"Interrogado pelos fariseus sobre quando viria o reino de Deus, Jesus lhes respondeu: Não vem o reino de Deus com visível aparência. Nem dirão: Ei-lo aqui! Ou: Lá está! porque o reino de Deus está dentro em vós." (Lucas 17: 20-21).

sábado, 19 de março de 2011

Reflexão de Sábado


Os céus e a terra passarão, mas as minhas palavras jamais
passarão.” Lucas 21:33


No ano 2007, o dia 07 de julho teve um número recorde de
casamentos, apostas e outras particularidades. Muitas pessoas
acreditaram que o dia 07/07/07 traria muita sorte no amor, nas
finanças e provavelmente em outras coisas ainda. No entanto,
aquele dia singular passou. Como o dia de hoje passará. E nunca
mais voltará o dia desta data por toda a eternidade. Fortunas
passam, saúde passa, até amor, infelizmente, muitas vezes passa.
Toda a criação pode passar. Porém, aquele que deu vida à
criação pela sua palavra não mudará. Daqui a um ou cem ou mil
anos, o que Jesus disse terá o mesmo valor, o mesmo peso e o mesmo
efeito. Confie em Jesus. Coloque sua esperança nele. Sabe porque
Jesus foi até a cruz, para cumprir as promessas feitas sobre ele?
Porque ele não queria que tivéssemos nenhum motivo para duvidar
do imenso amor que ele tem por nós. Ele disse que lhe ama. Agora
basta você crer e viver como quem realmente crê.

Misturando óleo com água



Desde que a teoria da evolução se alçou à elevada posição que agora tem no mundo acadêmico, os homens têm procurado encontrar meios de conciliá-la com o ensinamento da Bíblia. Aqueles que insistem em que tal conciliação pode ser conseguida são chamados "teístas evolucionistas". Eles declaram crer tanto no relato bíblico da criação como na teoria da evolução.

Mas pode uma pessoa que aceita a teoria da evolução crer realmente no relato da criação na Bíblia, como é registrado em Gênesis 1-2? Podemos realmente dizer que a Bíblia só diz quem criou este mundo, enquanto a teoria da evolução nos diz como ele o fez? Tais idéias podem parecer nobres na superfície, porém um exame cuidadoso dos dois primeiros capítulos de Gênesis porá nossas mentes girando com os obstáculos que têm que ser dominados para efetuar uma tal reconciliação. Considere, por exemplo, a seguinte lista de contradições entre as afirmações claras da Escritura e as igualmente claras exigências da teoria da evolução:

A Bíblia ensina que a terra foi criada antes do sol e das estrelas (Gênesis 1:1,16). A teoria da evolução (em seu pleno contexto científico) ensina que o sol e as estrelas existiam em alguns casos bilhões de anos antes da terra.


A Bíblia ensina que as plantas estavam crescendo na terra antes que o sol fosse criado (Gênesis 1:11). A teoria da evolução exige que o sol brilhe antes que as plantas cresçam.


A Bíblia ensina que as plantas terrestres precederam a vida marinha (Gênesis 1:11,20). A teoria da evolução exige que a vida marinha preceda as plantas.


A Bíblia ensina que as aves foram criadas antes dos insetos (Gênesis 1:20, 24). A teoria da evolução exige que os insetos precedam as aves.


A Bíblia ensina que as baleias foram criadas antes dos répteis, ou qualquer outro animal terrestre (Gênesis 1:21,24). Mas a teoria da evolução não somente ensina que os répteis vieram antes das baleias, mas que as baleias são de fato animais terrestres que retornaram à água.


A Bíblia ensina que as aves foram criadas antes dos répteis (Gênesis 1:20, 24). Mas a evolução exige que as aves sejam descendentes diretas dos répteis.


A Bíblia ensina que o homem foi criado antes que a chuva caísse na terra (Gênesis 2:5-7). A teoria da evolução exige que a chuva caísse na terra durante milhões de anos antes dos homens. (Os termos para as plantas de 2:5 são aparentemente usados para plantas cultivadas, tais como as que cresceram no jardim do Éden e não para a vegetação geral de 1:11).


