"Interrogado pelos fariseus sobre quando viria o reino de Deus, Jesus lhes respondeu: Não vem o reino de Deus com visível aparência. Nem dirão: Ei-lo aqui! Ou: Lá está! porque o reino de Deus está dentro em vós." (Lucas 17: 20-21).
quinta-feira, 10 de maio de 2012
Cerca de 1,5 mil pastores desistem do ministério todos os meses
A revista Cristianismo Hoje publicou uma matéria que fala sobre a quantidade crescente de pastores que entregam seus ministérios por não suportarem as cobranças que esse sacerdócio exige.
Com problemas de ordem financeira, familiar e até mesmo de saúde, esses pastores preferem se afastar de suas atividades, sem deixar de exercer suas crenças. Isso é, eles continuam na igreja, mas não cumprem suas tarefas como pregar, fazer visitas e etc.
Na reportagem o pastor José Nilton Lima Fernandes, 41 anos, conta que pediu licença da sua função na Igreja Presbiteriana Independente (IPI) no final de 2010, depois de quase 15 anos enfrentando problemas. “Eu entrei num processo de morte. Adoeci e tive que procurar ajuda médica para me restabelecer”, conta ele que acabou se divorciando, o que aumentou suas dores por perder a companhia permanente da filha.
Durante todo o ano de 2011 ele esteve de licença e essa experiência lhe mostrou que é possível servir ao ministério pastoral sem estar dirigindo uma igreja.
“Não acredito mais que um ministério pastoral só possa ser exercido dentro da igreja, que o chamado se aplica apenas dentro do templo. Quebrei essa visão clerical”.
Nilton que está casado novamente e retomou seu trabalho como pastor em uma IPI da zona leste da capital paulista não é o único sacerdote que cede aos problemas que aparecem no cumprimento desse chamado. A revista Cristianismo Hoje cita também pesquisas elaboradas nos Estados Unidos que mostram o alto índice de “licenças” que são pedidas.
Uma delas, elaborada pelo Instituto Francis Schaeffer, mostra que todos os meses 1,5 mil pastores abandonam seus ministérios por problemas morais, esgotamento espiritual e até mesmo por desavenças com a igreja.
Uma outra pesquisa mostrou que os principais problemas enfrentados por esses ministros são: depressão e estresse, despreparo ministerial, falta de contato com a Bíblia, casos extraconjugais e crise financeira.
Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br/cerca-de-15-mil-pastores-desistem-do-ministerio-todos-os-meses/#ixzz1uOkBPg00
Como Surgiu O Protestantismo
Elas surgiram a partir do inconformismo do padre alemão Martinho Lutero (1483-1546) em aceitar algumas práticas da Igreja Católica. Lutero atacava duramente a venda de indulgências, ou seja, a obtenção de perdão para um determinado pecado em troca de dinheiro.
No dia 31 de outubro de 1517, Lutero pregou na porta de uma igreja de Wittenberg, na Alemanha, um manifesto com 95 teses em que atacava não só a venda de indulgências, como também outros procedimentos da Igreja Católica, como a negociação de cargos eclesiásticos.
O papa Leão X exigiu uma retratação do padre, ameaçando condená-lo por heresia. Mas Lutero não voltou atrás e rompeu com a Igreja Católica, dando início à chamada Reforma Protestante, movimento que se espalhou pela Europa, impulsionado pela maior flexibilidade religiosa que oferecia.
Os inimigos dos reformistas passaram a se referir a seus seguidores como “luteranos”. Estes, por sua vez, preferiam ser chamados de “evangélicos”, termo hoje muito usado para se referir aos fiéis das igrejas protestantes. A liberdade pregada por Lutero acabaria abrindo espaço para o surgimento de várias correntes religiosas. Essa autonomia protestante gerou uma variedade enorme de igrejas. Isso ajuda a entender por que hoje existem tantas ramificações entre os protestantes.
Crença na autonomia
Liberdade pregada por Lutero deu origem a várias correntes religiosas
greja Católica – Reforma Protestante
Luteranos
A ruptura de Lutero com os católicos, em 1517, lançou as bases para a expansão do protestantismo. Os luteranos condenavam o comportamento moral dos padres católicos e acreditavam que a salvação estava nas escrituras sagradas.
