22 cada, compreendendo as letras do alfabeto hebraico. O capítulo 3 tem 66 versículos, levando cada três deles, em hebraico, a mesma letra do alfabeto.

- A Menor Bíblia A menor Bíblia existente foi impressa na Inglaterra e pesa somente 20 gramas. Este fabuloso exemplar da Bíblia mede 4,5 cm de comprimento, 3 cm de largura e 2 cm de espessura. Apesar de ser tão pequenina, contém 878 páginas, possui uma séria de gravuras ilustrativas e pode ser lida com o auxílio de uma lente.

- A Maior Bíblia A maior Bíblia que se conhece, contém 8.048 páginas, pesa 547 quilos e tem 2,5 metros de espessura. Foi confeccionada por um marceneiro de Los Angeles, durante dois anos de trabalho ininterrupto. Cada página é uma delgada tábua de 1 metro de altura, em cuja superfície estão gravados os textos.

- Vamos Ler a Bíblia ? A Bíblia contém 31.000 versículos e 1.189 capítulos. Para sua leitura completa, são necessárias 49 horas, a saber, 38 horas para a leitura do Velho Testamento e 11 horas para a do Novo Testamento. Para lê-la audivelmente, em velocidade normal de fala, são necessárias cerca de 71 horas. Se você deseja lê-la em 1 ano, deve ler apenas 4 capítulos por dia.

- Tradução: Você sabia que das 2.000 líguas e dialetos falados no mundo, cerca de 1.200 já possuem a Bíblia ou textos bíblicos traduzidos?

- O nome "Bíblia" vem do grego "Biblos", nome da casca de um papiro do século XI a.C.. Os primeiros a usar a palavra "Bíblia" para designar as Escrituras Sagradas foram os discípulos do Cristo, no século II d.C.;

- Ao comparar as diferentes cópias do texto da Bíblia entre si e com os originais disponíveis, menos de 1% do texto apresentou dúvidas ou variações, portanto, 99% do texto da Bíblia é puro. Vale lembrar que o mesmo método (crítica textual) é usado para avaliar outros documentos históricos, como a Ilíada de Homero, por exemplo;

- É o livro mais vendido do mundo. Estima-se que foram vendidos 11 milhões de exemplares na versão integral, 12 milhões de Novos Testamentos e ainda 400 milhões de brochuras com extratos dos textos originais;

- Foi a primeira obra impressa por Gutenberg, em seu recém inventado prelo manual, que dispensava as cópias manuscritas;

- A divisão em capítulos foi introduzida pelo professor universitário parisiense Stephen Langton, em 1227, que viria a ser eleito bispo de Cantuária pouco tempo depois. A divisão em versículos foi introduzida em 1551, pelo impressor parisiense Robert Stephanus. Ambas as divisões tinham por objetivo facilitar a consulta e as citações bíblicas, e foi aceita por todos, incluindo os judeus;

- A Bíblia foi escrita e reproduzida em diversos materiais, de acordo com a época e cultura das regiões, utilizando tábuas de barro, peles, papiro e até mesmo cacos de cerâmica;

- Com exceção de alguns textos do livro de Ester e de Daniel, os textos originais do Antigo Testamento foram escritos em hebraico, uma língua da família das línguas semíticas, caracterizada pela predominância de consoantes;

- A palavra "Hebraico" vem de "Hebrom", região de Canaã que foi habitada pelo patriarca Abraão em sua peregrinação, vindo da terra de Ur;

- Os 39 livros que compõem o Antigo Testamento (sem a inclusão dos apócrifos) estavam compilados desde cerca de 400 a.C., sendo aceitos pelo cânon Judaico, e também pelos Protestantes, Católicos Ortodoxos, Igreja Católica Russa, e parte da Igreja Católica tradicional;

- A primeira Bíblia em português foi impressa em 1748. A tradução foi feita a partir da Vulgata Latina e iniciou-se com D. Diniz (1279-1325).

- A primeira citação da redondeza da terra confirmava a idéia de Galileu, de um planeta esférico. Bastava que os descobridores conhecessem a bíblia. (Isaías 40:22)

- Davi, além de poeta, músico e cantor foi o inventor de diversos instrumentos musicais. (Amós 6:5)

- O tio e a tia de Jesus se tornaram "crentes" na sua pregação antes de sua crucificação. (Lucas 24:13:18, João19:25)

-O nome "cristão" só aparece três vezes na Bíblia. (Atos 11:26, Atos 26:28 e I Pedro 4:16)

- A "Epístola da Alegria" , a carta de Paulo aos Filipenses, foi escrita na prisão e as expressões de alegria aparecem 21 vezes na epístola.

- Quem dá aos pobres, empresta a Deus, e Ele lhe pagará. (Provérbios 19: 17)

- O trânsito pesado e veloz, os cruzamentos e os faróis acesos aparecem descritos exatamente como nos dias de hoje. (Naum 2:4)

- A mensagem através de "out-doors" é uma citação bíblica detalhada. (Habacuque 2:2)

- Quem cortou o cabelo de Sansão não foi Dalila, mas um homem. (Juízes 16: 19)

- O nome mais comprido e estranho de toda a bíblia é Maersalalhasbas - filho de Isaias.(Isaías 8:3-4)

- Você sabia que a palavra fé é encontrada apenas quatro vezes no Antigo Testamento?
(Hc 2:4; Jz 9:16, 9:19; e 1Sm 21:5)

- Você sabia que a palavra "DEUS" aparece 2.658 vezes no V.T. e 1.170 vezes no N.T. num total de 3.828 vezes?

- Há na Bíblia 177 menções ao diabo em seus vários nomes.

- O maior versículo é no livro de Ester capítulo 8 versículo 9.

- O menor versículo é no livro de Êxodo capíluto 20 versículo 13.

- O versículo central da Bíblia é o Salmo cap: 118 ver:8, o qual divide a mesma ao meio.

