"Interrogado pelos fariseus sobre quando viria o reino de Deus, Jesus lhes respondeu: Não vem o reino de Deus com visível aparência. Nem dirão: Ei-lo aqui! Ou: Lá está! porque o reino de Deus está dentro em vós." (Lucas 17: 20-21).

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Aborto


"Uma mulher chega apavorada no consultório de seu ginecologista e diz:

- Doutor, o Sr. terá de me ajudar num problema muito sério. Este meu bebê ainda não completou um ano e estou grávida novamente. Não quero filhos em tão curto espaço de tempo, mas num espaço grande entre um e outro...

E então o médico perguntou: Muito bem. E o que a senhora quer que eu faça?

A mulher respondeu: Desejo interromper esta gravidez e conto com a sua ajuda.

O médico então pensou um pouco e depois do seu silêncio disse para a mulher: Acho que tenho um método melhor para solucionar o problema. E é menos perigoso para a senhora.

A mulher sorriu, acreditando que o médico aceitaria seu pedido.

E então ele completou: Veja bem, minha senhora, para não ter de ficarcom os dois bebês de uma vez, em tão curto espaço de tempo, vamosmatar este que está em seus braços. Assim, a senhora poderá descansar
para ter o outro, terá um período de descanso até o outro nascer. Se vamos matar, não há diferença entre um e outro. Até porque sacrificar este que a senhora tem nos braços é mais fácil, pois a senhora não correrá nenhum risco...

A mulher apavorou-se e disse: Não doutor! Que horror! Matar uma criança é um crime!

Também acho minha senhora, mas me pareceu tão convencida disso, que por um momento pensei em ajudá-la. O médico sorriu e, depois de algumas considerações, viu que a sua lição surtira efeito.

Convenceu a mãe que não há menor diferença entre matar a criança que nasceu e matar uma ainda por nascer, mas já viva no seio materno.


O CRIME É EXATAMENTE O MESMO!!!!!

Socorro



“Acheguemo-nos, portanto, confiadamente, junto ao trono da graça, a fim de recebermos misericórdia e acharmos graça para socorro em ocasião oportuna.” (Hebreus 4:16 ARA)

Pastores também ficam doentes, missionários também desenvolvem câncer, grandes homens de Deus também encontram dificuldades pelo caminho por onde passam. Até escritores de devocionais enfrentam dificuldades e tempos de deserto. Todos necessitam de socorro, em algum momento e em alguma área de suas vidas.

Nenhum de nós está isento de provações, de dificuldades e de tropeços. Os versículos anteriores a este falam da eficácia de Jesus Cristo como nosso sumo sacerdote, o qual não encontra limitações ou barreiras para interceder em nosso favor. Diferente do sumo sacerdote estabelecido pelo povo de Deus, que também era falho como nós e corria o risco de perder a vida tentando exercer seu ofício. Jesus pode e quer nos socorrer.

É junto ao trono da graça que encontraremos este socorro, ainda que para isso, muitas vezes, tenhamos de ir ao médico, tomar medicamento, ser hospitalizado ou fazer uma cirurgia. Milagres acontecem no pé do altar, mediante a oração de uma pessoa muito simples. Mas também acontecem na UTI do hospital. Deus cura as pessoas pela imposição de mãos, mas também usa um medicamento. Deus age como e quando quiser.

Tenho testemunhado pessoas que tomam meia farmácia e nada funciona. Tenho visto outras orando durante anos e nada acontece. Mas também tenho visto curas tão simples que parece que nem havia enfermidade. Esse é o Nosso Deus, agindo como lhe apraz. Socorrendo no tempo oportuno. Talvez não o mais oportuno para nós, mas certamente oportuno para Ele.