A Bíblia ensina que a morte e o sofrimento são o resultado do pecado, e que o pecado entrou no mundo com Adão e Eva (Gênesis 2:17). Mas a teoria da evolução exige que o processo da luta da vida e da morte já estava existindo durante milhões de anos antes do homem, e que os ancestrais mais imediatos do homem foram parte daquela luta.


Finalmente, a Bíblia ensina que o homem foi feito primeiro, e então a mulher foi feita de sua costela (Gênesis 2:18-22). Este é o golpe decisivo de qualquer tentativa de reconciliar a teoria da evolução com a Bíblia. A evolução exige que os sexos se desenvolvessem juntos.


Deveria, portanto, ficar claro, mesmo para o mais distraído observador, que o relatório bíblico da criação e a teoria da evolução não podem ser melhor misturados do que óleo com água. Este fato tem sido percebido igualmente tanto pelos mais fortes crentes como descrentes durante todos os passados 150 anos.

As explicações da Bíblia e da evolução são mutuamente exclusivas porque são produzidas a partir de premissas mutuamente exclusivas. O relato bíblico está baseado na aceitação de que "No princípio Deus ..." A teoria da evolução, por outro lado, não é uma teoria que se impôs sobre a mente científica coletiva através do peso cabal da evidência, como muitos cientistas gostariam que crêssemos. Antes, é uma teoria que deve sua própria origem e vida aos homens que rejeitaram a crença em Deus e sentiram-se compelidos a prover uma explicação alternativa para a origem da vida.

E sempre que tentativas são feitas para conciliar as duas, é sempre a Bíblia que sai perdendo no final das contas. A teoria da evolução é sempre mantida intacta. E o relato bíblico é que é forçado a ceder território, como se fosse somente uma "descrição poética de verdades espirituais".

Devemos ser prudentes, portanto, em respeitar a descrença destes homens e aceitar a evolução pelo que é -- uma explicação sem Deus da origem da vida. Então teremos nossas cabeças adequadamente limpas para perceber a escolha que teremos que fazer. Se Deus for Deus, então sirva-o. E se Baal for Deus, então sirva-o. Mas não vamos a lugar nenhum coxeando entre os dois (1 Reis 18:21).

­por Phil Roberts

FELICIDADE NA SATISFAÇÃO



“Porque nada temos trazido para o mundo, nem coisa alguma podemos levar dele. Tendo sustento e com que nos vestir, estejamos contentes.”
1 Tm 6.7-8

Os livros que ensinam como ficar rico enchem bibliotecas e são consumidos com voracidade. Passa-se a ideia de que o dinheiro pode nos dar segurança e felicidade. Muitos acreditam que o dinheiro é a ponte para a ilha da fantasia, onde mora a felicidade. Mas, aqueles que querem ficar ricos caem em tentação e cilada e atormentam a si mesmos com muitos flagelos. Muitos se desviaram da fé nessa cobiça desenfreada. O dinheiro em si não é mal, mas o amor do dinheiro é a raiz de todos os males. O apóstolo Paulo diz que a piedade com contentamento é grande fonte de lucro. Tendo o que comer, o que beber e o que vestir, devemos estar contentes. Nossa felicidade e nossa segurança não estão no dinheiro, mas em Deus. Paulo exorta os ricos para não colocarem sua confiança na instabilidade da riqueza, mas em Deus. O dinheiro é bom quando nós o possuímos, mas não quando nos possui. É um bom servo, mas um péssimo patrão e só nos traz felicidade quando o distribuímos com generosidade e não quando o retemos com avareza.

cadadia.com.br

Goleiro Taffarel, “Jesus é a Verdade em um Mundo Cheio de Mentiras.”



O herói do tetra conta como Deus o iluminou na conquista do Brasil
De um lado Baggio, do outro Taffarel. Entre eles, a bola. Na platéia, via satélite, metade da população do planeta! O chute final da Copa do Mundo de 1994 foi o lance de suspense máximo do maior espetáculo da terra.

O Brasil era o franco favorito e deveria ganhar essa copa com os gols de Romário. No entanto as coisas se complicaram quando o jogo final contra a Itália terminou em zero a zero.

Os trinta minutos de prorrogação também não produziram um único gol para que Brasil ou Itália soltassem o grito de vitória que tinham entalado na garganta e ainda deixaram os jogadores exaustos, a ponto de quase não poderem mais correr atrás da bola.