- Os livros de Ester e Cantares de Salomão não possuem a palavra DEUS.

- A expressão "Assim diz o Senhor" e equivalentes encontram-se cerca de 3.800 vezes na Bíblia.

- A Vinda do Senhor é referida 1845 vezes na Bíblia, sendo 1.527 no Antigo Testamento e 318 no Novo Testamento.

- A Palavra "Senhor" é encontrada na Bíblia 1.853 vezes e "Jeová (YHVH)" 6.855 vezes.

- A expressão "Não Temas!" é encontrada 366 vezes na Bíblia, o que dá uma para cada dia do ano!

- No Salmo 107 há 4 versículos iguais: 8, 15, 21 e o 31.

- Todos os versículos do Salmo 136 terminam da mesma maneira.

- Para aprender mais, LEIA A BÍBLIA!

quarta-feira, 21 de abril de 2010

REFLEXÃO DE QUARTA-FEIRA


Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos os homens” 1 Coríntios 15:19

Você já pensou nisso? Quem é a pessoa mais infeliz do mundo em sua opinião? Os miseráveis, os milionários, os sem-teto, os famintos, os solitários, os enlutados ou os doentes terminais?O apóstolo Paulo diz que o mais infeliz do mundo é aquele que tem uma esperança limitada a este mundo. Para o qual, após a morte, não há mais nada, pois morrer é o fim de tudo, inclusive da própria existência. É triste encontrar gente que vive como se nunca fosse morrer e cujo propósito da vida restringe-se ao acúmulo de bens ou à satisfação de prazeres. Contudo, a experiência da morte não escolhe idade, sexo, classe social ou etnia. Depois de sua partida, portanto, o que será de seu sucesso profissional, poupança, diplomas e de outras coisas que consumiram todo o seu tempo, a sua família e, às vezes, a sua saúde?Porém a esperança em Jesus não morre, pois mesmo tendo os nossos olhos fechados aqui, sempre estaremos vivos com o Senhor. Assim como Cristo ressuscitou para glória, todos nós, um dia, ressuscitaremos para vida eterna. E é lá que devemos acumular nossos tesouros.

A bênção da poda




Apesar de ser dolorosa, a poda reflete o compromisso do Senhor conosco

“Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o lavrador. Todo ramo que, estando em mim, não der fruto, ele o corta; e todo o ramo que dá fruto ele o poda, para que produza mais fruto ainda.” (João 15.1-2.)

Jesus, em sua suprema sabedoria, nos traz este ensinamento. Ele é a videira verdadeira, o Pai o lavrador, e nós, os seus ramos. Ao se referir a si próprio como a videira verdadeira, Jesus está implicitamente dizendo que existem videiras falsas. Para compreender isso melhor, Ele nos traz a figura da poda.

Note que somente os ramos que dão frutos é que são podados. Aquele que não dá fruto, o Pai simplesmente corta. Então, a poda existe para o ramo que trabalhou muito bem durante sua estação frutífera, a poda é para prepará-lo para a próxima estação.

A poda de árvores varia de espécie para espécie. Para a videira, a poda é decisiva. Normalmente ocorre no inverno, entre uma estação e outra (depois do período de frutificação da estação anterior). A poda consiste basicamente em limpar e aparar aqueles galhos e folhas que, embora pareçam bonitos e belos, impossibilitarão a plena frutificação se não forem tirados.

Em nossas vidas, o Senhor nos poda com o objetivo de eliminar justamente esses galhos e folhas que parecem belos, mas não são. A poda é dolorosa para nós. Normalmente envolve abrir mão de alguma coisa não necessariamente má em si mesma, como: prioridades, poder, influência, dinheiro, tempo, títulos, sonhos ou qualquer outra coisa que possa vir a nos tirar do foco. Enfim, a poda vem para nos abençoar, retirando aquilo que poderia nos impedir de frutificar em abundância e qualidade na próxima estação. A poda reflete o compromisso do Senhor com nossas vidas. Se ele não se importasse, simplesmente não podaria e nos deixaria secar sem dar mais frutos. A poda de Deus visa que o ramo alcance seu pleno potencial no reino de Deus.

Ao observar uma árvore depois da poda, ela não terá um aspecto muito aprazível. Pelo contrário, parecerá “vazia”, “feia”. Mas, estará preparada para o que ainda virá, para dar os frutos da próxima estação. Por outro lado, a videira falsa continuará parecendo bela, bonita, e estará cheia de galhos e folhas. Será inicialmente confundida com uma boa árvore por muitos. Mas o tempo passará, e ela não dará frutos em abundância e qualidade. Por isso devemos nos sujeitar à poda do Senhor em nossas vidas, para desfrutarmos da bênção de sermos esvaziados de tudo o que não seja essencial para Ele, ainda que sejam coisas que parecem bonitas e desejáveis.

A poda de Deus não é disciplina. É preparação para um novo tempo, uma nova estação. A disciplina vem por causa de nosso pecado, para gerar em nós arrependimento. A poda vem, não por que pecamos, mas por que temos dado frutos. E muitas vezes nos encontramos desgastados no próprio processo de frutificação, carentes de um renovo, de uma limpeza. Assim, para nos preparar para o que o Senhor sabe que ainda virá, a poda vem. Na disciplina o objetivo de Deus é nos corrigir. Na poda, o objetivo é nos preparar para mais um período de plena frutificação.

Resta a nós o desafio de tentar identificar os períodos em que estamos sendo podados pelo Senhor, e assim, descansar e confiar nele, ainda que aos olhos dos homens não pareça. Os períodos de poda serão dolorosos, serão tempos de renúncia... mas, o Senhor sabe de antemão, para que, Ele está nos preparando, e quais são os galhos e folhas que Ele precisará aparar. Sempre existirão ramos mais cheios, que parecerão mais belos aos olhos dos homens, porém não darão frutos. A próxima estação virá, e o Senhor, mais do que ninguém, conhece nosso potencial para o Reino dele, e o quer usar em sua plenitude!

