"Interrogado pelos fariseus sobre quando viria o reino de Deus, Jesus lhes respondeu: Não vem o reino de Deus com visível aparência. Nem dirão: Ei-lo aqui! Ou: Lá está! porque o reino de Deus está dentro em vós." (Lucas 17: 20-21).

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Reflexão de Sexta-Feira


“Mas quando você der esmola, que a sua mão esquerda não saiba o
que está fazendo a direita, de forma que você preste a sua ajuda em
segredo. E seu Pai, que vê o que é feito em segredo, o
recompensará.” Mateus 6:3-4


Exceto pelo registro inspirado do Espírito Santo, Tabita e
Cornélio teriam passado para a história sem ser notados. Uma
mulher. Um gentio. Na escala social daqueles dias eram duas pessoas
sem importância, até alvo de certo desprezo. Mas, Deus ressuscitou
Tabita da morte e fez de Cornélio sinal histórico de que a salvação
era também para os gentios. Algo curioso que eles tinham em comum
era sua benevolência aos pobres (Atos 9:36; 10:2). Deus vê o que
nós fazemos e recompensa. Ele sabe quando nossos atos de piedade e
justiça são feitos para agradar ou impressionar homens e quando são
feitos para trazer glória e honra para Ele. Aqueles que honram o
Senhor serão honrados (1 Sam 2:30). A recompensa do Senhor virá
nesta vida ou no porvir e quando vier você saberá. Os salvos na
parábola do grande julgamento não lembravam de ter ajudado o Senhor
(Mt 25:37-40). Quem dá uma ajuda financeira, visita ou compartilha
o sofrimento do outro por amor àquela pessoa também ficará surpreso
porque alguém notou. Naquele dia, vão descobrir que quem notou foi
nada menos que o Rei dos Reis e que foi para Ele mesmo que deram
ajuda. Vamos dar, compartilhar e servir pensando numa coisa só –
que estamos ajudando alguém que Jesus ajudaria em nosso lugar.
Jesus sabe. Ele está vendo. E ele não esquece.