Naquele momento, a responsabilidade pela conquista do tetra deixou os pés mágicos de Romário e caiu nos braços de um homem que joga do lado oposto do campo, o goleiro Taffarel.

- Conseguiria ele garantir para o Brasil aquilo que Romário, o nosso herói maior, não conseguira? Bom, ninguém melhor que o próprio Taffarel para contar o que passou por sua cabeça na final da Copa de 1994:

- Na manhã daquele dia acordei tranqüilo, confiante, firme em Deus. Parecia até que eu ia jogar um amistoso e não uma final de Copa do Mundo contra a Itália! Algo diferente estava acontecendo comigo. Fomos para o estádio com uma enorme confiança.

Ao entrar no túnel que dá acesso ao gramado, percebi que os jogadores da Itália estavam inseguros e cabisbaixos, enquanto nosso time gritava: vamos lá, vamos ganhar!

Quando o jogo e a prorrogação terminaram empatados e fomos para a disputa de pênaltis me lembrei das palavras que havíamos estudado naquela semana: Nossa alma espera no Senhor. Ele é o nosso auxílio e o nosso escudo (a nossa defesa).

Nele o nosso coração se alegra, pois confiamos no seu santo nome. Seja sobre nós, Senhor, a tua infalível misericórdia pois a nossa esperança está em ti. (Salmo 33:20 a 22)

Desde que convidei Jesus Cristo para morar em meu coração, passei a contar com a força, o amor e o poder de Deus nos momentos mais importantes de minha vida.

Nem tudo é um mar de rosas na vida do cristão e na minha não foi diferente. Mas na hora do aperto, na hora da trairagem de técnicos e dirigentes, na hora do frango e da vaia da torcida, na hora em que perdi meu pai ou vi minha mulher entre a vida e a morte na UTI de um hospital em Porto Alegre e na hora de pegar o pênalti decisivo, é que percebi o quanto é importante não estar só. Deus nunca me deixou na mão.
E não foi diferente na final da Copa de 1994:

No meio da disputa de pênaltis dei um olhada no placar. Vi que estava 2x2 e pensei: É a minha hora de fazer alguma coisa pela minha equipe e para o meu país. - Senhor, me ajude a defender este pênalti ! - E Ele ouviu... Quando Massaro chutou, creio que Deus me
empurrou para o canto esquerdo e eu pude fazer a defesa.

Aí o Dunga foi e fez o seu gol e ficou tudo no pé do Baggio quando fomos para a cena final. Depois de 52 jogos, três milhões de ingressos vendidos, quatro anos de preparação e um mês de muita badalação na midia do mundo inteiro; a decisão de tudo isso acabou
sobrando para duas pessoas: Baggio e eu...

Quando o ví com a cabeça baixa e os olhos fixos no chão, percebi que ele estava inseguro e cresci bastante. Naquele momento tive a certeza: - eu vou fazer a defesa ou ele vai chutar para fora... E não deu outra.... Quando aquela bola passou voando alto por cima do travessão a única coisa que me deu vontade de fazer foi me ajoelhar e glorificar a Deus pois
sabia que a vitória estava vindo dEle e só Ele merecia aquela glória.

Afinal de contas, nem Baggio fez o gol, nem eu fiz a defesa no lance final da Copa de 1994. Disso eu aprendi que é muito bom confiar em alguém que é infinitamente mais poderoso que nós. Alguém que nos ama, nos entende, nos ampara e se importa com cada detalhe de nossas vidas. O seu nome é Jesus, o único caminho que leva a Deus. Ele é verdade em um mundo tão cheio de mentiras. E acima de tudo Ele é a própria vida.

Se você também quer encontrar o Caminho que leva a Deus e à vida eterna.
Leia João 14:2 a 6

sexta-feira, 18 de março de 2011

Reflexão de Sexta-Feira


“Haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas. Na terra, as
nações estarão em angústia e perplexidade com o bramido e a
agitação do mar. Os homens desmaiarão de terror, apreensivos com
o que estará sobrevindo ao mundo; e os poderes celestes serão
abalados. Então se verá o Filho do homem vindo numa nuvem com
poder e grande glória. Quando começarem a acontecer estas coisas,
levantem-se e ergam a cabeça, porque estará próxima a redenção
de vocês”. Lucas 21:25-28