A chave está no ‘confiadamente’. Sem confiar, nem oração nem medicamento farão absolutamente nada. Ou será apenas um processo natural, seguindo as regras da química e da biologia. Eu prefiro ir aos pés do trono, encontrar graça e ser socorrido.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Esboços dos Livros da Biblia



ESDRAS

O livro de Esdras é continuação do Segundo Livro das Crônicas. Ele descreve a volta de alguns dos israelitas que estavam prisioneiros na Babilônia, a vida deles em Jerusalém e a adoração no Templo. Esses acontecimentos são apresentados na seguinte ordem:
1) O primeiro grupo de israelitas volta da Babilônia, por ordem de Ciro, rei Pérsia.
2) O Templo é reconstruído e inaugurado, e o Deus Eterno é adorado de novo Jerusalém.
3) Anos depois, outro grupo volta para Jerusalém, dirigido por Esdras, um da Lei de Deus. Esdras ajuda o povo a reorganizar a sua vida religiosa e social a fim de que as tradições espirituais de Israel sejam conservadas.

Esboço:

O primeiro grupo volta da Babilônia - caps. 1-2
O Templo é reconstruído e inaugurado - caps. 3-6
Esdras volta com outro grupo - caps. 7-10


NEEMIAS

O livro de Neemias pode ser dividido em três partes:
1. A história da reconstrução das muralhas de Jerusalém, dirigida por Neemias, que foi mandado pelo rei da Pérsia para governar Judá. Neemias realizou também várias reformas sociais e religiosas.
2. A leitura, por Esdras, da Lei de Deus e a confissão de pecados pelo povo.
3. Outras atividades de Neemias como governador de Judá.
Neemias sempre dependeu de Deus e foi um homem de oração.

Esboço:

Neemias volta para Jerusalém - caps. 1-2
A reconstrução das muralhas de Jerusalém - caps. 3-7
A leitura da Lei e a renovação do acordo - caps. 8-10
Outras atividades de Neemias - caps. 11-13


ESTER

Este livro conta a história de Ester, a moça judia que se rainha por causa do seu casamento com Xerxes, rei da Pérsia.
Hamã, o primeiro ministro do reino, planeja acabar com todos os judeus do reino, mas Ester e o seu primo Mordecai conseguem fazer fracassar o plano perverso de Hamã, e ele acaba morrendo na forca que havia mandado construir para enforcar Mordecai.
Para festejarem a sua vitória contra os seus inimigos, os judeus começaram a comemorar a Festa de Purim, o que fazem até hoje.

Esboço:

Ester se torna rainha - caps. 1-2
Hamã planeja a morte dos judeus - caps. 3-5
Hamã é denunciado e morto - caps. 6-7
Os judeus acabam com os seus inimigos - 8.1-9.19
A Festa de Purim - 9.20-10.3




O livro de Jó trata do sofrimento humano. Jó era um homem bom, rico e feliz, mas Deus permitiu que da noite para o dia perdesse os filhos e tudo o que tinha e que fosse atacado por uma doença dolorosa e nojenta. Depois Jó e os seus amigos conversam, em diálogos poéticos, procurando achar explicação para tanta desgraça. No fim Deus aparece e dá a resposta.

Pensava-se, naquele tempo, que o sofrimento é sempre resultado do pecado. Os amigos de Jó, Deus sempre recompensa os bons e castiga os maus. Portanto, se Jó está sofrendo, é porque pecou, mesmo que tenha sido em segredo. Mas Jó reage contra esta explicação.

Ele não entende como Deus deixou que tamanha desgraça caísse sobre ele, visto que sempre foi um homem bom e honesto. Neste estado de angústia e de dúvida, Jó chega a desafiar a Deus. Ele exige uma explicação para que finalmente possa ser aceito por Deus e considerado pelos outros como um homem bom e correto.

E Deus tem a última palavra. Ele não responde às perguntas de Jó, mas do seu próprio poder e sabedoria. Humildemente Jó reconhece que ele não é nada diante de um Deus tão poderoso e sábio e se arrepende de haver usado palavras duras e violentas.