Que o Senhor nos abençoe e continue a nos podar para glória dele!
www.lagoinha.com
::Helder Assis

Entrevista Pastor Leosmar



Na noite de 31 de julho de 1903, um grupo de sete pastores e 11 presbíteros deixou a reunião do Sínodo (da então Igreja Presbiteriana do Brasil), liderados pelo Rev. Eduardo Carlos Pereira, para fundar a "EGREJA PRESBYTERIANA INDEPENDENTE BRAZILEIRA", segundo a ortografia da época. No dia seguinte, 01 de agosto, organizou-a oficialmente em "Presbitério Independente". Outros seis pastores foram arrolados entre os fundadores da Igreja, Alfredo Borges Teixeira, Bento Ferraz, Caetano N.Junior, Ernesto Luiz de Oliveira, Otoniel Mota, Vicente T. Lessa (ficaram conhecidos como "fundadores do dia seguinte").
O nosso entrevistado da semana é o Pastor Leosmar ele é Pastor da Igreja Presbiteriana Independente do Brasil em Pimenta Bueno - RO.

Folha – Pastor Leosmar fale um pouco de sua família (cidade, casado, filhos quando chegou a Pimenta Bueno).
Pr. Leosmar: Bem sou Leosmar Ferreira de Araújo, bacharel em teologia formado pelo Seminário Teológico Reverendo Antonio de Godoy Sobrinho em Brasília, Ordenado ao sagrado ministério em 2009, no período de licenciatura atuava como pastor auxiliar na Igreja Presbiteriana Independente de Rio Verde-GO minha Cidade natal. Sou casado com Marinalva Nogueira Costa Araújo,Temos quatro filhos:Guilherme, Maykol, Mychel e Mayara.Venho de uma família de dez irmãos sendo um já falecido sou órfão de mãe deixou esta vida no ano de 2004,sou de uma família de classe baixa mas de pessoas simples e honesta. Deixamos nossos familiares em Rio verde-GO e Chegamos a Pimenta Bueno em janeiro deste ano para assumirmos o Ministério pastoral da Igreja que é a Primeira presbiteriana independente do estado de Rondônia.

Folha – Nasceu em berço evangélico ou como aconteceu sua conversão?
Pr. Leosmar: Venho de família católica não praticante, com alguns irmãos convertidos ao evangelho devido à propagação deste, tendo ainda muitos para ser alcançada, minha mãe ouviu o chamado de Deus e se converteu no leito de enfermidade e meu pai é um simpatizante do evangelho. Minha conversão ao evangelho aconteceu no ano de 1994, quando Deus me chamou para caminhar com Ele. Senti a necessidade de uma mudança de vida, quando irmãs da ação social da IPI de Rio Verde foram usadas por Deus para despertar em mim a necessidade de arrependimento e reconhecer a dependência do Deus que era capaz de me aceitar mesmo sendo eu um ser cheio de imperfeições.

Folha – Quando recebeu o chamado para ser Pastor? Como Foi?
Pr. Leosmar: Desde que Jesus me converteu, sempre fui ativo nos trabalhos da igreja. Deus me deu a capacidade de aprender violão, fui ministro de louvor,fui diácono e presbítero por dois mandatos. Aos poucos Deus começou a me moldar, entendo que para ser pastor primeiro precisa ter vocação, responsabilidade e amor pela obra de Deus, e esses requisito Deus já me havia atribuído, queria sempre estar na frente pregando a palavra de Deus ao povo. O chamado aconteceu não de maneira imediata e sim em um processo que envolvia uma caminhada convicta com Cristo e me sentia cada dia mais desafiado a viver como um instrumento nas mãos de Deus. Em 2005 fui enviado pelo Presbitério do Brasil Central e Pela IPI de Rio Verde ao seminário para ser formado. Fui privilegiado, pois Deus designou o Rev. Eldo Fernando Machado para ser meu orientador neste período de formação acadêmica, um pastor sábio segundo o coração de Deus que me ensinou a buscar na palavra os direcionamentos da soberana vontade de Deus.

Folha – Onde fica a Igreja Presbiteriana Independente em Pimenta Bueno tem quantos membros?
Pr. Leosmar: A Igreja Presbiteriana Independente do Brasil, esta situada a Av. Flavio da Silva Daltro Nr. 880 Jardim das Oliveiras, estamos com aproximadamente 40 membros adultos e 20 menores,mas temos uma participação significativa da igreja nos trabalho e contamos também com um grupo expressivos de visitantes. Nossa expectativa é que a partir do mês de junho iniciaremos um curso preparatório para batismo que servirá para o crescimento numérico da igreja e espiritual para os novos membros.

Folha – Quem foi Eduardo Carlos Pereira?
Pr. Leosmar: Eduardo Carlos Pereira nasceu em Caldas-MG EM 1855. Professor matriculou-se na academia de direito porem não concluiu por receber o chamado para ser ministro do evangelho. Casou-se com a também professora sua colega de magistério Luiza Lauper tiveram dois filhos Carlos e Leonor. Eduardo Carlos Pereira foi ordenado ao sagrado ministério pelo presbitério de São Paulo foi designado aos campos Lorena e Cruzeiro. Abolicionista convicto no período liderou a criação da Sociedade Brasileira de Tratados Evangélicos. Em 1888 foi eleito o primeiro pastor nacional e assumiu o ministério da IPB de São Paulo. Eduardo Carlos Pereira e seus companheiros foram idealizadores do Plano de Ação que resultou na construção do instituto teológico e jornal O ESTANDARTE no ano de 1892 entre outros projetos liderados por ele. Resumindo fundador da Igreja Presbiteriana Independente do Brasil.