Presbiterianos
Inspirados no teólogo fracês João Calvino (1509-1564), pregavam a predestinação divina: ou seja, só os eleitos por Deus se salvariam. O teólogo holandês James Arminius (1560-1609) criaria depois outra vertente do presbiterianismo: o Arminianismo
Anglicanos
O rei inglês Henrique VIII (1491-1547) queria anular seu primeiro casamento para se unir a outra mulher. Após a recusa do papa Clemente VII, ele rompeu com a Igreja Católica e criou a anglicana em 1534, ficando livre da interferência papal
Batistas
O movimento anabatista já existia quando Lutero começou a questionar a Igreja Católica. Mas, como outras correntes protestantes, o movimento só ganhou expressão após a Reforma. Acabou dando origem à Igraja Batista
Metodistas
Surgiram na Inglaterra no século 18, propondo reformar a Igreja Anglicana. Baseadas na crença da salvação pela fé em Cristo, as idéias metodistas não conseguiram mudar os anglicanos, mas deram origem a uma nova corrente protestante
Pentecostais
Começaram a aparecer no início do século 20 como uma dissidência dos metodistas. Em 1910, foi fundada a Congregação Cristã do Brasil; no ano seguinte, a Assebléia de Deus, e em 1962, Deus é Amor. Os pentecostais crêem na cura pela fé
Neo pentecostais
Fazendo parte do grupo a Igreja Universal do Reino de Deus, de 1977, e a Igreja Renascer em Cristo, de 1986. Os neopentecostais têm em comum a adoção da mídia para pregar aos fiéis, além dos cultos espetaculares e a realização de exorcismos
Fonte: Rocha ferida via Panorama Cristão
O Rei Salomão decide
Um dia, o Rei Salomão pediu a Deus em oração que lhe desse humildade e sabedoria para saber discernir o Bem do Mal.
O Senhor lhe disse em sonho que o atenderia em seu pedido.
Porém, não ficou o rei sabendo como (nem quando) o Senhor faria isso.
No dia seguinte, entretanto, ao acordar, vieram a ele duas mulheres e se puseram a discutir.
Disse uma delas:
-Ah! Senhor meu, eu e esta mulher moramos na mesma casa. Eu tive um filho, estando com ela naquela casa. Mas no terceiro dia após o meu parto, ela também teve um filho. Estávamos juntas somente nós duas naquela casa. Assim, ninguém ficou sabendo o que aconteceu lá.
Só que, de noite, o filho dela morreu, porque ela se deitou sobre ele. Daí ela se levantou no meio da noite e, enquanto eu dormia, tirou o meu filho do meu lado e deitou-o no seu seio. Depois deitou seu filho morto no meu seio.
O Rei Salomão continuava em silêncio. A mulher prosseguiu:
- Levantando-me pela manhã, porém, para dar de mamar ao meu filho, vi que ele estava morto. Mas, ao levar para vê-lo à luz do dia, percebi que não era o filho que eu tinha dado à luz, mas sim o filho da outra.
Interrompeu-a a outra mulher:
- Engano seu. O menino vivo é o meu filho. O teu é o morto.
Porém, a primeira disse:
- Não, o morto é teu filho. O vivo é o meu.
Assim, falaram as duas perante o rei.
Disse o rei:
- Esta diz: “Este que vive é meu filho, e teu filho é o morto”. A outra diz: “Não, o morto é teu filho, o vivo é o meu”.
Então, decidido, disse o rei aos guardas:
- Tragam-me uma espada.
Os guardas trouxeram-lhe uma espada.
Ordenou o rei:
- Dividam o menino em duas partes. Dêem metade a uma e metade a outra.
Só que a mulher cujo filho era o vivo, disse logo ao rei:
- Ah, senhor meu! Dai-lhe o menino vivo. De modo nenhum o mateis.
A outra, porém, dizia:
- Nem meu, nem teu. Seja dividido!
Então respondeu o rei:
- Dai à primeira o menino vivo. De modo nenhum o mateis; esta é sua mãe.
Quando todo o Israel ouviu a sentença que o rei proferira, temeu ao rei, porque viu que havia nele a sabedoria de Deus para fazer justiça.
Conf. 1 Reis, 15-28
José Guimarães
quarta-feira, 9 de maio de 2012
Reflexão Quarta-Feira
“Mas Deus demonstra seu amor por nós: Cristo morreu em nosso
favor quando ainda éramos pecadores”. Romanos 5:8
Deus não esperou até que nos tornássemos “bonzinhos o
suficiente” para nos dar a sua salvação. Ao invés disso, ele veio
quando estávamos mais perdidos e mais necessitados da sua graça.
Isso é que é a definição de amor segundo Deus. É mais do que algo
declarado ou sentido; é algo radicalmente demonstrado.
Quem quiser salvar sua vida a perderá. "O Capitão abandonou a embarcação"
Quem quiser salvar sua vida a perderá. Os últimos serão os primeiros.
Aconteceu (13/01) um naufrágio de um Navio em um Cruzeiro, onde o capitão abandonou a embarcação, enquanto o navio estava naufragando, que deixou pelo menos 6 mortos e 29 desaparecidos.
A imprensa italiana transcreve trechos da conversa entre o capitão Francesco Schettino, de 52 anos, e a Capitania dos Portos que revelam que ocultou o motivo do naufrágio.