No final fica provado que Jó tinha razão e que os seus amigos estavam Ele tinha toda a razão de rejeitar o modo de pensar dos seus amigos. E para Jó tudo vai melhor ainda do que no começo da história. Deus repreende os amigos de Jó por não haverem entendido a razão do seu sofrimento e por haverem defendido idéias erradas a respeito de Deus.

Jó, ao contrário, mesmo com a sua impaciência, as suas reclamações e os seus protestos, conservou a fé num Deus que é justo. Ele reconheceu que os seres humanos não podem compreender tudo nem explicar bem a razão por que às vezes também os inocentes sofrem.

Esboço:

Jó posto à prova - caps. 1-2
Jó e os seus amigos - caps. 3-37
1. A queixa de Jó - cap. 3
2. O primeiro diálogo - caps. 4-14
3. O segundo diálogo - caps. 15-21
4. O terceiro diálogo - caps. 22-27
5. Elogio da sabedoria - cap. 28
6. A defesa final de Jó - caps. 29-31
7. As falas de Eliú - caps. 32-37
A primeira resposta de Deus - 38.1-40.2
A primeira resposta de Jó - 40.3-5
A segunda resposta de Deus - 40.6-41.34
A última resposta de Jó - 42.1-6
A cena final - 42.7-17


Jesus, o bom pastor, contou uma parábola imortal, falando do pastor que foi buscar a centésima ovelha, e depois de achá-la festejou seu resgate e alegrou-se com seus amigos. Essa parábola enseja-nos três preciosas lições:

Em primeiro lugar, a ovelha perdeu-se porque afastou-se do rebanho. A ovelha é um animal míope, inseguro, indefeso e também rebelde. Ela não pode proteger-se contra os predadores. Ela não tem um bom senso de direção. Sua segurança está em ficar perto do pastor e junto do rebanho. Sempre que se desgarra e se afasta da companhia das outras ovelhas, está sujeita a cair e ferir-se. A figura da ovelha é sugestiva. Não é por acaso que Jesus viu os homens aflitos como ovelhas sem pastor. Mesmo depois de convertidos somos ovelhas. Não podemos caminhar fiados em nossa própria força. Dependemos de Deus e uns dos outros. Não podemos nos afastar da congregação. Não é seguro viver isolado do rebanho.

Em segundo lugar, o pastor não desistiu da ovelha pelo fato de ela ter se afastado do rebanho. O pastor poderia ter encontrado justificativas plausíveis para abandonar a ovelha perdida à sua própria sorte. Talvez, o pastor já tivesse alertado aquela ovelha sobre os perigos da solidão. Talvez, algumas vezes, o pastor já tivesse flagrado aquela ovelha se distanciando do rebanho e caminhando na direção de lugares perigosos.

Talvez o pastor pudesse alegrar-se com o fato de que tinha ainda em segurança noventa e nove ovelhas que estavam debaixo do seu cuidado e proteção. O pastor não discutiu as razões da queda da ovelha. Ele foi buscá-la. Ele enfrentou riscos para resgatá-la. Ele não desistiu dela e não voltou para o aprisco até trazê-la em seus braços. Precisamos ter o mesmo empenho na restauração daqueles que se afastaram. Precisamos demonstrar pressa para resgatar aqueles que caíram. Precisamos amar aqueles que desobedeceram e se desviaram. Precisamos amá-los e trazê-los de volta ao rebanho de Cristo.

Em terceiro lugar, o pastor festejou a recuperação da ovelha perdida. O pastor não esmagou a ovelha com seu cajado ao encontrá-la; ele a tomou em seus braços. Ele não a mandou embora por ter lhe criado problemas; ele a carregou no colo. Ele não se aborreceu com o preço do resgate; ele festejou com seus amigos a restauração da ovelha perdida. Precisamos não apenas ir buscar a centésima ovelha, mas precisamos nos alegrar com sua restauração. Há festa nos céus por um pecador que se arrepende. A igreja é lugar de vida e restauração. A igreja é lugar de cura e perdão. A igreja é lugar de aceitação e reconciliação.