hermeneutica.com

Os Ladrões Nas Cruzes, Também Estava Lá




"Você estava lá quando crucificaram o meu Senhor?" Sim, Os Ladroes também

Muitos falam, especulam, argumentam e escrevem sobre o ladrão da cruz, como se houvesse um só ladrão crucificado ao lado de Jesus. As Escrituras, no entanto, claramente afirmam sem sombra de dúvida: "Com ele crucificaram dois ladrões, um à sua direita, e outro à sua esquerda" (Marcos 15:27). Os ladrões sobre as cruzes estavam posicionados como ninguém, embora não merecessem ser invejados, para contemplar a crucificação de Cristo no meio deles. Aquela cena terrível já se deu há muito tempo, mas em certo sentido ainda podemos contemplá-la, como aconteceu com os gálatas: "Ante cujos olhos foi Jesus Cristo exposto como crucificado" (Gálatas 3:1). Isso foi possível mediante a pregação eficaz da cruz de Cristo, e tem hoje o mesmo poder para aqueles que "têm olhos para ver".
Os dois ladrões eram o extremo oposto em caráter daquele que se achava no meio deles. Eles eram "ladrões"; roubavam as pessoas para enriquecer; ao passo que Jesus "se fez pobre por amor de vós, para que, pela sua pobreza, vos tornásseis ricos" (2 Coríntios 8:9). Eles eram "malfeitores"; ao passo que ele "andou por toda parte, fazendo o bem" (Atos 10:38), completamente inocente. Eles eram "transgressores" (literalmente, fora-da-lei), sem se preocuparem com a lei dos homens ou de Deus; ao passo que só Jesus guardava a lei de Deus à risca e mostrava consistentemente em sua vida e em seu ensino o respeito por toda lei devidamente constituída. O contraste entre o caráter dos ladrões e o de Cristo era evidente mesmo nas cruzes, quando "os que com ele foram crucificados o insultavam"; ao passo que ele "quando ultrajado, não revidava com ultraje" (1 Pedro 2:23).
Desviando um pouco a atenção dos ladrões, devemo-nos perguntar em quanto o nosso caráter deixa de atingir o caráter daquele que era "santo, inculpável, sem mácula, separado dos pecadores" (Hebreus 7:26). O auto-exame pode mostrar que somos, em alguns aspectos, mais como os ladrões do que gostaríamos de imaginar. Os ladrões cumpriram sem querer a profecia a respeito de Cristo. "E cumpriu-se a Escritura que diz: Com malfeitores foi contado." Que essa profecia de Isaías 53 encaixa-se à cena da crucificação fica claro em Lucas 22:37, em que Jesus disse, na noite anterior: "Importa que se cumpra em mim o que está esrito: Ele foi contado com os malfeitores". Assim, os ladrões involuntariamente contribuíram com mais uma prova profética de que Jesus é de fato o Cristo. O fato de Jesus ser "contado com os malfeitores" não fez dele um transgressor. Em vida, ele era conhecido como "amigo dos pecadores", considerado um deles, mas não participou de seus pecados nem desculpou de jeito algum o pecado deles. No entanto, ele morreu como se fosse pecador, ou transgressor, por causa de nossos pecados. Como afirma Paulo, "Aquele que não conheceu pecado, ele o fez pecado por nós" (2 Coríntios 5:21). Como também disse Isaías: "Foi cortado da terra dos viventes; por causa da transgressão do meu povo" (Isaías 53:8).
Os ladrões se mostraram diferentes no fim. "Um dos malfeitores crucificados blasfemava contra ele dizendo: Não és tu o Cristo? Salva-te a ti mesmo e a nós também. Respondendo-lhe, porém, o outro, repreendeu-o, dizendo: Nem ao menos temes a Deus, estando sob igual sentença? Nós, na verdade, com justiça, porque recebemos o castigo que os nossos atos merecem; mas este nenhum mal fez. E acrescentou: Jesus, lembra-te de mim quando vieres no teu reino. Jesus lhe respondeu: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso" (Lucas 23:39-43). Um dos ladrões permanece impenitente na presença da cruz de Cristo, insultando o Salvador, sem ouvir a repreensão e os apelos do companheiro que também ia morrer. O outro é tocado e tem o coração aquebrantado, repreendendo o companheiro, reconhecendo-se culpado, declarando a inocência de Cristo e suplicando para que o Senhor se lembrasse dele após a morte. Em nossa resposta à pregação da cruz de Cristo hoje, podemos ou ficar empedernidos por aquela terrível cena como um dos ladrões, ou ser tocados como o outro.
A resposta de esperança após a morte, que o Senhor deu ao ladrão, tem sido muitas vezes mal usada para dar a falsa esperança aos que desejam passar pela morte sem obedecer à condição do Novo Testamento do batismo "para a remissão de pecados" (Atos 2:38). Esse mal uso comum toma como pressuposto que o ladrão penitente não foi batizado com o batismo de João e desconsidera o fato de que ele viveu e morreu sob a velha lei e não sob a nova. Cristo, com sua morte na cruz, encerrou o Antigo Testamento e ratificou o Novo Testamento, no qual ele nos apresenta a esperança do céu para nós hoje (Colossenses 2:14; Hebreus 9:15-18). Se quisermos "estar sempre com o Senhor" no "paraíso celeste de Deus", devemos, como crentes penitentes, ser "batizados em Cristo" (Gálatas 3:27), habitar nele e morrer nele (1 Tessalonicenses 4:16-17).
-por Hugh W. Davis

Pelo Esgoto



“Davi, naquele dia, mandou dizer: Todo o que está disposto a ferir os jebuseus suba pelo canal subterrâneo e fira os cegos e os coxos, a quem a alma de Davi aborrece. (Por isso, se diz: Nem cego nem coxo entrará na casa.)” (2 Samuel 5:8 ARA)

Eu gosto de aprender as coisas com quem acerta e acho que todo mundo é assim. Se for pra ter aulas, quero um professor experiente e bem sucedido naquele assunto. Se for para ter um líder, quero alguém que me inspire a melhorar. Davi me dá bom exemplo em muitas coisas, ainda que nem tanto em outras. Neste caso específico o grande exemplo veio de seus soldados.