Folha – Qual foi o motivo que Eduardo Carlos Pereira se desligou da IPB e fundou a IPIB?
Pr. Leosmar: Este acontecimento se deu devido alguns embates na época decorrente a questões ideológicas e teológicas. Naquela época a igreja vivia um momento de ampliação das ações implantadas no intuito de promover a palavra de uma maneiras expansiva foram construir um instituto e iniciou o primeiro embate um grupo de missionários queriam construí-lo em São Paulo e outros queria construir em Campinas com a apuração dos fatos era de não construir em lugar algum iniciou uma divergência nas questões teológicas entre eles o ministério feminino,e o que mais se comenta era a Igreja presbiteriana na época aceitar a comunhão maçônica entre pastores e missionários maçons no seio da comunidade. E também a necessidade de formar uma igreja genuinamente brasileira, pois até então pelo que conhecemos é que decisões eram tomadas nos Estados Unidos depois inserido nas igrejas fundadas no Brasil, isso se deu devido ao fato dos missionários e pastores da época ser americanos.

Folha - A IPIB nos dias de hoje, é muito conhecida pela força do seu trabalho leigo, (trabalho realizado por membros discentes da Igreja). O trabalho leigo se divide em segmentos, como Ação Social e Secretária da Família, Explica como é feito esse trabalho?
Pr. Leosmar: A Igreja Presbiteriana Independente do Brasil tem sim seu seguimento como uma igreja que adota o ministério leigo isso se deu devido ao fato de entendermos que somos o corpo dinâmico de Cristo na formação de pessoas para habitarem no Reino vindouro. Entendemos que a Igreja é conhecida a partir do momento que ela vai de encontro com a necessidade daquele que sofre. Entendemos que a força leiga (ministérios) é importante, pois mostra a cada membro sua importante contribuição em busca de amenizar o sofrimento humano. Prefiro particularmente tratar estes trabalhos como ministérios permitindo que cada membro deste corpo dinâmico sirva a Deus com o que tem em suas mãos este é o que chamamos de chamado universal (responsabilidade de todos) e aqueles que se dispõe em sair de sua terra e servir a Deus em terra distante denominamos chamados específicos que são pastores e missionários. Por mais que nominalmente se diferem, mas em termos de ação denominam em um só. Chamado ministério.

Folha - Os pastores e líderes estão sendo adequadamente preparados para os desafios dos dias atuais?
Pr. Leosmar: Na minha concepção alguns sim outros não. Essa questão acho fundamental no reino. Muitas Igrejas têm surgido de uma maneira implosiva (de fora para dentro) quando que em minha opinião deveriam ser explosivas (de dentro para fora) muitas igrejas não tem preparado seus lideres para enfrentar estes desafios, pois o mundo estar repleto de pessoas com uma diversidade de crises e muitos tem procurado nas igrejas respostas para seu sofrimento, eles precisam encontrar na igreja respostas com base bíblica. Quando no inicio me coloquei na imparcialidade da resposta, por que já tivemos pessoas que procuram determinadas igrejas e não encontrou a resposta, o que vemos são, pessoas totalmente desiludidas com as igrejas por não encontrarem nelas e nos seus lideres base teológicas para sanar as duvidas que existam na vida das pessoas que necessitam.

Folha - Como o senhor vê as igrejas de hoje, quais os pontos positivos e os negativos?
Pr. Leosmar: Atualmente tenho notado o surgimento de muitas denominações entendo que muitas tem se preocupado em pregar um evangelho biblicamente sustentável com o intuito de levar as pessoas a reconhecer sua auto dependência de Deus isso é um ponto positivo. Por outro lado existem denominações que não tem se preocupado em pregar uma doutrina biblicamente sustentável dando muita ênfase na conquista de coisas terrenas isso é um ponto de vista negativo,
Esquecendo-se da bênção eterna que receberemos no dia do Senhor.


Folha - Como o senhor vê a música evangélica?
Pr. Leosmar: Importante, mas não tudo no culto ao senhor, a bíblia é clara na afirmação de Jesus que diz: ”Deus é espírito; e importa que seus adoradores o adorem em espírito e em verdade” Jo: 4.24. Deixa claro que o mais importante é adorar em espírito e em verdade. No meu ponto de vista a musica evangélica se encaixa em duas características musicas que serve para ouvir e curtir e musica que serve para adorar a Deus. Ela tem um papel fundamental no culto a Deus, por isso cabe ao pastor responsável pela liturgia do culto acompanhar os levitas a fim de selecionar hinos e cânticos espirituais para serem entoados ao Senhor. O cuidado de analisar a letra que é o mais importante na musica, pois quando cantamos ao Senhor fazemos dela a nossa oração. Concluindo esta resposta, para mim cada irmão precisa entender o que canta. Musica na igreja precisa ter letra que realmente tenha princípios teológicos isto é baseado na bíblia, essas sim são as que se cantam na Igreja.

Folha - Qual é o perfil do real pastor de ovelhas?
Pr. Leosmar: a) Um pastor que ama as ovelhas. b) Um pastor que estuda para dar um alimento saudável ao povo. c) Um pastor que tenha intimidade com Deus para levar diante Dele os anseios do povo por meio da intercessão. d) Um pastor que ensina a igreja a ser dependente de Deus reconhecendo a sua soberania.


Folha - Você gostaria de acrescentar a essa matéria algum assunto que por acaso não lhe foi perguntado?Ao mesmo tempo quero deixar meus agradecimentos pela concessão dessa entrevista, que considero relevante para apreciação dos nossos leitores.
Pr. Leosmar: Quero expressar minha gratidão a Deus que capacita-nos a levar a diante este trabalho, a todos os membros da Igreja Presbiteriana Independente de Pimenta Bueno que estão respondendo a esta nova caminhada que a igreja esta vivenciando, irmãos que nos abraça e sustenta-nos com suas orações. Quero aproveitar a oportunidade e dizer a você leitor amigo deste renomado e responsável jornal. Não perca tempo Jesus esta voltando e ainda há esperança para você.