A igreja é lugar de disciplina e recomeço. A disciplina é um ato responsável de amor. A disciplina visa a proteção do rebanho e a recuperação da centésima ovelha. Não basta nos alegrarmos com as ovelhas que estão em segurança no aprisco; devemos buscar a centésima ovelha que se dispersou. O Senhor Deus perdoou Davi e o restaurou depois de seu adultério com Bate-Seba. Jesus foi ao encontro de Pedro depois de sua queda para lhe restaurar a alma. Paulo ordenou à igreja de Corinto a perdoar o irmão faltoso, que havia se arrependido. Nós, de igual modo, devemos ir buscar aqueles que outrora estiveram conosco e hoje estão distantes. Essas pessoas devem ser alvos da nossa oração e do nosso cuidado pastoral. Não devemos descansar até vê-las restauradas por Deus e reintegradas em seu rebanho.

Herendes Dias Lopes

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Esboços dos Livros da Biblia


Continuando nosso pequeno estudo sobre esboços dos livros da Biblia, hoje falaremos de mais 04 livros: I e II Reis e I e II Cronicas.

O PRIMEIRO LIVRO DOS REIS

A história dos reis israelitas começa nos livros de Samuel e continua no Primeiro Livro dos Reis. Este livro pode ser dividido em três partes:
1) O começo do reinado de Salomão em Israel e em Judá e a morte do seu pai Davi.
2) O reinado e as realizações de Salomão, especialmente a construção do Templo em Jerusalém.
3) A divisão da nação em dois reinos, o do Norte e o do Sul, e a história dos reis que os governaram até a metade do século nove antes de Cristo. Nos dois livros dos Reis cada rei é julgado de acordo com a sua fidelidade a Deus: o progresso da nação depende da fidelidade do seu rei, ao passo que a idolatria e a desobediência levam à desgraça. Os reis do Reino do Norte falharam todos nessa prova, enquanto que em Judá alguns reis falharam, e outros não.

No Primeiro Livro dos Reis aparecem os profetas de Deus, homens corajosos que falavam em nome dele e que diziam ao povo que não adorasse ídolos nem desobedecesse a Deus. Especialmente notáveis são Elias e a história da sua discussão com os profetas de Baal (capítulo 18).

Esboço:

O fim do reinado de Davi - 1.1-2.12
Salomão torna-se rei - 2.13-46
O reinado de Salomão - caps. 3-11
1. Os primeiros anos - caps. 3-4
2. A construção do Templo - caps. 5-8
3. Os últimos anos - caps. 9-11
Os dois reinos - caps. 12-22
1. A revolta das tribos do Norte - 12.1-14.20
2. Os reis de Judá e de Israel - 14.21-16.34
3. O profeta Elias - caps. 17-19
4. O rei Acabe - 20.1-22.40
5. Josafá e Acazias - 22.41-53

O SEGUNDO LIVRO DOS REIS

O Segundo Livro dos Reis é a continuação da história dos dois reinos israelitas. Este livro começa onde a história parou em 1 Reis. O livro de 2 Reis pode ser dividido em duas partes:

1) A história dos dois reinos, desde o ano 850 antes de Cristo até a queda de Samaria e o fim do Reino do Norte, em 721 antes de Cristo.
2) A história do Reino de Judá, desde a queda do Reino de Israel até a conquista e destruição de Jerusalém pelo rei Nabucodonosor, da Babilônia, em 586 antes de Cristo.
O livro termina com a história de Gedalias como governador de Judá e conta como o rei Joaquim foi libertado da prisão na Babilônia. A queda dos reinos de Israel e de Judá acontece porque os reis e o povo infiéis ao Deus Eterno. A destruição de Jerusalém e a ida de grande parte do povo de Judá para o cativeiro marcam um momento decisivo na história israelita.