Um homem preparado para a batalha tem seu orgulho, isso é inegável. Qualquer militar ativo pode atestar isso, existe o orgulho de usar aquela farda, de portar aquelas armas, de ter aquele tal treinamento. Admiro isso, ainda que nunca tenha sido militar, mas acho realmente bonito a organização, a hierarquia, a carreira. Agora imagine invadir uma cidade pelo esgoto. Isso mais ou menos em 1.000 AC. Meu querido, deve ter sido um golpe no ego.

Mas ainda assim os soldados se dispuseram a rastejar pelos canais subterrâneos, atacando aquela cidade para conquistar a vitória para seu comandante. Meu querido leitor: se Jesus de Nazaré é seu comandante, você está disposto a rastejar na lama (ou coisa pior) para conquistar uma vitória? Mesmo que não faça sentido para sua cabeça e coração, desde que seja uma ordem clara?

Eu pensei que estaria mais preparado, mas quando chegou minha hora de obedecer vacilei. Tenho lutado para obedecer. O esgoto fede, é sujo e nestas horas eu lembro de tudo que aprendi sobre bactérias e fungos. Me esqueço que inclusive eu produzo este mesmo material que está no esgoto, portanto não me é tão estranho assim. Estou obedecendo, mas não está fácil. Só que sem passar pelo esgoto eu não vou invadir o terreno inimigo e portanto não vou vencer.

Acho que dá para refletir um pouco…

hictus.com

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Reflexão de Quinta Feira


“Portanto, quando você der esmola, não anuncie isso com
trombetas, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, a fim
de serem honrados pelos outros. Eu lhes garanto que eles já
receberam sua plena recompensa.” Mateus 6:2


Sabemos que o Cristão não deve se preocupar com tesouros aqui.
Longe de nós a cobiça e o consumismo desenfreado do mundo. Muitos
discípulos conseguem se livrar dessas tentações. Mas, há outra
cobiça que às vezes vem e estraga tudo. É a cobiça pelo
reconhecimento. Dizemos que temos fé em Deus. Mas, na questão do
reconhecimento revelamos aonde realmente está a nossa fé. Ao invés
de esperar pela recompensa que Deus nos promete, queremos uma
porção aqui. Queremos a atenção de nossos amigos, colegas e irmãos
agora. Queremos um pouco de pagamento adiantado nas promessas de
Deus. Se não conseguimos esperar a recompensa que Deus está
guardando para nós, então tudo que teremos é isso aqui. Perderemos
o que Deus está guardando para nós. Qual recompensa você acha será
maior?

O Preparo Necessário Para Encontrar-se Com Deus




Toda a nossa vida consiste de preparos. Para ingressar na faculdade, para conseguir um bom emprego, casar, criar filhos, etc. No que diz respeito à vida espiritual e eterna faz-se necessário maior preparo. Devemos nos preparar nos aspectos econômico, social, psicológico e espiritual, para encontrar com Deus, para isto vamos observar as exigências impostas a Abraão, aplicando-as a nossa própria vida.

1. Renunciar a todos os nossos valores materiais e base de economia -

A ordem para que Abraão saísse de sua terra, tem importante significado. Normalmente, em nossa terra natal, é o lugar onde estabelecemos a nossa base econômica.

É onde construímos, plantamos e adquirimos bens. Desta maneira o nosso coração se apega à "nossa terra", e dificilmente abriremos mão dela (Lc. 18.18-30). Abraão não teve que deixar toda a sua riqueza em Mesopotâmia, apenas abrir mão dela para Deus (Gn. 12.5; 1 Co. 7.30,31).

Deus quando chama o homem à salvação, lança sobre ele a sua graça como abençoada flecha que lhe traspassa o coração, pois é ali o centro da sua vontade e atenção. Se o tal homem não responder a esta chamada adequadamente, ficará impossibilitado de confiar inteiramente no Senhor. Quando deixamos tudo por amor ao Senhor, encontramos um Reino com a sua inteireza. Deus promete aos que deixarem tudo, uma terra que mana leite e mel (Dt. 26.9; Fp. 3.20; Ap. 21.1-7). Este é o preparo no aspecto econômico.

