"Interrogado pelos fariseus sobre quando viria o reino de Deus, Jesus lhes respondeu: Não vem o reino de Deus com visível aparência. Nem dirão: Ei-lo aqui! Ou: Lá está! porque o reino de Deus está dentro em vós." (Lucas 17: 20-21).

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Mãos Santas


“Quero, portanto, que os varões orem em todo lugar, levantando mãos santas, sem ira e sem animosidade.” (1 Timóteo 2:8 ARA)

Mãos são elementos fundamentais para desempenharmos nossas tarefas, expressarmos nossos sentimentos, declararmos alguma coisa sem palavras. As mãos sem palavras ofendem, acusam, rejeitam, magoam, machucam, ferem, quebram e derrubam. Mas também acariciam, elogiam, incentivam, valorizam, adoram, acolhem, consolam, levam cura.

As mãos podem ser benção ou maldição, sem dúvida. A mesma mão que abraça pode apunhalar. Se Paulo orientou os irmãos sob o cuidado de Timóteo que levantessem mãos santas, é por que isso é possível e deve ser feito. Mãos santas são mãos separadas do pecado, imaculadas, limpas de sangue e de sujeira do pecado.

Paulo aqui só relatou textualmente duas características de mãos santas, mas certamente isso não encerra o assunto. Sem ira aponta para mãos que não são usadas contra seus irmãos, seus familiares, seus vizinhos, seus colegas. Mãos que não expressam violência. Sem animosidade é um complemento quase poético, pois fala de ódio e agressão.

Mãos santas são aquelas que não roubam, não agridem, não rejeitam pessoas. São mãos que recebem o necessário cuidado para que no momento de orar e serem levantadas ao Senhor, estejam prontas. Mãos santas são aquelas que não precisam ser preparadas para a adoração, pois estão sempre prontas, sempre limpas, sempre arrumadas.

Podemos ter mãos santas sim, desde que desejemos isso e paguemos o preço de não sujá-las.

Talvez suas mãos sejam grandes ou, como as minhas, um pouco menores. Talvez sejam mãos fortes e calejadas pelo trabalho pesado, ou talvez delicadas e macias como a de quem só trabalha com algo mais leve. Talvez sejam mãos sedosas e bem cuidadas, ou seja ásperas e sofridas pela falta de cuidado. Nada disso importa. Importa é que tenhamos mãos santas, sejam elas grandes ou pequenas, fortes ou fracas, jovens ou cansadas.

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