Esboço:

O Reino dividido - caps. 1-17
1. O profeta Eliseu - 1.1-8.15
2. Os reis de Judá e de Israel - 8.16-17.4
3. A queda de Samaria - 17.5-41
O Reino de Judá - caps. 18-24
1. De Ezequias a Josias - caps. 18-21
2. O reinado de Josias - 22.1-23.30
3. Os últimos reis de Judá - 23.31-24.20
A queda de Jerusalém - cap. 25

O PRIMEIRO LIVRO DAS CRÔNICAS

Os livros de 1 e 2 Crônicas contam novamente os acontecimentos já registrados nos livros de Samuel e Reis, mas de um ponto de vista diferente. A história dos reis israelitas, como aparece nos livros das Crônicas, tem dois propósitos principais:
1. Mostrar que, embora tivessem caído desgraças sobre os reinos de Israel de Judá, Deus mantinha as promessas que havia feito à nação e continuava a realizar o seu plano para o seu povo através das pessoas que moravam em Judá. Como base para esta afirmação, o escritor conta as conquistas de Davi e Salomão, as reformas de Josafá, Ezequias e Josias e fala do povo que continuou fiel a Deus.
2. Descrever o início da adoração a Deus no Templo de Jerusalém e a organização do trabalho dos sacerdotes e dos levitas, que eram os encarregados do culto. Davi é apresentado como aquele que planejou o Templo e o culto embora tivesse sido Salomão quem veio a construir o Templo.

Esboço:

Genealogias e listas - caps. 1-9
A morte de Saul - cap. 10
O reinado de Davi - caps. 11-29
1. Problemas e conquistas - 11.1-22.1
2. Preparativos para a construção do Templo - 22.2-29.30

O SEGUNDO LIVRO DAS CRÔNICAS

O Segundo Livro das Crônicas, que é a continuação do Primeiro Livro das Crônicas, começa com a narração dos acontecimentos do reinado de Salomão em Israel e Judá.
Depois da morte do rei Salomão, a nação se dividiu em dois reinos, o do Norte e o do Sul (cap. 10). Daí em diante, conta-se a história de Judá, o reino do Sul, até a queda de Jerusalém no ano 586 antes de Cristo, quando os judeus foram levados como prisioneiros para a Babilônia.

O livro termina falando do decreto de Ciro, rei da Pérsia, que deixou que os judeus voltassem para Jerusalém e reconstruíssem o Templo.

Esboço:

O reinado de Salomão - caps. 1-9
1. Os primeiros anos - cap. 1
2. A construção do Templo - 2.1-7.10
3. Os últimos anos - 7.11-9.31
A revolta das tribos do Norte - cap. 10
Os reis de Judá - 11.1-36.12
A tomada de Jerusalém - 36.13-23

Você Acredita em Tarô?



O homem é o único ser que carrega em si, uma vida física e outra espiritual.

A dimensão espiritual o aproxima do Criador, esta comunhão enche a sua existência de esperança, amor, submissão e mais uma série de qualidade que juntas, confere ao servo uma vida equilibrada e cheia do Espírito Santo. O amparo concedido por Deus, o faz andar sobre as dificuldades, numa perspectiva de vitória contínua. A vida é completa!

A opção de servir a Deus é uma escolha pessoal; despertada no coração pelo Espírito de Deus, cabe ao homem dar atenção e prosseguir no novo caminho ou não. Infelizmente uma grande maioria da população não atende este chamado, a conseqüência é um sentimento de vazio e desesperança constante. Esta sensação alcança a todos os níveis sociais, indistintamente.