2. Deixar para trás a nossa estrutura genealógica - É comum vermos alguém se gabando de possuir este ou aquele sobrenome, pois pertence a uma importante família. Isto faz sentido, já que da nossa parentela adquirimos toda a nossa estrutura cultural, tradições e statos. É pela existência dos nossos parentes que sabemos a nossa origem e confirmamos nossa existência no mundo social.
Deus quer nos desestruturar. Sim, ele quer que sintamos como alguém pisando em areia movediça. Ele quer que percamos a base de sustentação e corramos para os seus braços. Abraão levou consigo a Ló, seu sobrinho, que lhe foi um peso durante a sua jornada. Se já não temos mais em quem confiar, Deus têm coisas melhores para nós. (Fp. 3.7-14)

3. Desprender-se do elo paternal -

O cordão umbilical é o que forma um forte elo entre mãe e filho. Para ser rompido é necessário um golpe causando-lhe uma ferida que demora a cicatrizar. Todo ser humano levará esta marca física e também psicológica, por toda a vida.

Deus sabe o quanto é difícil para alguém, deixar de depender cem por cento dos pais. No entanto, esta é uma das primeiras exigências que fará o Senhor. Abraão teve que deixar a religião idólatra de seu pai, para servir ao Deus verdadeiro (Js. 24.2,3). Isto significa quebrar fortes elos entre filho e pai e também se despojar de crenças enraizadas no coração, desde a infância. O homem é desafiado a deixar pai e mãe por amor de Jesus. Quem não conseguir não estará apto para o Reino de Deus (Lc. 14.26).

4. Aceitar o grande empreendimento de andar por fé -

Abraão pôde sentir o peso da responsabilidade de encontrar-se com Deus e seguí-lo. A difícil decisão de deixar o certo pelo incerto. Sair da minha terra aonde piso e ir para uma "terra" onde o Senhor ainda me mostrará, com certeza trará grande conflito à minha alma, até que me renda a Ele.

Isto significa andar por fé. É perder aquilo que não posso guardar, para ganhar aquilo que não posso perder (Mt. 16.25,26; 2 Co. 5.7).
Como já disse alguém: "A maior loucura na vida de um homem é estar fora do centro da vontade de Deus. Não há lugar mais seguro, ainda que cercado de perigos, do que no centro da vontade de Deus". Este é o aspecto espiritual onde o Senhor infundirá a sua graça redentora.

Dissemos no início, que a história da chamada de Abraão, é uma analogia da nossa chamada para a salvação. Isto porque o preparo exigido ao patriarca é o mesmo exigido a nós, com as mesmas implicações. Resta-nos responder a este chamado divino para andar com o Senhor e alcançar o alvo da soberana vocação em Cristo Jesus, que é a perfeição.

Simão o Cireneu Também Estava Lá



"Você estava lá quando crucificaram o meu Senhor?" Sim, Simão também

Ele estava no lugar errado e na hora errada. Enquanto Jesus fazia o seu árduo percurso do Pretório até o Gólgota, os soldados romanos obrigaram Simão a trabalhar. Tudo o que se sabe desse homem acha-se na combinação dos relatos de Mateus, Marcos e Lucas:

"E, como o conduzissem, constrangendo um cireneu, chamado, Simão, pai de Alexandrre e Rufo, que vinha do campo, para que carregassem-lhe a cruz". É tudo o que temos.

Cirene ficava na costa da África do Norte e tinha sido fundada como uma colônia grega por volta de 600 anos antes. Nessa comunidade grega, mais tarde entregue à posse dos romanos, foi acolhida uma grande comunidade de judeus. A população judaica dessa província romana era tão significativa, que Jerusalém tinha o orgulho de ter uma "Sinagoga dos Libertos" para os visitantes de Cirene e para outros estados livres (Atos 6:9).

Ao que tudo indica, Simão encontrava-se em Jerusalém em razão da Páscoa. É Marcos quem registra que Simão foi escolhido por acaso: "Que passava, vindo do campo". Nada em nenhum dos evangelhos leva a crer que ele tenha tido alguma participação na trama para destruir Jesus. Parece que se tratava de um espectador inocente.