Segundo a imprensa italiana, o comandante estava em terra às 23h40 locais (20h40 de Brasília), e os últimos passageiros só foram resgatados por volta das 5h local (3h de Brasília).
Às 21h54 (18h54 de Brasília), com o navio já encalhado em frente à ilha de Giglio, no centro da Itália, o capitão garantiu que tudo estava bem e enfrentava apenas um problema técnico.
Segundo o “Corriere della Sera”, a Capitania perguntou a Schettino às 0h32 (21h32 de Brasília) quantas pessoas ainda restavam a bordo. Embora a embarcação estivesse cheia, o comandante respondeu que apenas entre 200 e 300.
A resposta fez levantar suspeitas à Capitania que perguntou se ele ainda estava a bordo e Schettino confessou que o navio estava inclinando e ele havia deixado a embarcação.
“Mas como abandonou o navio?”, perguntaram a partir da Capitania.
Mesmo que o capitão tenha se retratado dizendo que não tinha abandonado o cruzeiro, a partir da Capitania ninguém conseguiu encontrá-lo.
“Volte imediatamente a bordo, suba pela escada de segurança e coordene a evacuação. Deve nos dizer quantas pessoas há lá dentro: crianças, mulheres, passageiros, o número exato de cada categoria”, acrescentaram.
“Comandante, é uma ordem, agora comando eu. Anteriormente o senhor declarou que havia abandonado o navio, volte à proa e coordene o resgate porque há mortos”, exigiram.
“É o senhor quem tem de me dizer quantos. O que quer fazer? Ir para sua casa? Volte imediatamente e nos diga o que é preciso fazer, quantas pessoas restam e o que necessitam”, ordenaram a partir da Capitania. (Folha.com)
Por quê de tudo isto? Por um simples motivo. É regra de navegação que o Capitão do Navio é responsável por toda a tripulação e DEVE ser o último a sair do navio.
Muitos cristãos tem feito como este capitão. Diante da primeira dificuldade abandonam o barco e deixam as pessoas para trás para morrerem. Se preocupam em primeiro lugar consigo mesmos.
Porém isto não é cristianismo. O que Jesus nos chamou para fazer é sermos os últimos nesta embarcação chamada humanidade, que está naufragando e indo para o inferno. Muitos estão pulando fora e pouco se importando com as pessoas que perecerão.
Por isto Jesus disse: os últimos serão os primeiros. Aqueles que servem, serão os maiores. Aquele que quer ganhar sua vida, a perderá. Aquele que perder sua vida, ganhará a Vida Eterna!
Você tem sido como aquele capitão?
Ministério Público pretende proibir grandes eventos evangélicos nas ruas para evitar congestionamentos e barulho
A realização de grandes eventos evangélicos em vias públicas na cidade de São Paulo se tornou alvo de investigação do Ministério Público Estadual.
O MP abriu inquérito para apurar a investigação de eventos religiosos em vias públicas, com a intenção de limitar grandes encontros religiosos, de acordo com informações do jornal “O Estado de S. Paulo”.
Geralmente, grandes eventos geram interrupções no tráfego, congestionamentos e excesso de ruído, segundo o MP.
Em entrevista concedida ao site Notícias Cristãs, o pastor e doutor Rubens Teixeira declarou que “se o Ministério Público Estadual de São Paulo quiser limitar todos os eventos em vias públicas (religiosos, sindicais, culturais, esportivos, etc), pode ser algo razoável. Contudo, querer impedir apenas eventos evangélicos é uma clara perseguição religiosa contra os brasileiros evangélicos”.
Teixeira afirmou ainda que eventos que constituem direitos secundários estão sendo privilegiados, em relação aos eventos que simbolizam direitos fundamentais: “Boa parte dos grandes eventos que impactam o trânsito em vias públicas são com fins comerciais privados, como corridas automobilísticas e eventos esportivos de um modo geral, além dos musicais, e outros travestidos de razões culturais, não embasados em direitos fundamentais”.
Fonte: Gospel+
Obs: carnaval,show de rock,shows sertanejo, etc... HA, ESSES PODEM!!!
terça-feira, 8 de maio de 2012
Reflexão Terça Feira
“E a esperança não nos decepciona, porque Deus derramou seu amor
em nossos corações, por meio do Espírito Santo que ele nos
concedeu”. Romanos 5:5
A fonte da nossa esperança não está apenas na obra anterior de
Jesus na cruz e no túmulo vazio. Não depende apenas do nosso
domínio próprio e compromisso de perseverar na esperança. Não, Deus
assegurou que o combustível para o fogo de esperança nos nossos
corações não acabasse. Ele o fez nos enchendo com seu Espírito
Santo e derramando seu amor nos nossos corações. Este mesmo
Espírito nos ajudará a ressuscitar e nos dará vida quando Jesus
voltar (veja Romanos 8:11).
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