Estas palavras de Jesus não se referem à destruição de
Jerusalém, mas, à segunda vinda do Senhor. O que sobreveio a
Jerusalém é apenas uma amostra do que acontecerá com o mundo
inteiro no juízo. Embora os sinais serão motivo de terror para
alguns, para aqueles que esperam no Senhor serão sinais de júbilo
e vitória. Enquanto este dia não chegar, se você sofre pelo nome
de Cristo, se tem dias em que é difícil erguer a cabeça, Jesus
está anunciando para você que o dia virá em que ele mesmo
voltará para levantar seu semblante. Não será por causa dos seus
atos ou esforços. Será pelo sacrifício dEle. Mas, ele deu sua
vida por você, justamente para que os dias do seu sofrimento
tenham um fim glorioso e um sentido eterno. Espere em Jesus. Confie
nEle. O dia da redenção vem - e naquele dia você dirá a Jesus,
sobre tudo que você passou - "Meu Senhor, valeu!"

Terremotos


Dizem que passado o terremoto de Lisboa (1755), o Rei perguntou ao General o que se havia de fazer.

Ele respondeu ao Rei: "Sepultar os mortos, cuidar dos vivos e fechar os portos". Essa resposta simples, franca e direta tem muito a nos ensinar.

Muitas vezes temos em nossa vida "terremotos" avassaladores, como o de Lisboa no século XVIII. A catástrofe é tão grande que muitas vezes perdemos a capacidade de raciocinar de forma simples, objetiva.

Todos nós estamos sujeitos a "terremotos" na vida. O que fazer?

Exatamente o que disse o General: "Sepultar os mortos, cuidar dos vivos e fechar os portos". E o que isso quer dizer para a nossa vida?

Sepultar os mortos significa que não adianta ficar reclamando e chorando o passado. É preciso "sepultar" o passado. Colocá-lo debaixo da terra. Isso significa "esquecer" o passado. Enterrar os mortos.

Cuidar dos vivos significa que, depois de enterrar o passado, em seguida temos que cuidar do presente. Cuidar do que ficou vivo. Cuidar do que sobrou. Cuidar do que realmente existe. Fazer o que tiver que ser feito para salvar o que restou do terremoto.

Fechar os portos significa não deixar as "portas" abertas para que novos problemas possam surgir ou "vir de fora" enquanto estamos cuidando dos vivos e salvando o que restou do terremoto de nossa vida. Significa manter o foco no "cuidar dos vivos". Significa concentrar-se na reconstrução, no novo.

É assim que a história nos ensina. Por isso a história é "a mestra da vida". Portanto, quando você enfrentar um terremoto, não se esqueça: enterre os mortos, cuide dos vivos e feche os portos.

Religiões




Todas as religiões do mundo afirmam seguir as revelações do deus ou deuses verdadeiros, porém até em seus conceitos mais básicos de divindade existem enormes contradições. Obviamente, opiniões contraditórias não podem ser todas corretas.

O hinduísmo, por exemplo, inclui milhões de deuses e adora ídolos que supostamente os representam, já que tudo é deus. O islamismo, por outro lado, denuncia a adoração de imagens e o politeísmo, e afirma que Alá é o único deus verdadeiro. O budismo, ao contrário, não precisa de nenhum deus.

Alá era, na verdade, o nome principal do deus da Caaba, o templo pagão que Maomé "purificou" ao destruir os mais de trezentos ídolos que continha. Maomé manteve o nome desse antigo deus pagão da Lua e o símbolo da Lua crescente porque seria mais fácil converter idólatras à sua nova religião se pudesse oferecer algo com que estivessem familiarizados. Os islamitas não vêem nenhuma contradição nessa estratégia, nem mesmo em manter o principal objeto que era adorado na antiga Caaba, a pedra negra que os islamitas beijam e reverenciam hoje, como os antigos idólatras faziam antes de Maomé tê-la incorporado à prática religiosa islâmica.
Já o Deus da Bíblia afirma:

"Antes de mim deus nenhum se formou, e depois de mim nenhum haverá. Eu, eu sou o Senhor, e fora de mim não há Salvador" (Is 43.10-11).


Ele não apenas ignora ou deuses de outras religiões. Ele denuncia a todos, incluindo Alá, como impostores que, na realidade, servem de fachada para Satanás e seus demônios.