Que deve ter pensado quando foi tomado no horror de uma crucificação? Embora ele não tivesse tocado um homem morto, seria considerado impuro e incapaz de participar da festa? E por que ele tinha sido escolhido em meio à multidão; será que um cidadão romano deveria ser forçado a executar uma tarefa tão repulsiva assim? E, afinal de contas, quem era esse Jesus de Nazaré? Que crime hediondo tinha levado a uma morte tão abominável?

Especulações não faltaram acerca da identidade de Simão e acerca de seu futuro. Houve quem tentasse ligar o seu nome a outras personagens do Novo Testamento. Na verdade, é bem possível que ele seja mencionado como o pai de Alexandre e de Rufo porque eles eram bem conhecidos dos cristãos primitivos, mas mesmo assim isso não nos informa quem eles eram.

Simão, de Cirene, passa brevemente pelo palco das Escrituras, depois desaparece de novo na obscuridade. Mas uma coisa é certa: Simão se viu face a face com o Salvador crucificado, assim como todos nós devemos.

Embora possamos considerar Simão um espectador inocente preso pelas circuntâncias, será que o homem pode de fato ser considerado inocente? Simão foi testemunha ocular do que devemos testemunhar pela fé: "O Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo" (João 1:29). Só podemos ficar nos perguntando se ele jamais veio a perceber a importância daquele momento.

É difícil crer que Simão nunca tenha ouvido sobre Jesus. Embora ele vivesse num país estrangeiro, toda Jerusalém havia estado agitada com as notícias do carpinteiro de Nazaré.

O trabalho do Messias não tinha ocorrido dentro de um armário. Ele tinha entrado na cidade em meio ao grande alvoroço por parte do povo; ele havia expulsado do templo os comerciantes; ele continuou a curar os enfermos; regularmente rebateu os fariseus e escribas; e tinha ressuscitado Lázaro do túmulo.

A nação de Israel podia estar dividida quanto à identidade dele, mas tinham de reconhecer a sua presença.

O que Simão pensou quando percebeu a cruz de quem estava carregando? Que opinião ele tinha formado acerca desse profeta e pregador itinerante? Será que Simão estava de acordo com os fariseus, ou teria pranteado junto com o povo comum? Jamais saberemos. O que importa, entretanto, é como Simão reagiu após o Calvário.

Antes da crucificação, Simão era apenas como todos nós. "Pois todos pecaram e carecem da glória de Deus" (Romanos 3:23). Era um pecador, perdido e condenado, incapaz de expiar os próprios pecados. É exatamente a condição em que estamos hoje.

Mas, após a cruz, as coisas mudaram para sempre! Agora, por meio da graça de Deus, manifesta no sangue de Cristo, podemos ser limpos do pecado e reconciliados com Deus (2 Coríntios 5:17-21). Simão não mais teria de rolar no mau cheiro e na lama do pecado; ele podia ser enterrado com Cristo e andar "em novidade de vida" (Romanos 6:4).

Cada um de nós, à semelhança de Simão, toma o nosso lugar como uma figura obscura na vastidão da história. Como reagiremos diante da cruz? Será que acreditaremos que Jesus morreu por outra pessoa, ou nos lançaremos na misericórdia de Deus, reconhecendo o Filho como a nossa única esperança? E, como Simão, estaremos dispostos a carregar a cruz de Jesus? Faremos hoje o que ele foi obrigado a fazer S carregar a vergonha e o opróbrio dos homens pela causa de Cristo?

-por Steve Dewhirst

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Reflexão Quarta Feira


“Aquele que tem o Filho tem a vida; aquele que não tem o Filho de Deus não tem a vida.” 1 João 5.12

Deus criou a todos para o Louvor da Sua Glória; no entanto, a maioria vive à margem desta verdade. Todos aqueles que ainda não se preocuparam com o futuro eterno de sua alma, precisam com urgência buscar este entendimento e, mais que isto, precisam fazer a entrega da vida ao SENHOR JESUS, para que tenham plena certeza de salvação. A maioria não leva a sério este importante assunto por desconhecer o que Deus quer de cada um. A Bíblia diz que “cada um dará contas de si mesmo a Deus” (Romanos 14.12). Querido leitor(a) se esta é a sua condição, por não ter entendido o propósito de Deus, busque no Senhor o entendimento e peça que lhe seja dado o discernimento necessário a que você compreenda perfeitamente o que é SER SALVO.

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