O diabo, sempre, astuto e hábil não perde a oportunidade e expõe o seu poder, aos quatros cantos da terra. Mostra-se vivo e atuante, revestido de grande autoridade. A dois mil anos atrás, Paulo lança um alerta, e descreve a futura manifestação do inimigo como: “Anjo de luz e ministro de justiça” (2Co 11.14,15). Oh graças! A palavra de Deus se cumpre integralmente. É notório o agir do maligno nos dias atuais; mostra-se como um verdadeiro “anjo de luz”, pregando: o amor ao próximo; a necessidade de ser bom; a sinceridade; curas e dons, e demais qualidades de uma pessoa digna! Os seus “cavalos” (discípulos), incontestáveis “ministros de justiça”, preocupados com o bem-estar da humanidade praticam a caridade e clamam por justiça social. Religiões e filosofias encontram aos milhares, algumas milenares, outras, relativamente novas; cada uma com um enfoque diferente (fé, cientifica, etc.), mas, convergindo numa só realidade: Contrárias aos princípios bíblicos.

Nesta mensagem o foco está sobre o TAROT. Não tem aparência de religião, no entanto, é uma prática altamente espiritualizada. Ensina que as cartas

O que é Tarot?

É um baralho composto de 78 cartas, dividido em 2 grupos principais: os Arcanos Maiores, compostos por um grupo de 22 cartas (numeradas de 0 a 21 ou de 1 a 22) e os Arcanos Menores, composto por um grupo de 56. Distribuídas em 4 naipes (Copas, Paus, Espadas e Ouros - como no baralho tradicional), cada um com 14 cartas, dispostas de As a 10, inclusas em cada grupo as figuras do Rei, Rainha, Cavaleiro e Valete. As cartas são ilustradas com o simbolismo universais, relacionadas às imagens arquetípicas que compõem os mitos e lendas, artisticamente representadas através do conjunto de formas (geometria), cores, figuras humanas, animais e vegetais, objetos e números, totalizando em códigos especiais de acesso à Alma humana.

O termo Arcano, literalmente significa oculto ou misterioso, evocando a idéia de um conteúdo ainda hermético que precisa ser aberto e revelado.

O Tarot servindo como instrumento advinhatório, ele servirá apenas para vislumbrar o futuro, conectando-se aos eventos presentes e passados. Como instrumento divinatório, estabelece a relação do homem com sua alma e essa, com Deus. Adivinhar significa decifrar algo que está oculto; já divinizar, estabeleceria a idéia de conectar com sua alma, com o universo, com o Criador.

Não existem "cartas positivas ou negativas" dentro do Tarot. Cada carta é adequada ao padrão de consciência do ser humano e definitivamente, a interpretação deve fugir da visão fatalista. Fatos "negativos ou positivos" analisados em consultas podem trazer até efeitos contrários, pois vivemos num universo impermanente. Por isso, quem determina a interpretação é o tarólogo e não o Tarot, pois o profissional deve apenas estar "afinado ou sintonizado" com seu inconsciente e as forças superiores.

As informações sobre o Tarot são diversas, mas, em todas elas vê-se que a mão do inimigo está presente. O futuro cabe a Deus, e ninguém tem acesso. Chega-se à conclusão que o Senhor Deus é totalmente dispensável.
Servo de Deus, não dê valor as palavras do inimigo, não seja seduzido pela sua astúcia. Jamais, consulte seus discípulos.

O maligno tem aproveitado este momento, são dias nos quais os homens se mostram sedentos pelas coisas espirituais, o diabo disponibiliza ao homem uma variedade grande de caminhos; é possível encontrar filosofias e religiões que agradam a todos os gostos. Partindo de rituais simplíssimos à complexidade de religiões seculares.

Os servos do Senhor Jesus precisam estar atentos, vigiando, para não se deixarem enganar pelo inimigo das almas em suas muitas manifestações.

Elias R. de Oliveira

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Dando prosseguimento aos esboços dos livros da bíblia, hoje:Juízes,Rute,I e II Samuel

JUÍZES

O livro de Juízes conta a história de Israel desde a conquista da terra de Canaã até o começo da monarquia. Nesse tempo surgiram os "juízes", que eram principalmente chefes militares, mas também resolviam as questões legais do povo.Este livro ensina que o povo de Israel só continuaria a existir se fosse a Deus, enquanto que a infidelidade sempre levaria à desgraça. Porém há mais do que isso. Mesmo quando a nação era infiel, e a desgraça vinha, Deus estava sempre pronto a salvar o seu povo quando eles se arrependiam e voltavam para ele.