Folha - Deixe um versículo para os leitores da Folha Pimentense?
Pr. Leosmar: ”Porquanto há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem”. 1 Timóteo: 3.5


Respostas Rapidinhas:
Família: Benção de Deus
Livro predileto: Bíblia
Uma cor: Azul
Igreja: A Primitiva a qual é exemplo para todas
Ministério: Condução, amor e cuidado ao povo escolhido por Deus
Dinheiro: O necessário para vida
Um lugar: Minha cidade natal Rio Verde-GO
Um Pastor: Jesus Cristo pastor por excelência
Um nome: Fidelidade
Deus: Tudo

Você está sempre atento?



"Agora, pois, filhos, ouvi-me, e estai atentos às palavras da minha boca" (Provérbios 7:24).

Um guarda-florestal do Parque nacional de Yellowstone conta a história de um antigo
guarda-florestal que levava um grupo de caminhantes para uma visita pelo local. O
guarda-florestal estava tão entretido em falar aos visitantes tudo sobre as flores e os animais que não percebeu as mensagens que apareciam em seu rádio de comunicação.

Estava tão distraído que acabou desligando-o. Quando passou perto de uma torre, foi alcançado por um vigia ofegante que lhe perguntou por que não atendia os chamados do seu rádio comunicador. Um urso cinzento havia sido visto espreitando o seu grupo e as mensagens tentavam adverti-lo do perigo. (Harold M. Wiest)

Temos estado sempre atentos àquilo que Deus nos fala? Temos nos preocupado em consultar ao Senhor a respeito do que fazemos e dos caminhos por onde andamos?

Costumamos colocar no altar de Deus todos os nossos planos, decisões e futuros projetos? Temos concordado com a palavra do Senhor que nos diz: "sem mim, nada podeis fazer?"

A todo momento o Senhor fala aos nossos corações. Não importa como a mensagem chega, mas, percebemos claramente quando ela vem diretamente do Senhor.

A nossa alma se enche de gozo, o nosso coração se regozija, uma grande paz inunda nosso interior. Ele fala -- sempre fala -- e precisamos estar alertas e com o rádio comunicador espiritual sempre ligado.

Todas as vezes que nos distraímos e não nos apercebemos das mensagens que Deus nos
manda, colocamos não apenas nós mesmos, como todos que estão ao nosso redor, em perigo.
É muito importante que jamais nos desliguemos das mensagens salvadoras do Senhor!

Você está sempre atento?

terça-feira, 20 de abril de 2010

REFLEXÃO DE TERÇA-FEIRA


Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu
aguilhão?O aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a
lei. Graças a Deus, que nos dá a vitória por intermédio de nosso
Senhor Jesus Cristo.1 Coríntios 15:55-57


Vitória! Vitória no fim! Se você não tem a resposta para o
maior teste da vida, a morte, então você não tem vitória. O
Brasileirão e os campeonatos estaduais acontecem todos os anos. O
campeão é o vitorioso por apenas um ano. Mas um cristão é um
campeão para sempre, porque em Jesus, o cristão tem a vitória sobre
a morte.

Hoje Vigilia na Igreja 23:00hs


"Orai sem cessar" (1 Tessalonicenses 5:17).

Quando a Igreja Trabalha a igreja trabalha, quando a igreja ora Deus trabalha...

"A maior preocupação do diabo é impedir que os cristãos orem. Ele não teme o estudo sem oração, nem a obra sem oração e nem a religião sem oração. Ele ri de nosso trabalho, zomba de nossa sabedoria, mas, treme quando oramos." (Samuel Chadwick)

"Eu preferiria ensinar um homem a orar do que dez homens a pregar." (Charles Spurgeon)

"O homem que conseguir mobilizar um cristão a ir a igreja para orar fará a maior
contribuição para a história da evangelização do mundo." (Andrew Murray)

Este é o grande segredo de uma vida espiritual abundante e vitoriosa -- a oração. Não somos fortes porque não oramos, não somos perseverantes porque não oramos, não
realizamos nossos sonhos porque não oramos, sentimo-nos solitários porque não oramos, nossa vida está repleta de frustrações e decepções porque não oramos. O Senhor nos prometeu grandes coisas e todas elas continuam à nossa disposição, mas, por que não as recebemos? Porque não oramos como devíamos.

Quantas vezes já ouvimos alguém dizer: "A oração move a mão de Deus"? Quantas vezes já lemos o versículo: "Tudo que pedirdes, em oração, crendo, recebereis"? Quantas vezes refletimos na palavra: "Pedi e vos será dado"? E, se sabemos de tudo isso, por que continuamos vazios e sem direção? Por que não abandonamos, ainda, a indiferença e a incredulidade? Por que não partimos, com ousadia e coragem, em direção aos obstáculos em nossa frente com a mesma determinação de Davi: "Eu vencerei, na força do Senhor"?

Se queremos ter uma vida melhor, mais abençoada e mais vitoriosa, precisamos gastar
mais tempo diante do Senhor, para buscar Sua direção, Sua graça e Sua unção. Se orarmos muito, teremos muito poder e, se orarmos pouco ou nada, continuaremos apagados e sem vigor espiritual Você tem orado para conhecer a vontade de Deus em tudo o que faz?

Um Projeto de VIda



“Os anjos não são, todos eles, espíritos ministradores enviados para servir aqueles que hao de herdar a salvação?”. Hb 1:14

Quando falamos de projeto de vida devemos entender que falamos também da ação do sobrenatural de DEUS em nossa vida, não somente por um espaço de tempo, ou para somente uma causa, mas para tudo aquilo que colocamos diante do Senhor com toda a fé de nossa alma.