"As coisas que eles sacrificam (aos seus deuses), é a demônios que eles sacrificam" - (1Co 10.20).


Isso é sério! O que pode ser mais importante que identificar corretamente o único Deus verdadeiro, e que blasfêmia poderia ser pior que sugerir que Deus é algo ou alguém que, na verdade, não é?

Alguma pessoas bem intencionadas, esquecendo-se que a questão é a VERDADE e não querendo causar ofensa, insistem que os deuses de todas as religiões são simplesmente nomes diferentes do mesmo Ser ou Força. Isso é uma insensatez. Embora existam algumas semelhanças, as distinções entre os deuses das principais religiões mundiais são enormes. Os adeptos das religiões rivais levam bem a sério os atributos que identificam as suas divindades. Logo, sugerir que os deuses de todas as religiões são um só e o mesmo deus não é generosidade, mas cínica degradação daquilo que é vital e sagrado.
É uma afronta aos islamitas insistir que Alá é equivalente aos muitos deuses do hinduísmo; ou dizer a um cristão que seu Deus, que deu Seu Filho para morrer pelos pecados do mundo, é o mesmo Alá, de quem se afirma especificamente não ter filho.

Dizer que todas as religiõees são a mesma coisa nega o significado da linguagem e é um insulto não só para os seguidores dessas religiões, mas à própria inteligência. A diferença é particularmente clara quando se trata do cristianismo. Ele está sozinho num dos lados de um abismo teológico com todas as outras religiões do outro lado - um abismo que torna qualquer união ecumênica impossível sem destruir o cristianismo em si.
Ninguém pode negar, por exemplo, o conflito irreconciliável entre a crença que Jesus morreu pelos nossos pecados e ressuscitou (o que é o próprio coração do cristianismo) e a afirmação blasfema dos islamitas de que Jesus não morreu na cruz, muito menos por pecado, mas que outra pessoa morreu em seu lugar. Varrer tais diferenças para baixo de um tapete ecumênico (como o Catolicismo Romano, especialmente o Concílio Vaticano II, tenta fazer), não é bondade, mas loucura.
Nem é possível reconciliar a alegação de todas as religiões não-cristãs de que o pecado é removido por boas obras, com a afirmação frequentemente repetida na Bíblia de que somente Jesus, porque Ele não tinha pecado, pôde pagar o preço do pecado, e que, para fazer isso, Ele teve que morrer em nosso lugar.
É claro que a afirmação de Jesus

"Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim" (Jo 14.6)


é a rejeição mais forte possível de todas as outras religiões como imitações satânicas.
A verdade, meu amigo, é que Maomé nunca prometeu retornar, nem Buda, nem Confúcio, nem Alan Kardec, nem Khrisna, nem Joseph Smith, nem Maria, nem Padre Cícero, nem o fundador de qualquer outra das religiões e seitas existentes neste mundo. Apenas Jesus ousou fazer essa promessa e somente Ele deu credibilidade ao deixar um túmulo vazio. Esse fato indubitável é razão suficiente para levar a sério sua afirmação de que VOLTARÁ a essa terra em poder e glória para executar julgamento sobre seus inimigos.
Por isso recomendamos: leia a Bíblia enquanto é tempo. Não vá na onda dos céticos.
Sim, os céticos têm atacado os registros bíblicos, mas em todos os casos, sendo feito um trabalho arqueológico, foi provado que os incrédulos estavam errados e a Bíblia correta. A precisão histórica, geográfica e científica da Bíblia tem sido comprovada repetidamente como de nenhuma outra escritura sagrada.
Amigo, quer saber da verdade? Eis a resposta daquele que é a própria verdade:

"...vim ao mundo a fim de dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade ouve a minha voz" (Jo 18.37).


Enfim,

"nada podemos contra a verdade, senão em favor da própria verdade" (2 Co 13.8).


Deixe de lado essa coisa chamada religião, e ouça a voz de Deus se referindo a Jesus: "Este é o meu Filho amado, a ele ouvi" (Lc 9.35).
Não ouça o que diz religião, mas ouça somente a Jesus:

"Se alguém tem sede venha a mim e beba. Quem crer em mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva" (Jo 7.37-38).




Autor: Adail Campelo

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