Esboço:

Acontecimentos depois da morte de Josué - 1.1-2.10
Os juízes de Israel - 2.11-16.31
Vários acontecimentos - caps. 17-21

RUTE

A história de Rute passa-se no tempo em que o povo de Israel era governado juízes. Rute, uma jovem do país de Moabe, casa-se com um israelita. Este morre, e então Rute se apega à sua sogra, demonstrando profunda devoção ao Deus de Israel.
Depois de algum tempo, Rute casa-se de novo, agora com um parente do seu primeiro marido. E foi por causa desse segundo casamento que Rute veio a ser bisavó de Davi, o maior rei de Israel.

As histórias dos juízes mostram as desgraças que vieram o povo de Deus se afastou dele. Este livro conta as bênçãos que recebe uma estrangeira quando se volta para o Deus de Israel e assim passa a fazer parte do seu povo.

Esboço:

Noemi volta com Rute para Belém - cap. 1
Rute conhece Boaz - caps. 2-3
Boaz casa-se com Rute - cap. 4

O PRIMEIRO LIVRO DE SAMUEL


O Primeiro Livro de Samuel registra a passagem do período dos juízes para o dos reis. Esta mudança na vida nacional de Israel gira principalmente em torno de três nomes: Samuel, Saul e Davi. Samuel foi o último dos juízes. Saul foi o primeiro rei de Israel, e Davi, o segundo.

Da leitura deste livro, bem como da dos outros livros históricos do Antigo aprendemos que a fé em Deus traz bênçãos enquanto que a desobediência leva à desgraça. Esta verdade foi dita pelo próprio Deus ao sacerdote Eli: "Respeitarei os que me respeitam, mas desprezarei os que me desprezam" (1 Samuel 2.30).
No princípio o povo de Israel não entendeu bem o que queria dizer ter um Deus era considerado o verdadeiro rei de Israel, mas, em resposta ao pedido do povo, ele escolheu um rei para eles. Tanto o rei como o povo viviam debaixo da autoridade e do julgamento de Deus (1 Samuel 2.7-10). Os direitos de todo o povo, ricos e pobres, eram garantidos pelas leis de Deus.

Esboço:

Samuel como juiz de Israel - caps. 1-7
Saul se torna rei - caps. 8-10
Os primeiros anos do reinado de Saul - caps. 11-15
Davi e Saul - caps. 16-30
A morte de Saul e dos seus filhos - cap. 31

O SEGUNDO LIVRO DE SAMUEL


2 Samuel é a continuação de 1 Samuel. Neste livro se conta a história de Davi, que foi rei primeiro de Judá, no Sul (capítulos 1-4). Depois ele foi rei de toda a nação, incluindo Israel, no Norte (capítulos 5-24).

2 Samuel narra as lutas de Davi contra os inimigos de dentro e de fora, para se firmar no poder e para estender o seu reino.
Davi era homem de profunda fé e devoção a Deus e como líder foi capaz de conquistar a lealdade do seu povo. Mas ele também cometeu pecados de crueldade e violência, que a Bíblia não esconde. Porém, quando Natã, o profeta, apontou a Davi os seus pecados, ele os confessou e aceitou o castigo de Deus.

A vida e as realizações de Davi impressionaram profundamente o povo de Tanto assim que, mais tarde, nos tempos de angústia, quando precisavam de outro rei, eles pediam "um filho de Davi". Desejavam um rei descendente de Davi, que fosse igual a ele.

Esboço:

Davi governa Judá - caps. 1-4

Davi governa Judá e Israel - caps. 5-24

1. Os primeiros anos - caps. 5-10
2. Davi e Bate-Seba - 11.1-12.25
3. Problemas e dificuldades - 12.26-20.26
4. Os últimos anos - caps. 21-24

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