Projeto de vida em primeiro lugar envolve o nosso crer na ação sobrenatural de DEUS em nossa vida para realizar os nossos sonhos e desejos segundo a nossa necessidade em nome de JESUS.

Quando fazemos ou temos nosso projeto de vida precisamos crer que DEUS está presente, e que os anjos de DEUS estão prontos para ministrar em nossa vida, tudo
que buscamos e desejamos.

Quando se trata muitas vezes de projeto de vida, muitas pessoas que dizem crer que DEUS pode chamar a existência todos os projetos de seu coração, perdem pois duvidam da ação dos anjos em nosso meio para realizar por ordem de DEUS os projetos elaborados.

Precisamos crer que os anjos estão presente aqui, e são espíritos ministradores de DEUS para trazer a existência em nome de JESUS os projetos de vida que elaboramos.

A Palavra nos diz: “Tudo é possível ao que crer”. Mt. 9:23.
Quando se trata de projeto de vida precisamos também aprender a ouvir o Espírito Santo, precisamos deixar nosso ouvido natural afinado com o nosso ouvido espiritual, para ouvirmos o Espírito Santo de DEUS nos revelar a ação de DEUS sobre o nosso projeto de vida.

Projeto de vida está relacionado a ouvir a voz de DEUS em nosso coração.
Todos os milagres que buscamos, todas as bênçãos que desejamos em todas as áreas de nossa vida estão bem próximos de nós, é um ato de crer que DEUS nos enviou anjos para trazer a existência tudo que buscamos e esperamos em nome de JESUS.

A grande revelação quando se trata de projeto de vida é que o Senhor nosso DEUS espera de cada um de nós algo simples de fazer, mais que requer de nós fé; ou seja, precisamos pela fé penetrar no sobrenatural de DEUS e ter a visão espiritual da ação do Senhor, é ver os anjos em nome de JESUS trazendo a existência o nosso projeto de vida, item por item.

Projeto de vida é penetrar no sobrenatural de DEUS e ver DEUS agindo, é ter essa fé, ou seja, a fé de crer e ver.

Quando a nossa fé nos leva a crer e ver, estamos justamente na posição que DEUS deseja, a posição da revelação de todos os nossos projetos de vida em nome de JESUS.

Esse é o tempo de darmos ordem aos anjos para em nome de JESUS trazer a existência o milagre de nosso projeto de vida. É tempo de crer e ver DEUS agindo chamando a existência o que desejamos e buscamos em nome de JESUS.
Amém!

O Religioso e os Filhos


Narra uma história que um religioso dedicado, vivia muito feliz com sua família: uma esposa admirável e dois filhos queridos.

Certa vez empreendeu longa viagem, ausentando-se do lar por vários dias. No período, um grave acidente provocou a morte dos dois filhos amados. A mãe sentiu o coração dilacerado de dor.

No entanto, por ser uma mulher forte, sustentada pela fé e pela confiança em Deus, suportou o choque com bravura. Mas, uma preocupação lhe vinha à mente: como dar ao esposo a triste notícia? Sabendo-o portador de insuficiência cardíaca, temia que não suportasse tamanha comoção. Lembrou-se de fazer uma ORAÇÃO, pedindo a Deus auxílio para resolver a difícil questão.

Alguns dias depois, num final de tarde, o religioso retornou ao lar. Abraçou longamente a esposa e perguntou pelos filhos.

Ela pediu para que não se preocupasse. Que tomasse o seu banho, e logo depois ela lhe falaria dos moços.

Alguns minutos depois, estavam ambos sentados à mesa. Ela lhe perguntou sobre a viagem, e logo ele perguntou novamente pelos filhos. A esposa, numa atitude um tanto embaraçada, respondeu ao marido:

- Deixe os filhos. Primeiro quero que você me ajude a resolver um problema que considero grave.

O marido, já um pouco preocupado, perguntou:

- O que aconteceu? Notei você abatida! Fale! Resolveremos juntos, com a ajuda de Deus.

- Enquanto você esteve ausente, um amigo nosso visitou-me e deixou duas jóias de valor incalculável, para que as guardasse. São jóias muito preciosas! Jamais vi algo tão belo! O problema é esse... Ele vem buscá-las e eu não estou disposta a devolvê-las, pois já me afeiçoei a elas. O que você me diz?

- Ora, mulher! Não estou entendendo o seu comportamento! Você nunca cultivou vaidades! Por que isso agora?

- É que nunca havia visto jóias assim! São maravilhosas!

- Podem até ser, mas não lhe pertencem! Terá que devolvê-las.

- Mas eu não consigo aceitar a idéia de perdê-las!

E o religioso respondeu com firmeza:

- Ninguém perde o que não possui. Retê-las equivaleria a roubo! Vamos devolvê-las, eu a ajudarei. Faremos isso juntos, hoje mesmo.

- Pois bem, meu querido, seja feita a sua vontade. O tesouro será devolvido. Na verdade isso já foi feito. As jóias preciosas eram nossos filhos. Deus os confiou à nossa guarda, e durante a sua viagem Ele veio buscá-los. Eles se foram...O religioso compreendeu a mensagem. Abraçou a esposa, e juntos derramaram muitas lágrimas.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

REFLEXÃO DE SEGUNDA-FEIRA


Mas, de fato, Cristo ressuscitou dentre os mortos, sendo ele as
primícias dos que dormem. Visto que a morte veio por um homem,
também por um homem veio a ressurreição dos mortos. Porque, assim
como, em Adão, todos morrem, assim também todos serão vivificados
em Cristo. 1 Coríntios 15:20-22

Ser eterno não é nada novo. Ser como Jesus completa e
eternamente será novidade. Mas, quando o momento de glória foi
determinado quando Jesus foi ressuscitado da morte, nós também
recebemos a segurança que a morte não tem poder sobre nós. A única
morte que realmente importa é nossa morte ao pecado no batismo com
Jesus. Se nós tivermos compartilhado daquela morte, com certeza
compartilharemos na Sua ressurreição (Veja Romanos 6:1-14).
iluminalma.com

Você Está Atento?


"Agora, pois, filhos, ouvi-me, e estai atentos às palavras da minha boca" (Provérbios 7:24).

Um guarda-florestal do Parque nacional de Yellowstone conta a história de um antigo
guarda-florestal que levava um grupo de caminhantes para uma visita pelo local. O
guarda-florestal estava tão entretido em falar aos visitantes tudo sobre as flores e os animais que não percebeu as mensagens que apareciam em seu rádio de comunicação.

Estava tão distraído que acabou desligando-o. Quando passou perto de uma torre, foi alcançado por um vigia ofegante que lhe perguntou por que não atendia os chamados do seu rádio comunicador. Um urso cinzento havia sido visto espreitando o seu grupo e as mensagens tentavam adverti-lo do perigo. (Harold M. Wiest)

Temos estado sempre atentos àquilo que Deus nos fala? Temos nos preocupado em consultar ao Senhor a respeito do que fazemos e dos caminhos por onde andamos? Costumamos colocar no altar de Deus todos os nossos planos, decisões e futuros projetos? Temos concordado com a palavra do Senhor que nos diz: "sem mim, nada podeis fazer?"

A todo momento o Senhor fala aos nossos corações. Não importa como a mensagem chega,
mas, percebemos claramente quando ela vem diretamente do Senhor. A nossa alma se enche de gozo, o nosso coração se regozija, uma grande paz inunda nosso interior. Ele fala -- sempre fala -- e precisamos estar alertas e com o rádio comunicador espiritual sempre ligado.

Todas as vezes que nos distraímos e não nos apercebemos das mensagens que Deus nos
manda, colocamos não apenas nós mesmos, como todos que estão ao nosso redor, em perigo.
É muito importante que jamais nos desliguemos das mensagens salvadoras do Senhor!

Você está sempre atento?

Limpeza na Chacara...


Bom Dia, meus amigos e irmãos neste domingo pela manhã faltamos a Escola Biblica
mais por um bom motivo, fizemos um "MUTIRÃO" e fomos limpar uma chacará na qual a nossa 2ª Igreja Quadrangular ganhou (Glória a Deus) pois é não vou citar nomes dos jovens porque foram muitos +ou- 20, claro o peso maximo foi dos jovens comandado pelo seu lider Pr. Idario, grande Geração Forte...Dos adultos posso citar:
Eu Glademir, Fernando, Carlinho, Oneidi, Adeltom,J onas, Cleiton, Dedé, João Carlos...Eu fui o que mais trabalhei(assei a carne)... Parabens moçada...
DEUS o abençoe hoje e sempre... Vejam algumas fotos

Veja o Preparo da Equipe...Os Que Não Sairam na Foto Estavam Trabalhando















Essa Equipe ta mais pra fazer lazer do que trabalhar rsrsrsrsrsrs

Cartas as Sete Igrejas da Ásia


Bom Dia, essa semana vamos fazer um estudo sobre:

Cartas as sete igreja da Ásia.

Hoje vamos falar do contexto desse estudo e durante 07 dias uma carta por dia
anisorenato.com.

As mensagens do Senhor Jesus às igrejas da Ásia encontram-se no Apocalipse e devem, portanto, ser consideradas a partir da essência e do propósito geral daquele livro. O apóstolo João o escreveu por volta do ano 95, quando os cristãos eram perseguidos pelo Império Romano. Era um tempo de tribulação e angústia, mas a palavra do Senhor foi enviada ao seu povo para consolar, exortar e edificar, mostrando aos filhos de Deus que o inimigo não prevaleceria, pois Cristo voltaria à terra para concluir o estabelecimento do seu reino.

As sete cartas têm estruturas semelhantes e alguns detalhes em comum, de modo que possamos ter uma visão geral das mesmas. Partindo de questões específicas das igrejas locais daquela época extraímos lições para a igreja universal em todos os tempos.

“Isto diz aquele que tem na sua mão direita as sete estrelas e anda no meio dos sete castiçais de ouro” (Ap.2.1)

As aflições daqueles dias podiam gerar muitos questionamentos na mente dos cristãos, principalmente dos mais fracos: será que o Senhor desamparou a sua igreja? Será que ele se esqueceu de nós ou não está vendo o nosso sofrimento? Contudo, o Senhor Jesus anda no meio dos sete castiçais de ouro, que são as sete igrejas, ou seja, ele não está ausente ou distante. Sua presença é uma realidade no meio do seu povo. As sete estrelas são os líderes das igrejas, que estão na mão direita de Cristo. Percebemos aí que eles gozam de toda a atenção e cuidado, além de estarem sob o controle e o senhorio do Mestre.

Os sete castiçais de ouro

O castiçal, símbolo da igreja, também chamado candelabro ou candeeiro, é um tipo de lamparina, com vários tubos cheios de azeite, em cujas extremidades ficam os pavios a serem acesos. A utilidade do castiçal é a iluminação. Assim acontece com a igreja. Ela não existe como enfeite, mas para ser luz do mundo. Entretanto, isto não acontecerá a não ser que ela esteja limpa e cheia do Espírito Santo. Só existe luz quando há fogo e sua presença indica que algo está sendo consumido, queimado. Podemos pressupor algum tipo de sofrimento, algum sacrifício nesse processo. O fato dos castiçais serem de ouro mostra o valor que as igrejas têm para o Senhor.

“Eu conheço as tuas obras, e o teu amor, e o teu serviço, e a tua fé e a tua paciência” (Ap.2.19).

Este é um ponto comum a todas as cartas. O Senhor afirma conhecer a vida da igreja (Ap.2.2, 9, 13, 19; 3.1, 8, 15). Nada escapa à percepção daquele cujos olhos são como chama de fogo (2.18). Ele contempla o exterior: obras, serviço, e também o interior: o amor, a fé e a paciência. Ele vê o que fazemos (obras), ouve o que falamos e sabe o que somos. Esses elementos estão em evidência nas cartas. O Senhor chama a atenção para a incoerência que muitas vezes existe entre os atos, as palavras e o ser. Observe o verbo "ser", nas formas "são" e "és" em: Ap.2.2,9; 3.9.

O fazer e o ser

As igrejas, em geral, faziam muitas obras, mas o amor e a fé nem sempre eram correspondentes. Encontramos as palavras “obra”, “serviço” e “trabalho” em Apocalipse 2.2, 3, 5, 6, 9, 13, 19, 22, 23, 26; 3.1, 2, 8, 15. Quase todos esses versículos se referem às boas obras, mas, em alguns casos, o Senhor está cobrando a essência, a motivação correta. Em Éfeso, por exemplo, o trabalho eram abundante, mas o primeiro amor tinha sido abandonado. Quando a obra está destituída da fé, as ações são regidas pela religiosidade, por mero costume ou obrigação.

O dizer e o ser

O texto toca algumas vezes na questão das palavras, principalmente naquilo que as pessoas diziam sobre si mesmas, quando, de fato, não eram. Era o caso daqueles que diziam ser apóstolos (2.2), dos que diziam ser judeus (2.9; 3.9), de Jezabel que se dizia profetiza (2.20) ou da igreja de Laodicéia que se dizia rica (3.17). O Senhor vem examinando, não a aparência ou as palavras, mas o interior, os rins e o coração (2.23). Com base nesse exame ele afirma que aquelas pessoas não eram aquilo que diziam.

Nomes e títulos

A palavra “nome” ocorre diversas vezes nas cartas: Ap.2.3, 13, 17; 3.1, 5, 8, 12. Percebemos que os títulos sempre foram muito valorizados, mesmo quando não correspondiam à verdade. Era o caso da igreja de Sardes que tinha nome de viva mas estava morta. O rótulo não correspondia ao conteúdo. Muitos queriam ser chamados de profetas (2.20) ou apóstolos (2.9) sem que o fossem. Alguns grupos também tinham seus nomes pomposos, como era o caso dos nicolaítas.

O Senhor vem mostrar a personalidade que se oculta atrás dos substantivos ou adjetivos, revelando que o mais importante é manter a fidelidade ao nome de Jesus e ter o próprio nome escrito no livro da vida, até que, na consumação dos séculos, cada servo de Deus receba um novo nome, e tenha sobre si escritos o nome de Deus, do Senhor Jesus e da nova Jerusalém.

Por ora, é importante observarmos se somos aquilo que o nosso título apresenta. As igrejas da atualidade têm sido muito criativas na definição de suas denominações. Resta saber se somos, de fato, tudo aquilo que nossa apresentação promete. O simples fato de nos chamarmos “cristãos” já é motivo suficiente para nos preocuparmos com o nosso modo de vida.

Infiltração na igreja

O Senhor denuncia a ação do inimigo dentro das igrejas através de pessoas com posição de liderança, simbolizadas por Balaão e Jezabel, e aparência religiosa, usando de profecias (2.20), doutrinas (2.14, 15) e sacrifícios (2.14,20) para enganar o povo. Por trás de propostas aparentemente positivas estão seus verdadeiros propósitos: a ganância financeira (Balaão - Jd.11), a idolatria e a corrupção sexual (Jezabel - Ap.2.20).

Erros e acertos

As cartas mostram um tipo de balanço da vida das igrejas. Depois de um exame profundo, o Senhor mostra o resultado de sua avaliação. Ele valoriza os acertos (2.2, 6, 9, 13, 19; 3.4, 8, 10) e repreende pelos erros (2.4, 14, 15, 20; 3.2, 15). Os acertos do passado são inutilizados pelos erros do presente (2.3-4). Entretanto, o Senhor declara seu amor pelas igrejas (3.19), em virtude do qual ainda está aberta a oportunidade para o arrependimento (2.5, 16, 21; 3.3, 19). Em Ap.3.9, Jesus diz à igreja de Filadélfia: “Eu te amo”. (Obs.: No Velho Testamento, Deus fez a mesma declaração à nação de Israel em Is.43.4).

Castigo e Galardão

O Senhor exorta cada igreja no sentido do arrependimento, da vigilância e da fidelidade. Tais cartas são avisos enfáticos, pois o juízo se aproxima. O verbo “vir” está em destaque, relacionado à segunda vinda de Cristo (2.5,16,25; 3.3,11). Sua vinda trará castigo (2.5,16,22,23; 3.3,16) e galardão. Ele vem buscar a sua igreja. Naquele dia, será feita a última avaliação dos que se dizem povo de Deus. Os falsos serão arrancados como o joio do meio do trigo. Os verdadeiros, os vencedores, receberão valiosas recompensas, conforme a promessa que encerra cada carta (2.7, 11, 17, 26; 3.5, 12, 21). O prêmio dos vencedores tem, quase sempre, uma ênfase espiritual, celestial e eterna. É a tônica do evangelho que, embora nos traga bênçãos terrenas, não está focalizado no imediatismo nem no materialismo.

Outro destaque fica por conta do verbo “ouvir” (2.7, 11, 17, 29; 3.3, 6, 13, 20, 22). Além de fazer, dizer e ser, precisamos ouvir a palavra do Senhor, pois ela indica o remédio para todos os males que afetam nossas vidas.

As cartas às sete igrejas da Ásia chegaram também a nós, não por acaso, mas pelo propósito eterno de Deus, o qual sabia que, em todos os tempos, ocorreriam heresias e pecados, mas haveria também um povo disposto a honrar o nome de Jesus.

“Quem tem ouvidos ouça o que o Espírito diz às igrejas”
anisorenato.com.

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